Resultados da busca
Buscar neste site
481 resultados encontrados com uma busca vazia
- Tendências de tecnologia para trabalho em equipe para 2022
Com uma grande variedade de aplicações disponíveis, deve-se adotar a que melhor atenda as necessidades das empresas A pandemia mudou a maneira como o mundo funciona. Do trabalho em casa a um modelo de trabalho híbrido que prioriza o trabalho remoto, todos precisaram se adaptar a ambientes de trabalho em constante evolução. Dessa forma, é fundamental verificar se a ferramenta de comunicação e colaboração interna que é usada pelas empresas está acompanhando as tendências de inovação e necessidades dos funcionários. O local de trabalho evoluiu nos últimos dois anos e mesmo que muita adaptação já tenha sido feita, ainda é necessário adotar ferramentas que facilitem a continuidade dos negócios, em um ambiente de trabalho em evolução e hiperconectado. De acordo com estudo da consultoria KPMG com 287 empresários, 85% das empresas que migraram para o trabalho remoto por conta da pandemia pretendem assumir um modelo de trabalho híbrido em 2022. A Zoho, empresa de tecnologia global que oferece amplo conjunto de aplicativos e softwares de negócios, analisou o mercado de tecnologia empresarial e apontou os principais pontos que devem ser considerados na hora de escolher o software empresarial. "Os softwares adotados pelas empresas devem crescer para acompanhar o desenvolvimento das atividades empresariais, com a garantia de que todos os processos sejam facilmente integrados entre os colaboradores. Empregar a melhor ferramenta ou software disponível para o seu negócio é uma contribuição significativa que as empresas podem fazer para o funcionamento bem-sucedido da sua organização", destaca Jonathan Melo, diretor de marketing da Zoho Brasil. Uma plataforma unificada para o trabalho híbrido Com a pandemia ainda impactando o dia a dia dos brasileiros, uma rotina de trabalho híbrido está cada vez mais sendo adotada pelas empresas com colaboradores se revezando entre home office e presencial no escritório. Dessa forma, é necessário que todas as ferramentas usadas para o desenvolvimento das atividades se integrem entre os dois ambientes e entre os outros colaboradores. Para que os processos de trabalho aconteçam de forma simples e com boa integração, é importante que se busque ferramentas de colaboração em equipe com recursos de trabalho remoto que ajudem o colaborador a desempenhar suas atividades com o melhor rendimento possível. "Muitas empresas já estão no caminho certo para uma rotina híbrida, no entanto, é importante que se analise as ferramentas adotadas e como elas se comportarão a longo prazo. Adotar uma ferramenta com menos recursos de integração pode ter consequências sérias com o avanço do fluxo de trabalho", acrescenta Jonathan Melo. Ferramentas alimentadas por Inteligência Artificial para trabalhar de forma mais inteligente A Inteligência Artificial (IA) ocupará um lugar fundamental no futuro espaço de trabalho. De acordo com o Gartner, apesar do impacto da pandemia Covid-19, 30% das organizações planejaram aumentar os investimentos em IA. Usar a IA para automatizar atividades rotineiras pode ajudar na gestão do fluxo de trabalho e melhorar a produtividade, já que o colaborador poderá concentrar-se no trabalho significativo em vez de tarefas manuais de entrada. Além disso, a automação do trabalho reduz a possibilidade de erro humano, economizando assim uma quantidade considerável de tempo. "Adotar uma ferramenta de colaboração em equipe com uma plataforma dinâmica alimentada por IA auxiliar de maneira mais inteligente a fazer as coisas com mais rapidez. Além disso, a ferramenta usada deve estar constantemente crescendo e se adaptando à inteligência artificial", acrescenta Ricardo Moraes, gerente de suporte da Zoho Brasil. Controles administrativos robustos para gerenciar sua organização de forma eficiente Está cada vez mais difícil para os líderes das organizações gerenciarem seus funcionários e organizações em um ambiente de trabalho hiperconectado. Isso torna ainda mais importante ter recursos de administração robustos em suas ferramentas. Ao usar uma ferramenta de colaboração em equipe, as empresas são capazes de controlar a maneira como seus funcionários usam esse serviço. Assim, recursos de administração mais refinados podem ajudar a garantir a conformidade com as políticas da organização. "A ferramenta que as empresas escolherão implementar deve capacitá-las com recursos que permitam gerenciar os colaboradores e garantir a conformidade, bem como oferecer todos os recursos administrativos necessários para administrar uma organização sólida", destaca Moraes. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Atuamos em todos os estados brasileiros e falamos a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização.
- Dez dicas para ter uma vida profissional mais realizada em 2022
Mentor de carreiras ressalta importância de se colocar em primeiro lugar em sua trajetória profissional Os planejamentos do início do ano são tão certos quanto ao nascer e o pôr do sol. As pessoas aproveitam a ocasião para avaliar as atitudes tomadas durante o último ciclo e também para traçar planos e metas para o novo ano. É nessa época que muitos profissionais, infelizes com o caminho que suas carreiras tomaram, refletem sobre que necessitam fazer para que sua trajetória profissional seja mais promissora. Anos como mentor de carreiras forneceram ao executivo de vendas do Facebook e escritor, Luciano Santos, subsídios para que ele mostrasse o caminho das pedras a quem deseja ser feliz profissionalmente. Caminho que pode ser acessado no livro de sua autoria “Seja Egoísta com Sua Carreira – Descubra como colocar você em primeiro lugar em sua jornada profissional e alcance seus objetivos pessoais”. Na obra, Santos sugere algumas ações que os profissionais devem tomar para serem mais bem-sucedidos em suas carreiras. A primeira dica do mentor de carreiras é: tenha um plano B. Conforme Santos, uma carreira bem-sucedida não precisa ter um planejamento bem detalhado, mas planos de contingência são fundamentais. "Estabilidade é uma ilusão. Nunca temos certeza de quando podemos deixar a empresa em que trabalhamos contra a nossa vontade. Por isso, precisamos estar sempre preparados para esse tipo de guinada”, afirma o executivo de vendas do Facebook, comentando que planos B podem ser impulsionados a partir de diversas iniciativas, tais como: investimento em educação; projetos pessoais; hobby; fortalecimento do networking; e reserva financeira. A segunda dica é: aprenda com quem chegou antes. “Os profissionais que vieram antes de nós têm muita história para contar, sobre decisões tomadas, situações desafiadoras, processos desenvolvidos, perspectivas e experiências sobre o que está por vir na carreira”, relata Santos, ressaltando que aprender com os que percorreram esse caminho antes de nós “é uma das maneiras mais poderosas de lidar com o que vamos nos deparar adiante”. A terceira dica está atrelada à anterior: tenha um mentor. Isto porque, conforme Santos, o mentor é alguém que vai escutar seus anseios, dividir a própria experiência e debater possíveis caminhos e soluções