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  • O caso MC PICANHA: o que podemos aprender com o erro do Mc Donald's?

    Aprenda os ensinamentos do Mc Donalds para empreendedores, gestores e profissionais de vendas. Você certamente deve ter visto e acompanhado na semana passada, o caso da linha de sanduíches Mc Picanha, recentemente lançada pelo McDonalds. Eu gravei uma edição especial do BóraVoar Direto Ao Ponto tratando justamente deste tema e neste artigo eu vou te mostrar o que podemos aprender com este caso. O fast-food teve que tirar do seu cardápio aqui no Brasil os chamados novos Mac Picanha, que são sanduíches que, apesar de serem feitos com carne 100% bovina, de acordo com a empresa, utilizavam aromas de picanha e não a picanha em si, apenas um molho com este sabor integrava os ingredientes do lanche. O acontecimento gerou grande polêmica, prejudicando a imagem do McDonald's em vários aspectos. Após o caso ter ganho grandes proporções nas redes sociais, o Conar, que é o Conselho de Autorregulamentação Publicitária, abriu uma ação ética contra o McDonald's para verificar a "veracidade da mensagem publicitária". Órgãos de defesa do consumidor e o Ministério da Justiça procuraram a empresa pedindo esclarecimentos. Até mesmo o Senado Federal pediu também informações a respeito dessa situação. Essa história está manchando a imagem do McDonald's e esse caso é muito interessante para a gente pegar a visão. Mas como é que tudo começou? Muito simples: um internauta (que já tinha anos atrás, identificado que um produto Nestlé não era feito com chocolate alpino, era feito com chocolate comum; podemos observar que se trata de um internauta exigente, que vai atrás, procura informação detalhada, busca saber o que é feito, como é feito, como é entregue?...) simplesmente descobriu ou sentiu que o hambúrguer Mac Picanha não era feito de picanha. E divulgou sua revolta na internet, através das redes Instagram e Facebook. Esse assunto começou pequenininho, como tudo que nasce a partir da internet, e rapidamente se transformou em um “monstro”. Diante da proporção da polêmica, o McDonald teve que intervir. Tirou o produto recém lançado de circulação e veiculou um vídeo com uma linguagem jovial, pedindo desculpas e admitindo o erro na escolha do nome da nova linha de sanduíches. A mensagem diz que, futuramente, o lanche voltará para o cardápio com os mesmos ingredientes, porém, com um nome diferente. Veja na íntegra o vídeo do McDonald’s se retratando da “mentira” do Mac Picaha” Texto do comercial de retratação do Mac Picanha "Agora é hora dos novos Mac… OPA, opa, opa! Foi mal, galera! A gente vacilou na escolha do nome do nosso novo sanduíche. Por isso, a gente resolveu tirá-lo do cardápio. O sanduíche com a maior cara do Mac e o delicioso molho sabor picanha, merece um novo nome. Então vamos fazer assim, depois a gente volta, com outro nome e com o mesmo sabor que a galera amou". Recentemente, descobriram uma história similar com um Burguer King. Parece até mais um capítulo da famigerada guerra entre McDonald's e Burger King. No caso do Burger King, o burburinho foi com o sanduíche de costela. Mas vamos nos concentrar na situação do McDonald's. Você pode se interessar também: 10 temas para sua convenção de vendas Os 10 palestrantes de vendas mais famosos no Brasil e no Mundo Conheça Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil O McDonald's é uma marca que as pessoas confiam, defendem. E olha que já tiveram movimentos fortes no que diz respeito à qualidade de alimentação e produtos ofertados pela empresa. A forma como os produtos do cardápios podem prejudicar a saúde das pessoas. Mesmo assim, o McDonald 's é uma marca amada em quase todos os países do mundo. Que lições nós podemos aprender com esse caso? Pelo menos umas três lições a gente pode tirar dessa história do Mac Picanha. A primeira: não importa seu tamanho, temos que ser 100% honesto com o cliente. Se o produto é feito com uma determinada composição, se o serviço é feito de uma determinada forma, isso tem que ser informado para o cliente. A informação tem que ser clara, ostensiva e deve aparecer de forma transparente. Não pode ser enganosa porque o cliente está de olho e somado a internet que é um meio de busca e descoberta, pode causar danos talvez até irreparáveis. Seja você uma pequena empresa de bairro ou uma multinacional como o McDonald's, essa é a primeira lição: seja verdadeiro. Segunda lição do caso Mac Picanha: não desmereça as reclamações dos seus clientes, por menores que sejam essas reclamações. A insatisfação pode começar pequenininha, na sua página no Facebook, Instagram ou uma reclamaçãozinha lá no Reclame Aqui. Trate esse manifesto enquanto ainda é tempo. Não desmereça a reclamação do cliente, por mais louco, lunático ou exigente que ele seja. Por fim, mas não menos importante, vai a terceira lição dessa história: Errou? Viu que errou com o cliente? Não foge da responsabilidade. Pede desculpas e corrija o erro rapidamente. O game que nós estamos vivendo, também é da empresa que reconhece rápido. É do profissional que reconhece que errou e ligeiramente resolve. Não fique jogando para outra pessoa o problema que você mesmo causou. Esses são os três ensinamentos iniciais que a gente pode ter com o caso do McDonald's. E você? O que consegue aprender com este caso? Compartilha comigo nos comentários ou me envie um direct no Instagram. Quem é Diego Maia? Diego Maia é fundador da Academia de Vendas. Palestrante internacional prestigiado, e um dos especialistas mais contratados do Brasil para convenções de vendas. É criador do podcast BóraVoar, produzido desde 2009. O conteúdo do podcast pode ser acessado através dos principais players de podcasts, como Spotify, Google Podcasts e Apple Podcasts. Conheça também o Portal CDPV e o site Pílulas de Otimismo, o novo projeto editorial do Diego Maia. Aproveite e escute um episódio do Podcast Bora Voar com Diego Maia:

  • Brasil não pode mais ficar para trás na corrida pela digitalização de processos

