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- Promulgada lei que regulamenta a profissão de despachante documentalista
Despachante é o profissional responsável por representar terceiros junto a órgãos públicos Após o Congresso Nacional derrubar em 17 de dezembro o veto total ao Projeto de Lei (PL) 2.022/2019, foi publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira (29) a Lei 14.282, de 2021, que regulamenta o exercício da profissão de despachante documentalista. O projeto, de autoria do deputado federal Mauro Nazif (PSB-RO), foi aprovado no Senado em 28 de outubro e seguiu para sanção presidencial, tendo sido vetado (VET 64/2021) por completo pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, sob argumentos de inconstitucionalidade e contrariedade ao interesse público. A lei especifica que o profissional despachante documentalista é aquele que, entre outras exigências, possui registro no conselho profissional da categoria, sendo habilitado para praticar, como pessoa física ou mediante constituição de pessoa jurídica, as atividades previstas legalmente. Ou seja, é o profissional responsável por representar terceiros junto a órgãos públicos. Assim, cabe ao despachante acompanhar a tramitação de processos e procedimentos, cumprir diligências, anexar documentos, prestar esclarecimentos, solicitar informações e relatórios, bem como executar todos os atos pertinentes e necessários à mediação ou à representação. O despachante documentalista tem mandato presumido de representação e esse termina com a entrega do documento objeto do contrato ao seu cliente. Para atuar na área é preciso ter idade igual ou superior a 18 anos ou ser emancipado; ser graduado em nível tecnológico como despachante documentalista em curso reconhecido na forma da lei e estar inscrito no respectivo conselho regional dos despachantes documentalistas. Foram fixadas algumas vedações ao profissional, como realizar propaganda contrária à ética profissional; aliciar clientes, direta ou indiretamente; e praticar ato privativo da advocacia. * Fonte: Agência Senado
- Mitos e Verdades sobre a Regulamentação do Lobby no Brasil
O próprio uso do termo lobby possui conotação pejorativa. A nomenclatura adequada para a prática é RIG, sigla para Relações Institucionais e Governamentais Em 1894, o município de Rio Claro/SP aprovou uma Lei que proibia que seus cidadãos comessem melancia. O motivo era a suposta ligação entre o consumo da fruta e o surgimento de doenças como febre amarela e tifo. Seria esse apenas um exemplo do desconhecimento científico do século XIX? A história recente nos prova que não. Em 1965 (há meros 55 anos), a mesma Rio Claro/SP promulgou uma Lei que multava casas nas quais fosse encontrado algum... formigueiro. Se a ideia de policiais revistando lares à procura de formigas ilegais parece absurda, o fato do Brasil ser o lar de legislações que se transformam em anedotas é um símbolo dos problemas que permeiam aquela que podemos chamar de nossa “mentalidade legislativa”. Diversos fatores parecem ter implantado no imaginário popular a crença de que a mera existência de uma lei é o bastante para reger a realidade. É como se – para permanecermos com o exemplo inicial – uma Câmara de Vereadores conseguisse, de fato, controlar a presença de melancias nas feiras ou o fluxo de formigas nas fronteiras (divisas) municipais. Uma mudança efetiva não surge devido à lei per se, mas ao reconhecimento de sua relevância. A lei diz que se deve usar cintos de segurança; mas são os patrulhamentos na estrada, as campanhas educativas e os trágicos acidentes de automóvel (não necessariamente nesta ordem) que impulsionam o motorista a afivelar seu próprio cinto. Um exemplo recente da relação conturbada entre legislação e realidade é a controvérsia envolvendo o PL 4391 de 2021, que regulamenta o lobby no Brasil, enviado pelo Poder Executivo ao Congresso Nacional na semana passada. O mesmo imaginário popular que confia cegamente na burocracia fez com que o termo lobby fosse, em alguns círculos, considerado sinônimo de corrupção, relação escusa ou favorecimento indevido, em uma campanha de desinformação – orgânica ou orquestrada? - que pode ser comparada àquela que vitimou as melancias rio-clarenses no século retrasado. O verdadeiro lobby consiste tão somente na atuação de representantes formais de determinado segmento da sociedade. Ele é a ponte entre a voz de um setor e a consciência daquele que foi eleito ou empossado e cujo salário é pago por impostos. A título de exemplo: ouvir a opinião profissional de bons cientistas e nutricionistas teria poupado tempo e recursos públicos de Rio Claro em 1894. O próprio uso do termo lobby possui conotação pejorativa. A nomenclatura adequada para a prática é RIG, sigla para Relações Institucionais e Governamentais. O profissional de RIG pode ser a ponte entre o interesse legítimo e o representante popular. Um país traumatizado por casos de corrupção não deveria perder a oportunidade de regulamentar um ofício reconhecido pelas principais democracias do mundo e que figura entre as exigências da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) para receber o Brasil como um de seus membros. É curioso perceber que os legitimamente interessados pela prática defendem a sua regulamentação. Não existe “criminoso” que lute em prol de uma legislação para coibir seu crime. Os defensores da regulamentação do RIG (que já possui sua própria Associação, a Abrig) desejam tão somente deixar de atuar à margem do sistema e ocupar um espaço legítimo, legal e sujeito a regramentos de mercado. A luta em prol do RIG pode ser sintetizada em uma só verdade: toda voz advinda da sociedade merece ser ouvida. Neste sentido, o PL 4391 transcende a disputa entre “direita” e “esquerda” e representa uma conquista importante para toda a sociedade plural. Dos progressistas aos conservadores, todos poderão, sob a égide do RIG, encontrar formas legais, morais e legítimas de apresentar suas ideias e causas a representantes democraticamente eleitos. Defender o RIG é advogar por um importante instrumento contra negociatas às escondidas, pois o verdadeiro RIG ocorre em plena luz, sob a saudável perscrutação da sociedade, conforme defende o texto da Lei assinada pelo Poder Executivo. Temos mais uma oportunidade de modernizar o Estado brasileiro e sua interlocução com a sociedade. Façamos isso não apenas pelo bem de eventuais “melancias”, mas por nós, cidadãos. * Mauro Silva é Jornalista, Advogado, foi Secretário Estadual de Comunicação do Rio de Janeiro e vereador por Campos dos Goytacazes/RJ. Atualmente, é membro da ABRIG. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Atuamos em todos os estados brasileiros e falamos a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização.
