Flávia Cintra
Jornalista, palestrante e referência absoluta de inclusão na TV brasileira
Flávia Cintra construiu uma trajetória marcada pela comunicação, pela defesa dos direitos humanos e pela promoção da inclusão social. Jornalista e repórter do Fantástico, da TV Globo, desde 2010, tornou-se uma das vozes mais reconhecidas do jornalismo brasileiro quando o assunto envolve cidadania, diversidade e transformação social.
Antes de chegar à televisão, a atuação já se destacava na área institucional e no debate internacional sobre direitos da pessoa com deficiência; no Instituto Paradigma, organização dedicada à promoção da inclusão, exerceu papel de liderança e participou de iniciativas de grande impacto. A instituição integrou o comitê Ad Hoc da Organização das Nações Unidas responsável pela elaboração da Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência, marco histórico que orienta políticas públicas e práticas sociais em diversos países.
A experiência pessoal também inspirou projetos relevantes na cultura e na literatura. Flávia foi consultora da novela Viver a Vida, cuja personagem Luciana, interpretada por Alinne Moraes, foi baseada em sua história de vida. Além disso, é coautora do livro Maria de Rodas, obra que reúne relatos sobre maternidade entre mulheres cadeirantes e amplia o debate sobre autonomia, família e representatividade.
Nos palcos de eventos corporativos, educacionais e institucionais, Flávia Cintra apresenta uma abordagem que combina experiência pessoal, reflexão social e exemplos concretos. Em vez de se limitar a conceitos teóricos, suas apresentações conectam episódios da própria trajetória a reflexões sobre diversidade, acessibilidade e cultura organizacional, criando um ambiente propício para revisar percepções arraigadas e ampliar o entendimento sobre o potencial profissional das pessoas com deficiência.
Ao tratar da inclusão no ambiente corporativo, a jornalista demonstra que mudanças consistentes começam pela revisão das interpretações que a sociedade construiu ao longo do tempo sobre deficiência e capacidade. Por meio de narrativas reais e referências positivas, evidencia-se como barreiras culturais podem ser superadas e como organizações ganham força quando valorizam talentos diversos.
Suas apresentações podem assumir diferentes formatos, adaptando-se aos objetivos de cada evento, como mestra de cerimônias, palestra, talk show, workshops e treinamentos, com projetos especiais customizados tanto online, quanto presencial.
Contratar uma palestra de Flávia Cintra significa oferecer ao público uma experiência que vai além da inspiração momentânea: trata-se de um encontro com histórias reais, reflexões profundas e provocações capazes de estimular novas atitudes dentro das organizações.
Sua trajetória une credibilidade jornalística, conhecimento prático sobre inclusão e uma comunicação envolvente, combinação ideal para eventos que buscam gerar impacto, consciência social e transformação cultural duradoura.
O diabo mora nos detalhes
Nesta palestra, Flávia Cintra apresenta as melhores estratégias para a criação de materiais de comunicação que contribuam para a construção de uma cultura inclusiva nas empresas.
Os detalhes da redação fazem toda a diferença, pois é neles que geralmente estão escondidos equívocas que perpetuam as barreiras que impedem o sucesso da inclusão.
A partir de exemplos práticos, Flávia mostra os principais e mais frequentes deslizes cometidos na produção de textos e imagens com temas relacionados às pessoas com deficiência e aponta caminhos para escrever e abordar com segurança os assuntos que possam surgir como desdobramentos deste tipo de pauta.
Esta é a palestra ideal para inspirar novas abordagens com repertório renovado e terminologia inclusiva.
Público de interesse: RH e comunicação interna.
As pedras no meu caminho
O ciclo da invisibilidade das pessoas com deficiência se estabeleceu com as inúmeras barreiras arquitetônicas, ambientais, tecnológicas, comunicacionais e de comportamento que foram incorporadas pela sociedade, impedindo a participação de todos nos espaços públicos. Sem autonomia, as pessoas com deficiência não puderam participar das rotinas educacionais, profissionais e de lazer. Desse modo, não foram vistas.
Por não serem vistas, a sociedade entendia que estava tudo bem e não promovia as mudanças necessárias.
Sem acessibilidade, as pessoas com deficiência permaneceram excluídas e impedidas de exercer a própria cidadania. Felizmente, nos últimos anos este cenário vem sendo modificado.
Cadeirante desde 1991, Flávia relata com bom humor e sensibilidade o que já viveu nessas três décadas, o que viu mudar e o que percebe como conquistas ainda a serem alcançadas. Ela conta também que a cadeira de rodas nunca a limitou. Seu maior desafio foi enfrentar a falta de acessibilidade para trilhar os caminhos necessários à realização de seu sonhos.