para o que quer que seja. Este mentor pode ser seu líder atual, alguém do seu círculo profissional (colega mais experiente, alguém do seu departamento ou até mesmo de fora da sua empresa), ou até mesmo alguém que não seja tão experiente assim, que esteja no começo de sua trajetória profissional, mas que você encare como uma pessoa que pode te fazer enxergar as situações de perspectivas diferentes. A quarta dica é cuidar bem dos três pilares da empregabilidade: currículo, narrativa e networking. “Entender que o currículo já não é mais só um pedaço de papel, que contar sua narrativa de maneira positiva em uma entrevista pode ser o diferencial entre conseguir ou não a vaga, e que networking é uma construção de longo prazo, melhora muito sua imagem como profissional e, consequentemente, suas chances de conseguir aquela vaga interna, trocar de emprego ou se recolocar no mercado”, assegura o executivo de vendas. A quinta dica é: seja uma pessoa plural; o que significa ter interesses e buscar conhecimentos e experiências relacionadas a assuntos que vão além do âmbito de sua atuação profissional. “Interesses e conhecimentos diversos proporcionam novas possibilidades de emprego, a opção de empreender e impactos positivos no networking, criando um efeito exponencial de novas oportunidades”, destaca o mentor de carreiras. Gerenciar o gestor é a sexta recomendação. Para Santos, a relação com alguém que está acima de você na hierarquia do trabalho deve ser uma via de mão dupla. Além do óbvio (seu chefe te orientar), é preciso, segundo o executivo de vendas, guiar as ações do líder em relação a você para que tudo funcione eficientemente. “Gerenciar o gestor é: ter um bom alinhamento com ele; saber oferecer ajuda; aceitar que nem sempre entenderá as decisões que ele toma; e aprender a se comunicar e ter conversas difíceis”, explica. A sétima dica para quem deseja galgar posições melhores na profissão é declarar a própria intenção. De acordo com o mentor de carreiras, o profissional nunca pode presumir que a empresa onde trabalha ou o gestor sabe o que ele quer, aspira e pensa sobre a carreira. Nesse sentido, conforme Santos, dizer ao seu líder o que almeja pode ser a diferença entre conquistar uma vaga ou perdê-la para a concorrência. A oitava dica é buscar livrar-se de hábitos que costumam travar a carreira de qualquer profissional. Os principais são: mentir; brigar com a realidade; não saber dar e receber feedback; fechar portas para novas oportunidades; importar o ranço dos outros; trair a confiança; não considerar perspectivas diferentes; comparar-se com os outros; temer o julgamento alheio; e não tomar decisões. A nona dica é simples e direta: ter coragem. Santos pondera que nem sempre sua carreira sairá como planejado e muitas vezes colocará você em situações inesperadas, nas quais será preciso usar o “frio da barriga do medo” como combustível para seguir em frente. “Eu acredito firmemente que é possível dar uma guinada em nossa trajetória, que é possível ir atrás de um sonho antigo, que é possível criar novos caminhos e, principalmente, abandonar os que não nos serve mais, desde que se tenha coragem”, afirma. A décima e última dica é aquela que nomeia o livro escrito por Santos: seja egoísta com sua carreira. Adotar essa postura é ter ciência de que a empresa estará pensando em seu próprio interesse e que você deve fazer o mesmo. Conforme o mentor de carreiras, tal postura não significa ser antiético, mas pensar no próprio bem-estar prioritariamente, o que acabará sendo benéfico para a companhia que contratar seus serviços. “Se investirmos em nossa carreira e nos desenvolvermos, seremos, então, profissionais mais bem preparados e isso impactará no nosso trabalho. Ganha você e ganha a empresa”, conclui. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Atuamos em todos os estados brasileiros e falamos a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização.
- 10 lições importantes que colaboradores e gestores aprenderam em 2021
Em um mundo cada vez mais digital pós pandemia, as empresas tiveram que enxergar novas possibilidades de crescimento em meio a dificuldades Em 2020 e 2021 o cenário econômico global foi afetado por causa da pandemia - a qual deixou grandes lições para gestores de negócios. Para se ter uma ideia, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o PIB (Produto Interno Bruto) sofreu uma queda histórica de 9,7% no segundo trimestre de 2020. Assim, as empresas tiveram que enxergar novas possibilidades de crescimento em meio a dificuldades, sendo que uma delas foi o fortalecimento da relação empresa-colaborador e da cultura organizacional. Esses dois pontos são extremamente importantes dar esteio a empresas de todos os portes em momentos de crise. Uma lição foi a valorização da comunicação entre funcionários e gestores de forma remota e constante para evitar ruídos e desalinhamentos que pudessem interferir no desempenho das tarefas. Abaixo, listo as 10 lições que os colaboradores aprenderam em 2021. Confira: 1. Tecnologia e equipes estruturadas têm de ter total foco no cliente e na resolução de possíveis problemas. 2. Planejamento com opções A, B e C são fundamentais para um bom andamento das corporações nesse momento de readaptação. 3. Lidar com novas gerações de colaboradores requer da liderança entendê-las e, sobretudo, as engajar. Acredito que o uso de tecnologias e formatos que se assemelham com redes sociais são boas alternativas nesse sentido. 4. Conhecer colaboradores significa também gerar e analisar métricas de alcance, absorção e engajamento. 5. Encontrar influenciadores internos é um benefício, já que todas as empresas têm alguns colaboradores que são mais “populares”. Esse colaborador pode ajudar tanto no processo de comunicação dentro da empresa, quanto engajar outros colegas. 6. Flexibilização em relação à quantidade de dias que o colaborador precisa estar presente no escritório. Hoje, o modelo híbrido é bem mais aceito no mundo corporativo e há ferramentas que contribuem para manter a cultura organizacional em pleno funcionamento. 7. O colaborador precisa conhecer diferentes setores e unidades da empresa e incentivá-lo a publicar conteúdos em canais horizontais de comunicação interna, descentralizando a função que normalmente é atribuída a um único departamento, criando uma cultura de comunicação horizontal. 8. A contratação de novos talentos para as empresas passou por uma implantação de processos realizados de forma remota no recrutamento, no onboarding e no engajamento do dia a dia. 9. Uma preparação adequada na política de trabalho remoto fez toda a diferença para desenvolver planos de contingência no gerenciamento das equipes que trabalhavam de forma remota. 10. Para finalizar, considero importante também ressaltar que a comunicação da empresa pode andar de forma integrada com o RH. As redes sociais corporativas também tornaram possível entregar métricas aos gestores de RH e ter uma visão clara do alcance, absorção e eficácia dos comunicados internos. *Gabriel Kessler é CGO do Dialog.ci Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Atuamos em todos os estados brasileiros e falamos a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização.
