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- Liderança transformacional: como estimular ao máximo o potencial do seu time
A pedido de Diego Maia, Felipe Leonard, CEO e presidente da S.I.N. Implant System traz um importante artigo sobre liderança transformacional que reúne características excepcionais e que é fundamental falarmos sobre este tema ainda hoje, dada sua atualidade e urgência. Em 1978, o historiador americano James MacGregor Burns usou o termo “liderança transformacional” para descrever um processo no qual “líderes e seguidores ajudam uns aos outros a avançar para um nível mais alto de moral e motivação”. Lá se vão quase cinquenta anos, mas é fundamental falarmos sobre este tema ainda hoje, dada sua atualidade e urgência. De fato, a liderança transformacional reúne características excepcionais. Para começar, seu motor é a paixão por estimular as pessoas e criar soluções impactantes para os desafios que elas enfrentam. No centro dessa filosofia está o entendimento de que inspirar os colaboradores pode levar não apenas à transformação, mas também a mudanças sociais. Logicamente, o processo nem sempre é fácil, pois demanda tempo e energia, mas é extremamente gratificante. É por meio de uma cultura baseada na confiança e positividade que os líderes transformacionais motivam e auxiliam seus times no que concerne a aflorar habilidades e talentos até mesmo desconhecidos. Eles incentivam o crescimento pessoal e profissional de seus liderados e estabelecem bases sólidas para a melhoria contínua, em um ambiente de trabalho que garanta qualidade de vida para todos. É um estilo de liderança que abre espaço para uma equipe mais criativa, com olhar no futuro e foco em encontrar novas soluções para velhos problemas. Em linhas gerais, este gestor é visionário, 100% centrado na força de seu time, inspirador, inclusivo, emocionalmente inteligente e colaborativo. Além disso, se esforça para colocar as pessoas antes de si mesmo, sem nunca pensar em seu próprio poder ou em como suas ações o beneficiarão individualmente. Existem estudos que estabelecem uma forte correlação entre o ânimo e felicidade dos colaboradores e os resultados da organização. E para criar motivação é preciso, justamente, de um ambiente positivo. Veja que interessante: Marcial Losada, psicólogo e economista, acompanhou durante mais de uma década a performance de equipes. Ele criou estatísticas sobre variações de desempenho ligadas aos comentários ou feedbacks positivos e construtivos versus os negativos, criando o que hoje é chamado de “linha de Losada”. O resultado? 2.9013 é a proporção mínima entre interações positivas e negativas necessárias para que um time corporativo tenha sucesso. Abaixo desse ponto crítico, o desempenho no ambiente de trabalho estará fortemente comprometido. É por isto que a liderança transformacional deve ser óbvia e prioritária em organizações que pretendem melhorar seus resultados, embora em muitas infelizmente este conceito não passe de belas frases grafadas na Declaração de Princípios e Valores corporativos. Citando Richard Branson: “Clientes não vêm primeiro. Os colaboradores vêm primeiro. Se você cuidar de seus colaboradores, eles cuidarão de seus clientes”. Nelson Mandela, Mahatma Gandhi, Abraham Lincoln, Margaret Thatcher e o próprio Branson são ícones desse estilo de gestão. Suas biografias são realmente fascinantes, não é mesmo? E veja, a boa notícia é que não é difícil exercer este tipo de liderança. Basicamente, seus alicerces estão baseados na empatia, bom senso e consciência ética. Compartilho, a seguir, algumas dicas: 1) Demonstre paixão e positividade. Ninguém quer seguir um líder que não se preocupa verdadeiramente com seus objetivos. Por isso, os gestores transformacionais não estão focados exclusivamente em realizar suas tarefas, mas também mostram entusiasmo e interesse genuínos pelo seu trabalho, deixando evidente para as pessoas que o progresso delas é importante. Afinal, toda contribuição deve ser valorizada. Inclusive, nesse sentido, é interessante que você conheça em profundidade cada colaborador do seu time, compreendendo seus valores e motivações. Quando isso acontece, as parcerias profissionais naturalmente se fortalecem e, como consequência, os resultados melhoram. Lembre-se: a liderança transformacional diz respeito a conquistar corações e mentes e, também, a realizar trabalhos em conjunto. 2) Incentive os membros da equipe a ter voz ativa. Os colaboradores devem se sentir bem-vindos se quiserem compartilhar suas ideias. Ainda que os líderes tenham a palavra final quando se trata de decisões, esse estímulo oferece oportunidade para que cada um possa contribuir de maneira efetiva no dia a dia da empresa. É preciso promover um crowdsourcing de ideias, pois, assim, será possível extrair o melhor dos aprendizados coletivos. E cá entre nós: não é segredo que o estilo de liderança democrática incentiva um maior comprometimento, melhora a produtividade e inspira soluções inovadoras! 3) Solicite feedbacks com regularidade. É preciso ter em mente que quem está “nas trincheiras” tem uma boa visão sobre o que está funcionando e também sobre tudo aquilo que não está sendo efetivo. Assim, o líder transformacional deve pedir opiniões e insights com regularidade, certificando-se de que está sempre oferecendo oportunidades para as pessoas se expressarem. 4) Personalize tarefas com base nas habilidades de sua equipe. Parte de ser um líder transformacional é reconhecer os pontos fortes e fracos de cada um. Isso significa ser capaz de adaptar o fluxo de trabalho e o delegar de atividades, em tempo real. Se alguém está mostrando aptidão ou entusiasmo em uma determinada área, vale recompensar com elogios e incentivos e responsabilidades adicionais. Por outro lado, se algum colaborador estiver falhando em suas funções, talvez seja necessário descobrir outros afazeres para que ele possa desenvolver seu potencial. Sobre a S.I.N. Implant System: referência mundial em produtos para implantes dentários, a S.I.N Implant System tem DNA brasileiro e está no mercado desde 2003. Hoje, seu parque fabril de última geração entrega mais de 5 milhões de produtos acabados todos os anos, com presença em 22 países. Com uma trajetória de conquistas apoiada nos princípios da simplicidade, inovação e nanotecnologia, a S.I.N. Implant System oferece as melhores linhas de implantes dentários do mundo, além de componentes protéticos. A empresa tem como visão oferecer o que há de melhor e mais seguro na área de implantodontia, utilizando, para isso, tecnologia de ponta e equipamentos de última geração, que passam por rigoroso controle de processos. A excelência em qualidade de seus produtos é garantida e comprovada por meio de certificações nacionais e internacionais. O sonho de restaurar sorrisos, iniciado com a Sra. Neide e o Dr. Ariel Lenharo, continua vivo. Em tempo: Ariel Lenharo foi o primeiro doutor em implantodontia do Estado de São Paulo, tendo também realizado sua pós-graduação nos Estados Unidos, no Pankey Institute. A Sra. Neide e o Dr. Lenharo estiveram à frente da companhia até 2009, quando o controle acionário da S.I.N passou para o fundo de investimentos Southern Cross Group, equity firm líder e mais antigo dedicado ao mercado latino-americano, com mais de U$ 2,8 bilhões investidos em 38 empresas em todo o continente. Mais informações em www.sinimplantsystem.com.br. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantenedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. 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- Como a Guerra na Ucrânia pode afetar os negócios no Brasil?