- IGP-M fecha 2021 com inflação acumulada de 17,78%
Taxa ficou abaixo da observada em 2020, quando foi registrado 23,14% O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel no país, fechou 2021 com uma inflação de 17,78%, acumulada no ano. A taxa ficou abaixo da observada em 2020 (23,14%). O dado foi divulgado hoje (29) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). A queda foi puxada exclusivamente pelos preços no atacado. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede o segmento, passou de uma inflação de 31,63% em 2020 para uma taxa de 20,57% neste ano. Por outro lado, tanto o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) quanto o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) tiveram alta na taxa. A inflação do IPC, que mede o varejo, passou de 4,81% em 2020 para 9,32% neste ano. Já o INCC subiu de 8,66% para 14,03% no período. Em dezembro deste ano, o IGP-M variou 0,87%, acima do 0,02% de novembro, mas abaixo do 0,96% de dezembro de 2020. *Fonte: Agência Brasil
- Confiança do comércio tem queda de 2,7 pontos em dezembro, diz FGV
Empresários do setor de serviços também demonstraram queda na confiança no último mês de 2021 O Índice de Confiança do Comércio (Icom) caiu 2,7 pontos em dezembro deste ano, na comparação com o mês anterior. Com isso, o indicador, que mede a confiança dos empresários brasileiros do setor, chegou a 85,3 pontos, o menor patamar desde abril deste ano (84,1 pontos), segundo dados divulgados hoje (28) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em dezembro, cinco dos seis principais segmentos do setor tiveram queda. O Índice da Situação Atual, que mede a confiança no presente, foi o principal responsável pelo recuo do Icom no mês, ao ceder 4,3 pontos e chegar a 84 pontos. O indicador vai de zero a 200. O Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, caiu 0,9 ponto e passou para 87,3 pontos. “Apesar da melhora da pandemia, o setor continuando sentindo os efeitos negativos da baixa confiança do consumidor, lenta recuperação do mercado de trabalho, alta inflação e juros em alta”, avalia o economista da FGV Rodolpho Tobler. Confiança do empresário de serviços recua 1,3 ponto em dezembro O Índice de Confiança de Serviços (ICS), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 1,3 ponto de novembro para dezembro deste ano. Essa foi a segunda queda consecutiva do indicador, que atingiu 95,5 pontos, em uma escala que vai de zero a 200 pontos. A queda da confiança do empresário de serviços brasileiro foi puxada principalmente pela piora das avaliações sobre o futuro. O Índice de Expectativas cedeu 2,2 pontos e chegou a 98,7 pontos, o menor nível desde maio (92,4 pontos). O Índice da Situação Atual, que mede a confiança no presente, também caiu, mas de forma mais moderada (-0,3 ponto) e chegou a 92,5 pontos. “Apesar do programa de vacinação seguir avançando, o cenário para os próximos meses ainda parece muito incerto, principalmente pelo ambiente macroeconômico mais frágil e a dúvida sobre nova variante”, afirma o economista da FGV Rodolpho Tobler. *Fonte: Agência Brasil
- Projeto que regulamenta cobrança de ICMS em operação interestadual vai a sanção
Proposta altera a Lei Kandir e procura evitar falta de regulamentação a partir de 2022 Segue para sanção projeto, do senador Cid Gomes (PDT-CE), que regulamenta a cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre vendas de produtos e prestação de serviços a consumidor final localizado em outro estado. O Senado aprovou na segunda-feira, 20 de dezembro de 2021, um substitutivo da Câmara dos Deputados ao Projeto de Lei Complementar (PLP) 32/21. Foram 70 votos favoráveis e nenhum contrário. A proposta, que altera a Lei Kandir (Lei Complementar 87, de 1996), procura evitar falta de regulamentação a partir de 2022 em razão de decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), de fevereiro deste ano, que considerou inconstitucionais várias cláusulas do Convênio 93/15, do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que reúne todos os secretários estaduais de Fazenda. Esse convênio regulamentou o pagamento do ICMS nas operações interestaduais de bens e serviços segundo as regras da Emenda Constitucional 87/15, mas o STF entendeu que é necessária lei complementar para disciplinar, em âmbito nacional, a cobrança do diferencial de alíquota do ICMS exigida pelos estados. O relator no Senado, Jaques Wagner (PT-BA) recomendou a aprovação do substitutivo com ajustes de redação. Ele destacou que a aprovação do projeto garante o cumprimento do que já está determinado na Constituição e já vem sendo adotado pelos estados, mas que ficaria sem previsão legal a partir de 2022. "Não há perda para ninguém. Era necessária esta lei complementar para a continuidade da cobrança", apontou Wagner. O projeto já havia sido aprovado pelo Senado em agosto, quando o senador Cid Gomes destacou que o ajuste não implica aumento de impostos para o consumidor. Na sessão desta segunda-feira (20) ele agradeceu ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, por ter convocado a sessão e reforçou que as regras atuais se encerram em 31 de dezembro caso uma lei complementar não fosse aprovada. "Os estados que enviam a mercadoria ficam com um percentual e o estado que recebe fica com outro. Apresentamos o projeto a pedido do Confaz", ressaltou Cid. Confira esses outros conteúdos: Retrospectiva 2021: podcast BóraVoar, de Diego Maia, contou com entrevistas de 96 líderes As 25 melhores músicas para convenção de vendas Emenda Conhecida como emenda do comércio eletrônico, a Emenda 87 determinou que, quando o comprador do bem ou tomador do serviço não for contribuinte do ICMS (comprador pessoa física de sites de e-commerce, por exemplo), a empresa vendedora deverá pagar ao estado de origem a alíquota interestadual (7% ou 12%, conforme o estado) e para o estado de destino do bem ou serviço a diferença entre sua alíquota interna e a alíquota interestadual (diferencial de alíquotas – Difal). A fim de definir o responsável por pagar o diferencial, a norma separou os consumidores entre os que estão sujeitos ao ICMS (empresas) e os que não recolhem o imposto, como as pessoas físicas, por exemplo. Pela norma, quando uma empresa que paga ICMS consome um produto ou serviço vindo de outra unidade da Federação, é ela quem deve pagar o diferencial de alíquota ao seu estado. Já no caso do consumidor pessoa física, o fornecedor do produto ou serviço é quem paga o diferencial. Dessa forma, se uma empresa paulista vendeu uma geladeira por R$ 1 mil a uma empresa paranaense e a alíquota interna do Paraná é de 18% e a alíquota interestadual sobre o comércio entre os dois estados é de 12%, a empresa de São Paulo deve recolher 12% ao governo paulista e a empresa paranaense pagará ao Paraná o valor da diferença, de 6%. Mas, se foi uma pessoa física quem comprou a geladeira, a diferença deve ser paga pelo próprio fornecedor ao governo do Paraná. Ou seja, a empresa paulista que vendeu à pessoa física arcará sozinha com os mesmos R$ 180, destinando R$ 120 para São Paulo e R$ 60 para o Paraná. Estímulo regional A alíquota interestadual varia conforme a região dos estados de origem e de destino das mercadorias. Quando os produtos saem do Sul e do Sudeste (exceto Espírito Santo) para estados das demais regiões, aplica-se a de 7%. A de 12% é usada em todos os demais destinos, inclusive para os estados do Sul e Sudeste entre si. A Constituição já previa que, no comércio entre empresas, a diferença entre a alíquota interna do estado de destino (17% a 19%, na maior parte dos casos gerais) e a alíquota interestadual (7% ou 12%) fica com o Fisco de onde está o comprador. Essas regras foram criadas para incentivar o desenvolvimento regional, pois, em 1988, ano da Constituição, Sul e Sudeste concentravam grande parte das indústrias. Portal A principal novidade no substitutivo do deputado Eduardo Bismarck (PDT-CE) é a determinação aos estados de criarem um portal para