- A evolução da Netflix é uma aula de marketing
Especialista explica como serviço de streaming se tornou o líder global com estratégia de marketing Com certeza você conhece a Netflix e o sucesso que essa companhia esbanja no mundo inteiro, correto? Em sete anos, a empresa expandiu seu negócio para 197 países. Apesar de parecer um curto período, a plataforma mereceu o sucesso adquirido graças a sua estratégia de marketing global, que inclusive pode ser utilizado para escalar seu negócio e torná-lo global também. Linha do Tempo da Netflix: 1997 – Nasce a Netflix na Califórnia como um sistema de vendas por correspondências, era possível encomendar filmes e games via internet e um motoboy entregava e buscava na sua casa. O pagamento era feito por título locado. 1998 – Amazon tenta comprar a Netflix e empresa recusa. Atualmente a Amazon é a grande concorrente da Netflix com o Amazon Prime Vídeo. 1999 – É implementada uma taxa fixa para o consumidor assistir quantos filmes desejar. 2000 – Netflix propõe ser comprada pela Blockbuster por USD 50 milhões e Blockbuster recusa. Blockbuster vem a falir logo em seguida. 2003 – 1 milhão de assinantes americanos. 2007 – 1 bilhão de DVDs alugados. 2010 – Estreia internacional no 1º país: Canadá. 2011 – Se separa dos DVDs e foca apenas no streaming online. 05/09/2011 – Entra no Brasil. Atualmente a Netflix tem mais assinantes do que todas as plataformas de vídeo juntas, mesmo a Amazon possuindo grande parte do território asiático. Mas a que se deve esse sucesso? Pensar globalmente e agir localmente. Em sete anos, a Netflix expandiu seu negócio para 197 países. Apesar de parecer um curto período, a plataforma mereceu o sucesso adquirido graças a sua estratégia de marketing global somado a visão global do seu fundador e CEO da Netflix, Reed Hasting, que foi capaz de tornar um produto capaz de atingir pessoas de diferentes partes do mundo e de diferentes perfis e também países que possuem diferentes leis, culturas, políticas e tecnologias. Estratégia de globalização A globalização é o processo de aproximação entre diversas sociedades e nações, pode ser no âmbito social, econômico, cultural e político sendo que esse é um tema que a Netflix entende bem. O sucesso no mundo se deu graças ao respeito pelas diferenças socioeconômicas e socioculturais de cada país e estratégias implementadas ao longo do tempo. A Netflix não quis dominar o mundo de um dia para o outro, ela agiu geograficamente, iniciando pelo Canadá, país mais próximo do Estados Unidos, com costumes semelhantes e mesmo idioma, fazendo diminuir o choque cultural que poderia acontecer caso a empresa decidisse entrar em um país asiático, por exemplo. Além disso, a empresa realiza fortes pesquisas de mercado antes de ingressar em um novo país, é muito cuidadosa com as ofertas de conteúdo que são analisadas de região por região e se limitam às restrições regulatórias de acordo com o país. Por exemplo: A Netflix lutou por alguns anos para conseguir se estabelecer na China, comprometendo-se diversas vezes em respeitar as leis e os regulamentos chineses, porém sem sucesso: o país preza por empresas orientais e despreza determinados conteúdos da plataforma, que ainda não é permitida na China. Para a Netflix não deixar de lucrar nesse nicho milionário, o conteúdo original é negociado para companhias de mídias locais e distribuídos por elas. Comunicação A plataforma também é muito cuidadosa com a comunicação com o consumidor, afinal o que é interessante para uma cultura, pode acabar afastando a outra. Exemplo: Xuxa apareceu em um comercial para promover a série "Stranger Things", Inês Brasil promoveu a série "Orange Is The New Black" e teve até a música "Cilada" do grupo de pagode Molejo para promover a série "You". Provavelmente se esses comerciais fossem transmitidos em outros países as pessoas ficariam sem entender nada... Por esse motivo a Netflix entrega para cada nação algo personalizado, para que cada usuário sinta que a plataforma corresponde com seus costumes e tradições. Inovação É outra característica marcante da Netflix. A plataforma nunca fica para trás e sempre entrega experiências novas aos seus usuários, o exemplo disso é o filme da série Black Mirror, em que o usuário pode interagir com cenas do filme em diversos momentos. A plataforma está sempre preocupada com avanços tecnológicos para aumentar a segurança e engajar ainda mais os usuários. A última notícia do streaming é o serviço de jogos por assinatura que inicialmente foi testado em países como Polônia, Itália e Espanha: a Netflix Games em breve estará disponível em todo o mundo. O profissional de marketing, assim como a Netflix, deve ter o dom da comunicação, saber debater com as mais diferentes nações de forma única e exclusiva, respeitar culturas, tradições e costumes, deve pensar globalmente e agir localmente de modo que consiga atingir o benefício mútuo entre os países envolvidos em cada negociação. Deve manter-se atualizado e inovando nas áreas de sua atuação com o objetivo de conquistar os envolvidos em cada operação. E, por fim, deve saber enfrentar as barreiras legais, tecnológicas, sociais e políticas sempre com aceitação e gentileza. *Kauana Benthien A. Pacheco é formada em Negócios Internacionais e pós-graduanda em Big Data & Market Intelligence. É consultora de marketing para empresas de Comércio Exterior na ComexLand. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Atuamos em todos os estados brasileiros e falamos a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização.