Público de interesse: RH e público geral.
Equiparando oportunidades
Quanto maior é a diversidade presente numa equipe, maior é a sua capacidade criativa e produtiva, mas também é maior o desafio do seu gestor. Com algumas orientações e ajustes é possível liderar um time plural com equidade e motivação, aumentar a retenção de talentos, alcançar e até superar as metas.
Neste processo é imprescindível termos clareza sobre a diferença entre direito e privilégio, além de conhecer a origem e a aplicabilidade de ações afirmativas como a Lei de Cotas. Assim, a tomada de decisões tende a se tornar mais assertiva e inclusiva.
Nesta palestra, Flávia Cintra apresenta as melhoras práticas e aponta caminhos para que a gestão inclusiva seja implementada e incorporada às rotinas corporativas.
A deficiência é uma das características possíveis à condição humana. Muitas vezes não é a característica mais importante, mas em outras é uma condição que salta aos olhos.
Quando a equiparação de oportunidades se consolida entre pessoas com e sem deficiência, abrem-se espaços de interação que proporcionam a cada pessoa a chance de expressar sua melhor versão, colocando suas competências a serviço da empresa.
Público de interesse: gestores.
É capacitismo quando...
A hashtag #écapacitismoquando surgiu em 2017 e permanece ganhando cada vez mais força nas redes sociais. Mas, o que é capacitismo? Essa expressão define a atitude de discriminar alguém em razão da deficiência.
É capacitismo quando uma pessoa com deficiência é considerada incapaz para o trabalho só por ter deficiência. É capacitismo quando se conclui que um cadeirante não queira ir a uma festa dançante ou que um cego não aprecie obras de arte.
Quando o capacitismo se manifesta de forma explícita, com a intenção de excluir ou ofender, ocorre a discriminação. Esse tipo de crime está previsto na Lei Brasileira de Inclusão e pode resultar em pena de um a três anos de reclusão, além de pagamento de multa.
Vencer o capacitismo depende de reconhecermos sua existência, compreendermos sua origem e identificarmos suas manifestações na nossa linguagem, comportamento e atitudes cotidianas.
Nesta palestra, cheia de exemplos retirados da vida real, a compreensão do que está por trás do capacitismo permite uma reflexão capaz de gerar novos comportamentos fundamentais para a construção e o fortalecimento de uma cultura de paz e de inclusão.
Público de interesse: colaboradores em geral.
Maria de rodas
Ao engravidar naturalmente, aos 33 anos, Flávia descobriu que mesmo pessoas próximas a ela acreditavam que uma mulher cadeirante não pode ser mãe. Quanto mais as pessoas ao seu redor se espantavam, mais ela se surpreendia com tamanha falta de informação e conhecimento.
De forma divertida e envolvente, Flávia relata as angústias, surpresas, alegrias, dificuldades e soluções vivenciadas em sua trajetórias afetiva até se tornar mãe. Algumas destas histórias, ela também contou no livro Maria de Rodas, publicado em 2012 pela editora Scortecci.
Esta palestra é indicada para motivar colaboradores de empresas que precisam vencer diariamente desafios das mais diferentes formas, especialmente em datas como o Dia Internacional da Mulher e o Dia das Mães.
Público de interesse: mulheres e público geral.
Do fim ao começo
A palestra parte da história de vida de Flávia Cintra, que inspirou o autor de novelas Manoel Carlos a criar a personagem Luciana, em “Viver a Vida”, interpretada por Aline Morais em 2010 na TV Globo.
A jornalista se orgulha em dizer que hoje tem uma vida comum, se dividindo entre as tarefas domésticas, os cuidados com os filhos e os compromissos profissionais. Essa “vida comum” ainda desperta surpresa nas pessoas: o motivo desta curiosidade é o fato de Flávia fazer tudo isso vivendo em uma cadeira de rodas desde os dezoito anos, quando um acidente de carro a deixou tetraplégica.
Nesta palestra, Flávia relata de modo sensível e emocionante como enfrentou a dor e a impotência ao perder os movimentos ainda tão jovem e quais foram as escolhas e decisões que tomou para avançar em cada etapa de sua vida, até ser mãe de gêmeos e se tornar repórter do Fantástico, na TV Globo. A partir destas experiências, Flávia mostra que o ponto de partida não define o ponto de chegada!
Público de interesse: colaboradores em geral.