facilitar a emissão de guias de recolhimento do Difal. O portal deverá conter ainda informações sobre a legislação aplicável à operação específica, incluindo soluções de consulta e decisões de processos administrativos com caráter vinculante; alíquotas; informações sobre benefícios fiscais que possam influir no tributo a pagar; e obrigações acessórias. Apesar de incorporar no texto legal as regulamentações do convênio, o texto condiciona sua vigência ao terceiro mês seguinte ao da disponibilização do portal. Caberá aos estados e ao Distrito Federal definir em conjunto critérios técnicos necessários para a integração e a unificação entre os portais de cada unidade da Federação. Vigência As normas do PLP entrarão em vigor somente depois de 90 dias da publicação da futura lei, mas como o Supremo decidiu que as normas do convênio não valem a partir de janeiro de 2022, haverá um período sem regulamentação vigente. Fato gerador O texto define detalhes necessários à cobrança e ao pagamento do tributo, como o fato gerador, o contribuinte responsável pelo recolhimento e a base de cálculo do ICMS. Assim, nas situações em que o consumidor final não for contribuinte do ICMS, o Difal caberá ao estado em que ocorrer a entrada física da mercadoria ou bem ou o fim da prestação do serviço, mesmo que tenham passado pelos territórios de outros estados até o destino final. Transporte interestadual Especificamente quanto ao transporte interestadual de passageiros, o texto considera que o fato gerador do tributo ocorre no estado em que o passageiro embarca, cabendo a essa unidade da Federação o tributo apurado pela sua alíquota interna. Dedução Além de deixar claro na lei que o ICMS integra sua própria base de cálculo nessas situações de operações interestaduais, o texto explicita que o crédito relativo a operações anteriores deve ser deduzido apenas do que for devido de imposto à unidade federada de origem. *Fonte: Agência Senado
- CNI projeta crescimento do PIB do Brasil em 1,2% para 2022
Entidade prevê queda da inflação e aumento do emprego e da massa de rendimento real. Investimentos na construção e em bens de capital deste ano vão influenciar produção nos próximos meses A Confederação Nacional da Indústria (CNI) projeta crescimento de 1,2% para a economia brasileira em 2022. Esse é o cenário-base, há ainda um cenário pessimista e outro otimista. De acordo com o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, para a estimativa de 1,2% se consolidar, espera-se a superação parcial de problemas conjunturais, como inflação, emprego e normalização das cadeias globais de valor a partir do segundo semestre do ano. A previsão consta do documento Economia Brasileira: 2021-2022, divulgado nesta quarta-feira (15), com balanço da economia e previsões para 2022. “A atividade econômica também deve se beneficiar da normalização da demanda por serviços prestados às famílias, que ainda está abaixo do nível pré-pandemia, e alguns setores industriais, principalmente aqueles ligados a investimentos, como a cadeia da construção civil e de bens de capital, as quais ainda devem ter o nível de produção impulsionado por pedidos e projetos provenientes de 2021”, explica Robson de Andrade. Para 2022, o presidente da CNI diz ser importante combater o Custo Brasil. A redução do Custo Brasil é fundamental para o setor produtivo, que segue engessado por problemas estruturais. “Em primeiro lugar, precisamos aprovar a PEC 110, que promove uma reforma tributária ampla e vai simplificar e corrigir as distorções do sistema de arrecadação de impostos. Devemos, ainda, modernizar e ampliar a infraestrutura. Com custos competitivos, poderemos receber investimentos de empresas que querem diversificar a rede de fornecedores”, explica Robson Braga de Andrade. Segundo ele, o Brasil necessita de medidas que melhorem o ambiente de negócios e promovam a inserção internacional das empresas, além de políticas para atrair investimentos produtivos vinculados às cadeias globais de valor. “É indispensável eliminar a cumulatividade do sistema tributário e reduzir as despesas com logística e energia, para mudarmos a rota de baixo crescimento da última década”, afirma. Além disso, a reforma administrativa e a regulamentação do teto remuneratório do funcionalismo público são medidas importantes para contribuir com o equilíbrio fiscal. No cenário pessimista, a previsão é de expansão do PIB de 2022 de 0,3% e, no cenário otimista, o Brasil crescerá 1,8%. Brasil crescerá 4,7% em 2021, calcula CNI A CNI calcula alta de 4,7% do PIB do Brasil em 2021. A estimativa é menor do que o esperado no início do ano, devido às constantes quedas na indústria ocorridas no segundo semestre. De acordo com Robson Andrade, a expansão do PIB neste ano reverte a queda de 2020, mas o resultado não significa que os problemas acentuados pela crise e os desafios estruturais do país tenham sido superados. Há perda de ritmo da atividade econômica e as perspectivas para o próximo ano não são muito animadoras. “A inflação elevada, com consequentes altas nas taxas de juros, o alto endividamento das famílias, o desemprego, a escassez de insumos e matérias-primas e os custos de energia em elevação são fatores conjunturais desfavoráveis. Além disso, ainda há incertezas sobre o andamento da pandemia e o temor de algum retrocesso, como ocorre atualmente na Europa”, avalia Robson Braga de Andrade. Indústria de transformação crescerá 5,2% em 2021 A CNI estima um crescimento de 5,2% da indústria de transformação em 2021. Esse percentual é bem inferior à previsão do Informe Conjuntural do 3º trimestre, de alta de 7,9%. O gerente-executivo de Economia, Mário Sérgio Telles, explica que o PIB da indústria de transformação assumiu uma trajetória de queda ao longo de 2021. A escassez e alta de insumos e de matérias-primas foram um dos fatores determinantes para a trajetória negativa da indústria neste ano. “Para 2022, esperamos um aumento gradual do emprego que, juntamente com a desaceleração da inflação e o Auxílio Brasil, deve minimizar o processo de perda de poder de compra por parte das famílias”, explica. Além disso, Mário Sérgio prevê regularização nas cadeias de suprimentos a partir da segunda metade de 2022. “Também será benéfico para a indústria brasileira a manutenção da desvalorização do real ao longo de 2022, que beneficiará as exportações do setor e incentivará a substituição de importações no mercado doméstico”, explica. Em um cenário-base, a indústria de transformação deve crescer 0,5% em 2022. Ocupação continuará em recuperação em 2022 O economista explica que número de pessoas ocupadas continuará crescendo e massa de renda real deve começar a se recuperar a partir da metade de 2022, em resposta à queda da inflação. Para 2022, espera-se continuidade na recuperação do consumo e do emprego nos serviços prestados às famílias, como transporte, alojamento e alimentação, associado ao aumento da circulação de pessoas. “Mas esse aumento não se deve à existência de novos elementos que impulsionem o setor, e sim à defasagem da recuperação desse segmento em relação a outros serviços, à indústria e à agropecuária”, analisa Mário Sérgio. A expectativa é de que, na segunda metade de 2022, quando a recuperação de serviços estiver próxima do nível de pré-pandemia, a atividade industrial esteja mais aquecida. No entanto, há um contingente populacional relevante que deve voltar a integrar a força de trabalho nos próximos trimestres. Assim, mesmo com a continuidade do crescimento da população ocupada, o retorno dessas pessoas ao mercado de trabalho manterá a taxa de desemprego pressionada para cima ao longo de 2022. “Projetamos a continuidade do aumento da ocupação e da recuperação da força de trabalho ao longo do ano. Desta forma, o resultado da taxa de desocupação média deverá ser ligeiramente inferior à de 2021, ficando em 13%”, diz Mário Sérgio. Inflação tende a desacelerar ao longo de 2022 Na avaliação da CNI, a continuidade do aumento da