- 6 tendências tecnológicas que vão impactar o setor de segurança em 2022
Especialista destaca o que se pode esperar das inovações tecnológicas no novo ano Ao longo dos anos, nas publicações anuais de tendências tecnológicas, o conceito de "confiança" aparece continuamente de uma forma ou de outra. O contexto pode mudar ligeiramente, por vezes centrado na confiança na utilização dos dados, na confiança na segurança dos sistemas, ou na necessidade fundamental de confiar que as organizações estão agindo corretamente. É evidente que o ritmo acelerado de inovações tecnológicas acompanhe também uma evolução na construção da confiança na utilização da tecnologia. E 2022 não será diferente. É interessante observar quantas das tendências tecnológicas estão ligadas à uma necessidade latente de construir um ecossistema tecnológico confiável. Conectado universalmente através de ambientes híbridos Para o usuário final - do consumidor que utiliza o smartphone ao gestor de videomonitoramento - a arquitetura tecnológica utilizada para a prestação de serviços tornou-se invisível. Não importa se o processamento tem lugar no dispositivo, no servidor local ou no centro de dados remoto - tudo está conectado. No ano passado, falamos sobre o mundo horizontal, onde a combinação de tecnologias de nuvem, servidor local e tecnologias de ponta seriam cada vez mais utilizadas em conjunto, cada uma delas empregada com os seus pontos fortes, nas chamadas soluções híbridas. Isto não mudou, mas é muito evidente que a questão da arquitetura é única para cada cliente e precisa levar em conta tanto os recursos e políticas internas, quanto fatores externos, tais como a regulamentação local e internacional. Cibersegurança: ceticismo saudável Nem sempre pensamos no ceticismo como uma característica positiva, mas em relação à cibersegurança pode ser uma característica prudente. A pandemia da COVID-19 desempenhou aqui um papel, uma vez que um trabalho muito mais flexível observou mais dispositivos antes utilizados dentro das paredes das empresas ligados remotamente através da internet pública. Redes de confiança zero significam que o perfil de segurança de cada dispositivo e aplicação de ligação a uma rede é avaliado independentemente a cada vez que é ligado. O modelo traz implicações significativas para o setor de monitoramento por vídeo. Firmware assinado, atualizações regulares de software, boot seguro, dados/vídeo criptografados e identidade segura, devem passar de "bom para ter" para "deve ter". Autenticar tudo Embora a abordagem de confiança zero em relação à cibersegurança esteja centrada na autenticação das credenciais dos dispositivos e aplicações conectadas, a capacidade de estabelecer a autenticidade do próprio videomonitoramento é fundamental para confiar no seu valor. A manipulação do vídeo após a sua captura, juntamente com o aumento da sofisticação na criação de imagens manipuladas, significa que podemos ver a autenticidade das filmagens de videomonitoramento ser questionada com mais regularidade. A nossa abordagem é acrescentar uma assinatura digital ao fluxo de vídeo no ponto de captação - um hash em cada quadro de vídeo - fornecendo a prova de que o vídeo foi produzido dentro de uma câmera específica e que não foi adulterado desde então. Mas esta é uma questão para a indústria da segurança como um todo. Deste modo, é imperativo que a indústria se alinhe por iniciativas para padronizar as abordagens e assegurar a autenticidade das filmagens de vídeo capturadas por câmeras de monitoramento, idealmente baseadas em software e iniciativas de código aberto. Inteligência Artificial se estabelece (com os controles adequados) Parece impossível escrever um post de tendências tecnológicas sem mencionar a inteligência artificial. Muitos argumentariam também que a tecnologia já não é uma tendência. De fato, todos nós usamos e estamos expostos diariamente às soluções e serviços baseados na aprendizagem profunda. A nossa opinião continua a ser que a tecnologia em si não deve ser regulada, mas que os casos de utilização de nova tecnologia devem ser. Embora ainda sejamos positivos quanto ao potencial da IA e da aprendizagem profunda em videomonitoramento, esperamos ver um foco ainda maior em iniciativas para assegurar que a tecnologia está sendo implementada eticamente. Com uma maior integração da Inteligência Artificial nos níveis mais fundamentais da tecnologia - o system-on-chip (SoC) - veremos a IA ser utilizada para melhorar e otimizar todos os aspectos do desempenho do videomonitoramento, desde a configuração da câmera até a qualidade da imagem, passando pela análise. COVID-19 como um catalisador O impacto a longo prazo da pandemia da COVID-19 se manifesta de várias formas, como a popularização das tecnologias de baixo/no touch, muitas das quais estão agora incorporadas permanentemente, tal como a utilização de vídeo inteligente para assegurar o distanciamento social. Em relação ao setor tecnológico, a pandemia também resultou em questões de cadeia de fornecimento que levaram muitas organizações a considerar a forma como criaram e forneceram componentes-chave nos seus produtos. A natureza conectada de tudo tem significado que a escassez global de semicondutores tem sido uma questão significativa para muitos mercados, desde a tecnologia de consumo às fábricas de automóveis. Isto, por sua vez, levou a que mais organizações - Tesla, Apple e Volkswagen, entre elas - declarassem publicamente o desejo de conceber os seus próprios semicondutores, ou sistema em chip (SoC) (embora se deva salientar que conceber um SoC e fabricá-lo são atividades muito distintas). Vale lembrar que, embora isto possa representar uma tendência em alguns setores, a Axis vem fazendo há anos com o ARTPEC. 5G encontrando o seu lugar Para nós, uma nova tecnologia só se torna uma tendência quando começamos a ver aparecer casos de utilização eficaz no setor da segurança. Mesmo que grande parte da propaganda em torno da tecnologia tenha sido centrada em melhorias no desempenho das redes para aplicações de consumo, uma das áreas mais interessantes é como as redes 5G privadas emergirão casos de utilização mais adequada para a tecnologia. Consideramos que as redes privadas 5G mostram potencial genuíno para soluções de videomonitoramento em grandes ou múltiplos locais de clientes, e que poderão trazer benefícios particulares numa perspectiva de cibersegurança. Certamente, se os clientes criarem rede privadas 5G, o videomonitoramento deverá se integrar sem problemas. Todas as tendências vistas através da lente da sustentabilidade A sustentabilidade já não pode ser considerada uma tendência. Tem de ser incorporada em tudo o que fazemos: como concebemos e fabricamos produtos, como gerimos o nosso negócio, o desempenho dos nossos fornecedores - tudo alinhado para reduzir o nosso impacto ambiental e proporcionando uma operação ética e confiável. Desde a eficiência energética e os materiais utilizados (e reutilizados) numa câmera, até onde e como são fabricados e entregues, passando pelas implicações éticas das novas tecnologias e práticas empresariais, interrogar as tendências em relação aos critérios de sustentabilidade é fundamental. De toda maneira, 2022 será um ano fascinante. Não que esteja isento de desafios, mas que também apresentará oportunidades significativas. Como sempre, olhamos para o futuro com otimismo. * Johan Paulsson, CTO da Axis Communications Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Atuamos em todos os estados brasileiros e falamos a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização.