    A burocracia na formalização de empresas ainda é um problema que assola o Brasil.- Por Miklos Grof A burocracia na formalização de empresas ainda é um problema que assola o Brasil. Enquanto em países como a Estônia a digitalização já integra, há 20 anos, todas as etapas para formalizar um negócio 100% online e em minutos, diversas empresas brasileiras sofrem para manter suas estruturas regularizadas, o que também afeta a rotina de escritórios de advocacia e contabilidade. Com a falta de integração de dados e documentos entre vários órgãos públicos, como as Juntas Comerciais, as Prefeituras e a Sefaz, os profissionais do ramo jurídico e contábil passam por dificuldades diárias. Sem a automatização de processos, esse setor enfrenta uma alta pressão para atender um mercado cada vez mais exigente com a aplicação da tecnologia em seus serviços. Definitivamente, a automatização de atividades invadiu o setor: vemos startups com alto investimento em tecnologia concorrendo neste mercado, o que aumenta o risco de escritórios pouco digitalizados perderem o seu negócio. No entanto, é importante destacar que há diversas ferramentas para automação e digitalização que não representam uma ameaça ao segmento, mas são aliadas de advogados e contadores. Nos últimos anos, muitos escritórios cresceram rapidamente no mercado ao utilizarem a tecnologia como base de seu serviço e diferencial. O motivo disso é a possibilidade de suprir as novas demandas do público, que antes não existiam. Uma delas é a agilidade. Em média, o tempo gasto para a conclusão de um processo paralegal vinculado à formalização de uma empresa pode chegar a 90 dias, seja pela falta da assinatura digital para agilizar contratos, o preenchimento incorreto dos formulários, a demora no envio de documentos solicitados pelos órgãos públicos ou a falta de acompanhamento dos processos. O empresário não quer mais correr o risco de prejudicar a regularidade de sua empresa por conta desses empecilhos burocráticos; ele quer mais rapidez, acessibilidade e transparência. E os escritórios são altamente afetados por essa expectativa. Se o CNPJ está irregular, fica inativo, e o empreendedor não consegue emitir nota fiscal - ou seja, não pode vender e receber dinheiro. Consequentemente, não consegue pagar seus funcionários e fornecedores, inclusive advogados e contadores. O mercado exige cada vez mais profissionais com perfil de consultoria empresarial. As empresas esperam dos escritórios de advocacia e contabilidade que atuem muito além de declarar suas receitas e emitir um DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais), que é gerado online e reportado por e-mail. A automatização do dia a dia nos escritórios é um pré-requisito para terem mais escala para atender mais clientes de uma forma personalizada, em uma função menos operacional-administrativa e mais focada no desenvolvimento do negócio de seus clientes. A tecnologia é a aliada do setor paralegal A tecnologia melhora a comunicação individualizada entre os escritórios e o cliente. Ela permite a otimização do trajeto do protocolo de documentos até a emissão das licenças necessárias para que a empresa esteja dentro dos requisitos exigidos por lei para executar o serviço proposto. Infelizmente, procedimentos como esse ainda não migraram completamente para o meio online no Brasil, o que reduziria significativamente o tempo de abertura, alteração ou baixa de uma empresa. Além disso, o profissional ficaria menos sobrecarregado com processos e mais livre para ajudar o empreendedor a fazer as escolhas mais corretas e estratégicas. O próximo passo para o empreendedorismo avançar no Brasil é o investimento em bots e APIs nos sistemas dos diversos órgãos públicos que facilitem a integração das etapas e dos processos paralegais para que mais empresas sejam criadas e protegidas de forma ágil. Ainda assim, as legaltechs estão suprindo algumas lacunas no setor público e promovendo o aumento do número de CNPJs legalizados no país, com mais eficiência e praticidade. Algumas auxiliam escritórios de advocacia e contabilidade com softwares e ferramentas para fazer a gestão do time e do fluxo de atendimento dos clientes. Já outras ajudam com integrações e APIs para realizar pesquisas e monitoramento de processos nos diferentes sistemas de órgãos públicos e em tempo real. Todas essas tecnologias garantem eficiência e reduzem drasticamente os custos fixos, eliminando os erros humanos e recursos gastos com preenchimento manual e acompanhamento de protocolos ao longo de vários meses. Hoje, vejo três desafios para os escritórios jurídicos e contábeis se adequarem à tendência de mercado: digitalizar, diferenciar e personalizar. Os clientes estão demandando cada vez mais rapidez, acessibilidade e transparência, além de um atendimento amplo e personalizado, em todo o território nacional e com serviços diferenciados. E, quem não fizer isso, tem grandes chances de ser esquecido. As legaltechs estão abrindo espaço para que o empresário demande e os escritórios jurídicos e contábeis gerenciem com agilidade diversos processos da formalização de suas empresas. A tecnologia aplicada ao setor paralegal é o único caminho possível para que PMEs, advogados e contadores foquem na estratégia de seus negócios e não se preocupem com percalços que já deveriam ter sido superados no Brasil há algum tempo. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantenedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas

  • Por que os líderes empresariais precisam de bom humor no ambiente corporativo?

    A leveza não tira a seriedade de nenhum profissional, mas mulheres são diariamente julgadas e têm sua competência questionada, porque ousam sorrir no ambiente corporativo. Essa noção de seriedade é que precisa ser revista.- Por Lu Magalhães. Em uma entrevista para a consultoria McKinsey & Company, Jennifer Aaker e Naomi Bagdonas – autoras do livro Humor, Serious: Why Humor is a Secret Weapon in Business and Life (em livre tradução, Humor, sério: por que o humor é uma arma secreta nos negócios e na vida) – compartilharam alguns dos aprendizados de anos de pesquisa e condução de workshops em salas de aula sobre a teoria do humor e como ele impacta a trajetória de líderes empresariais. Como professoras da Universidade Stanford, elas conduziram um mapeamento sólido e árduo, cuja uma das conclusões é sobre a força do humor na criação de laços, para acalmar a tensão, aumentar o potencial de inovação nas equipes e reforçar a resiliência em tempos difíceis como o que estamos vivendo atualmente. Segundo as especialistas, após ouvirem 1,4 milhão de pessoas em 166 países, uma das principais conclusões que nosso humor cai de um penhasco quanto chegamos ao trabalho. Ou seja, a maioria de nós, no ambiente corporativo, para de sorrir. É como se fosse proibido ter alegria no ambiente corporativo; como se o sorriso fosse sinônimo de que não estamos levando o trabalho suficientemente a sério. À medida que se sobe na hierarquia, o problema aumenta. E, se a profissional for uma mulher... nem preciso terminar a frase, correto? Como executiva sorridente, inúmeras vezes tive que responder à pergunta: como você consegue ser tão leve e bem-humorada. Uma das vezes, inclusive, o questionamento veio de uma colega norte-americana que, veladamente, trazia a crítica de que o meu comportamento poderia passar a imagem de que eu poderia não ser tão competente. Ou que, como consultora, eu não estaria apta a auxiliar os meus clientes nas dores/problemas que enfrentavam. A “lógica” era que o meu bom humor prejudicava a imagem a ser construída de uma profissional altamente eficiente! Voltando às professoras, elas salientam que o humor no trabalho não é sobre ser engraçado – mas, sobre ser humano e conectado aos colegas. Cada um de nós tem um estilo de humor que pode ser flexibilizado para caber em cada uma das situações, inclusive, no ambiente corporativo. E o bom humor pode ser produtivo. Segundo Jennifer Aaker, os líderes com senso de humor são 27% mais motivadores e inspiradores; os funcionários deles são 15% mais engajados; as equipes, duas vezes mais criativas. Em suma, muitas das “certezas” do ambiente corporativo devem ser revistas à luz do ceticismo e da falta de preconceito. E, pesquisas como essas comprovam que é possível transformar o bom humor em um instrumento de leveza e de competência. Lu Magalhães é presidente da Primavera Editorial, sócia do PublishNews e do #coisadelivreiro. Graduada em Matemática pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), possui mestrado em Administração (MBA) pela Universidade de São Paulo (USP) e especialização em Desenvolvimento Organizacional pela Wharton School (Universidade da Pennsylvania, Estados Unidos). A executiva atua no mercado editorial nacional e internacional há mais de 20 anos. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantenedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas

  • Diversidade no mercado de trabalho: você convive com ela?

    Digitalização muda a forma de pensar sobre a posição da mulher e a diversidade no ambiente corporativo: opiniões sobre igualdade divergem. Com o avanço da digitalização e da transformação tecnológica, o mercado de trabalho passou por transformações. Cargos de liderança, anteriormente ocupados, de forma prioritária, por homens, passaram também a serem ocupados não apenas por mulheres, mas também, por pessoas de diferentes gêneros. Para alguns, discutir a posição feminina passou a ser uma questão obsoleta, levando em consideração a diversidade. Essa é a opinião, por exemplo, da diretora geral da Interprint do Brasil e conselheira da AHK Paraná, Lourdes Mazanares. “A sociedade precisa começar a pensar em pessoas, em qualificações, não em gêneros. Pensar diferente, em mudanças positivas, com sensibilidade, estética, organização, com foco em resultado, empatia e diversidade, mistura de colaboradores. Com a inovação tecnológica, já não é necessário o trabalho braçal, logo, já não precisa a força do homem nessa posição. Na indústria, já temos mulheres em cargos de liderança. As negociações mudaram com a digitalização, há espaço para todos, não há motivo para falarmos apenas das mulheres”, afirma. Investir em diversidade no ambiente de trabalho é uma das maiores tendências do mercado atual, mas o assunto é complexo. A CEO da Roadimex Ambiental, co-Founder do Instituto SER e conselheira da AHK Paraná, Cris Baluta, afirma que o problema vai além do mundo corporativo. São problemas estruturais, que dificultam a busca por igualdade em todos os espaços. “Quanto mais debatermos as desigualdades sociais, violência sexual, feminicídio, baixa representatividade na política, combate ao machismo, igualdade, estaremos caminhando para avançar em conquistas mais positivas para nós mulheres. Já em 2018, junto ao Fórum Econômico Mundial, mostrava-se que seriam necessários mais de dois séculos para haver igualdade de gênero no mercado de trabalho. Em outros segmentos, como educação, saúde e política, as desigualdades entre homens e mulheres precisariam de 108 anos para chegarem ao fim. Para que alinhemos nossos desafios e nossas conquistas de forma geral, precisamos continuar a refletir de modo crítico sobre o lugar da mulher na humanidade. Somente assim vamos vencer nossos desafios e aumentar nossas conquistas”, explica. A competência, determinação, empoderamento e habilidade de liderar equipes com foco, mas também empatia, fazem com que a mulher se destaque no ambiente corporativo. Mas ponderar se elas estão efetivamente avançando ou se isso não passa de um discurso empresarial é a reflexão da advogada do escritório Santiago, Bega e Petry, Roberta Abagge Santiago Sarmento. Ela promove palestras, encontros e webinares para discutir o assunto com a complexidade que merece. “Acredito que a sociedade está em evolução, caminhando para a diversidade, mas está longe ainda de se tornar uma ordem natural das coisas. Acho que, em um primeiro momento, é necessário investir em qualificação com estudo e treinamentos, segurança de identidade proporcionada pelo empregador. É preciso que ocorra um aumento de mulheres e de pessoas de diferentes gêneros exercendo cargos de gestão ou profissões de alta remuneração, maior seriedade na implementação e aplicação de programas de compliance de gênero pelas empresas, principalmente por aquelas que serão comandadas pela geração Z, nascidas entre 1995 e 2010. Tudo isso no mercado corporativo. Em casa, o primeiro passo para a evolução é a divisão igualitária de tarefas caseiras”, conclui. Sobre a AHK Paraná – Estimular a economia de mercado por meio da promoção do intercâmbio de investimentos, comércio e serviços entre a Alemanha e o Brasil, além de promover a cooperação regional e global entre os blocos econômicos. Esta é a missão da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK Paraná), entidade atualmente dirigida pelo Conselheiro de Administração e Cônsul Honorário da Alemanha em Curitiba, Andreas F. H. Hoffrichter. Fundada em 1972, a AHK Paraná integra uma rede composta por mais de 140 Câmaras binacionais alemãs em 92 países ao redor do mundo que trabalham em prol do fomento profissional de seus associados e no estímulo ao networking entre diferentes organizações. Com foco no desenvolvimento do Paraná, a AHK Paraná está entre as cinco melhores e mais completas câmaras bilaterais do Brasil e agrupa empresas de capital ou know-how alemão e companhias brasileiras instaladas no estado com interesses na Alemanha. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantenedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. 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  • Entenda como diminuir o turnover das empresas com uma cultura engajadora