Selic, o desemprego ainda elevado, as despesas primárias do governo federal em queda real, a atividade econômica moderada e estabilidade nos preços dos combustíveis devem fazer com que a inflação desacelere. Para 2022, espera-se um IPCA de 5%, próximo do teto da meta de inflação. Esse cenário considera que não devem ocorrer novas alterações nas regras fiscais, que poderiam elevar a inflação, por meio da depreciação do real. Neste ano, a CNI estima que a inflação deva desacelerar, moderadamente, em dezembro e fechar 2021 em 10,3%. Taxa de câmbio em 2022: R$ 5,60 por dólar A CNI projeta que taxa de câmbio terminará 2022 em R$ 5,60 por dólar, o mesmo patamar do fim de 2021. No entanto, há uma série de condicionantes e deve haver muita oscilação ao longo do ano. Essa previsão considera Selic em 11,5% ao ano e uma pequena elevação na taxa de juros nos Estados Unidos. Brasil terá saldo comercial positivo em 2021 As altas de exportações e importações são significativas em 2021. Enquanto as exportações são puxadas majoritariamente pelos preços, sobretudo de commodities, as importações mostram crescimento generalizado em volume. As estimativas da CNI para exportações, importações e saldo comercial para 2021 são, respectivamente, US$ 278,4 bilhões (alta de 33,1%), US$ 219,5 bilhões (+38,2%) e US$ 58,9 bilhões (+16,9%). Para 2022, a normalização do fornecimento de insumos e matérias-primas e a taxa de câmbio real, ainda bastante desvalorizada, darão fôlego às exportações brasileiras e estimularão um processo de substituição de importações. A CNI projeta que as exportações alcancem US$ 280 bilhões ano que vem, patamar um pouco superior ao de 2021. Confira esses outros conteúdos: Retrospectiva 2021: podcast BóraVoar, de Diego Maia, contou com entrevistas de 96 líderes As 25 melhores músicas para convenção de vendas Outros destaques do documento COMÉRCIO, SERVIÇOS E AGROPECUÁRIA - PIB do comércio deve crescer de 6,5% em 2021. O PIB de serviços, sem comércio, deve crescer 4,2% este ano. E a agropecuária deve se expandir em 2%. CONSTRUÇÃO CIVIL - O desempenho positivo do setor, acima do esperado, resulta em uma revisão acentuada da projeção de crescimento do setor por parte da CNI, de 5% para 8,2%, em 2021. Para 2022, a previsão é de alta de 0,6%. MATÉRIA-PRIMA - Escassez de semicondutores e chips deixe de causar paralisações de produção nas grandes empresas a partir do segundo semestre de 2022. - Risco de redução da produção de magnésio da China tem o potencial de causar uma escassez de alumínio, que afetaria diversos setores industriais. Cerca de 80% da produção mundial de magnésio é chinesa. MINÉRIO DE FERRO - As exportações para a China representam quase 50% da produção de minério de ferro brasileira. Para 2022, a expectativa é de desaceleração do segmento imobiliário chinês e, consequentemente, redução da importação chinesa de minério de ferro. CONTÊINER - A expectativa é de que o transporte de carga conteinerizada só retorne ao patamar normal a partir do segundo semestre de 2022. PETRÓLEO - Preços de petróleo e derivados, inclusive combustíveis, continuarão elevados. ENERGIA - Consumo de energia não deve apresentar grande crescimento. Essa expectativa se baseia no consumo ainda retraído dos consumidores cativos e do crescimento baixo esperado para os consumidores livres industriais, que estão entre os mais eletrointensivos. RENDA DAS FAMÍLIAS - O rendimento médio real das pessoas ocupadas caiu 11,1% entre o 3º trimestre de 2020 e o 3º trimestre de 2021. Para 2022, avanço fraco do consumo, restringido pelos baixos rendimentos, inflação elevada e aumento do endividamento das famílias. ECONOMIA MUNDIAL - Em 2022 será impactada por tentativas de controle das pressões inflacionárias persistentes, crise energética e falta de matérias-primas, dados os desequilíbrios das cadeias de insumos globais. COMMODITIES - Menor crescimento da economia mundial deve provocar queda moderada nos preços de commodities importantes na pauta de exportação brasileira. * Fonte: Agência de Notícias da Indústria
- Indústria da construção recua em novembro, mas continua com expectativas positivas
Sondagem realizada pela CNI mostra queda no nível de atividade da construção de 51,7 para 48,5 pontos. No entanto, Utilização da Capacidade Operacional segue elevada A Sondagem Indústria da Construção, divulgada na sexta-feira (16) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostra queda do nível de atividade e do número de empregados no mês de novembro. Os dados revelam, no entanto, que o setor permanece com alto nível de utilização de sua capacidade e que os empresários sinalizam confiança elevada em relação aos últimos três meses. De acordo com a sondagem, a expectativa de nível de atividade para os próximos seis meses avançou, juntamente com as perspectivas de novos empreendimentos e serviços, assim como de novos empregados. Somente a expectativa de compras de insumos e de matérias primas registrou estabilidade. A CNI consultou 423 empresas, sendo 161 pequenas construtoras, 178 de médio porte e 84 de grande porte, entre os dias 1º e 13 de dezembro. Confira esses outros conteúdos: Retrospectiva 2021: podcast BóraVoar, de Diego Maia, contou com entrevistas de 96 líderes As 25 melhores músicas para convenção de vendas Em outubro, a indústria da construção havia registrado o melhor desempenho do ano, com índice de evolução do nível de atividade em 51,7 pontos – acima da linha divisória dos 50 pontos que separa aumento de queda do nível de atividade. Em novembro, o indicador recuou para 48,5 pontos. Já o índice do número de empregados, que no mês anterior estava em 50,3 pontos, caiu para 49 pontos, abaixo da linha divisória que separa aumento e queda da atividade de emprego. “Novembro mostra uma acomodação do crescimento, depois de meses de atividade mais intensa. Como as expectativas seguem positivas, o resultado não significa uma reversão do dinamismo que caracterizou o setor durante todo o ano”, destaca o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo. Utilização da capacidade segue elevada, mas intenção de investir cai A Sondagem Indústria da Construção aponta ainda que a Utilização da Capacidade Operacional (UCO) se manteve em 66%, patamar considerado elevado e superior ao observado nos últimos sete anos. A confiança do empresário da construção, por sua vez, registrou alta em dezembro, com avanço de 0,6 ponto, para 55,5 pontos. Entretanto, a intenção de investir em dezembro caiu para 41,6 pontos, um recuo de 2,9 pontos em relação ao mês anterior. Apesar da queda, o índice permanece alto na comparação com a sua média histórica de 35,4 pontos. *Fonte: Agência de Notícias da Indústria
- Caged: Brasil gera 324,1 mil empregos formais em novembro
Acumulado do ano chega a 2,9 milhões de novas vagas O Brasil gerou 324.112 postos de trabalho em novembro deste ano (2021), resultado de 1.772.766 admissões e de 1.448.654 desligamentos de empregos com carteira assinada. No acumulado de 2021, o saldo positivo é de 2.992.898 novos trabalhadores no mercado formal. Os dados são do Ministério do Trabalho e Previdência, que divulgou quinta-feira (23/12) as Estatísticas Mensais do Emprego Formal, o Novo Caged. O estoque de empregos formais no país, que é a quantidade total de vínculos celetistas ativos, chegou a 41.551.993, em novembro, o que representa um aumento de 0,79% em relação ao mês anterior. De acordo com o ministério do Trabalho e Previdência, é o terceiro melhor mês do ano na geração de empregos formais, atrás de fevereiro, que teve 389.679 vagas criadas, e agosto, com 375.284 novos postos de trabalho. Dados por setor No mês passado, o saldo de empregos foi positivo em quatro dos cinco grupamentos de atividades econômicas: serviços, com a criação de 180.960 postos, distribuídos principalmente nas atividades de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas; comércio, saldo positivo de 139.287 postos; construção, mais 12.485 postos de trabalho gerados; e indústria