- Em busca da rotina perdida
Terapeuta ocupacional dá dicas de como reaprender a rotina e recuperar a vida social com conforto, segurança e equilíbrio Vacina no braço, hora de comemorar, certo? Por mais que a equação pareça resolvida, a simples menção de retornar a rotina presencial dos espaços cheios, com abraços e apertos de mão, enche de dúvidas muitas pessoas. Como escapar da ansiedade, do estresse pós-traumático e do medo que nos impregnou nesse período pandêmico? Será que somos capazes de reaprender a viver em um mundo em que o contato não é uma ameaça? Para entender este fenômeno precisamos voltar atrás, para 2020: o ano começou cheio de expectativas para muita gente, avanços tecnológicos anunciados, o fervor das festas de carnaval e, de repente, algo se quebrou. Entramos em um momento de completa incerteza, isolamento completo e medo de uma doença letal e totalmente desconhecida. A Covid-19 chegou ao mundo de modo abrupto e avassalador. Muitos dizem que “o mundo parou”, e nós também paramos pontualmente a realização de nossas rotinas. Escolas, trabalhos, relações, tudo passou a ser intermediado por uma tela. Nos adaptamos, ressignificamos nossas relações presenciais; a pandemia exigiu mudanças bruscas num curto espaço de tempo e, com isso, perdemos hábitos que levamos uma vida para construir. Aos poucos, as coisas parecem retornar à normalidade. Mas, como restabelecemos o que foi perdido? O ano de 2022 iniciou e, mais uma vez, estamos cheios de expectativas, planos, projetos e desejos. Gradativamente, nos aproximamos de uma suposta normalidade e somos impulsionados a retomarmos nossa rotina. Mas, se essa é uma tarefa difícil para qualquer indivíduo, imagine a dificuldade daqueles que sofrem com algum transtorno mental? Estabelecer práticas diárias é fundamental na reestruturação do cotidiano, e para pessoas com um diagnóstico de transtorno mental pode ser necessário um acompanhamento profissional. Todo mundo fala que já é a hora de “voltar ao normal”, mas esquecem de um pequeno detalhe: essa não é uma tarefa fácil! Não digo isso para desencorajar, ao contrário, é importante ter dimensão do desafio para que possamos tomar uma decisão essencial: buscar auxílio profissional. Se estiver difícil, peça ajuda. É possível reaprender a rotina e recuperar a vida social com conforto, segurança e equilíbrio. Mas, este é um processo diferente para cada pessoa e muitas precisam de apoio para reconquistar a autonomia perdida na pandemia. Tudo aquilo que o distanciamento nos fez esquecer teremos que reaprender juntos, um pouco a cada dia, mas sempre caminhando para frente. * Livia Brandão, terapeuta ocupacional e coordenadora do Hospital Dia da Holiste Psiquiatria Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Atuamos em todos os estados brasileiros e falamos a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização.
- Cinco sinais de que chegou a hora de procurar novas oportunidades na área profissional
Refletir profundamente sobre as razões da decisão é imprescindível porque um profissional descontente tende a perceber os acontecimentos de forma mais negativa A pandemia causou drásticas mudanças relacionadas ao trabalho. É certo que muitos profissionais perderam o emprego em razão das medidas restritivas - impostas pelos governos para conter a propagação do vírus – que acarretaram um esfriamento natural da economia. Contudo, muitas outras pessoas optaram por sair de seus empregos de forma espontânea, movidos pelo desejo de um novo estilo de vida ou pela vontade de abraçar outros projetos. Tal movimento ficou conhecido como Great Resignation. Segundo a consultora organizacional, coach executiva e professora de MBAs da FGV/SP, Caroline Marcon, o tempo de isolamento social permitiu que as pessoas experimentassem outras formas de trabalhar, percebendo que poderiam ser produtivas de maneiras diferentes das tradicionais. “As dolorosas perdas que muitos vivenciaram possibilitou refletir sobre a impermanência da vida. Ter que lidar com o desconhecido (o vírus e suas consequências) desencadeou muita fragilidade e ao mesmo tempo muita coragem”, relata. Assim, conforme a consultora organizacional, ao perceber que o maior perigo é ver a vida passar sem realizar sua missão, muitos abraçaram a mudança de estilo de peito aberto e resolveram dar uma guinada em suas vidas profissionais, o que culminou nesse movimento de demissão espontânea, mesmo em um dos piores momentos econômicos enfrentados pelas nações em todo mundo. Para os profissionais que estão considerando seriamente fazer este movimento, a coach executiva recomenda a reflexão profunda e criteriosa, prestando bastante atenção a cinco sinais. “Se você se identificar com pelo menos uma destas situações é importante refletir sobre suas escolhas”, afirma. São eles: Ao voltar ao escritório, após um longo período trabalhando em home office, você sente que aquela realidade não lhe representa mais: o presencial, a cultura corporativa, as pessoas, o escopo de trabalho; Você termina o dia de trabalho se sentindo sem energia e subutilizado; As principais lideranças da empresa não são inspiradoras, não despertam em você a vontade de se tornar um deles; A empresa e você mudaram para direções opostas, não se conectam mais, não compartilham a mesma visão de futuro e os mesmos valores; Você sente que está vivendo no passado, exaltando conquistas realizadas anos atrás. Não está aprendendo, nem sendo desafiado. Caroline reitera, que antes de tomar qualquer decisão, há a necessidade de uma reflexão profunda a respeito das motivações que estão impelindo a pessoa para este movimento. No caso, por exemplo, do descolamento sentido após a volta ao ambiente de escritório, a consultora organizacional recomenda aguardar um mínimo de três meses e observar atentamente os próprios sentimentos. “É natural uma resistência inicial, pois formamos novos hábitos nestes quase dois anos de pandemia”, diz. Um bom exercício para identificar melhor estes sentimentos é o “check-in emocional”, segundo Caroline. Consiste em programar o despertador três vezes ao dia e sempre que ele tocar parar por um minuto para responder à pergunta “como estou me sentido agora?”. Depois escrever o horário e as respostas em um caderno ou mesmo no bloco de notas do smartphone e no final de uma semana ler todas as respostas. “No final de três semanas já será possível identificar padrões de resposta e as possíveis causas”, afirma. A coach executiva explica que o período destinado à reflexão (mínimo de três meses) é imprescindível porque quando o profissional está descontente tende a perceber os acontecimentos de forma mais negativa. “É um viés de confirmação; buscamos na realidade evidências para sustentar o nosso pensamento”, diz. Por isso, demorar-se bastante na decisão é importante. “Só assim é possível discernir entre o descontentamento duradouro e o passageiro – aquele que não se resolve mudando de emprego”, explica. Conforme a consultora organizacional, o descontentamento real tende a estar associado a um choque entre os valores do profissional e o que ele vê sendo praticado na empresa; à falta de desafios ou oportunidades de desenvolvimento; à dificuldade de relacionamento com líder ou equipe; e até à dificuldade de conciliar trabalho e vida pessoal. “Já problemas passageiros podem ser mais facilmente superados. Um cansaço profundo, por exemplo, pode ser tratado com férias; a acomodação 'sacudida' com um novo projeto; já a rusga com um colega solucionada após uma boa conversa”, argumenta. O importante é ponderar bem o que se quer. “Idealmente, os processos de transição de carreira são uma iniciativa planejada pelo próprio profissional, e que por isso devem estar fundamentados em uma visão otimista de futuro, uma mudança para melhor”, diz Caroline. O profissional deve decidir sair apenas se não houver mais alternativas que “brilhem os olhos”: oportunidades ou melhorias que lhe despertem real interesse. E para não levar o seu descontentamento de um lugar para o outro é preciso praticar o autoconhecimento. De acordo com a coach executiva, é fundamental compreender a própria parcela de responsabilidade neste sentimento de frustração. Para isso além de avaliar como se sente é importante que o profissional peça um feedback para o líder, equipe ou colegas sobre como é trabalhar com ele. “Ele precisa estar disposto a fazer a sua parte neste processo, para que não repita os mesmos padrões de comportamentos nos próximos desafios”, conclui. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Atuamos em todos os estados brasileiros e falamos a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização.