    Existem diversos fatores que podem causar a saída dos funcionários da sua empresa. É possível perder talentos por conta de salários pouco competitivos, rotina estressante de trabalho, ambientes que não estimulam o crescimento profissional, lideranças pouco empáticas, entre várias outras possibilidades. - Por Gabriel Kessler Não é por acaso, porém, todos esses fatores podem ser evitados com uma cultura organizacional forte, sólida e diversa. Ela é a maior influência sobre como as coisas acontecem no ambiente corporativo, portanto pode ser uma ferramenta poderosa para trabalhar a retenção de talentos. Por isso, é fundamental falar sobre a relação próxima entre cultura corporativa engajadora e turnover. Abaixo, listo os principais pontos sobre o tema. Confira: O papel da cultura corporativa engajadora para reduzir o turnover Dinheiro já não é tudo na hora de um funcionário escolher onde prefere trabalhar. Uma pesquisa feita pela multinacional de coworkings IWG aponta que ao ser oferecida uma mesma posição em diferentes empresas, a maior parte dos entrevistados aceita a vaga na empresa que oferece uma cultura mais flexível de trabalho, e não na que oferecesse o melhor plano de carreira ou o maior contracheque. A cultura organizacional não é apenas o que fica acordado no papel sobre onde a empresa quer chegar, mas transborda também para tudo o que se concretiza no dia a dia, certo? Com isso, ela afeta diretamente o bem-estar do funcionário ao longo de 8h do seu dia. Essa combinação entre impactar profundamente o dia a dia de trabalho da empresa + a influência que tem sobre o bem-estar do trabalhador é o que torna a cultura organizacional tão decisiva, no sentido de repelir ou de reter os talentos da companhia. Por isso, empresas que atuam na prática (e não apenas no discurso) para tornar o ambiente de trabalho inclusivo, aberto à participação de todos e com a comunicação interna estimulante, por exemplo, tendem a criar vínculos mais profundos com a sua força de trabalho. É também a cultura empresarial que torna a sua empresa única. A maneira como os seus funcionários se portam, se vestem, a organização hierárquica das equipes, a comunicação transparente, os processos de trabalho, a flexibilidade oferecida aos funcionários. Tudo isso gera uma combinação de fatores que só existirá na sua empresa. E, uma vez que o funcionário gosta dessa combinação, se sente parte dela e se identifica com a forma como as coisas são feitas, é criada uma sensação de pertencimento e lealdade que dificilmente poderá ser sentida em relação a uma nova empresa da qual ele não faça parte. Tudo isso é levado em consideração na hora de decidir se deve deixar o cargo na sua organização pela proposta recebida em outro lugar. E, quando a cultura organizacional faz com que o funcionário se sinta parte da empresa, é muito mais difícil decidir partir. Ferramentas para engajar os funcionários no dia a dia A edição 2021 da Trust Barometer, realizada pela Edelman, aponta que, em comparação ao governo, às ONGs e à mídia, as empresas são consideradas a única instituição confiável, competente e ética, com um índice de 61%. Essa avaliação abre um espaço importante para o fortalecimento da Comunicação Interna e do papel do líder comunicador. Por conta disso, entendemos que os colaboradores assimilam o que é comunicado pelas empresas como verdade, na maior parte dos casos, e isso também reforça a importância de uma cultura organizacional que tenha a confiança como um de seus pilares de sustentação. Garanta que as lideranças estejam comprometidas com o desenvolvimento do funcionário. Todo funcionário quer crescer na carreira. Saber que existe alguém olhando pelo seu futuro, disposto a ajudá-lo a corrigir seus erros, a apostar nos seus pontos fortes e a chegar a algum lugar melhor é valioso para fazer com que ele queira ficar e aprender mais na sua empresa. Para isso, é preciso treinar as lideranças para que enxerguem o desenvolvimento da equipe como uma prioridade no seu dia a dia e algo valoroso para a empresa. *Gabriel Kessler é CGO do Dialog.ci, startup responsável por desenvolver uma plataforma online de comunicação interna e RH, que funciona como um hub para o colaborador e melhorar o engajamento dentro das empresas. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. 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  • O futuro da comunicação de marcas e consumidores no pós-pandemia

    Durante estes quase dois anos de pandemia, o mundo tem vivido grandes reviravoltas no que diz respeito às relações sociais e no modo como se faz negócios em um lugar onde tudo que precisava ser presencial, se mostrou não tão necessário assim. De verdade, a covid-19 mostrou às marcas e pessoas que é possível se comunicar de forma eficiente mesmo estando longe e mais do que isso, que a “digitalização” que antes muitos criticavam nas rodas de almoço, nos deixou mais próximos e humanos. - Por Gabrielle Teco, CEO da Qura. É sobre isso que se trata o futuro da comunicação das marcas e seus potenciais clientes no pós-pandemia - a nova experiência de consumo, a nova estrutura econômica, com mais carinho e cuidado. Temos agora uma oportunidade para fazer as coisas de forma diferente e construir negócios melhores, que sejam mais sustentáveis, resilientes e inclusivos. Uma pesquisa publicada pela Egon Zehnder, mostrou que o consumidor busca por fontes de segurança e conforto, se voltando àquilo que conhecem e confiam, atrelado à procedência, autenticidade e significado, ou seja, o conceito do propósito (que tem sido buscado há anos pelas corporações) nunca foi tão evidente. Outro estudo feito pela MacKinsey, 40% dos brasileiros estão fazendo mais compras online durante a pandemia, 40% pretendem continuar a fazer mais compras online e 35% pretendem diminuir idas a lojas físicas. Um comportamento já esperado pelo mercado, apesar de diversos especialistas afirmarem que o consumidor está “louco” pela volta ao mundo real. De fato, sim, mas não da forma que se prega. As pessoas querem o contato mais humanizado, mais cuidadoso e elaborado, o que não significa que ele precise ser sempre presencial. Os megaeventos, com stands enormes e palestras de uma hora, deram lugar à simplicidade da casa, da poltrona, da cadeira, onde tudo isso pode ser visto e acompanhado online, tomando um bom café que está ali ao lado. O mercado de marketing é um dos que mais tem sentido essa mudança, já que se reduziu o espaço para campanhas projetadas daqui 18 meses, afinal, o cliente quer ações concretas no agora, com mais inovação e criatividade. Isso se trata de uma construção de um relacionamento próximo com o seu consumidor por meio de conteúdos que o provoquem! Que sejam do interesse dele, mas que o faça pensar, estar bem informado, enfim, criar uma relação de “confiança e segurança”. As marcas, neste novo cenário, precisarão desenvolver ações mais precisas, uma vez que, no contexto da "economia da atenção", onde captar a atenção do público é cada vez mais desafiador, se destaca quem consegue ser cirúrgico. Não é realizar mais ou falar mais alto. É ter uma comunicação com mais foco em experiências, que estabeleça laços próximos e afetivos com seus consumidores e que, seja no mundo físico ou digital, traga memórias associativas positivas. *Gabrielle Teco é CEO da Qura, hub especializada em curadoria de conteúdos para empresas e executivos Sobre a Qura Fundada em 2019, a Qura é uma hub especializada em criar conteúdos relevantes e de qualidade para empresas, executivos, empreendedores e interessados por negócios e comunicação, com o objetivo de aproximar marcas e pessoas. Instigando-as a olharem por outras perspectivas que vão muito além do informacional, o objetivo é trazer um novo olhar para o mundo dos negócios. A empresa faz parte do Grupo Anga&Din4mo, holding que atua como uma plataforma de inovação e empreendedorismo focada em empreender negócios capazes de promover prosperidade social, ambiental e econômica coletiva. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantenedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas

  • A educação privada e sua importância para o mercado de trabalho

    Por Ivan Seidel, especialista em robótica, edtechs e tecnologia para a educação cofundador e CPO (Chief Product Officer) da Layers Education. O Brasil é o país do desemprego. E também é o país das vagas em aberto e da falta de mão de obra. Enquanto 12,9 milhões de pessoas estão hoje, infelizmente, sem trabalho (o equivalente a 12,1% da população economicamente ativa, segundo o IBGE) existem quase 300 mil vagas sem dono somente em TI, segundo a associação que representa as empresas de Tecnologia da Informação, a Brasscom. O próprio Ministério do Trabalho estima que cerca de 3 milhões de oportunidades estão vazias por falta de qualificação. Não são apenas programadores. São técnicos em metalmecânica, soldadores, engenheiros, pedreiros, práticos (pilotos de barcos rebocadores) ou mesmo manicures. Falta formação para quase tudo no Brasil. A dicotomia entre desemprego nas alturas e vagas de sobra revela um desafio estrutural na educação brasileira e expõe uma cruel realidade: a de que o ensino público, por mais que se esforce, não dá conta de suprir a demanda do mercado de trabalho. Não há dúvidas de que temos universidades públicas de excelência no Brasil. Não porque formam talentos, mas porque atraem pessoas com ótima formação. Instituições como UFABC, USP, Unicamp, UFSCar, UFRJ e tantas outras federais têm sido catalisadoras de algumas das mentes mais brilhantes do país. O problema está no ensino básico. Com raras exceções, as crianças saem da escola sem saber a boa e velha regra de três, confundem o verbo to be com alguma série do Netflix, não sabem a capital de Minas Gerais. A culpa não é dos professores, que bravamente transformam um limão em Sprite gelada. O problema está na ausência de valorização do ensino público. Educação não pode ser uma política de governo. Precisa ser uma política de estado. Se cada governo, a cada quatro ou oito anos, mudar toda a estratégia de ensino da população, o Brasil nunca deixará de ser uma república das bananas. Um país de 213 milhões de pessoas que exporta aviões (Embraer), que tem uma das maiores companhias globais de minério de ferro (Vale), que forma os melhores e mais criativos profissionais de tecnologia do mundo, que tem um dos agronegócios mais produtivos e tecnológicos do planeta, não pode achar normal estar na posição 54 do Pisa (índice internacional que mede o nível de educação nos países). No que se refere à leitura, entre todos os 79 países avaliados, apenas 9% dos jovens se mostraram capazes de diferenciar fatos de opiniões. Já no Brasil, esse número é de 2%. Ou seja, além do grande número de analfabetos, a grande maioria que sabe ler não entende o que lê. Olhando para o futuro, o Brasil precisa investir na criatividade. Um sistema de ensino falho faz com que as pessoas sejam cada vez menos criativas. Elas acabam sendo treinadas para ser mais operacionais, menos inventivas. Com um modelo de educação que não permite o erro e inibe a autonomia de criação de cada um, isso torna mais complexo a formação de profissionais criativos e dispostos a desenvolver soluções - com erros e acertos - para qualquer tipo de demanda ou problema no futuro. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantenedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas

  • 4 dicas de como fazer o networking dar certo

    A pedido de Diego Maia, Mara Leme Martins fala sobre o período de pandemia e isolamento social que mudou a forma de trabalhar dos brasileiros, além de abrir novas oportunidades e perspectivas de trabalho. O período de pandemia e isolamento social mudou a forma de trabalhar dos brasileiros, além de abrir novas oportunidades e perspectivas de trabalho. Para se ter ideia, uma pesquisa da FIA Employee Experience (FEEx), com dados colhidos no segundo semestre de 2020 a partir de questionários respondidos por 213 empresas em todo o território nacional, aponta que 90% das empresas aderiram a alguma modalidade de home office. Além disso, somente 43% das empresas ofereciam alguma opção de trabalho à distância antes da pandemia. As pessoas também começaram a buscar novas formas de negócios para se reinventar profissionalmente em meio a tantas mudanças causadas pela pandemia. De acordo com o Mapa de Empresas, do Ministério da Economia, no fim do terceiro quadrimestre de 2020 existiam 11 milhões MEIs ativos no Brasil. Em março deste ano, eles já respondiam por 56,7% do total de negócios em funcionamento no país. A pandemia mudou a vida e os negócios como os conhecemos, e deixou ainda mais claro que para quem quer seguir adiante e se dar bem na carreira, é importante entender a melhor forma de criar conexões com as pessoas. Os líderes das empresas estão começando a perceber que a implementação eficaz da tecnologia é absolutamente crítica agora. A implementação e o aumento do home office é apenas uma das inúmeras provas de que não há como sobreviver, em tempos pós pandêmicos, sem estar conectado com a cultura do trabalho digital. É importante entender que o gênio saiu da garrafa e é provável que muitas pessoas adotem uma abordagem híbrida para suas redes de trabalho, mesmo após a pandemia. À medida que isso acontecer, nós veremos mais networking de negócios ocorrendo por meio de algum tipo de formato de realidade mista, que irá globalizar o mercado. Entretanto, por mais que o virtual possa funcionar, ainda acredito que algumas coisas têm um melhor resultado presencialmente. Quando falamos de networking, as reuniões cara a cara são mais adequadas e não vão desaparecer completamente. Isso porque, quando trabalhamos com networking, estamos falando sobre como cultivar e colher relacionamentos com as pessoas. É sobre se relacionar, não fazer negócios. Para quem deseja fazer um networking que dê resultados, listo algumas dicas: Não vá direto para o modo de vendas: as pessoas tentam pular a visibilidade e a credibilidade para chegar ao momento da lucratividade com mais rapidez. Isso acontece o tempo todo, principalmente nas redes sociais. As pessoas se conectam e no dia seguinte estão vendendo seus produtos e serviços. A realidade é que isso são vendas, não networking. É preciso ter uma conexão verdadeira ou ajudar alguém antes de pedir algo. As pessoas costumam dizer que perguntar nunca é demais, mas estão erradas. Pode doer e as coisas podem dar errado se você perguntar muito cedo. Leve em consideração o “efeito borboleta”: quando falamos em efeito borboleta, é algo simples e fácil de se entender. Você não sabe quem as pessoas conhecem, então apenas entre em contato com alguém para construir um relacionamento. É preciso ter um ponto de partida para conhecer as pessoas. Conhecendo alguém em uma reunião ou evento, ela pode te indicar para outras pessoas e, dessa forma, você vai construir relacionamentos sem saber onde esse efeito borboleta pode te levar, mas mudando a vida dos seus negócios. Fale com as pessoas: quando se trata de networking, é importante falar com as pessoas e pensar em maneiras criativas de construir o seu negócio. Dedique tempo aos relacionamentos que você já tem. Estenda a mão e pergunte se elas estão bem, se há algo que você pode fazer para ajudá-las. A correria do dia a dia nos faz pensar que nunca há tempo para fazer networkings, mas na realidade sempre há. Não é tarde demais para começar a construir sua rede agora, uma pessoa de cada vez. Lei da Reciprocidade: é importante ter a visão de que a confiança colaborativa é a moeda mais valiosa nos negócios, nos relacionamentos e na vida. O marketing de referência e indicações nunca foram tão importantes quanto nos dias de hoje, em que as empresas precisam conquistar novos clientes, presencial ou remotamente, para não colocar em risco a sua operação. Os empreendedores precisam aprender os benefícios da filosofia “Givers Gain”, ou seja, “se eu lhe ajudar indicando negócios, você vai se interessar em me ajudar também”. É a Lei da Reciprocidade em ação no mundo dos negócios. *Mara Leme Martins é PhD e VP BNI Brasil - Business Network International, a maior e mais bem-sucedida organização de networking de negócios do mundo Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantenedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas

  • No live commerce, o importante é conectar pessoas

    Há inúmeros estudos que comprovam a importância da interação social e humana, principalmente para o desenvolvimento cognitivo. E com a evolução tecnológica, pudemos nos deparar com uma interação cada vez mais mediada por dispositivos, uma comunicação de ‘todos com todos’ ou entre duas ou mais pessoas. Um dos exemplos mais comuns da era digital, são os feeds de publicações nas redes sociais, onde há diversas possibilidades de interação. Por Marcio Machado, fundador e CEO da StreamShop. Mas como ficam as interações sociais e humanas durante a aquisição de algum produto ou serviço? Como alcançar a humanização em um sistema que a premissa é apenas preencher um carrinho de compras e finalizar com a escolha do meio de pagamento? A evolução das relações no e-commerce A internet deixou tudo mais ágil e prático, principalmente quando o assunto é comprar, mas assim como houve a evolução tecnológica, o consumidor também evoluiu e se tornou cada vez mais exigente e carente da proximidade vista nas lojas físicas - uma necessidade que se tornou ainda mais evidente durante a pandemia. O consumidor moderno quer um atendimento cada vez mais personalizado e a experiência nos e-commerces tradicionais é distante e robotizada. Foi então que o surgimento do live commerce, modalidade que já era bem difundida na China, conquistou o coração dos consumidores e empreendedores brasileiros. E desde que chegou no país, o live commerce só tem crescido e passou a evoluir exponencialmente, sendo aderido por pequenas a grandes empresas de diferentes segmentos. Seja em lives tradicionais, em que o consumidor pode fazer comentários ao vivo e dar curtidas, ou em lives no modelo 1to1, uma espécie de concierge via internet, onde as marcas podem fazer um atendimento individual de clientes através de vídeo ao vivo, esclarecendo dúvidas e oferecendo produtos conectados diretamente ao e-commerce ou PDVs. Apesar de ser uma modalidade de vendas altamente rentável, em que somente na China, em uma única transmissão, tiveram marcas que conseguiram que mais de 320.000 produtos fossem adicionados ao carrinho por mais de um milhão de pessoas, o live commerce não se resume à compra e venda. As lojas ao vivo permitem que as marcas construam interações reais e a criação de um vínculo com o consumidor. É preciso pontuar que é óbvio que toda empresa quer vender o seu produto, mas se o foco for somente esse, não vai haver uma relação de fidelização com o cliente que consome aquele produto. Observo o live commerce como uma modalidade que pratica efetivamente o conceito de ‘customer first’, que significa atender a necessidade do cliente o colocando em primeiro lugar, desenvolvendo uma linguagem onde as expectativas dele em relação ao produto e a marca estejam alinhadas. O relacionamento próximo é muito importante porque no final do dia, a questão principal é que, independente da área de atuação, um negócio é feito de pessoas para pessoas. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantenedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas

  • 4 dicas para um efetivo network por advogado e especialista em gestão e negócios

    A pedido de Diego Maia, Sergio Vieira fala sobre a importância de estar presente e dar preferência a relações continuadas. O homem é um ser social, e há anos vem aperfeiçoando sua capacidade de conhecer e se relacionar com pessoas para ampliar seus horizontes e garantir novas oportunidades, seja no âmbito profissional quanto no pessoal. O advento da internet e a ascensão das redes sociais conectaram ainda mais as pessoas, evidenciando que hoje, em um mundo altamente interligado, estabelecer uma boa rede de contatos se faz ainda mais importante. Assim surge o networking, palavra derivada do inglês caracterizada basicamente como a habilidade de se relacionar com os demais. Aplicada, sobretudo, no contexto profissional, essa prática se configura como uma forma muito importante de fazer negócios e alavancar a carreira. É uma ferramenta fundamental para qualquer área, independe do nível hierárquico, e pode acontecer entre profissionais dos mais diversos segmentos. "Network nada mais é do que uma rede de relacionamento, a qual você constrói, planta, rega e colhe os frutos dela. É usufruir das pessoas do seu convívio, gerando novas conexões e aprofundando as conexões já existentes", explica Sergio Vieira, MBA em Gestão e Negócios e sócio-diretor do escritório Nelson Wilians Advogados, em Manaus. De acordo com o especialista, para garantir um network efetivo, é importante saber verdadeiramente em quais lugares você precisa estar, assim como conhecer o seu público-alvo e onde estão seus possíveis clientes. Ele afirma que é nesses ambientes que você precisa se fazer presente para conseguir desenvolver uma boa rede de contatos. Outro ponto importante a ser considerado é o fato de que além de ser visto, você precisa ser notado. "Não basta estar ali apenas como mais um. Você precisa firmar presença", reforça Vieira. Para o advogado, não basta estar no ambiente apenas por estar, é importante se destacar. Ademais, Sergio assegura que o mercado de trabalho não aceita mais o vendedor, o profissional chato, insistente, que quer, a qualquer custo, marcar uma reunião ou vender e apresentar seu negócio. Então, tenha sempre isso em mente ao se relacionar com as pessoas. Por último, o especialista em gestão e negócios fala sobre a importância de se colocar à disposição. "Diga aquilo que você está apto a fazer, e seja uma opção para, quando necessário, aquela pessoa com quem você se conectou lembre de você", finaliza. Sobre Sergio Vieira Sergio Vieira é advogado, possui MBA em Gestão e Negócios, e sócio-diretor do escritório Nelson Wilians Advogados. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantenedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas

  • 40% dos brasileiros acreditam que dá para ganhar muito dinheiro em pouco tempo, diz pesquisa C6 Bank

    Levantamento também aponta que maioria dos brasileiros não diversifica investimentos pessoais. São Paulo, 11 de março de 2022 - Não existe milagre no mundo dos investimentos. Assim como não dá para emagrecer da noite para o dia, também não é possível enriquecer no curtíssimo prazo. Entre os brasileiros que investem, entretanto, 40% acreditam que é possível ganhar muito dinheiro em pouco tempo, segundo pesquisa C6 Bank/Ipec com 2.000 brasileiros das classes ABC com acesso à internet. A diversificação, outro bom hábito do mundo dos investimentos, não parece ter sido incorporada pelos brasileiros. A pesquisa mostrou que a maioria dos entrevistados ainda costuma concentrar seus investimentos em um único produto. Entre os que costumam investir, 28% dos entrevistados disseram colocar tudo o que possuem em apenas um tipo de produto. Outros 30% concentram a maior parte de seus recursos em um único tipo de aplicação. E 42% responderam que diversificam seus investimentos. “Existe uma frase muito conhecida no mundo dos investimentos que diz que não se deve colocar todos os ovos em uma única cesta. Isso não deve ser feito porque, ao concentrar seus investimentos em apenas um ou dois tipos de aplicações, o investidor aumenta seus riscos. Ao diversificar, ele dilui os riscos e anda potencializa seus retornos”, diz Liao Yu Chieh, educador financeiro do C6 Bank. Um dos indicadores de que o brasileiro diversifica pouco suas aplicações é que apenas 28% disseram investir na Bolsa de Valores. Desse total, 46% possuem ações de menos de 5 empresas. Outros 26% possuem papéis de 6 a 10 companhias e só 13% detêm ações de mais de 10 empresas. Outros 5% não sabem quantas empresas possuem em sua carteira de ações. Outro sinal de alerta é que mais de um terço desse público concorda que é possível fazer apostas de curto prazo na Bolsa baseadas em intuição e sorte. A pesquisa também mostra que a maior parte dos brasileiros não tem o hábito de poupar. Somente 39% dos entrevistados têm o costume de investir, segundo o levantamento. Entre os que costumam investir, o movimento de alta da taxa Selic já influencia na decisão de alocação de recursos. Segundo a pesquisa, 60% disseram que já pararam para analisar seus investimentos desde que os juros começaram a subir para verificar se escolheram a melhor opção disponível no mercado. Desconfiômetro O levantamento indica que os influenciadores da área de investimentos têm pouca participação na hora de o investidor decidir em quais empresas investir na Bolsa de Valores. Só 23% responderam que já compraram uma determinada ação depois da recomendação de um influencer. A pesquisa mostrou que o brasileiro também confia pouco nas recomendações de investimento feitas por gerentes de banco e assessores de investimento. Setenta por cento não acreditam que esses profissionais fazem suas indicações pensando apenas no que é melhor para o cliente. Para evitar conflitos de interesse na área de investimentos, o C6 Bank optou por contratar diretamente seus assessores de investimento, que são remunerados pelo banco e não recebem comissão por indicação de nenhum tipo de aplicação. A pesquisa C6Bank/Ipec foi realizada entre os dias 17 e 23 de fevereiro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Sobre o C6 Bank O C6 Bank é um banco completo, lançado em 2019, que já superou a marca de 15 milhões de clientes no Brasil. Sem agências físicas, a instituição financeira já tem em seu portfólio mais de 30 produtos e serviços, incluindo conta corrente isenta de taxa de manutenção, cartão sem anuidade, transferências e saques gratuitos, tag de pedágio grátis, crédito, programa de pontos, Conta Global, plataforma de investimentos com ativos do Brasil e do exterior, marketplace com mais de 60 mil itens, entre outros. O C6 Bank atende pessoas físicas, MEIs e PMEs e está presente em 100% dos municípios brasileiros. Mais informações sobre o banco em https://www.c6bank.com.br. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantenedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas

  • Não é só inbound marketing! Afinal, como fazer marketing para startup?