geral, que criou 8.177 novos empregos, concentrados na indústria da transformação. Dentro do setor de serviços, o ministério também destacou a criação de vagas no grupo alojamento e alimentação, com 36.416 novos postos, o que mostra, segundo ele, a ampliação do turismo interno brasileiro. O setor de comércio tem participação significativa na geração de empregos nessa época do ano, sendo o segundo maior setor com crescimento formal. Já o setor de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura construção, por questões sazonais das safras, fechou 16.797 postos de trabalho em novembro. Confira esses outros conteúdos: Retrospectiva 2021: podcast BóraVoar, de Diego Maia, contou com entrevistas de 96 líderes As 25 melhores músicas para convenção de vendas Variações por região Todas as regiões do país tiveram saldo positivo na geração de emprego, sendo que houve aumento de trabalho formal nas 27 unidades da federação. Em termos relativos, dos estados com maior variação na criação de empregos em relação ao estoque do mês anterior, os destaques são para Amapá, com a abertura de 971 postos, aumento de 1,39%; Rio de Janeiro que criou 35.654 novas vagas (1,1%); e Espírito Santo, com saldo positivo de 8.535 postos (1,1%). Os estados com menor variação relativa de empregos em novembro, em relação a outubro, são Mato Grosso do Sul, que teve criação de 2.206 postos, aumento de 0,39%; Mato Grosso, com saldo positivo de 2.600, alta de 0,33%; e Goiás, que encerrou o mês passado com mais 4.335 postos de trabalho formal, crescimento de apenas 0,32%. Em termos absolutos, as unidades da federação com maior saldo em novembro foram São Paulo, com 110.198 postos (0,86%); Rio de Janeiro, com 35.654 vagas criadas (1,10%); e Minas Gerais, com a geração de 24.035 postos (0,55%). Já os estados com menor saldo absoluto foram Acre, com 978 postos (1,09%); Amapá, com 971 novas vagas (1,39%); e Roraima, que gerou 413 colocações (0,67%). Em todo o país, o salário médio de admissão em novembro de 2021 foi de R$ 1.778,84. Comparado ao mês anterior, houve redução real de R$ 31,70 no salário médio de admissão, uma variação negativa de 1,75%. *Fonte: Agência Brasil
- Diego Maia realiza palestra Como Vender Mais e Melhor no Natal para a CDL Uberlândia
Palestrante motivacional de vendas abriu a ação de vendas natalinas da entidade na cidade mineira Treinar equipes de vendas não é responsabilidade individual das empresas. Entidades de classe também podem contribuir com o comércio local ao promoverem eventos para seus associados. Foi o que fez a Câmara de Dirigentes Lojistas de Uberlândia, Minas Gerais, ao convidar Diego Maia para ministrar uma palestra motivacional de vendas na abertura de sua campanha Natal de Prêmios 2021. Com o tema Como vender no Natal a palestra ocorreu no final de novembro em formato híbrido, ou seja, parte dos lojistas, vendedores e representantes estavam presentes na sede da entidade e outros assistiram de forma remota. No telão, Diego Maia compartilhou algumas de suas principais dicas e técnicas para vender mais, com foco no Natal, uma das principais datas para o varejo. Campanha Natal de Prêmios A Campanha Natal de Prêmios da CDL Uberlândia é uma iniciativa que visa incentivar as compras de final de ano no comércio local. Na ação serão distribuídos R$ 70 mil em vales-compras nos valores de R$ 250 e R$ 500 para os clientes das lojas participantes que comprarem a partir de R$ 50. É necessário cadastrar o cupom no site da CDL. Além dos vales, os participantes também concorrem a duas motos elétricas e duas bicicletas elétricas. Ao contrário de outras campanhas do tipo, o Natal de Prêmios da CDL Uberlândia não cobra taxa de participação dos lojistas associados. A Gerente de Soluções e Negócios da CDL Uberlândia, Renata Barbosa, explicou que a ação foi desenvolvida com o objetivo de que “o comércio local seja valorizado cada vez mais”. Isso inclui a palestra de vendas de Diego Maia. “Diego, muito obrigada. É um prazer para nós ter você aqui”, disse no início do evento. Talvez você se interesse por estes conteúdos: Diego Maia é o palestrante oficial do Encontro de Vendas da Aeroflex Arcofoods, especialista em food service, contrata Diego Maia para capacitar seu time de vendas Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa Grupo Barcelos contrata palestra de vendas do Diego Maia As 25 melhores músicas para convenções de vendas Muitas dicas para vender mais no Natal A palestra contou com 10 dicas de Diego Maia para aumentar as vendas no Natal. Entre elas, Maia destacou temas como ter uma “isca arrasadora”. “Não é uma promoção ou os 10% de desconto, é algo que realmente atraia a sociedade para a sua loja”, explicou. Outro diferencial muito importante apontado por Diego Maia foi a importância de ter uma equipe energizada para receber os clientes. “Em uma campanha de vendas como o Natal a energia do time tem que estar aqui em cima, tem que estar elevadíssima”, apontou. Entre as dicas do palestrante está criar um grito de guerra para começar o expediente em alto astral. Confira cinco dicas para não perder vendas no Natal: 1 - Avalie se a equipe é suficiente e contrate temporários Ter uma boa equipe de vendedores na sua loja é fundamental sempre, mas datas como o Natal costumam exigir mais dos colaboradores. Antes de iniciar a campanha de vendas para a data é importante analisar para saber se o time que você já tem dá conta do recado, se consegue segurar o ritmo e o aumento na procura. Caso avalie que não será possível, uma solução é contratar funcionários temporários. Essa é uma tradição do final de ano que, além de ajudar a loja a aguentar o ritmo e volume de clientes, ainda dá oportunidades para trabalhadores que estão em busca de um emprego. Quem sabe você não descobre um novo talento para seu time? 2 - Treine sua equipe Realizar treinamentos regulares com seu time de vendas é necessário para mantê-lo atualizado com as técnicas de persuasão mais modernas. Na época de Natal você pode oferecer, como fez a CDL Uberlândia, um treinamento que seja voltado especificamente para o Natal. Grandes varejistas com filiais em diversos locais podem promover por conta própria esse tipo de evento, que pode ser presencial, online ou híbrido. Já shoppings e entidades de classe podem organizar eventos que envolvam diversas lojas. 3 - Decore sua loja Pode parecer óbvio, mas sempre vale lembrar que sua loja deve ser decorada de acordo com as datas comemorativas que rendem mais vendas. E o Natal é uma das mais importantes, portanto, invista em ornamentos para que os clientes entrem no clima quando estiver em seu comércio. Conheça o podcast inspiracional e motivacional de Diego Maia, o BóraVoar: 4 - Garanta seu estoque O volume de compras do Natal é alto e poucas coisas são mais frustrantes para um cliente do que chegar numa loja e não encontrar o presente que buscava. Mas além disso, ter um estoque bom nessa época é fundamental para não perder vendas para os concorrentes. Então se prepare, faça uma avaliação dos produtos que mais têm saída, pesquise as tendências do seu segmento para o ano e garanta com os fornecedores que terá um bom estoque. Fique de olho especialmente para a última semana antes do Natal, pois muitos deixam as compras para a última hora. 5 - Se prepare para imprevistos Imprevistos acontecem e às vezes exigem criatividade. Mas quem planeja já pode estar preparado para quando eles acontecerem. Por isso é muito importante desenvolver um plano de ação para os diferentes cenários que podem acontecer. Ocorreu um problema com o sistema? Tenha a mão o contato da equipe de T.I. para resolver rápido. A logística falhou? Saiba onde buscar uma solução de emergência. Se gostou dessas dicas, pode conferir o post especial Vendas de Natal: confira 10 dicas para preparar seu varejo. Veja a galeria de imagens do evento: Confira alguns depoimentos de participantes da palestra: "Parabéns, mestre, pela palestra na CDL de Uberlândia. Participei presencialmente, muito