- Sucesso no empreendedorismo depende de 10 habilidades, aponta estudo
Dados são da Troposlab e indicam que o êxito de um negócio está diretamente ligado a comportamentos específicos liderados por motivação, realização e relação O sucesso do empreendedor está diretamente relacionado às suas habilidades empreendedoras. Por isso, visando a promoção de desenvolvimento para pessoas que desejam ser mais empreendedoras e mais inovadoras, a Troposlab, empresa especialista em inovação e empreendedorismo, com base em uma série de pesquisas e investigações realizadas desde 2015, preparou um estudo detalhado sobre as habilidades essenciais para empreender com sucesso. Nele, é possível compreender melhor o que é comportamento empreendedor, quais são as habilidades essenciais para se obter sucesso, dicas de desenvolvimento, cuidados sobre os excessos de comportamento e sobre autoconhecimento. O estudo aponta que o empreendedor é caracterizado pela geração de mudanças e impactos, pode ser feito de várias formas e classificado em vários tipos e acontece necessariamente via comportamentos das pessoas. Além disso, o seu sucesso está diretamente relacionado às suas habilidades empreendedoras, ou seja, comportamentos que cumprem a função de aumentar as chances de realizar algo. São generalizáveis a diferentes contextos, inclusive extrapolando o ambiente de trabalho. Como por exemplo, habilidades em planejamento geral, em formação e manutenção de relacionamentos, entre outras. A Troposlab foi capaz de identificar que esses comportamentos variam ao longo do tempo e, a depender do contexto, ambiente e/ou desafio, a capacidade de emitir um comportamento com eficiência pode ser aprendida, desenvolvida e aprimorada a partir desses fatores, passando a se tornar habilidades e não de características pessoais inatas. “A Troposlab propôs uma inversão de pensamento, de “se é empreendedor, vai empreender” para “se empreender, precisará ser empreendedor”. Isto é, uma jornada empreendedora de sucesso depende do desenvolvimento de algumas competências específicas daqueles que decidem empreender. O ambiente empreendedor vai exigir, à medida que o empreendedor avançar, que ele desenvolva e aprimore também novas competências e, muitas vezes, é o que mais explica o resultado de seus projetos ou negócios” afirma Marina Mendonça, sócia e diretora de cultura e times da Troposlab. Dessa forma, o estudo elencou as 10 principais habilidades empreendedoras, apoiadas sob 3 diferentes pilares: a motivação, a realização e a relação. Pilar Motivação O pilar motivação foca na disposição do empreendedor em seguir adiante no que se propõe, acreditar no que faz e no que vai alcançar a partir disso, e ter interesse por esses possíveis resultados. Nele estão as seguintes habilidades: Autoconfiança: é a habilidade de confiar em sua própria capacidade, especialmente na execução de uma tarefa difícil ou ao enfrentar desafios; conseguir manter suas crenças e opiniões mesmo mediante oposições ou resultados desanimadores. Coragem para riscos: é a habilidade de saber calcular riscos, avaliando alternativas e possibilidades, mantendo o controle de uma situação de modo a controlar os seus resultados, buscando envolver- se em situações desafiantes, de risco moderado. Comprometimento: a habilidade de manter comportamentos e esforços/ações que beneficiem a sobrevivência e constante desenvolvimento de sua organização/de seu projeto. Persistência: é a capacidade de ação perante obstáculos e desafios, variando seu comportamento quando necessário, mas se mantendo firme rumo às suas metas e objetivos. Pilar de Realização Já o pilar de realização entende as maneiras como o empreendedor busca aumentar a probabilidade de realizar algo, buscando descrever o que deve ser feito para atingir seus objetivos, e tudo aquilo que pode contribuir para isso. Esse pilar é o resultado do repertório que o empreendedor possui para planejar, buscar oportunidades, aprender e criar com inovação. Planejamento: é a habilidade em planejar atividades, tarefas e objetivos de maneira a estipular prazos e datas de execução, detalhando estratégias e modos de execução, e mantendo o controle sobre atividades presentes e futuras de seu negócio/projeto. Busca por aprendizagem: habilidade que envolve a atualização constante de dados e informações sobre clientes, fornecedores, concorrentes e sobre o próprio negócio, bem como a busca por desenvolver pessoalmente habilidades técnicas e empreendedoras. Busca por oportunidades: habilidade em identificar e também criar oportunidades de negócio, com novos produtos e serviços, ou mesmo visando possibilidades de expandir e agregar valor ao negócio/ projeto que já possui. Criação Inovadora: refere-se ao desenvolvimento de criatividade ao buscar resolver dores e problemas, criando soluções efetivas a partir da investigação a fundo de tais problemas. Pilar de Relação Por fim, o pilar de relação trata-se das habilidades do empreendedor em interagir bem com outras pessoas, a fim de inspirá-las e conduzi-las na direção de realização de seus projetos e suas ideias. Isto é, a busca e orientação de contribuições a um projeto, ideia ou negócio, e geração de colaboratividade. Fazem parte dele as seguintes habilidades: Formação de Rede: habilidade em formar conexões, criando e mantendo uma rede de relações de maneira a pôr-se em contato com pessoas-chave que possam auxiliar no alcance de seus objetivos, bem como a expansão e desenvolvimento de seus negócios. Redes de relação são fundamentais não só para a identificação de oportunidades de negócio, mas também para a ampliação do impacto social e cultural de um empreendimento, auxiliando na disseminação sistemática de inovação. Liderança: de maneira geral, trata-se da habilidade em influenciar indivíduos, reforçando-os positivamente quanto à execução de ações rumo ao alcance de objetivos determinados por este. Na prática, a liderança efetiva implica uma série de papéis e funções rumo ao sucesso do negócio. Porém, ainda de acordo com o estudo, o excesso de algumas ou todas essas habilidades empreendedoras pode ser prejudicial para os negócios. “Parece contraditório dizer que uma habilidade gera impactos negativos, mas é isso mesmo que pode acontecer. Por exemplo, quando uma empresa quer mudar, inovar e crescer, ela vai precisar mudar os seus padrões de comportamentos, mas isso pode ser totalmente contra o que garantiu sucesso dela até o momento. E o que normalmente acontece é uma resistência, até inconsciente, perante as mudanças necessárias. O desconforto é tão grande que muitas vezes esse processo leva anos para acontecer”, afirma Mendonça. “Outro efeito colateral é o excesso de emissão do comportamento que gerou impactos positivos no passado. O primeiro é gerado pelo viés da pessoa que se comporta, em que ela passa a perceber somente as consequências positivas do comportamento excessivo e não mais percebe os efeitos negativos gerados e o segundo tem a ver com a magnitude do impacto positivo, no qual em algum momento o comportamento pode ter gerado um resultado importante demais para quem se comportou e ele ganha um valor muito grande na vida dessa pessoa”, complementa. A executiva pontua ainda que é preciso entender todas as situações que levaram o empreendedor a ter o excesso dessas habilidades, e identificar em sua trajetória os momentos que fizeram pensar que eram habilidades importantes para realizar o seu empreendimento, comparando com o momento em que está vivendo agora e para onde quer ir. “Da mesma forma que o projeto, a ideia e o negócio mudam ao longo do tempo, o empreendedor enquanto recurso humano precisará mudar também. E é nesse sentido que o autoconhecimento praticado de forma humilde e sistemática pode ser um de seus maiores aliados”, finaliza. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Atuamos em todos os estados brasileiros e falamos a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização.