A pedido de Diego Maia, Sheila Shimada - Especialista de Direito Societário da HSVL, fala sobre como a guerra na Ucrânia pode afetar diretamente o seus negócios, principalmente quando o assunto é recebimento de rendimentos. Neste artigo, Sheila Shimada pretende esclarecer um pouco mais sobre como isso acontece e como os empresários, sócios e empreendedores podem proceder em relação a esse assunto. A guerra na Ucrânia pode afetar diretamente o seus negócios, principalmente quando o assunto é recebimento de rendimentos. Neste artigo, eu pretendo esclarecer um pouco mais sobre como isso acontece e como você deve proceder em relação a esse assunto. Nós sabemos que uma guerra é algo extremamente nocivo e que gera grandes impactos econômicos e mundiais, assim como vem acontecendo com a alteração do preço de petróleo e instabilidades diplomáticas, isso tudo pode afetar as empresas em nível mundial, atingindo também a sua empresa aqui no Brasil. Mas como você faz para continuar negociando dentro do ambiente de incerteza? Bom, primeiramente precisamos deixar bem claro que incerteza é algo diferente de risco, precisamos avaliar e verificar se seus investimentos vão ou não correr o risco e em caso positivo, como e por qual motivo? Para isso, você precisa saber onde e em que produto está investindo e por meio dessas informações, medir o tal risco, para ter um parâmetro. Porém, quando se trata de um ambiente incerto, como uma guerra, uma pandemia por exemplo, você não consegue ter parâmetro concreto, pois as coisas podem mudar a qualquer momento. Por essa razão é extremamente difícil fazer negociações. Afinal, a guerra traz com ela ambientes totalmente inseguros. Posso romper contratos com meu sócio em meio a uma situação de caos? A resposta é sim, existem duas cláusulas em questão que podem te auxiliar nesse sentido a MAC (Material Adverse Change) ou MAE (Material Adverse Effect) que nada mais é do que a evolução do caso “fortuito” ou seja, motivos de força maior que se encontram no Brasil e que permitem que o negócio seja desfeito, finalizado e acabado caso o fatores externos venham ainda interferir no faturamento da empresa ou mudar completamente o rumo da negociação. Então essa saída pode ser utilizada, uma vez que foi importada dos Estados Unidos desde 1934, na negociação da bolsa de valores, já que tem validade aqui no Brasil e pode envolver tanto investimentos nacionais quanto internacionais. Essa regra é específica e serve para um ambiente de incerteza, então, caso aconteça alguma coisa que afete o negócio de tal maneira que ele não possa ir pra frente, como pandemia, guerra, acidentes nucleares entre outros, o contrato é encerrado automaticamente e o investidor não precisa mais cumprir a parte dele e sua empresa também não. Dentro do cenário que a gente se encontra, essa cláusula pode ser a salvação e até mesmo a grande ajuda para sua relação de investimento. Como posso me proteger em casos de incerteza como a guerra na Ucrânia, por exemplo? É importante saber qual é a o ramo da sua empresa e os impactos que esse cenário pode trazer; Pesquisar a tendência do setor em que sua empresa atua e verificar como ele será impactado ; Procurar consultoria jurídica para entender como ela realmente pode atingir o seu setor ou negócio; Manter um relacionamento honesto e empático com seus sócios e fornecedores; Ter um especialistas em negociações e muito diálogo. Quando se trata de uma guerra, a primeira coisa que morre é a verdade (autor desconhecido) e todo ambiente de incerteza se instala tornando o ambiente de negociações perigoso. Portanto, toda atenção e orientação jurídica especializada é fundamental para minimizar riscos e continuar investindo. Sobre o Higasi, Shimada, Veisid & Leal Advogados (HSVL) - Escritório especializado em direito digital, trabalhista, cível, do consumidor, empresarial e tributário, ele se destaca por oferecer soluções jurídicas inteligentes e eficazes utilizando uma linguagem clara e acessível, seus profissionais buscam simplificar conceitos jurídicos complexos, proporcionando aos seus clientes uma maior segurança e clareza na tomada de decisão com uma a forma personalizada de serviço, almejando alcançar os mais diversos anseios e interesses de seus clientes, atuando de forma ética e principalmente transparente. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantenedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. 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- Em comunicação, não adianta parecer ESG, precisa ser ESG
por Daniela Garcia, Diretora de Operações do Instituto Capitalismo Consciente Brasil Como jornalista, sempre acreditei no poder da informação. Como publicitária, no poder da narrativa. Quando me tornei profissional do terceiro setor, passei a encarar a comunicação como a principal ferramenta para um posicionamento. Muito mais do que informar ou contar histórias, uma boa comunicação educa, faz pensar, abre portas e raciocínios, inicia conversas e debates. Saber comunicar é expandir negócios, se posicionar, ocupar espaço, dar evidência. Pode ser encantar, elogiar, entreter. Mas pode se denunciar, ferir e vociferar. Para marcas, nos últimos 20 anos, a comunicação vem se tornando cada vez mais estratégica e se alia ao marketing para promover reputação. De mero instrumento de informação sobre produtos e serviços, a comunicação passou a proporcionar construção de narrativas, instrumento de exposição de conceitos e posicionamento de marcas. Os tradicionais veículos de comunicação perderam espaço para as vozes pessoais de formadores de opinião, que com a tecnologia viraram blogueiros, que com as redes sociais se tornaram influencers. A comunicação suporta a opinião, o gosto e a escolha. Tudo isso muda o marketing, as estratégias de vendas e a forma como consumimos, julgamos e aprendemos. No mundo da influência conta mais quem fala diretamente, se posiciona e se mostra. Isso serve para pessoas e para empresas. Mas um fator é fundamental: a verdade! Nada vale mais do que a verdade exposta quando se trata de marcas. Valor intrínseco de empresas éticas, a verdade é sempre acompanhada de testemunhas, de exemplos e especialmente de alicerce. Contar uma história verdadeira é mostrar detalhes, e provocar que te sigam. Isso vale para o mundo ESG. Nunca se falou tanto da sigla que significa métricas de sustentabilidade e a comunicação das empresas nunca sofreu tanto para construir narrativas orientadas a elas. No mundo da comunicação ESG não basta fazer discurso, há de se provar diariamente que o que está sendo publicado tem fundamento interno. ESG é primeiro regulatório e depois auto-regulamentação. É mergulho com profundidade no que é fundamental e obrigatório, para somente depois acrescer de ingredientes mais sofisticados, o que se quer mostrar. Empresas que entendem isso são, em sua essência, questionadoras e curiosas. Segundo os pilares do