obrigada pelos ensinamentos. Que Deus te proteja sempre! Tenho uma loja de roupas femininas aqui na cidade, a Marciapontocom, com certeza vou usar aqui tudo o que você nos ensinou. Um grande abraço." - Márcia Oliveira "Participei presencialmente de sua palestra na CDL Uberlândia. Achei muito legal sua abordagem de relacionamento com o cliente. Valeu muito. Grato por sua dedicação." Kimassa Alimentos "Top! Palestra super, de alto impacto. Informações claras e objetivas. Amei! Obrigada." - Stael Marcy “Parabéns CDL Uberlândia, parabéns lojistas, parabéns Diego Maia, parabéns clientes que valorizam as empresas participantes da campanha Natal de Prêmios CDL 2021. Já é um sucesso!!!” - Ismael Carvalho Sobre Diego Maia Diego Maia é o palestrante motivacional de vendas mais contratado do Brasil e considerado um dos 10 melhores do país por diversos rankings. Fundador e CEO do CDPV e da Academia de Vendas, plataforma online onde oferece treinamento contínuo com novas aulas semanais, Diego tem quase 20 anos de experiência no mercado da educação, com mais de 1600 palestras e treinamentos desde 2003. Seus treinamentos de vendas já foram realizados em 18 estados brasileiros, além de países como Estados Unidos, Argentina e Portugal. Possui seis livros publicados, entre eles “Os 10 Mandamentos do Profissional de Vendas”, “7 Princípios da Venda”, “Como ser um Gestor de Sucesso”, “Histórias dos Verdadeiros Campeões de Venda”, “Histórias de Corretor” e “Como Formar e Treinar Equipes de Vendas”. O sétimo livro está a caminho. Seu conteúdo é rico e customizável, e pode ser adaptado para empresas de todos os ramos e portes, o que torna cada uma de suas palestras de vendas única. Os temas e a abordagem são definidos em reuniões de briefing com o contratante antes do evento, para analisar as necessidades de cada companhia. Para contratar uma palestra de vendas do Diego Maia, acesse aqui. Para acessar os textos motivacionais do Diego Maia, visite o projeto editorial Pílulas de Otimismo. Confira esses outros conteúdos: Retrospectiva 2021: podcast BóraVoar, de Diego Maia, contou com entrevistas de 96 líderes As 25 melhores músicas para convenção de vendas
- App de compras do governo federal facilita participação em licitações
Aplicativo de compras do governo foi baixado mais de 20 mil vezes O aplicativo Compras.gov.br já foi baixado por 20.450 fornecedores desde que foi lançado pelo governo federal, em outubro (2021). A ferramenta permite o credenciamento de empresas no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores (Sicaf) e o acompanhamento das oportunidades disponíveis para fornecimento de produtos e serviços ao governo. Desde a data de divulgação, mais de 1.650 empresários já fizeram sua habilitação pelo aplicativo. O credenciamento no Sicaf é uma fase obrigatória para a participação nas licitações realizadas no sistema Compras.gov.br. Os novos usuários podem inserir as suas linhas de fornecimento e as regiões de interesse. Assim, o aplicativo faz a notificação de todas as oportunidades de venda para a administração pública, permitindo, inclusive, que o fornecedor salve essas ações e promova integração com soluções de calendário. Com o aplicativo, houve a simplificação do cadastro de fornecedores pois o app Compras.gov.br identifica automaticamente o que você precisa fazer a partir do CPF ou do CNPJ de sua empresa. Após esse primeiro passo, a solução encaminha um e-mail orientando sobre a finalização do processo no Sicaf. O credenciamento é aberto a empresas ou a pessoas físicas que atuam como profissionais autônomos ou liberais. O aplicativo Compras.gov.br está disponível para download tanto para sistemas Android quanto para iOS. Conheça as principais funcionalidades do aplicativo: - Filtros: Personalize a visualização e o recebimento de oportunidades de processos de contratações e também de mensagens. Utilize os filtros para selecionar oportunidades pela linha de fornecimento, regiões/estados e porte de empresa. - Oportunidades: Visualize os processos de contratações que estão com prazo para recebimento de propostas vigentes. - Mensagens: Receba pelo aplicativo as comunicações oficiais relacionadas aos processos de contratações que você escolheu como favoritos ou enviou proposta, e também, mensagens de avisos, esclarecimentos e impugnações. - Participações: Permite ao fornecedor (que enviou propostas) visualizar e acompanhar as contratações eletrônicas desde 2017. - Favoritos: Ao selecionar como favorito um processo ou itens de uma contratação, eles passarão a integrar sua relação de compromissos. Assim, você conseguirá acompanhar e observar eventos específicos relacionados aos processos ou itens selecionados. - Detalhamento das licitações e cotações/dispensas eletrônicas: Com apenas um clique, visualize os detalhes de cada processo de contratação conforme sua linha de fornecimento. - Download de edital: Tenha acesso rápido e fácil aos editais. * Fonte: Agência Brasil Esses conteúdos podem ser interessantes: 10 temas para sua convenção de vendas Retrospectiva BóraVoar 2021: Diego Maia entrevistou 96 líderes empresariais. Veja as melhores As melhores músicas para convenção de vendas
- Os prós e contras do home office
Pesquisa do IEL mostra as transformações provocadas pela pandemia nos contratos de estágio O home office alcançou cerca de 11% dos trabalhadores brasileiros durante a pandemia em 2020, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), mas esse número poderia ser muito maior. O percentual de pessoas em potencial de teletrabalho é de cerca de 22,7% da população ativa, o que corresponde a 20,8 milhões de indivíduos, segundo outro estudo divulgado pelo Ipea no mês de outubro. “A pandemia nos ajudou a enxergar o trabalho remoto de outra maneira. Muitos funcionários passaram a render mais com o home office do que com o [trabalho] presencial, sem falar na redução do estresse por não precisar pegar trânsito todos os dias e pelos custos com transporte”, relata Flávia Mello, assistente de RH da ATI Automação e Tecnologia da Informação. A empresa mineira tem sede em Belo Horizonte e conta, atualmente, com 30 colaboradores. Entre eles, dois profissionais realizam trabalho remoto, um no Rio de Janeiro e outro no Ceará, este contratado após o início da pandemia. A experiência tem sido tão positiva que, ao receber o currículo para uma vaga de estágio de uma pessoa que não mora na capital mineira, a empresa seguiu com a seleção. Uma estudante que mora na Paraíba foi contratada em novembro, tornando-se a primeira estagiária em trabalho remoto da organização. Jennifer da Silva, 24 anos, é de São Paulo, mas mora em Cajazeiras, cidade que fica a 475 km da capital João Pessoa. Estudante do curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas do Instituto Federal da Paraíba, ela conta que o home office não é uma realidade distante, já que é bastante comum em sua área. “Se não tiver uma boa equipe e uma boa comunicação, isso pode ser bem desafiador. Às vezes sinto falta da comunicação direta, pois, querendo ou não, se torna um trabalho solitário, mas as vantagens são muito atrativas”, diz a jovem. Apesar de gostar da ideia do formato híbrido, Jennifer afirma que prefere o trabalho totalmente remoto. A possibilidade de contratar pessoas de outras cidades ou estados para o formato remoto beneficia tanto empresas quanto estagiários e profissionais. “Estamos vendo que é algo que dá certo, e fica muito mais fácil encontrarmos o perfil que melhor se encaixa para cada vaga”, destaca Flávia Mello, da ATI. Esses conteúdos podem ser interessantes: 10 temas para sua convenção de vendas Retrospectiva BóraVoar 2021: Diego Maia entrevistou 96 líderes empresariais. Veja as melhores As melhores músicas para convenção de vendas Transformações positivas Uma pesquisa feita pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL), entidade que faz parte do Sistema Indústria, com profissionais envolvidos no processo de contratação das empresas e gestores