- Assessor contábil Cláudio Lasso dá 5 dicas para sua empresa começar o ano no azul
O contador listou medidas essenciais para você começar desde agora Mesmo iniciando o ano com gastos já esperados, como o pagamentos de impostos, nem todo empreender reserva a quantia necessária para quitar esses custos. E para sua empresa começar o ano no azul, não basta fazer promessas e cruzar os dedos, é preciso uma série de medidas. Pensando nisso, o assessor contábil Claudio Lasso, CEO da SAPRI Consultoria, deu 5 dicas para uma boa gestão financeira de sua empresa em 2022. 1) Faça o fluxo de caixa regularmente Seria ótimo se você pudesse desde agora já prever o futuro da sua empresa para o próximo ano né? Mas você pode. O fluxo de caixa é uma ferramenta que dá capacidade para que sua empresa aprenda com o passado e visualize uma estimativa do futuro do caixa, projetando os ganhos e gastos para os próximos meses. Além disso, o controle de fluxo de caixa te dá base para antecipar períodos de baixa no mercado e tomar, antecipadamente, decisões importantes relacionadas à saúde financeira do seu negócio. Então, separe suas contas e faça a previsão de pagamentos e recebimentos. 2) Organize as finanças da sua empresa Controle financeiro é disciplina. Muitos empreendedores passam um bom período do ano com uma folga no fluxo de caixa e acabam deixando o controle financeiro de lado. Quando menos imaginam, se veem sem dinheiro para honrar as contas. Para que sua empresa fique no azul, é essencial que você se organize para saber regularmente quanto dinheiro entra e quanto sai e como isso impacta no seu caixa. Portanto, procure ter disciplina e acompanhe suas finanças de perto para que não haja imprevistos no final do mês. O ideal é que você tenha uma dedicação diária para atualizar os controles da empresa, registrando tudo o que entra e sai, além de atualizar o saldo de suas contas. Caso o controle diário seja difícil para você, comece com um controle semanal e depois parta para o controle diário. É tudo uma questão de hábito. 3) Determine seus custos e corte gastos desnecessários Para garantir que todas as áreas da empresa operem no azul, é necessário detalhar seus custos fixos e variáveis mensais. Assim, o empresário pode descobrir para onde vai o dinheiro do seu negócio a cada mês. Uma vez que o detalhamento estiver pronto, é hora de cortar gastos desnecessários. Otimizar seus custos é essencial para que os gastos da empresa não cresçam mais que os ganhos e se transformem numa bola de neve no futuro. 4) Mantenha um bom capital de giro A falta de capital de giro é uma das maiores razões pelas quais os empresários não conseguem manter a estabilidade financeira de seus negócios. Portanto, tenha como prioridade organizar suas contas de modo que consiga manter um bom equilíbrio entre pagamento de fornecedores e recebimento de clientes. Além disso, é bom guardar um bom fundo de emergências para ter mais poder de reação nas finanças e contra-atacar suas despesas a fim de não cair nos juros. Isso, é claro, sem se esquecer de manter seu controle financeiro, ou seu capital de giro não irá sobreviver por muito tempo. 5) Deixe o passado para trás e use um software de controle financeiro Se até agora você ainda realiza a gestão financeira da sua empresa usando as boas e velhas planilhas do Excel, chegou a hora de adotar métodos mais modernos e atuais: é o momento certo para investir em um software de controle financeiro. Nós recomendamos o uso de um sistema financeiro que te ajuda a deixar o seu Fluxo de Caixa redondinho. Dessa forma, sua gestão será mais simples e eficiente, direcionando o controle do seu dia a dia e garantindo que a empresa se mantenha com as finanças saudáveis durante todo o ano. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Atuamos em todos os estados brasileiros e falamos a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização.
- Comissão aprova Código de Defesa do Empreendedor
O objetivo é desburocratizar o dia a dia do empreendedor brasileiro A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que cria o Código de Defesa do Empreendedor. A proposta prevê procedimentos desburocratizados e limites à intervenção do Estado na atividade econômica. O Projeto de Lei 4783/20 tem o objetivo de desburocratizar o dia a dia do empreendedor brasileiro, gerar mais liberdade econômica e garantir a segurança jurídica. Relator da proposta, o deputado Guiga Peixoto (PSL-SP) defendeu a aprovação do texto pelo incentivo à abertura e crescimento das empresas e aquecimento da atividade econômica e inovação. “Cabe ao Estado garantir a proteção à livre iniciativa e ao livre exercício da atividade econômica, como por exemplo, facilitar a criação e extinção de empresas, assim como assegurar a economicidade dos custos referentes à obtenção de atos públicos de liberação, funcionamento e extinção de empresas, entre outras garantias”, afirmou. Deveres do Estado A proposta determina que é dever do Estado facilitar a abertura e a extinção de empresas; desenvolver sistemas digitais para obtenção simplificada de documentos para processos de registro, abertura, funcionamento, modificação e extinção de empresas; analisar em 30 dias pedidos de licenciamento de atividades de médio risco e em 60 dias os referentes a atividades de alto risco; exercer primeiramente fiscalização orientadora e punir nos casos de reincidência; aplicar transição de pelo menos 60 dias para novas interpretações sobre normas. O empreendedor poderá contestar o poder público se considerar que houve requisição de especificação técnica ou documentação que julgar desnecessária. A proposta também impõe ao Estado o dever de revisar as suas normas para reduzir a quantidade de terminações e os custos para os empreendedores além de impedir a instituição ou manutenção de restrições, exigências ou práticas burocráticas ineficazes, ineficientes, onerosas, excessivas, que impeçam a inovação ou induzam à clandestinidade. Tecnologia Pelo texto, cada esfera deverá criar um sistema online de licenciamento e autorizações, integrando diversos órgãos públicos, com o objetivo de facilitar o processo de registro, abertura, alteração e extinção de empresas. Além disso, o Executivo deverá promover a modernização, inovação, simplificação e desburocratização dos procedimentos de registro, fé pública e publicidade dos documentos exigidos do empreendedor. Já as empresas poderão substituir as licenças e alvarás que hoje devem ser fixados para visualização pelo público e pela fiscalização por ferramentas tecnológicas. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. * Fonte: Agência Câmara de Notícias