Capitalismo Consciente, uma empresa está alinhada com o conceito quando tem um propósito maior e é orientada para stakeholders. Ou seja, ela nasce entendendo a quem servir. Precisa buscar, depois, como e de qual forma o fazer. Esses dois pilares (além dos outros dois que temos no movimento: liderança consciente e cultura consciente) preparam uma empresa para a jornada ESG, pois demonstram que a empresa está olhando pra fora, para seu entorno, e entende que faz parte de um grande sistema. As práticas ESG vêm colaborar para estreitar esse pertencimento ao sistema e, portanto, a urgência em cuidar do coletivo. Para quem traduz todos os dias a narrativa da empresa em comunicação, precisa estar alinhado com esse raciocínio: colocar o propósito no centro e entender como ele é exercitado todos os dias. No ESG, as saídas de comunicação são inúmeras, mas precisam ser baseadas em verdade. Não há como construir narrativas sem alicerce. Nenhum discurso bonito substituirá o questionamento pelos resultados de curto, médio e longo prazo. A comunicação, por si só, não prova o engajamento da empresa. Mas a comunicação pode mostrá-lo com louvor. O limite está na verdade. Se não for verdade, você faz ESGwashing. Se for verdade, você traduzirá seu propósito. Simples assim. Comunicando ESG na prática No G há um universo de informações e transparência a serem mostradas: de relatórios, passando por sites, discursos e materiais de conselho que podem ser apresentados. No S interno, políticas de inclusão, diversidade, espaço para cuidados e bem-estar internos, mentoria, comitês internos, grupos de estudo e intraempreendedorismo. Para o mundo externo, os projetos sociais, os projetos de marketing relacionados à causa, voluntariados e muito mais. O E é um universo de informações. É aqui que se fala de economia circular, projetos de compensação de carbono, economia verde e tudo o que demonstrar alinhamento com questões da biodiversidade. Comunicação ESG é uma narrativa de marca alinhada ao propósito e integridade na fala: o que se diz dentro, se repete fora. Coerência. Ouvi esses dias uma frase que repito aqui: uma empresa não deve seguir esta jornada por conveniência ou por exigências do compliance, e sim por concordância e essência. Afinal, em comunicação não adianta parecer ESG, precisa ser ESG. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantenedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. 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- Saiba como lidar com as objeções dos clientes
Mesmo o melhor vendedor de um estabelecimento comercial vai se encontrar diante de uma situação em que as objeções dos clientes deverão ser contornadas da melhor forma possível. Não existe um mundo ideal, então a objeção é uma parte integrante do processo de vendas. Se um vendedor, ou mesmo empreendedor, percebe isso de forma negativa, o melhor a se fazer é se ajustar e acolher o cliente de uma maneira positiva, trabalhando essas dúvidas para que ocorra a conversão. Para que isso se torne ainda mais benéfico, é possível tornar em um trunfo e mostrar que a empresa, ou qualquer que seja as características de tal empreendimento comercial, sabe ouvir os clientes, o que se torna qualidade essencial para todo bom vendedor e impacta na experiência do consumidor. Na realidade, os processos de aquisição de leads de vendas nem sempre são precisos, e quase todos os prospects na lista de potenciais clientes apresentam alguma objeção de vendas que os deixa hesitantes em seguir em frente. Por isso, é preciso estar preparado e identificar quais são as principais dúvidas e negativas que podem ocorrer, de forma a atuar com mais propriedade nesses aspectos. No entanto, com um vendedor devidamente treinado, o início dessas objeções dos clientes não precisa ser algo que se transforme em preocupação ou desmotivação. Pelo contrário, é preciso enxergar oportunidades para ajudar um cliente em potencial a resolver determinado problema, como a instalação de atuador pneumático em uma linha de produção e, assim, construir um relacionamento comercial de longa data com ele. Como lidar com as objeções dos clientes Lidar com as objeções dos clientes é uma consequência natural de quem está inserido no meio comercial e de negócios. Consiste em considerar e, em seguida, remover os obstáculos que o cliente em potencial apresenta de uma maneira que mude de ideia, ou ao menos alivie as preocupações persistentes até um determinado tempo, passando a considerar a compra. O erro comum que muitos vendedores cometem é tentar pressionar o cliente a recuar e forçá-lo a aceitar que está errado. Infelizmente, isso pode ter um efeito inverso, pois ninguém gosta de ser a parte irracional, o que leva o cliente a ficar com raiva, perdendo a confiança na marca que está inclinado a realizar uma negociação. Nesse caso, em vez de convencer o cliente de que ele está errado, o melhor a se fazer é encontrar uma outra maneira de transformar todas as preocupações apresentadas em positividade e tranquilizá-lo apresentando os argumentos certos. Objeções de cliente são importantes para o negócio Se deparar com as objeções dos clientes pode não ser totalmente ruim para uma empresa. Isso mostra que os clientes têm algumas preocupações que precisam ser abordadas e explicadas. Eles não farão isso se não demonstrarem interesse em um produto ou serviço disponível no mercado. Caso contrário, é uma chance para que a equipe de vendas possa transformar um “não” em uma oportunidade de vendas. Encarar as objeções dos clientes se torna uma habilidade profissional que todo vendedor precisa dominar. As razões pelas quais é preciso enfrentar as objeções em vendas permite: Aprender mais sobre o comportamento do cliente; Entender sobre necessidades, problemas e motivação de compra; Oportunizar o aumento de vendas; Reafirmar relacionamentos de longo prazo. Quando o vendedor consegue lidar com as objeções de venda, é possível aumentar a confiança do cliente e fazê-lo acreditar ainda mais no produto ou serviço oferecido. Assim, as objeções significam que os clientes nem sempre estão prontos para a aquisição de um produto ou a assinatura de um contrato que estipula um tipo de serviço, mas que essa reversão pode ser trabalhada de modo a sanar as dúvidas e receios para que a contratação ocorra. Logo, lidar com as objeções dos clientes é um passo importante para quem quer fazer vendas e aumentar a carteira de consumidores que se identificam com uma marca. 