das atividades de estágio das universidades revela que a pandemia acelerou a digitalização de processos e a utilização de ferramentas para o trabalho remoto. Além disso, as empresas e as universidades apontaram mais pontos positivos do que negativos nessa nova maneira de trabalhar. Contratar o estagiário – desde o processo de entrevista até a assinatura do contrato de forma virtual – ficou muito mais ágil e transparente. O fim das fronteiras geográficas, como é o caso da Jennifer, que mora na Paraíba e trabalha para uma empresa de Minas Gerais, foi apontado como outro fator positivo no levantamento do IEL. Ainda segundo a pesquisa, o trabalho remoto faz com que os estudantes se organizem melhor entre aulas e trabalho. As empresas, por sua vez, começaram a identificar a necessidade de treinar os estagiários sobre como usar seu tempo no home office e adquirir habilidades comportamentais a distância, alguns dos maiores desafios desse formato. "A adoção desses modelos depende da formação e da atividade, mas hoje todos estão mais abertos a repensar o formato de trabalho, principalmente em áreas como a de Tecnologia da Informação", destaca o superintendente nacional do IEL, Eduardo Vaz. Segundo ele, a instituição tem atuado justamente para atender às transformações da sociedade, auxiliando empresas, universidades e estagiários a se adaptarem às novas demandas provocadas pela pandemia. “Todos nós vínhamos trabalhando sob modelos que foram criados há décadas. Com a pandemia, fomos forçados a nos modernizar, e o que ficou claro é que há muitas possibilidades a serem exploradas”, afirma Vaz. Uma das novidades do IEL em 2021 foi o lançamento da websérie Foco na Carreira. Organizada em temporadas e episódios, similar ao que é feito por plataformas de streaming, seu objetivo é promover o desenvolvimento de estagiários de forma mais lúdica, com uma formação totalmente digital. A websérie, inclusive, acaba de ser premiada: ganhou o título de Melhor Programa de Desenvolvimento para Estágio do país, em premiação organizada pela LEO Learning, multinacional especializada em aprendizagem online. Lei do Estágio Para que a nova realidade do estágio passe a ser uma possibilidade permanente, é necessário alterar a Lei nº 11.788/2008, conhecida como Lei do Estágio. Uma nota publicada pelo Ministério Público do Trabalho em março de 2020 autorizou o trabalho remoto para estagiários de maneira temporária, devido à pandemia. No entanto, o IEL pretende propor mudanças na lei para que ela passe a prever o estágio híbrido, em função das experiências positivas deste último ano. “A digitalização e os novos modelos adotados fizeram com que o match das empresas com os estagiários também fosse beneficiado, pois ficou mais ágil e assertivo. É nesse caminho que queremos seguir”, pontua Eduardo Vaz. *Fonte: Agência de Notícias da Indústria
- Treinamentos presenciais da Academia de Vendas são retomados por Diego Maia
Rio Othon Palace, em Copacabana, foi palco do treinamento BóraVoar na volta dos eventos presenciais do palestrante de vendas Sábado, dia 23 de outubro de 2021, marcou a retomada dos treinamentos de vendas presenciais no Rio de Janeiro. O treinamento presencial BóraVoar, criado e apresentado pelo palestrante motivacional de vendas Diego Maia voltou a ocorrer na cidade. Como parte do conteúdo presencial da Academia de Vendas, os participantes do treinamento de vendas BóraVoar foram recebidos com um belo dia de sol e o visual incrível da internacionalmente conhecida praia de Copacabana para uma manhã de muito conhecimento, troca de experiências e vivências, networking e, por que não, diversão. Com presença maciça, além dos cariocas o evento contou com participação de pessoas do interior fluminense, como Campos dos Goytacazes, Petrópolis, Nova Friburgo e Volta Redonda, até de municípios de outros estados, como Porto Alegre (Rio Grande do Sul), São Paulo (SP) e Belo Horizonte (Minas Gerais). Desde o começo Diego Maia deixou claro que já estava sentindo falta das palestras de vendas presenciais e ressaltou que aquele era um momento de desenvolvimento, resgate e inspiração. O evento teve muita interação durante quatro horas, deixou muitos ensinamentos e levantou questões e provocações sobre o futuro das vendas para os participantes. “É pela dúvida que o amanhã começa”, destacou Diego Maia. A transformação digital como foco Muitos tópicos foram abordados ao longo das quatro horas de evento. O destaque foram os assuntos relacionados ao futuro das vendas, como o impacto da transformação digital, expectativas para o processo de vendas, como não deixar a tecnologia tomar o lugar do vendedor e se adaptar aos novos tempos. Vale lembrar que muitos dos pontos abordados durante a palestra também são aprofundados nos treinamentos de vendas contínuos que Diego Maia oferece no CDPV - Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas, através da Academia de Vendas, que possui aulas novas toda semana. Confira os principais tópicos da palestra: 1 - Inteligência Artificial em Vendas Com um paralelo com o personagem da Marvel Tony Stark, o Homem de Ferro, que conversa com Jarvis, uma Inteligência Artificial, Diego Maia abordou o tema no mercado de vendas. “A quanto de distância a gente está de uma I.A. que resolva todos os nossos problemas?”, questionou. Diego ressaltou que de 2020 para 2021, com a pandemia, houve um salto na digitalização e que é necessário se adaptar para não ficar para trás. 2 - Legados e sequelas da pandemia Outro assunto abordado no treinamento de vendas foram os legados e sequelas que a pandemia de Covid-19 deixou. Entre os legados, Diego Maia destacou as novas formas de trabalho, com o crescimento do remoto. “Existem empresas que estão no home office e pretendem continuar”, lembrou, apontando ainda que muitas podem migrar para o sistema híbrido entre presencial e a distância. Já nas sequelas, o palestrante de vendas alertou para os problemas de saúde, com o crescimento da depressão, ansiedade e da síndrome de burnout. Diego Maia ainda salientou que muitos se tornaram “leitores de manchete”, sem se aprofundar nos assuntos, falou sobre o bovarismo, falta de foco, a tendência de deixar toda a comunicação para o WhatsApp e o “curtoprazismo”. “É tudo para ontem”, explicou. 3 - Transformação digital não é um tema de tecnologia, é um tema de cultura Um dos principais temas da palestra foi a digitalização. Diego Maia lembrou os participantes de que daqui para frente tudo é e ficará cada vez mais digital. Para o palestrante de vendas é necessário que os profissionais comerciais aceitem essa nova realidade e se adaptem. “Que sejamos os melhores no Zap também”, incentivou. Para ele, é necessário saber levar as técnicas de vendas para o ambiente virtual, utilizá-las de forma adaptada no WhatsApp e outros aplicativos. 