- A humanização da comunicação é essencial para atrair os consumidores no pós-pandemia
Transformação digital ganhou força durante a pandemia e exige que empresas adaptem sua comunicação Quando foi decretado estado de emergência em todo mundo devido à presença de um vírus, em março de 2020, muitas coisas mudaram em nossas vidas. O que era pra ser uma semana de quarentena, acabou tornando-se 1 ano e 9 meses de combate incessante ao Coronavírus. Ao longo deste período, a sociedade passou por mudanças: costumes foram repensados, novos hábitos foram adquiridos no dia a dia e a Transformação Digital ganhou força, impactando diretamente na relação das pessoas entre si e com o consumo de produtos e serviços. Segundo um estudo realizado pela consultoria Ebit/Nielsen, mais de 7,3 milhões de brasileiros realizaram suas primeiras compras pela internet no primeiro semestre de 2020, o que representou um aumento de 40% no segmento. Essa alteração forçada de clientes, que antes gostavam de consumir produtos e experiências de forma física/presencial, obrigou as marcas a repensarem rapidamente a forma de se comunicar. A principal mudança no comportamento, no entanto, não terá relação com o consumo de mídia, mas na forma como as empresas se relacionam com as pessoas. O engajamento socioambiental e as estratégias de relacionamento das corporações com seus públicos seguirão como prioridade. A abertura de um diálogo social é imperativo entre marcas e seus consumidores, e deve ser feita sempre com foco em um propósito bem alinhado aos princípios das empresas. Afinal, marcas que fazem a diferença para a sociedade e que são verdadeiramente úteis em sua vida, tendem a ter mais probabilidade de sucesso nesta nova fase da transição digital. Essa mudança de mindset acontece em um momento no qual há um incremento substancial nas verbas de marketing digital das empresas. A representatividade deste segmento no bolo publicitário brasileiro muito provavelmente chegará mais perto da média global de 40%. Dentro deste cenário, as marcas têm mudado suas diretrizes quando o assunto é compartilhamento e engajamento. Além do “Share of Market” e “Share of Mind”, as empresas precisam focar no “Share of Heart” dos seus consumidores. Um forte exemplo disso está na indústria de construção civil, onde players como InterCement, Duratex e Husqvarna, estão investindo na comunicação omnichannel - multicanal em português - para atingir engenheiros e arquitetos, mestres de obra e pedreiros, ajudantes, entre outros profissionais que trabalham no segmento. No caso dessas empresas, as publicações realizadas em plataformas digitais, tiveram um acréscimo de 40% no engajamento, elevando também o desempenho em vendas e consumo de produtos. De fato as organizações entenderam que ter uma comunicação cada vez mais humanizada nos diversos canais digitais é um fator essencial para criar uma proximidade com o público. Ao priorizar a criação de um diálogo com a sociedade em tempo real por meio de conversas relevantes, as marcas conseguem "entrar" na vida do consumidor de forma efetiva e, com isso, acabam aproximando essa relação. Atualmente, é possível dizer que a publicidade está cada vez mais humana e conectada com diversas causas e movimentos sociais. Felizmente, as empresas estão saindo de cima do muro e girando sob o centro de gravidade que mais importa: o consumidor. O momento é de encontrar um equilíbrio nas comunicações entre o novo normal e o lado social dos afetos, que aflorou ainda mais na pandemia. Certamente, quem conseguir aprimorar essa relação sairá na frente da concorrência. *Giselle Freire é CEO e Diretora de Contas da DreamONE. Com mais de 20 anos de carreira, a executiva é formada em jornalismo pela UFRJ, possui MBA em marketing pelo IBMEC-RJ e mestrado em comunicação pela Faculdade Cásper Líbero.
- Mercado financeiro volta a diminuir previsão de crescimento em 2022
Segundo o boletim Focus, estimativa passou de 0,36% para 0,28% O mercado financeiro diminuiu mais uma vez a previsão para o crescimento da economia brasileira neste ano. As projeções constam do segundo boletim Focus de 2022, que aponta um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 0,28%, ante os 0,36% projetado na primeira semana do ano. O boletim, divulgado hoje (10) pelo Banco Central (BC), reúne a projeção do mercado para os principais indicadores econômicos do país. Na última semana de 2021, a previsão do mercado era de um crescimento de 0,42% e, há quatro semanas, a previsão era de 0,50%. O mercado também reduziu a previsão de crescimento do PIB - a soma de todos os bens e serviços produzidos no país - para 2023, de 1,8% para 1,7%. Há quatro semanas, a projeção era de crescimento de 1,9%. Em 2024, a projeção do mercado financeiro se manteve estável em relação à semana anterior, com expansão do PIB em 2%. No boletim divulgado hoje, o mercado manteve em 4,5% a previsão do PIB para o ano de 2021. Há quatro semanas, a previsão era de um crescimento de 4,71%, em 2021. Para 2022, o mercado financeiro manteve a estimativa de inflação das duas últimas semanas, com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficando em 5,03%. Já para 2023, o mercado reduziu a expectativa de inflação para 3,36%, ante os 3,41% da semana passada. Em 2024, a previsão é mesma da semana passada com inflação em 3%. Para 2021, a previsão para o IPCA, considerado a inflação oficial do país, também variou para baixo, de 10,01% para 9,99%. É a quinta redução depois de 35 semanas consecutivas de alta da projeção. Selic e câmbio A previsão do mercado para a taxa básica de juros, a Selic, ao final de 2022, aumentou em relação ao projetado na semana passada, passando de 11,5% para 11,75% ao ano, no boletim divulgado hoje. Atualmente a Selic, definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom), está em 9,25% ao ano. Para a próxima reunião do órgão, em fevereiro, o Copom já sinalizou que deve elevar a taxa em 1,5 ponto percentual. Para o fim de 2023, a estimativa é de que a taxa básica caia para 8% ao ano, a mesma previsão da semana passada. E para o fim de 2024, a previsão é de Selic em 7% ao ano, projeção que repete a da semana anterior. A expectativa do mercado para a cotação do dólar em 2022 também se manteve igual ao projetado na semana passada, ficando em R$ 5,60. Já para os próximos dois anos, a projeção do mercado é de alta no câmbio. Para 2023, a previsão da cotação do dólar subiu de R$ 5,40 para R$ 5,45. Para 2024, a projeção passou de R$ 5,30 para R$ 5,39. * Fonte: Agência Brasil