4 tipos de objeções desafiadoras de clientes A seguir serão apresentadas 4 objeções de clientes que podem se apresentar em situações diferentes, mas com a mesma finalidade que um vendedor provavelmente enfrenta em um processo de venda. Preço de produtos e serviços Não é raro um vendedor ouvir que o produto está muito caro, ou que ele encontra um profissional que faz o serviço mais barato do que o praticado no mercado. Essa é a objeção mais comum, e pode estar relacionada à falta de dinheiro ou os clientes podem pensar que o produto não é bom o suficiente para justificar a instalação de uma placa de ACM preço sendo competitivo no mercado. Ou seja, pode haver um problema na comunicação do valor e das entregas que o serviço/produto oferece. O segredo para lidar com essa objeção é convencer o cliente que ele pode adquirir o produto ou contratar o serviço com o custo apresentado na totalidade, o que inclui taxas e impostos devidos para a manutenção do estabelecimento comercial, mas demonstrar o porquê desse valor, apresentando os benefícios e diferenciais. É preciso se certificar em demonstrar o valor por meio de um serviço pós-venda, ou oferecer um tempo estendido para a garantia do produto. Medo de mudança Uma marca presente há muito tempo no mercado está institucionalizado e, com isso, muitas pessoas prezam pelo seguro que conhece há muito tempo e não quer encarar uma alteração significativa na própria vida. Esse tipo de situação pode ser muito difícil de se contornar quando tratado pelos vendedores, pois está relacionado com a objeção de contentamento. Os clientes parecem estar satisfeitos com o produto e não querem correr riscos. Nesse caso, é melhor demonstrar como a indústria mudou e está em constante evolução, e que a inovação pode ter um efeito positivo em todos os sentidos. Falta de confiança O cliente que precisa de uma empresa de ar condicionado pode ter dúvidas quanto ao serviço e se ele vai atender às expectativas quanto ao problema enfrentado em determinada situação. É preciso levar em consideração que os clientes não acreditam verdadeiramente em um vendedor, em um bem de consumo ou em uma empresa. Isso é totalmente ruim porque, nesse caso, os clientes podem ter uma necessidade e querer comprar o produto. E infelizmente sempre restam dúvidas que precisam ser sanadas da melhor forma possível. O que as empresas, por meio dos vendedores, podem fazer, é fornecer amostras, demonstrações e feedback de outros clientes, ou mesmo referências que irão tirar todas as dúvidas e fazer o cliente confiar no produto ou serviço. Relacionado ao tempo Em determinado momento, com a aproximação de um profissional que atua na área de empresa de portaria, o cliente pode dizer que está sem tempo, ou muito ocupado e pede que seja abordado em uma outra hora. Essa também é uma das objeções mais comuns que um vendedor pode enfrentar em um processo de venda. É verdade que muitas pessoas estão repletas de afazeres nos dias de hoje e, dessa forma, cabe aos vendedores descobrir o que deixa os compradores ocupados e a real objeção por trás disso. Vale explicar que não quer incomodar, ou prolongar uma conversa, mas apenas uma rápida apresentação sobre como essa experiência de compra valerá a pena e como um serviço pode facilitar a vida de maneira específica. Para contribuir, estipule um prazo para a conversa ou marque um momento em que o cliente esteja mais tranquilo para retomar o contato. Dicas para contornar as objeções dos clientes Após reconhecer os tipos de objeção, é possível seguir algumas dicas para superá-las com mais facilidade. A princípio, é preciso aceitá-las, analisá-las e responder diretamente a essas áreas específicas de preocupação, sem nunca ignorar as objeções, e sempre abordá-las de forma convicta. Mostre gratidão Olhe para a situação de forma positiva, apenas como mais uma maneira em que se pode fornecer detalhes e informações sobre a empresa de limpeza ao cliente em potencial. Reconhecer as objeções dos clientes é imprescindível, e isso permite que se passe as informações necessárias para fechar um negócio. Compreenda as próprias expectativas Conecte-se com os clientes em potencial em um nível pessoal. Ouça as objeções com atenção. Isso mostra que a empresa valoriza as preocupações de todos, o que ajuda a construir a confiança sobre a marca. Confirme todas as objeções Anote todas as objeções e reafirme com as próprias palavras, para poder entender de forma verdadeira o que se passa, quais os anseios e desejos dos clientes. Peça ao cliente em potencial para confirmar se tudo está esclarecido, ou explore pontos que podem ser ignorados ou não foram mencionados anteriormente quando for preciso contratar uma empresa de alpinismo industrial para manutenção predial. Ofereça soluções de forma personalizada Alinhe os recursos e benefícios dos produtos e serviços aos pontos que se apresentam como problemas específicos dos clientes em potencial. Os pontos problemáticos incluem aspectos como perda de receita, baixa produtividade, ou queda de satisfação do cliente. Para contornar essas situações, é preciso oferecer soluções que podem ser personalizadas, para que a empresa atenda todas as expectativas e acabe com qualquer tipo de problema e retenha o cliente. Seja honesto Apesar de todo treinamento e técnica aprendidas ao longo do tempo, um vendedor da loja de portaria remota pode ignorar um discurso pronto de venda e se transformar a partir de novas conversas, que sejam espontâneas e, ao mesmo tempo, persuasivas. Essas conversas devem ser honestas e relevantes em relação às objeções apresentadas pelos clientes, o que ajuda a construir um melhor relacionamento ao longo do tempo, e propor soluções eficientes para ambos. Conclusão O tratamento de objeções é um ato de responder e abordar as hesitações e preocupações apresentadas pelos clientes em potencial para ajustá-los dentro de uma jornada de compras após o funil de vendas, promovendo o processo de conversão. As tratativas de objeções levam tempo para fazer perguntas e aprender sobre a natureza da objeção antes mesmo de responder com uma recusa. Isso não apenas fornece a melhor informação para elaborar respostas com argumentos sólidos, como também torna uma conversa difícil em incentivo para a melhora do relacionamento entre o consumidor e o representante de uma empresa de portaria e limpeza de condomínios. Essa confiança pode dissolver qualquer tipo de objeção e garantir um cliente fiel. Ainda melhor, pode torná-lo um embaixador voluntário da marca em uma roda de amigos e nas redes sociais, o que implementa e reforça o marketing orgânico de uma empresa. Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Business Connection, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantenedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas
- Fertilizante ecológico pode reduzir dependência de importação