4 - Como ser melhor digitalmente? Diego Maia salientou que essa é a principal pergunta que deve ser feita agora pelos vendedores. O palestrante destacou que a principal ruptura do momento atual foi no modo de se relacionar, e que há uma divisão entre os nativos digitais, aqueles nascidos nos anos 1980 e 1990, que já são acostumados ao ambiente virtual, e os imigrantes digitais, quem nasceu antes e precisa se adaptar. Muitos demonstraram “medo” dessa nova realidade, com a possibilidade da perda do cliente para as máquinas e Diego Maia ressaltou que a tecnologia tirará o emprego de quem deixar isso acontecer. No entanto, o palestrante deu a dica de como evitar isso, que é trazendo a humanidade para o trabalho. “Se tu não for humano, se não colocar o teu grau de humanidade, ela (a tecnologia) vai te pegar”. E deu exemplos de ações simples que nenhuma I.A. pode fazer. O palestrante apontou que mesmo que o vendedor faça todo o trabalho com o cliente através de meios digitais, pode lembrar de mandar um áudio de felicitação por um aniversário, um pequeno presente, e ações como essas. “A Alexa não vai fazer isso”, apontou. “Os clientes tops precisam ter uma relação humana com você”. Veja a galeria de fotos do evento 5 - Uma nova cultura de vendas Outro ponto da palestra foi sobre a nova cultura de vendas. Só em 2021 até o momento 13 milhões de brasileiros fizeram suas primeiras compras online. Ainda existem 140 milhões fora desse mercado, que precisam ser buscados. Diego apontou outros pontos sobre a nova cultura: PDV = Experiência: os pontos de vendas físicos passarão a ser um espaço de experiência com o produto, para apresentação dele; O cliente é o centro: não existe mais diferenciação entre online, offline ou omnichannel, o vendedor precisa saber lidar com os diferentes canais de venda e estar onde o consumidor estiver; Conectividade: o cliente tem todas as informações que precisa, inclusive mais do que os vendedores. “Tem que se tornar especialista”, ressaltou. Esses conteúdos podem ser interessantes: 10 temas para sua convenção de vendas Retrospectiva BóraVoar 2021: Diego Maia entrevistou 96 líderes empresariais. Veja as melhores As melhores músicas para convenção de vendas 6 - Foco no sucesso do cliente O cliente tem todo o poder de decisão agora e por isso o foco deve ser todo nele. O crescimento das vendas online e as facilidades que o consumidor experimenta no seu dia a dia no B2C serão cada vez mais exigidas no B2B também. Ultra-flash-delivery: será necessário oferecer uma entrega dos produtos e serviços de forma ágil e rápida, no formato que o cliente desejar; Sem barreiras: agora o cliente pode comprar de onde ele quiser e onde estiver. A concorrência aumenta; Sem tarifa: o cliente quer tudo de forma mais simples e mais barata, com a sensação de ter uma vantagem. 7 - A venda presencial se contaminou de digital Durante a palestra de vendas Diego Maia trouxe alguns dados, como os revelados por uma pesquisa recente da Gartner (Future Of Sales 2025), de que nos próximos quatro anos 80% das interações entre fornecedores e clientes B2B serão por canais digitais. “E isso é em caráter definitivo, não volta”, afirmou. Por isso ele salientou que “estar aberto a mudanças não é uma necessidade, é uma emergência”. Com menos olho no olho e mais olho na tela, evitar o risco de extinção é uma tarefa que exigirá mudança de atitude. Diego Maia ressaltou a importância de mostrar para o cliente que se está interessado em desenvolver um relacionamento, não apenas no dinheiro. E os sobreviventes serão “aqueles que estiverem abertos a mudanças”. 8 - Como sobreviver no digital Diego Maia decretou o fim do “sambarilove” e apontou que agora é necessário menos jeitinho e mais resultado. O foco é no resultado do cliente, sem mais achismos, com alta capacidade de análise de dados e inteligência de negócios. O palestrante de vendas insistiu que não se pode mais ter opiniões baseadas em sentimento, com argumentos tipo “meu Santo não bateu”. É preciso trabalhar com dados e é impreterível saber que nas empresas só existem dois cargos, vendedor e ajudante de vendedor. Por isso é importante desenvolver a competência de vendas em todos, fazer ajustes sempre que necessário, reduzir ao máximo a burocracia, mas sem deixar a proteção de lado e apostar em aprendizado full time. 9 - Papel do líder no dia a dia de vendas Outro tópico levantado por Diego Maia durante o treinamento de vendas BóraVoar foi o papel dos líderes nas empresas. Ele ressaltou que a liderança precisa focar em motivação, direção e engajamento aos seus colaboradores. O palestrante ressalta que motivação é algo que está dentro de cada um, portanto, os dois grandes segredos para liderar vão despertar isso nos colaboradores: dar atenção e ser generoso. “O papel do líder é dar a direção necessária”, explicou. 10 - Venda é gente e comportamento Diego Maia destacou durante todo o evento que vendas é gente e comportamento. Ou seja, mesmo com o avanço tecnológico e o cliente cada vez mais optando por canais digitais para fazer suas compras, o humano é ainda mais necessário. “As habilidades do futuro não são técnicas, são comportamentais”, ressaltou. O palestrante de vendas Diego Maia destacou os três níveis de comportamento: Nível 1: nesse ele aponta que não é mais propósito, é tesão no relacionamento corporativo; a importância de uma atmosfera positiva, ressaltando que empresas devem comemorar os bons resultados; auto recompensas; auto estima na veia; e alta performance, com foco no número; Nível 2: segundo Diego, não se precisa mais sair da caixa, mas sim expandi-la, e indicou amplificar o consumo de cultura; apostar no lifelong learning, ou seja, aprendizado contínuo; empatia, ou a sensibilidade para entrar no sapato do cliente; parar de arranjar desculpas como “no fundo ele é uma boa pessoa”, pois ninguém se relaciona com “o fundo”; e esperança mode on: “Acredito que a esperança nas empresas é fundamental”, afirmou; Nível 3 - Visão de Águia: desligue o piloto automático; o pior vício do mundo é o conforto, pois nos deixa pensando que está tudo bem; transforme o ordinário em extraordinário, ou seja, fazer sempre o melhor; e sempre lembrar que o foco de toda empresa é vender! Palestrante e público integrados Um dos destaques do treinamento de vendas BóraVoar foi a interação entre palestrante e participantes. Desde o início Diego Maia incentivou a participação do público, tanto em trocas com ele quanto entre os espectadores. E as dezenas de participantes responderam com muita animação. Um desses momentos foi quando Diego Maia propôs uma atividade para os espectadores, o “#Desafio3Zaps”, para incentivar o networking. Mas, diferente do que era comum “no passado”, o palestrante de vendas sugeriu que não se trocassem cartões de visita, mas sim três números de WhatsApp. “Eventos dessa natureza servem para resgatar hábitos como se conectar com as pessoas”, ressaltou Diego Maia. Público animado Além de muito aprendizado e reflexões sobre o futuro das vendas e dos vendedores, o sábado também foi animado. Um ótimo exemplo foi quando Diego pediu que os participantes comentassem como suas equipes celebravam o fechamento de um negócio. Surgiram vários exemplos, mas o destaque foi a participação da produtora cultural Fernanda Nicolis, do Rio de Janeiro. Ela contou que "sempre que sua empresa fecha um contrato para uma peça ou um show, a equipe celebra dançando a Macarena". E não ficou só na fala. Diego convidou Fernanda para o palco, que deu uma palhinha do ritmo que fez sucesso nos anos 1990. Fernanda, além de entrar na brincadeira, após o evento falou sobre como a palestra foi importante para ela. “Achei interessante o reconhecimento do Diego de que vendas está em qualquer atividade. As estratégias são importantes em qualquer atividade”, ressaltou Fernanda, que ainda salientou a dinâmica da palestra. “Você não vê o tempo passar, é muito envolvente”. Confira alguns depoimentos de participantes do BóraVoar Rio de Janeiro: Beatriz da Silva Moura: "Foi muito gratificante ter participado do evento, um aprendizado ímpar, conhecimento não ocupada espaço, ainda mais ainda mais aprendendo com essa pessoa maravilhosa que é Diego Maia". Dayse Ribeiro: “Me fez repensar. Me fez pensar em coisas que eu não tenho e que preciso implementar.” Pierre Rodrigues: “É sempre muito prazeroso ouvir o Diego. Acho que ele fala muito o que a gente precisa ouvir.” Stephany Gonçalves Miralha: “Muito bom o curso, consegui ter mais visão sobre a era digital. Vanessa Barros da Roza: “Curso sensacional, energia positiva e que agrega muita na carreira profissional de todos independente da área atuante." Gilvan dos Santos Costa: “O BóraVoar do Rio foi demais. Muita energia positiva concentrada nas pessoas que participaram. Que show de apresentação do Diego Maia. Que especial atenção de toda a equipe de acolhimento (recepção). Sensacional tudo. Vamos em frente...para o próximo nível..” Deseja contratar uma palestra ou treinamento de vendas com Diego Maia de forma personalizada para sua equipe? Fale conosco no site oficial do palestrante. Conheça a Academia de Vendas por aqui.