    Alguns chamam o inbound marketing de “novo marketing”, por ser considerado um tipo de abordagem com permissão. É agregador e respeitoso, na visão do consumidor, pois considera o momento de compra durante a jornada. Conforme definição da Rock Content: inbound marketing é uma concepção do marketing focada em atrair, converter e encantar clientes. Possibilita a conexão com o público-alvo por meio dos pilares: marketing de conteúdo, SEO e estratégias em redes sociais.-Tatiana Rodrigues. Nada contra o inbound marketing, pelo contrário. Começo deixando claro aqui que tenho total certeza de sua eficiência e sugiro que toda startup conheça como funciona e todo seu impacto. Então, o que vejo no mercado atual e por que alerto que nem tudo é inbound? Pela miopia de uma geração inteira de marketeiros que resumem o marketing a inbound. Pior, em um inbound feito pela metade. Afinal, todos querem receitas de bolo e fórmulas prontas para vender muito. Se assim fosse, os livros clássicos de marketing não teriam mais de 700 páginas. Reforço que as estratégias de inbound marketing aplicadas de maneira completa têm chance de sucesso gigantesca. No entanto, muitos criam um blog e fazem uma régua automatizada de disparo de e-mails e chamam isso de inbound. Não, meu caro. Trata-se de uma estratégia muito mais complexa. Alguns chamam o inbound marketing de “novo marketing”, por ser considerado um tipo de abordagem com permissão. É agregador e respeitoso, na visão do consumidor, pois considera o momento de compra durante a jornada. Conforme definição da Rock Content: inbound marketing é uma concepção do marketing focada em atrair, converter e encantar clientes. Possibilita a conexão com o público-alvo por meio dos pilares: marketing de conteúdo, SEO e estratégias em redes sociais. Ok. Quase impossível pensar um marketing em 2022 sem contemplar o inbound marketing. Inclusive, sugiro que você e/ou seu time que cuida de vendas/marketing esteja muito afinado em relação às técnicas. Mas quais são os princípios básicos de um bom inbound? Não existe alguém bom em inbound marketing que não domine o básico: o marketing estratégico. Por isso, numa startup, sugiro uma aproximação do CEO com essa matéria de conhecimento. Melhor ainda se ele puder ser a autoridade da marca. A seguir, listei algumas dicas para um bom inbound marketing – ou melhor, para um bom marketing de startup. Anota aí! Entender seu segmento (escute, escute, escute… observe e pesquise). Dominar os diferenciais do seu produto/serviço frente ao mercado (que tal um cliente oculto? Coloque em sua rotina!). Conhecer as dores e os desejos (acompanhe as rotinas de seu segmento). Dominar a escrita para criar bons e-mails (visando avançar no funil de vendas), bons anúncios e bons headlines. Lembre-se de que os vídeos estão em alta e que não basta escrever para ser relevante. Engajar, educar, conscientizar e, claro, o verbo mais importante: vender. Automatizar e dominar as ferramentas, além de parametrizá-las bem para a gestão de seus leads. Ser orientado a números visando otimização (taxas de desempenho do site, taxas de conversão, taxas de visualização, ROI, entre outros aspectos). Manter um relacionamento próximo com o time comercial para realimentar o que está gerando melhores resultados e otimizar a comunicação. Quem quer entrar no jogo precisa não apenas entender como gerar lead. Precisa aquecê-lo, gerando a dor e/ou desejo para que a venda aconteça de maneira fluida e realmente contemple uma jornada de compra, e não mais uma jornada de venda, com modelos obsoletos e forçados. Não tenha um time comercial acomodado, que sempre espera que o lead perfeito chegue. O marketing gera o lead, aquece o lead, educa o lead, gera desejo no lead, deixa tudo pronto e a venda acontece quase sozinha. Que mundo exageradamente ideal, não é? Mas estamos cientes de que a maioria dos cenários não é assim. O time comercial se manter ativo e prospectar ainda é algo que gera resultado. Outbound também gera resultados. Estratégias ABM também geram resultados. O SEO também gera resultados. Feiras e eventos presenciais ainda geram resultados. Assessoria de imprensa ainda gera resultados. Então, jovens do marketing, respeitem métodos tradicionais e aprendam com os dois mundos. O desafio de muitas startups é entrar em um mundo novo onde ainda não existe um mercado estabelecido para gerar quantidade mínima de leads para construir uma máquina de vendas, somada ao trabalho do SDR e do inside sales. Entenda sua situação, lembre-se de que pode precisar de canais de vendas, que pode sair em campo, e que seu marketing não deve ficar apostando 100% das fichas 100% em inbound marketing, esquecendo de ser estratégico na construção de posicionamento, marca, vendas, produto e mercado. Mesmo assim, volto para o alerta de que seu time pode estar fazendo o marketing inbound incompleto. Então, se você vai fazer seu próprio inbound ou contratar alguém que irá fazê-lo, fique atento aos pontos básicos (listados pela Rock Content) que o compõem e analise o que seu time já aplica. Marketing de Conteúdo: sua startup sabe gerar conteúdo que atrai, converte e encanta clientes e potenciais clientes? Existe estratégia baseada nas personas e houve pesquisa de palavras-chave? Você sabe dividir em topo, meio e fundo de funil? Site: se o blog “vende” o conteúdo, o site é que vende seu produto real. Seu site é pensado para os visitantes e leads? Pensou em como atrair e converter? Está otimizado? Mídias Sociais: as mídias sociais geram autoridade e SEO (em caso das que possibilitam), devendo explorar o remarketing, além das campanhas pagas e orgânicas. SEO: o Google é a fonte mais usada pelas pessoas para pesquisar produtos e tirar dúvidas. O SEO faz com que seu site seja encontrado e consiga mais tráfego qualificado, além de diminuir seu custo em anúncios quando feito com foco na persona. Esteja atento a ele. Para encerrar, segue uma dica do SaaStr: “concentre-se no que funciona e faça em dobro. Se você tiver leads, sufoque-os com vendas e amor. E se você tiver leads, concentre-se principalmente no inbound. Se você não tiver leads, talvez seja necessário começar com a saída de qualquer maneira”. Se você entende o seu valor, fica mais fácil testar opções. No entanto, lembre-se de que marketing exige domínio técnico. Segue uma dica para a construção de um bom SEO, segundo a Surfe Digital. Ter autoridade no assunto. Otimizar as páginas para que carreguem rapidamente. Utilizar palavras-chave bem avaliada. Utilizar conteúdo próprio. Ter páginas responsivas. Utilizar links internos e externos. Aplicar a escaneabilidade. Inserir URLs amigáveis. Hoje o marketing precisa entender de personalização de comunicação, dominar estratégias de chatbot/WhatsApp e ter agilidade para retornar o lead e/ou cliente. Necessita também ter conhecimento sobre remarketing, transparecer autoridade usando redes sociais e gerar conteúdos multimídia. O marketing para startup deve ser experimental e empático. Deve seguir o princípio de MVP, sempre com cuidados de ROI e CAC, rastreabilidade e aprendizagem. Encerro reforçando para que os times de marketing das startups não se acomodem, aprendam sempre mais e conheçam mais formas de gerar lead, visibilidade e posicionamento. Conheça a venda em Y, inbound, outbound, co-marketing, SEO e a importância do posicionamento. Mas, acima de tudo, conheça seu cliente e o que gera valor para ter o produto que realmente impacte positivamente sua startup. Gere valor! Fontes: Rock Content, SaaStr e Surfe Digital. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantenedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. 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