Pesquisador desenvolve técnica na Universidade Federal do Paraná. Uma técnica de produção de fertilizante ecológico à base de casca de ovos, desenvolvida pelo pesquisador Roger Borges na Universidade Federal do Paraná (UFPR), poderá contribuir para a redução da importação de adubos e fertilizantes químicos pelo Brasil que, no ano passado, somou US$ 15,2 bilhões, um aumento de 90% em comparação a 2020. De acordo com dados da balança comercial brasileira, da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), os fertilizantes foram os produtos mais importados pelo país, na indústria de transformação. Em termos de quantidade, o Brasil importou 41,5 milhões de toneladas de fertilizantes, com expansão de 22%. Pesquisador atualmente da Embrapa Instrumentação, Roger Borges disse à Agência Brasil que a técnica foi desenvolvida a partir da utilização de telha de amianto para produzir fertilizante ecológico. “Utilizamos resíduos que não são usados, como as cascas de ovos, ricas em cálcio, ou amianto, que é um resíduo tóxico”. Conhecendo os componentes químicos da casca de ovo, os pesquisadores da UFPR pensaram em produzir um fertilizante que não prejudicasse o meio ambiente e que, ao mesmo tempo, fosse benéfico para a agricultura. O projeto foi desenvolvido no Laboratório de Química de Materiais Avançados (Laqma) da UFPR. A técnica utiliza um processo de moagem mecanoquímico, em que os materiais reagem para formar novos produtos por meio da energia térmica e de fricção da própria moagem. A casca do ovo é colocada em um moinho de esferas de alta energia, juntamente com fosfatos de potássio, que reagem para formar novos compostos capazes de fornecer fósforo, cálcio e potássio, três componentes essenciais para o desenvolvimento das lavouras, informou a universidade. Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas Mistura A forma industrial proposta pelos pesquisadores para produzir fertilizante ecológico é usar mais de um componente. “A composição principal, tanto do amianto, quanto da casca de ovos, é carbonato de cálcio (CaCO3)”, explicou Borges. A produção industrial prevê misturar casca de ovos com amianto e outros elementos, como fosfato de potássio. “No final, a gente tem um fertilizante que poderá ser usado e não representa nenhum perigo, igual ao feito com amianto, por exemplo”. Segundo o pesquisador, para ser usado sozinho, o amianto precisa passar por tratamento de moagem. Os pesquisadores deram entrada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) com dois pedidos de patentes envolvendo o tratamento do amianto e da casca de ovos para a produção de fertilizantes ecológicos. “A gente está desenvolvendo o produto com o objetivo de venda no mercado”. Na avaliação de Roger Borges, a principal economia na utilização desses fertilizantes é que o aproveitamento é melhor, uma vez que vai se usar menor quantidade do produto e garantir a mesma produção agrícola, comparado com o fertilizante tradicional encontrado no mercado. Há vantagens também ambientais, que incluem a reutilização de materiais não descartáveis, como o amianto, que por sua toxicidade requer aterros próprios para sua estocagem ou é jogado em lixões, o que demanda dinheiro para o funcionamento desses locais. Retirando do lixo esses materiais, Borges afirmou que se consegue convertê-los em valores positivos. Existem duas classificações básicas: rejeito e resíduo. No caso do amianto, que é rejeito tóxico, os pesquisadores conseguem transformá-lo em um subproduto, depois que ele é tratado. A casca de ovos, por sua vez, é considerada resíduo. Embora não represente nenhum perigo, consegue-se também direcionar o material para ter um subproduto. Além disso, o carbonato de cálcio é uma fonte importante de cálcio que pode ser usada como substituição de calcário, tanto no caso do amianto, como no da casca de ovos. Borges reiterou que fertilizantes produzidos a partir de resíduos ou rejeitos apresentam maior eficácia agronômica quando comparados com fertilizantes convencionais. Processo A vantagem de ser um processo a seco, sem necessidade de utilização de água, evita a necessidade de etapas dispendiosas de secagem, ao contrário de outros processos que usam a água como solvente. No produto final, todos os elementos químicos presentes apresentam alto valor agregado na agricultura, o que elimina a necessidade de purificação. Borges acrescentou que outra vantagem é a economia de produtos como o calcário, utilizado na produção de fertilizantes minerais por ser rico em cálcio, porque as reservas desses materiais são finitas, sendo essencial utilizá-las de maneira sustentável. Em 2020, as lavouras brasileiras usaram mais de 45 mil toneladas de calcário agrícola, boa parte dele resultante da exploração de reservas do país. O professor Fernando Wypych, do Departamento de Química da UFPR, que orientou o projeto, informou que por ser menos solúvel em água, o novo fertilizante é mais sustentável, porque sua liberação é controlada. Ao contrário dos fertilizantes convencionais, que liberam os nutrientes de uma só vez, os de liberação controlada respondem aos estímulos das plantas (estimunoresponsáveis) e mantêm os teores constantes ao longo do ciclo de produção agrícola. Wypych disse que a menor solubilidade do novo fertilizante feito à base de amianto ou de casca de ovos combate o problema da eutrofização gerada por produtos convencionais, que deixam as águas turvas, consumindo o oxigênio de rios e lagos e provocando a morte de peixes e outros animais aquáticos. A decomposição de todo esse material orgânico produz mau cheiro, além de gás carbônico e gás metano, principais gases do efeito estufa (GEEs). A técnica cria ainda um subproduto que pode ser utilizado para a produção de hidroxiapatita, que é um material à base de fósforo e cálcio, utilizado para a produção de próteses ósseas e dentárias. Com maior valor agregado, a substância torna a aplicação mais atrativa comercialmente. A estimativa é que, anualmente, sejam produzidas quase 6 milhões de toneladas de cascas de ovos no mundo, segundo a universidade. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantendedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas
- Vendas do varejo crescem 0,8% de dezembro para janeiro, diz IBGE
Em 12 meses, o setor acumula alta de 1,3% O volume de vendas do comércio varejista teve alta de 0,8% na passagem de dezembro de 2021 para janeiro deste ano. Na passagem de novembro para dezembro, o setor teve queda de 1,9%. Os dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), foram divulgados hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No acumulado de 12 meses, o setor tem alta de 1,3%. Na comparação com janeiro do ano passado, no entanto, o varejo recuou 1,9%, a sexta queda consecutiva neste tipo de comparação. Também houve perda de 0,2% na média móvel trimestral. Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas Na passagem de dezembro para janeiro, a alta foi puxada por três equipamentos e material para escritório informática e comunicação (0,3%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (3,8%) e de outros artigos de uso pessoal e doméstico (9,4%). Cinco segmentos tiveram queda: tecidos, vestuário e calçados (-3,9%), livros, jornais, revistas e papelaria (-2%), móveis e eletrodomésticos (-0,6%), combustíveis e lubrificantes (-0,4%) e hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,1%). A receita nominal cresceu 1,5% de dezembro para janeiro, 1% na média móvel trimestral, 10,6% na comparação com janeiro de 2021 e 14% no acumulado de 12 meses. Varejo ampliado O varejo ampliado, que inclui veículos e materiais de construção, recuou 0,3%, em seu volume de vendas, na passagem de dezembro para janeiro, devido às quedas de veículos, motos, partes e peças (-1,9%) e materiais de construção (-0,3%). O volume do varejo ampliado também teve queda de 1,5% na comparação com janeiro do ano passado, mas subiu 0,2% na média móvel trimestral e 4,6% no acumulado de 12 meses. A receita nominal do segmento teve altas de 1,2% na comparação com dezembro, de 12% em relação a janeiro do ano passado e de 18,4% no acumulado de 12 meses. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantendedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas
- Produção industrial recua 2,4% em janeiro
Setor fica abaixo do patamar antes da pandemia A produção industrial recuou 2,4% em janeiro de 2022 frente ao mês anterior, eliminando, assim, grande parte da expansão de 2,9% de dezembro de 2021. Com o resultado, a indústria está 3,5% abaixo do patamar de antes do início da pandemia de covid-19, em fevereiro de 2020, e 19,8% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011. Em relação janeiro de 2021, a queda foi de 7,2%. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal, divulgada hoje (9), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Verificamos que o mês de janeiro está bem caracterizado pela perda de dinamismo e de perfil disseminado de queda, uma vez que todas as grandes categorias econômicas mostram recuo na produção, tanto na comparação com o mês anterior quanto na comparação com janeiro de 2021”, disse, em nota, o gerente da pesquisa, André Macedo. Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas Segundo ele, a expansão verificada em dezembro de 2021 pode ter relação com a antecipação da produção, porque janeiro é um mês marcado por férias coletivas. Observou que o comportamento negativo do setor industrial registrado em janeiro é algo que já vem sendo observado há mais tempo, com o ano de 2021 tendo registrado oito taxas negativas. “Até no indicador acumulado dos últimos 12 meses, no qual a indústria permanece em crescimento, com expansão de 3,1%, os avanços perdem cada vez mais a intensidade. Em agosto de 2021, a taxa chegou a 7,2%. Em setembro, foi para 6,5%, 5,7% em outubro, 5% em novembro e 3,9% em dezembro.”, afirmou Macedo. Maioria das atividades em queda Na comparação com dezembro de 2021, 20 das 26 atividades industriais pesquisadas tiveram queda na produção. Frente a janeiro de 2021, 18 registraram recuo. “A indústria vem sendo afetada pela desarticulação das cadeias produtivas por conta da pandemia, tendo no encarecimento dos custos de produção e na dificuldade para obtenção de insumos e matéria-prima para a produção do bem final, características importantes desse processo. Além disso, os juros e a inflação em elevação, juntamente com um número ainda elevado de trabalhadores fora do mercado de trabalho, ajudam a explicar o comportamento negativo da indústria.”, avaliou Macedo. Segundo o IBGE, entre as atividades, as influências negativas mais importantes na passagem de dezembro de 2021 para janeiro de 2022 foram registradas por veículos automotores, reboques e carrocerias (-17,4%) e indústrias extrativas (-5,2%), após acumularem expansão de 18,2% e de 6% nos dois últimos meses de 2021, respectivamente. Frente a janeiro de 2021, essas atividades foram as que mais impactaram negativamente o índice geral, com queda de 23,5% na primeira e de 6,7% na segunda. “O segmento de veículos automotores é um exemplo importante de desarticulação da cadeia produtiva, já que tem dificuldades na obtenção de insumos importantes para a produção do bem final. Já o setor extrativo, em janeiro de 2022 teve a extração do minério de ferro bastante afetada pelas chuvas em Minas Gerais”, disse o gerente da pesquisa. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantendedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas
- Preços de produtos na saída das fábricas sobem 1,18% em janeiro
IPP acumula taxa de inflação de 25,51% em 12 meses O Índice de Preços ao Produtor (IPP), que mede a variação de preços de produtos na saída das fábricas, registrou inflação de 1,18% em janeiro deste ano. Em dezembro de 2021, o IPP havia apurado deflação (queda de preços) de 0,08%. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPP acumula taxa de inflação de 25,51% em 12 meses, abaixo da inflação acumulada em dezembro (28,45%). Em janeiro, 18 das 24 atividades industriais pesquisadas tiveram alta de preços, com destaque para indústrias extrativas (9,54%), petróleo e biocombustíveis (2,26%) e veículos automotores (2,27%). Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas Vestuário não teve variação de preços. Entre os cinco segmentos com deflação, o destaque ficou com metalurgia (-1,48%). Analisando-se as quatro grandes categorias econômicas da indústria, três delas tiveram inflação: bens de capital, isto é, máquinas e equipamentos usados no setor produtivo (2,56%); bens intermediários, isto é, insumos industrializados usados no setor produtivo (1,73%) e bens de consumo duráveis (1,20%). Bens de consumo semiduráveis e não duráveis tiveram deflação de 0,27%. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantendedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas
- Confiança do empresário cai e atinge menor nível desde abril
Índice chegou a 91,1 pontos numa escala de 0 a 200. O Índice de Confiança Empresarial (ICE), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), caiu 0,5 ponto de janeiro para fevereiro deste ano. É a quarta queda consecutiva. Com isso, o ICE chegou a 91,1 pontos em uma escala de 0 a 200 pontos, o menor nível desde abril de 2021 (89,6 pontos). O indicador consolida os índices de confiança dos quatro setores econômicos pesquisados: indústria, construção civil, comércio e serviços. O Índice da Situação Atual, que avalia a percepção dos empresários sobre o presente, caiu 3,2 pontos e atingiu 88,1 pontos. O Índice de Expectativas, que mede a confiança dos empresários em relação ao futuro, subiu 1,9 ponto e chegou a 93,3 pontos. Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas Entre os quatro setores, dois apresentaram queda. A confiança dos serviços cedeu dois pontos e chegou a 89,2 pontos. A indústria recuou 1,7 ponto, mas continua com a maior pontuação entre os segmentos (96,7 pontos). Ao mesmo tempo, dois setores tiveram alta. A confiança da construção subiu 0,9 ponto indo para a 93,7 pontos. O comércio cresceu 2,1 pontos, mas manteve-se com o pior indicador entre os quatro segmentos (87 pontos). Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantendedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas
- 10 temas para sua convenção de vendas
Definir sobre o que será a convenção é um dos principais passos para que ela tenha sucesso com os colaboradores Uma convenção de vendas é um evento muito importante na agenda das empresas. Ela tem como objetivo promover a integração dos colaboradores em um mesmo local, ou em vários quando a atividade for no formato híbrido entre o presencial e online. Dá para dizer que é uma grande reunião que envolve uma série de atividades, tanto técnicas quanto motivacionais e até descontraídas. As convenções de vendas precisam abordar diversos tópicos. É importante falar sobre os números do ano, se as metas foram ou não batidas, os motivos do sucesso ou da falta dele e estabelecer as novas metas para o próximo período. Para realizar uma convenção de vendas é necessário seguir algumas dicas, como as que o palestrante de vendas Diego Maia dá nesse artigo. Entre elas é fundamental ser organizado, buscar um local adequado, saber o que será passado para os colaboradores, utilizar as ferramentas corretas e organizar as atividades. E um ponto muito importante é definir o tema da convenção de vendas. Existem diversas possibilidades, desde trabalhar técnicas, o futuro do negócio, motivação da equipe, entre outras. Nesse artigo separamos 10 temas para você pensar na sua convenção de vendas. Confira. 1 - Orgulho de ser… Esse tema é um clássico para convenções corporativas e pode ser completado com o nome da empresa, com o slogan ou mesmo com “Orgulho de ser de vendas”, por exemplo. Durante o evento os treinamentos e palestras podem ter como mote trabalhar esse sentimento de orgulho, como uma forma de motivar os vendedores e aproximá-los da marca. 2 - Vender é a solução para (quase) todos os males Um dos lemas do palestrante de vendas Diego Maia, esse pode ser o tema de uma convenção de vendas bem sucedida. Através de seus treinamentos, podcast, livros e postagens em sites e redes sociais, Diego Maia sempre ressalta que as vendas são o mais importante em uma companhia e como todos dentro dela, não apenas o time de vendas, são responsáveis por gerar mais negócios. Ouça o podcast inspiracional e motivacional de Diego Maia, o BóraVoar: 3 - Gente de valor Esse é outro tema de convenção de vendas para mostrar a valorização dos funcionários da companhia. Nas atividades desse tipo de convenção o objetivo é motivar a equipe mostrando que ela é o que a empresa tem de mais valioso e que sem eles não é possível atingir as metas. 4 - O futuro das vendas (técnicas) Treinamentos com técnicas de vendas sempre são importantes para uma convenção bem sucedida. Utilizar o futuro das vendas como tema do evento pode ser uma ótima oportunidade de trabalhar novas ferramentas, técnicas inovadoras e mudanças nas já existentes para que se adaptem ao futuro do mercado, que já chegou com a digitalização, que foi acelerada nos últimos dois anos. 5 - O novo papel do vendedor Dentro do tema futuro de vendas, outra possibilidade é organizar uma convenção que tenha como tema o novo papel do vendedor. A digitalização não é mais o futuro, ela já é uma realidade que não irá embora, com consumidores cada vez menos dispostos a interagirem pessoalmente. Nesse tipo de evento as palestras podem ter como foco a necessidade de ser cada vez mais humano, ter o cliente no centro de tudo e como se desenvolver como um consultor. Apontado pelo Google como o "melhor palestrante de vendas do Brasil" Diego Maia é o palestrante certo para sua convenção de vendas. 6 - Superação Se a sua empresa passa por um momento difícil, ou precisa de um empurrão após mudanças radicais, pode usar como tema de sua convenção de vendas a superação. As atividades do evento terão como foco mostrar como superar os tempos complicados. 7 - Juntos somos mais Esse é um tema de convenção de vendas que mostra a importância do trabalho em equipe. Seu nome pode ser complementado por palavras impactantes, como “Juntos somos mais fortes”. Pode ser uma palestra ou treinamento que revise os processos comerciais da empresa e mostre como a união do time é importante para o sucesso e para que as mudanças ocorram. Veja alguns conteúdos sobre palestras e convenções de vendas: Sumicity contrata Diego Maia como palestrante para energizar seu time Diego Maia é o palestrante oficial da Campanha Natal de Vendas da CDL Uberlândia Bio Mundo contrata palestra de Diego Maia para sua convenção de vendas Unimed Volta Redonda recebe palestra de vendas do Diego Maia 8 - Encontro de vendas Um encontro de vendas é um evento que une todo o time comercial da empresa, seja ela pequena ou uma multinacional com equipes espalhadas pelo país. Nesse tipo de convenção o palestrante contratado pela companhia falará sobre como vender mais e melhor, superar objeções e mostrará novas técnicas de vendas para os colaboradores. 9 - Apresentação de resultados Em finais de ano as empresas podem apostar em uma convenção de vendas que apresente os resultados obtidos no período. O evento fará a explanação de quais eram os objetivos e metas e o que a equipe conseguiu atingir delas e como se chegou a esse resultado. Esse evento também deverá trazer os objetivos para o novo período, o que pode ser mantido e o que deve ser melhorado, além de contar com palestras motivacionais e treinamentos. 10 - O cliente é o centro de tudo Uma convenção de vendas também pode ter foco no cliente. Cada vez mais exigente e com o poder nas mãos para decidir não apenas o que quer, mas como e onde quer, o consumidor deve ser o centro de tudo e uma convenção de vendas pode trabalhar com a equipe formas de fidelização, como conquistar novos consumidores, ferramentas para atendê-lo da forma como ele preferir, entre outros tópicos importantes nessa relação. Confira mais alguns conteúdos sobre palestras e convenções de vendas: Diego Maia é o palestrante oficial do Encontro de Vendas da Aeroflex Arcofoods, especialista em food service, contrata Diego Maia para capacitar seu time de vendas Engesystems contrata treinamento de Diego Maia para repensar seu processo comercial Grupo Barcelos contrata palestra de vendas do Diego Maia Conheça o palestrante Diego Maia Com essas dicas você já pode começar a procurar o próximo palestrante de vendas para agregar conhecimento e motivar sua equipe para atingir os resultados esperados. Aproveite e conheça mais sobre Diego Maia, um dos mais contratados palestrantes de vendas do país. Além do Brasil, ele é um palestrante internacional e seus treinamentos já foram realizados nos Estados Unidos, Argentina e Portugal. Diego Maia ministra palestras sobre vendas, gestão de vendas, empreendedorismo e motivação. Atuante no mercado do conhecimento há quase 20 anos, fala sobre otimismo com muita propriedade. É o responsável pelo podcast inspiracional e motivacional BóraVoar, disponível em diversas plataformas de streaming como o Spotify e recentemente lançou seu projeto editorial Pílulas de Otimismo. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV atua em todos os estados brasileiros e falamos a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas
- Guerra entre Rússia e Ucrânia pode impactar inflação e PIB no Brasil
Combustíveis, alimentos e câmbio sofrem efeitos do conflito A invasão da Ucrânia por tropas russas pode produzir impactos econômicos a mais de 10 mil quilômetros de distância. O Brasil pode sentir os efeitos do conflito por meio de pelo menos três canais: combustíveis, alimentos e câmbio. A instabilidade no Leste europeu pode não apenas impactar a inflação como pode resultar em aumentos adicionais nos juros, comprometendo o crescimento econômico para este ano ao reduzir o espaço para a melhoria dos preços e do consumo. Segundo a pesquisa Sondagem da América Latina, divulgada nesta semana pela Fundação Getulio Vargas (FGV), as turbulências na Ucrânia devem agravar as incertezas que pairam sobre a economia global nos últimos meses. No Brasil, os impactos deverão ser ainda mais intensos. Uma das razões é a exposição maior aos fluxos financeiros globais que o restante da América Latina, com o dólar subindo e a bolsa caindo mais que na média do continente. A própria pesquisa, que ouviu 160 especialistas em 15 países, constatou a deterioração do clima econômico. Na média da América Latina, o Índice de Clima Econômico caiu 1,6 ponto entre o quarto trimestre de 2021 e o primeiro trimestre deste ano, de 80,6 para 79 pontos. No Brasil, o indicador recuou 2,8 pontos, de 63,4 para 60,6 pontos, e apresentou a menor pontuação entre os países pesquisados. Grande parte da queda atual deve-se ao Índice de Situação Atual, um dos componentes do indicador, que reflete o acirramento das tensões internacionais e o encarecimento do petróleo no início de 2022. O outro componente, o Índice de Expectativas, continuou crescendo, tanto no continente como no Brasil, mas a própria FGV adverte que o indicador que projeta o futuro também pode deteriorar-se caso o conflito entre Rússia e Ucrânia se prolongue. Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas Canais Segundo a FGV, existem diversos canais pelos quais a crise entre Rússia e Ucrânia pode chegar à economia brasileira. O principal é o preço internacional do petróleo, cujo barril do tipo Brent encerrou a semana em US$ 105, no maior nível desde 2014. O mesmo ocorre com o gás natural, produto do qual a Rússia é a maior produtora global, cujo BTU, tipo de medida de energia, pode chegar a US$ 30, segundo disse nesta semana em entrevista coletiva o diretor de Refino e Gás Natural da Petrobras, Rodrigo Costa. O Brasil usa o gás natural para abastecimento das termelétricas. Para o diretor da estatal, a perspectiva é que a elevação dos reservatórios das usinas hidrelétricas no início do ano possa compensar, pelo menos nesta fase de início de conflito. Em relação à gasolina, a recuperação da safra de cana-de-açúcar está reduzindo o preço do álcool anidro, o que também ajuda a segurar a pressão do barril de petróleo num primeiro momento. Desde novembro do ano passado, o litro do etanol anidro acumula queda de 24,6% em São Paulo, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Universidade de São Paulo. As maiores pressões sobre combustíveis estão ocorrendo sobre o diesel, que não tem a adição de etanol e subiu 3,78% em janeiro, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), que funciona como prévia da inflação oficial. Alimentos Outro canal pelo qual a guerra no Leste europeu pode afetar a economia brasileira são os alimentos. A Rússia é a maior produtora mundial de trigo. A Ucrânia ocupa a quarta posição. Nesse caso, o Brasil não pode contar com outros mercados porque a seca na Argentina, tradicionalmente maior exportador do grão para o Brasil, está comprometendo a safra local. A crise no mercado de petróleo também pressiona os alimentos. Isso porque a Rússia é o maior produtor mundial de fertilizantes, que também são afetados pelo petróleo mais caro. Atualmente, o Brasil compra 20% dos fertilizantes do mercado russo. O aumento do diesel também interfere indiretamente no preço da comida, ao ser repassado por meio de fretes mais caros. Dólar e juros O terceiro fator pelo qual a crise entre Rússia e Ucrânia pode impactar a economia brasileira será por meio do câmbio. O dólar, que chegou a atingir R$ 5 na quarta-feira (23), fechou a sexta-feira (25) a R$ 5,15 após a ocupação de cidades ucranianas por tropas russas. Por enquanto, os efeitos no câmbio são relativamente pequenos porque o Brasil se beneficiou de uma queda de quase 10% da moeda norte-americana no acumulado de 2022. O prolongamento do conflito, no entanto, pode anular a baixa do dólar no início do ano. Nesta semana, o secretário do Tesouro Nacional, Paulo Valle, disse que o Brasil está preparado para os impactos econômicos da guerra. Segundo ele, o país tem grandes reservas internacionais e baixa participação de estrangeiros na dívida pública, o que ajudaria a enfrentar os riscos de uma turbulência externa prolongada. No entanto, caso o dólar continue a subir e a inflação não ceder, o Banco Central pode ver-se obrigado a aumentar a taxa Selic (juros básicos da economia) mais que o previsto. Nesse caso, o crescimento econômico para este ano ficaria ainda mais prejudicado. Na última edição do boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, os analistas de mercado elevaram a projeção anual de inflação oficial para 5,56% em 2022. Essa foi a sexta semana seguida de alta na estimativa. A previsão de crescimento para o Produto Interno Bruto (PIB) foi mantida em apenas 0,3% neste ano. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantenedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas
- Camex zera tarifas de importação de 30 produtos aeronáuticos
Medida alinha alíquotas com acordo da OMC A partir de hoje (2), 30 produtos ligados ao setor aeronáutico passam a entrar no país sem pagar Imposto de Importação. O Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Camex) zerou as tarifas nas importações para o uso em atividades relacionadas ao setor. Entre os produtos beneficiados, estão impressoras, máquinas de corte, planadores, dirigíveis e aparelhos de telefone, desde que usados pelo setor aeronáutico. Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas Em nota, o Ministério da Economia informou que a medida alinha as alíquotas brasileiras ao Acordo sobre Comércio de Aeronaves da Organização Mundial do Comércio (OMC) A redução das alíquotas a zero foi proposta pela própria equipe econômica. A Camex também atualizou a norma para importação de produtos aeronáuticos, estabelecendo os requisitos para que as empresas interessadas possam comprar produtos no exterior sem pagar Imposto de Importação. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantendedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas












