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  • Metaverso: um novo modelo de negócios para se conectar com o consumidor?

    Nos próximos 5 anos, 70% das grandes marcas estarão presentes no metaverso. D2A (Direct-to-avatar), uma nova forma de interação entre marcas e consumidores. Embora não seja um conceito novo e que ainda temos um longo caminho a percorrer, o "Metaverso" é visto hoje como o futuro da Internet, razão pela qual gigantes tecnológicos como Facebook, Google ou Apple estão competindo para ser o número um nesta corrida por dominar o metaverso. Miguel Rojo, Country Manager da Tiendeo, empresa especializada na digitalização do setor de varejo, inicia o debate com a seguinte pergunta: Estamos diante de um fenômeno temporário ou de um novo mundo que abre as portas para um poderoso modelo de negócios? Para introduzir o tema, ele nos convida a refletir sobre que a ideia que temos do metaverso, a entrar neste mundo para saber como a vida das pessoas está prestes a mudar, as oportunidades que oferece aos varejistas e às marcas para se conectarem com o consumidor. Um novo universo em desenvolvimento O Metaverso é um ambiente virtual no qual nos conectaremos através de dispositivos, como óculos ou capacetes e aplicativos de realidade virtual e realidade aumentada, que prometem uma experiência imersiva que nos fará sentir que estamos realmente dentro dele, interagindo com outras pessoas e objetos. Neste tipo de mundo alternativo, tudo será possível através de um avatar: comprar bens e serviços, assistir a concertos, viajar, brincar e até trabalhar. O incrível desse universo é que você pode se teletransportar de uma experiência para outra sem sair do seu quarto. Com o desenvolvimento do metaverso, o objetivo é estender o mundo real ao mundo virtual, transformando as ações mais cotidianas em espetáculo. Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas O que torna o metaverso tão sedutor? O grande potencial que esta tecnologia apresenta como modelo de negócio é o que tem levado várias empresas a criarem os seus próprios “omniversos”. Para alcançar o sucesso, eles devem considerar que o usuário entra no metaverso para fugir do mundo real, pois oferece a ele a possibilidade sedutora de construir sua própria personalidade: mostrar como "acha ou sente" que é de verdade, e não como é fisicamente, o que leva a experiência do usuário para um outro nível. Isso faz com que seja possível ver uma nova forma de interação entre consumidores e marcas por meio do modelo D2A (direct-to-avatar), em que já não compraremos mais roupas para nós mesmos, mas para a nossa representação no metaverso. Esta oportunidade de melhorar as conversões através de experiências de compras totalmente imersivas também tem outros benefícios, pois não há limitações de estoque ou de espaço de loja neste universo, e estes produtos não precisam de matérias-primas ou oficinas para serem criados, portanto a margem de lucro é muito maior. Assim, o desafio que as empresas terão será o de fazer com que as pessoas realizem a maior parte de suas atividades neste universo digital, assim como fazemos no mundo físico, dando lugar a mercados virtuais que atualmente já movimentam grandes quantias. A ideia não parece ser tão absurda em uma era em que o ser humano já está viciado em tecnologia, seja profissionalmente, socialmente ou ambos, e especula-se que em 2030 passaremos mais tempo no metaverso do que na “vida real”. Assim, o desejo de dominar os novos espaços virtuais aponta para o desejo de controlar a forma como as pessoas interagem. O Metaverso vai conquistar o varejo As oportunidades oferecidas pelo Metaverso são infinitas, principalmente na área do comércio, por isso a empresa de tecnologia Wildbytes estima que nos próximos 5 anos, 70% das grandes marcas estarão presentes no metaverso. Até 2023, algumas empresas já prometem lançar um novo produto, enquanto outras já estão analisando a possibilidade de criar shoppings, butiques e lojas virtuais onde os avatares poderão comprar produtos NFT e pagar em criptomoedas. O setor de varejo é um dos mais interessados no Metaverso. A Gucci, por exemplo, já começou a vender suas próprias roupas virtuais, os sapatos Gucci Virtual 25. A H&M também lançou recentemente sua primeira coleção virtual através do jogo de simulação social “Animal Crossing" da Nintendo. O Ikea também já está usando tecnologia de realidade aumentada para que os clientes possam criar seus próprios espaços por meio de seu aplicativo, para assim poder ver como os móveis ficariam no mundo físico, tudo isso com tecnologia de realidade aumentada. Algumas marcas vão ainda mais longe e não hesitam em apostar o Metaverso. É o caso da Nike, que veio para criar seu próprio universo virtual: a Nikeland. Um espaço que dá acesso a vários cenários esportivos, bem como uma sala de exposições onde os usuários podem equipar os seus avatares com sapatos Nike para participar de competições. A marca também usa esse espaço como campo de testes para que as gerações mais jovens possam conhecer seus novos produtos por meio de avatares antes de comprá-los na vida real. Em resumo, a revolução do metaverso promete uma experiência digital em que o mundo virtual e o mundo real se entrelaçam e se fundem sob uma única realidade. Agora, cabe às marcas e varejistas encontrarem seu lugar e explorar todo o seu potencial. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantendedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas

  • Crise sim, pânico não!

    No Brasil, emendamos sempre uma crise na outra, e de vez em quando uma catástrofe se instala nas finanças de algumas empresas. No Brasil, emendamos sempre uma crise na outra, e de vez em quando uma catástrofe se instala nas finanças de algumas empresas. Dividas bancárias, tributárias, débitos com fornecedores, execuções fiscais, ações de despejo, ações trabalhistas e sufocam ainda mais empresas que já se encontram em dificuldade e com problemas para operar. Mas, ainda assim é possível administrar esses problemas e tocar o seu negócio. Só o planejamento caso a caso que pode resolver o problema, mas podemos listar aqui algumas situações que podem servir como guia para o caminho que se deve tomar. Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas 1. dívidas com bancos: sempre discutir judicialmente a dívida. Normalmente, o seu gerente tem margem quase zero para negociar o débito. Também são comuns cobranças indevidas, como taxas não contratadas, juros acima do mercado e venda casada de serviços. 2. dívidas trabalhistas: o débito trabalhista é um dos poucos que atingem a pessoa física dos sócios de forma direta, então muito cuidado com ele. Por outro lado, não aumente ainda mais o passivo trabalhista porque não tem dinheiro para demitir o funcionário. Isso não tem sentido. A penalidade por demitir um funcionário e não pagar as verbas rescisórias é de um salário recebido por ele, conforme previsto no artigo 477 da CLT. Exemplo: se o funcionário recebe 2 mil por mês, é demitido sem que as verbas sejam pagas no prazo, o empregador ficará devendo, além das verbas que não pagou, mais 2 mil reais. Paga-se os 2 mil reais de multa só uma vez mais, e não todos os meses... A empresa deve fazer todo o trâmite legal de forma correta, dar baixa na carteira de trabalho, entreguar o termo de rescisão para que ele possa sacar o FGTS, e as guias do seguro desemprego para que dê entrada. Mas pagar apenas o que for possível, e o restante negociar a forma de pagamento com o ex-funcionário. 3. dívidas tributárias: dívidas de tributos possuem uma multa de 20%, e juros calculados pela taxa Selic. A taxa Selic é a menor possível, empréstimos bancários têm taxas bem mais altas que a Selic. No caso dos tributos, o maior problema é a multa de 20%, que somada à taxa Selic, faz com que o custo dessa dívida seja alto. No entanto, a multa é fixa, e a taxa depende do prazo do atraso. Ou seja, quanto mais tempo se fica devendo, mais barata se torna a sua dívida. Se você atrasa 60 dias um tributo, vai pagar pouco mais de 20% de encargos, o que dá uma taxa média próxima de 10% ao mês. Já, se atrasa 60 meses, esses 20% de multa vão se diluir no tempo, e a taxa média fica mais barata do que um financiamento bancário. Isso não é um incentivo a atrasar tributo, mas se a empresa está em dificuldades, isso deve ser levado em conta. 4. dívidas com fornecedores: vale atentar para cobranças indevidas, como juros não pactuados e honorários advocatícios em cobranças amigáveis. Diante da insistência de tais cobranças, encaminhe o caso para o seu jurídico, ou peça a discriminação da cobrança por escrito. Muitas outras práticas podem ser aplicadas para equalizar suas finanças. É preciso cabeça fria, e buscar conhecimento para sair da crise. Acesse o vídeo no nosso canal no Youtube! Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantendedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas

  • As expectativas para gestores no setor da saúde em 2022

    É essencial pensar em ações de planejamento estratégico que visam melhorar a perspectiva de resultados na área da gestão de saúde. Ainda estamos no início de 2022, mas é essencial pensar em ações de planejamento estratégico que visam melhorar a perspectiva de resultados na área da gestão de saúde. Principalmente, após os reflexos de dois anos de uma pandemia global sem precedentes nos últimos tempos. Em 2020 gestores do mundo inteiro sofreram com as consequências causadas pelo surto de Covid-19, sendo obrigados a operarem de maneira desconfortável suas empresas enquanto se adequam a uma nova realidade. Por outro lado, 2021 trouxe as primeiras vacinas que combatem o vírus, fazendo com que diversos países passassem por um processo de “renormalização” de seus costumes, voltando a fazer o que lhes era rotineiro. Isso gerou recompensas para a gestão de saúde, que viu o setor obter crescimento pela primeira vez em vários meses, trazendo uma recuperação interessante para empresários que atuam na área hospitalar. Para 2022, estima-se que a categoria continue em uma crescente, mesmo que não seja na mesma proporção do ano anterior. Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas No entanto, o que se vê até esse início de fevereiro, é uma demanda relevante de pacientes em clínicas e hospitais, buscando realizar exames e serviços específicos. Isso mostra um cenário positivo e com vasta possibilidade de expansão. Por isso, é importante criar um planejamento estratégico de negócios para superar os percalços causados pela pandemia, visando proteger a saúde financeira e a estabilidade dos empreendimentos. É necessário também entender as nuances e mudanças do mercado. Se antecipar aos problemas e criar métodos para que eles sejam evitados é algo que tem revitalizado diversas empresas, e na área da saúde isso não é diferente. Mas vale destacar que, essas transformações, devem acontecer em virtude de uma melhor experiência dos pacientes, reduzindo seu tempo de permanência no hospital e solucionando problemas de forma prática. *Éber Feltrim é especialista em gestão de negócios para a área da saúde, começou a sua carreira em Assis (SP). Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantendedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas

  • Investimento anjo, Mútuo Conversível ou SCP: Qual a melhor modalidade de investimento em Startups

    Cada dia mais, fundos e investidores em geral buscam bons negócios para aportar capital com o foco de garantir remuneração futura; Cada dia mais, fundos e investidores em geral buscam bons negócios para aportar capital com o foco de garantir remuneração futura ou até garantir que haja a possibilidade de conversão do investimento em participação societária. A estruturação jurídica do projeto é a base que sustenta a sua eficácia e garante segurança jurídica tanto para o investidor, quanto para a empresa investida. A fim de superarmos todas as possibilidades de investimento é importante destacar as minúcias de cada estrutura. Existem diversas modalidades de estrutura jurídica, mas a fim de atender o objetivo em análise destacamos as seguintes modalidades: sociedade em conta de participação, investimento-anjo e mútuo conversível em ações, cujos detalhes esclareceremos a seguir. De início podemos destacar a sociedade em conta de participação. Trata-se um tipo societário contido no Código Civil, em seu art. 993[1], cujo objetivo é criar um instrumento no qual figuram um investidor, chamado na lei de sócio oculto/participante e um sócio que executa o empreendimento, chamado de sócio ostensivo, podendo este ser uma pessoa jurídica ou física. Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas O objetivo desse formato, que não tem personalidade jurídica e não depende de registro do seu contrato, é se criar uma modalidade de captação de investimento sem risco para o investidor, todavia, o seu registro é necessário na Receita Federal, nos termos da Instrução Normativa da Receita Federal do Brasil nº 1863, de 27 de dezembro de 2018. Não obstante a lei deixe evidente que o sócio participante somente responde pelas obrigações perante terceiros em caso de haver alguma influência sua na gestão dos negócios, há na jurisprudência trabalhista a responsabilização de sócio investidor. Notemos: SOCIEDADE EM CONTA DE PARTICIPAÇÃO. REDIRECIONAMENTO DA EXECUÇÃO CONTRA OS SÓCIOS. A desconsideração da personalidade jurídica autoriza a execução de bens dos sócios da empresa demandada, independentemente do tipo societário que tenham adotado e das categorias de sócios existentes (ostensivo ou investidor)[2] No campo do direito civil, a segurança jurídica é maior, todavia, encontramos problemas de entendimento judicial quanto à dissolução da sociedade, no sentido de limitar a relação à prestação de contas do sócio ostensivo ao sócio oculto. Diante de tais instabilidades que o poder judiciário gera, notadamente o trabalhista, a sociedade em conta de participação, à priori, se mostra como opções viáveis, entretanto, há de se ter cautelas quanto à riscos futuros. Outra opção a ser analisada é o investimento anjo. Trazido ao direito brasileiro pela Lei Complementar 123/2006, essa modalidade buscou a criação de um sistema de investimento mais dinâmico buscando incentivar a inovação, especialmente como incremento inicial para empresas de tecnologia.[3] Essa modalidade, no entanto, a fim de tentar regular um mercado dinâmico e volátil, cria uma série de regras que pode gerar desconforto e engessar os investimentos. Assim como a Sociedade em conta de participação há o destaque do risco ser assumido pelos chamados sócios regulares isentando o investidor de responsabilidade, porém, cria-se regras sobre alguns itens do investimento, que acabam por engessar o processo. Nessa modalidade, por exemplo, o contrato deve ter vigência não superior à sete anos, porém a remuneração deve ter o prazo máximo de cinco anos e o prazo mínimo de dois anos. Há até a definição da forma com que a remuneração será feita, delimitando os rendimentos ao valor corrigido.[4][5] Além disso, a Instrução Normativa da Receita Federal nº 1719/2017, traz alíquotas progressivas de imposto de renda auferidos dos rendimentos decorrentes dos investimentos, iniciando-se em 22,5% até 15%. Diante de tantas limitações diretas à forma do investimento, payback, e até da imposição tributária agressiva, temos que o investimento anjo, que tinha como propósito dinamizar o mercado e atrair investimentos, acabou por se tornar uma opção, muitas vezes, inviável. Por fim, podemos destacar o mútuo conversível em ações ou quotas, como modalidade para realização do investimento. O contrato de mútuo é uma modalidade de empréstimo trazida pelo Código Civil, em seu artigo 586. É sabido que o investimento inicial pode ser devolvido nos termos acordados ou, como desejam sempre o investidor e investido, que o negócio cresça e se tenha uma grande valorização do negócio. Nesse cenário de incertezas a previsão dessa possibilidade e sua garantia é essencial. O mútuo permite que esse cenário seja criado como bem podera Takada (2016), ao frisar que as partes podem frisar condições outras na avença contratual. Além disso, consoante a lição sempre precisa de Silvio Rodrigues, em regra, o contrato de mútuo não exige qualquer forma especial. Nesse contexto de liberdade contratual e de negociação, a possibilidade de se prever a forma do investimento, seu desinvestimento ou até, prosperando o negócios, a conversão em participação societária, é garantida com o contrato de mútuo. Diante de todo o exposto, mapeamento o interesse do investidor e expusemos as modalidades contidas no direito brasileiro que podem ser utilizadas para tal, expondo, no entanto, suas peculiaridades, de modo que, o mútuo conversível se mostra, em razão da liberdade de negociação e segurança jurídica, como solução muito mais estratégica e mais viável tanto para o investidor, quanto para a empresa investida. *Rubens Leite, sócio-gestor da RGL Advogados Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantendedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas

  • Fiscalização da LGPD: um desafio para as empresas

    Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) publicou uma resolução que estabelece as normas e a metodologia para a fiscalização e o monitoramento das atividades de manuseio de informações e dados pessoais. A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) publicou uma resolução que estabelece as normas e a metodologia para a fiscalização e o monitoramento das atividades de manuseio de informações e dados pessoais, como resultado da implementação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no Brasil. Embora a lei já esteja em vigor desde agosto de 2020, a primeira fase de fiscalização só começa a valer a partir de janeiro de 2022. Apesar de já estar sancionada e ser conhecida desde o segundo semestre de 2018, o que vejo é que nem todas as empresas estão adequadas a ela. Li recentemente uma pesquisa realizada de janeiro a abril de 2021 que diz que apenas 15% das companhias se mostravam prontas ou na reta final da preparação para estar em conformidade com a regulamentação. Já pelo lado dos usuários de serviços online, 74% das pessoas tentaram remover algum dado seu que foi disponibilizado online por alguma empresa, isso no Brasil. No mundo, esse número sobe para 82%, segundo um levantamento feito em 23 países. Isso mostra não apenas que as empresas estão muitas vezes atrasadas, ou pouco preocupadas, em se colocarem regulares perante a LGPD, como também que a segurança de dados pessoais é uma demanda do usuário, que irá fiscalizar o uso de suas informações e denunciar o uso inadequado quando for preciso. Para mim, o que vejo que muda, a partir de 2022, é uma tendência maior das empresas se preocuparem efetivamente com estarem em conformidade com a lei. Até porque, além de seu dever ético, também agora está em jogo uma multa salgada: após a advertência, com indicação de prazo para tomar medidas cabíveis, virá uma multa de até R$ 50 milhões para quem não levar em consideração a fiscalização. Além disso, a lei prevê uma punição que, a meu ver, impacta muitas vezes tanto ou mais do que uma multa. A companhia terá sua infração divulgada ao mercado. Isso pode trazer prejuízos diversos, sejam eles financeiros, na reputação da marca ou na confiança de seu público ao oferecer seus dados àquela empresa, sabendo que com ela, não estarão protegidos. Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas Mas o que devo fazer para me adequar à LGPD? Se sua empresa está entre aquelas que ainda não começaram a tomar medidas para isso, esse é o momento final para entrar em compliance. Em primeiro lugar, é válido contratar uma companhia fornecedora de soluções de tecnologia, que irá verificar se a empresa está realmente exposta e quais as adequações que devem começar de maneira imediata. Se a equipe ou profissional de segurança contratado for realmente bom, ele irá, primeiramente, atender o ponto principal da lei, que é proteger os direitos dos titulares dos dados, mas não se atendo somente a isso – afinal, a lei é extensa e contém mais de 65 artigos que preveem aplicação, fiscalizações e punições. Entre as ferramentas fundamentais para estar em conformidade com todos estes pontos da lei, é importante ter instaladas na empresa todas as soluções técnicas de TI para manter os dados protegidos – ferramentas para proteção de endpoint são um bom começo, afinal, é onde estão os dados mais sensíveis à exposição. Assegurar que os e-mails estão protegidos, é outra forma de fechar as portas para ataques cibernéticos que podem violar e expor dados. Por outro lado, prestar atenção nas conexões com a internet e nos dispositivos móveis, como notebooks e celulares corporativos, que também podem ser um ponto vulnerável nas companhias por serem carregados para todos os lados, muitas vezes, sem criptografia. Por fim, é importante contratar serviços de treinamento e de consultoria de desenvolvimento documental e de gestão dos processos para atendimento à legislação. Já que o grande desafio de uma empresa nesse estágio é rapidamente proteger os dados de seus clientes, ao mesmo tempo em que oferece informações de qualidade a seus colaboradores sobre como manter uma postura ética diante das demandas da LGPD, tornando todos os departamentos conscientes das necessidades de conformidade à lei e de como lidar no dia a dia com as demandas de um novo cuidado às informações de terceiros. E se eu receber uma notificação da ANPD? Creio que o mais importante é manter a calma e iniciar os procedimentos de verificação interna de todas as evidências relativas à denúncia. Após o levantamento e coleta dos documentos, testes internos de conformidade e demais investigações necessárias, a empresa deve comunicar a ANPD todos os pormenores do caso, conforme o prazo estabelecido na legislação. Por fim, se realmente houve uma falha, é preciso verificar a advertência e adotar todas as medidas de contenção necessárias. No entanto, o que quero ressaltar é que o ideal é que sua empresa nunca precise correr atrás de entrar em conformidade em cima da hora, quando uma notificação já foi feita. Já que existe a possibilidade de ela já estar totalmente de acordo com as normas pré-estabelecidas, através de um bom treinamento de equipe e ferramentas de segurança apropriadas para cumprir a LGPD já instaladas nos equipamentos da empresa, podendo assim, evitar prejuízos financeiros e de reputação. *Audreyn Justus, Diretor de Marketing da Solo Network. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantendedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. 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  • Imposição de metas agressivas pode gerar fraudes e processos trabalhistas

    Prática cria ambiente tóxico e aumenta ocorrência de fraudes, diz especialista A imposição de metas muito agressivas e inatingíveis vem causando problemas jurídicos e de relacionamento que provocam prejuízos incalculáveis às empresas. O advogado, especialista em Compliance e autor do livro Entrevista Forense Corporativa, André Costa, explica que, além de processos por gestão por injúria e fraudes, a prática pode até resultar em ações de rescisão indireta. Segundo ele, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) é clara ao prever, no artigo 483, a possibilidade de rescisão indireta quando forem exigidos serviços superiores às forças do colaborador e alheios ao contrato de trabalho. “A rescisão indireta é como uma demissão por justa causa, mas acontece de forma invertida. Quando as cláusulas contratuais não são respeitadas e tornam a relação de trabalho insustentável, é possível pleitear na Justiça uma indenização que dá direito a todas as verbas rescisórias como se o trabalhador houvesse sido demitido”, afirma o especialista. O especialista explica que conflitos gerados por metas inatingíveis têm se tornado cada vez mais comuns desde o retorno às atividades presenciais e podem provocar uma série de danos. “Sempre que é colocada uma meta ou um prazo inatingível as chances de os colaboradores cometerem fraudes ou agirem de maneira desonesta é potencializada, porque ficam desesperados para entregar o resultado a qualquer preço. Além disso, quase sempre geram um ambiente de trabalho tóxico afetando a saúde e o bem-estar de todos”, pontua Costa. Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas Gestão por injúria O advogado conta que nem sempre cobranças relacionadas à produtividade são caracterizadas como assédio moral. “Nem sempre o líder é um assediador. Esse tipo de cobrança exagerada para obter resultado a qualquer custo acontece pela falta de maturidade de quem está liderando a equipe, que não tem condição de se levantar em uma sala de executivos, por exemplo, e falar que a meta exigida é impossível de ser atingida. Geralmente, essa pessoa fica quieta, acata e começa a ter condutas totalmente ilegais tentando entregar o que sabe não ser possível com os recursos que tem”, diz. Costa, que também atua como entrevistador forense há mais de 10 anos investigando fraudes e outras condutas inadequadas nas empresas, conta que casos de gestão injuriosa são comuns em seu dia a dia. “Atendi um caso em que o líder trancou os funcionários na empresa com cadeados, pediu pizza, refrigerante e não os deixou sair enquanto não terminassem o serviço. Em outra situação, o líder criou uma planilha para controlar quantas vezes os colaborares iam ao banheiro, o tempo que demoravam e compartilhava o arquivo com toda a empresa, como justificativa para a produtividade baixa de cada colaborador. Isso pode gerar um problema jurídico para a empresa”, fala. Atenção aos limites Para evitar ultrapassar os limites da lei, da ética e da moral, o especialista orienta estabelecer metas baseadas em análises. “A empresa precisa dosar essas metas com base em um estudo técnico e responsável e ouvir todos os setores para entender o que é possível ser aplicado. É fundamental ter conhecimento sobre a realidade econômica do país, de seu segmento, da quantidade de membros na equipe, do volume que o maquinário aguenta e o orçamento disponível, por exemplo”, orienta. Crescimento da judicialização O Superior Tribunal do Trabalho (TST) registrou um aumento de 13,27% nos pedidos de rescisão indireta no primeiro grau nas Varas do Trabalho do Brasil no ano passado. O número saltou de 118.736 em 2020 para 134.503 casos em 2021. *André Costa é advogado especialista em compliance. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantendedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas

  • Governo amplia prazo de ações reduzindo efeitos da pandemia no turismo

    Setor de cultura também é beneficiado por medida O Diário Oficial da União de hoje (22) publica medida provisória que amplia alguns prazos de medidas emergenciais adotadas para reduzir os efeitos da crise decorrente da pandemia nos setores de turismo e de cultura. A Medida Provisória nº1.101 amplia até 31 de dezembro de 2022 algumas medidas que desobrigam prestadores de serviços e empresários a reembolsar o consumidor, por eventuais adiamentos ou cancelamento de serviços, de reservas e de eventos como shows e espetáculos. Essa desobrigação de reembolso dos valores pagos pelos consumidores é permitida caso haja remarcação dos serviços, das reservas e dos eventos adiados, ou quando haja disponibilização de crédito para uso ou abatimento na compra de outros serviços, reservas e eventos disponibilizados pela mesma empresa, desde que não sejam cobrados valores adicionais pela alteração. Para acessar o crédito junto à empresa onde adquiriu o serviço, o consumidor precisa ficar atento ao prazo de 120 dias, contados a partir do adiamento ou cancelamento dos serviços, ou 30 dias antes da realização do evento. Esse prazo poderá ser estendido por mais 120 dias por motivos de falecimento, internação ou força maior. Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas Crédito Nessas situações, o crédito será repassado a herdeiro ou sucessor, em prazo contado a partir da data de ocorrência do fato que impediu a solicitação. Esse crédito, visando a remarcação dos serviços, reservas e eventos adiados, passa a ter como data limite o dia 31 de dezembro de 2023. O prestador de serviço ou a sociedade empresária deverá restituir o valor recebido ao consumidor somente na hipótese de ficarem impossibilitados de oferecer a remarcação dos serviços ou a disponibilização de crédito. A medida provisória define como prazo limite o dia 31 de dezembro de 2022 para os cancelamentos realizados até 31 de dezembro de 2021. No caso de cancelamentos realizados entre 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2022, o prazo limite é o dia 31 de dezembro de 2023. Artistas, palestrantes ou outros profissionais detentores do conteúdo, contratados de 1º de janeiro de 2020 a 31 de dezembro de 2022 (impactados por adiamentos ou por cancelamentos de eventos em decorrência da pandemia), “incluídos shows, rodeios, espetáculos musicais e de artes cênicas, e os profissionais contratados para a realização desses eventos” não terão obrigação de reembolsar imediatamente os valores dos serviços ou cachês, desde que o evento seja remarcado, observada a data limite de 31 de dezembro de 2023. Ainda segundo a MP, na hipótese desses profissionais não prestarem os serviços contratados no prazo previsto, o valor recebido será restituído, atualizado monetariamente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo Especial (IPCA-E), até 31 de dezembro de 2022, para os cancelamentos ocorridos até 31 de dezembro de 2021, e até 31 de dezembro de 2023, para os cancelamentos ocorridos entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2022. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantendedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas

  • CNC: intenção de consumo das famílias tem ligeira alta em fevereiro

    Segunda alta seguida leva indicador ao maior nível desde maio de 2020 O indicador de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) subiu 0,4% e chegou a 77,6 pontos em fevereiro, o maior nível desde maio de 2020, quando o ICF estava em 81,7 pontos. Os dados foram divulgados hoje (18) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Na comparação com fevereiro de 2021, o aumento foi de 4,6%. Segundo a CNC, o indicador está abaixo do nível de satisfação, de 100 pontos, desde abril de 2015, quando ficou em 102,9 pontos. Por faixa de renda, as famílias que ganham acima de dez salários mínimos indicaram nível de insatisfação de 94,5 pontos, uma queda de -0,6% no mês e alta de 10,5% na comparação anual. O indicador para as famílias com renda abaixo de dez salários mínimos subiu 0,7%, atingindo 74,0 pontos. Na comparação anual, houve alta de 2,9%. Entre as regiões, o Norte teve a única queda mensal de fevereiro, com -1,2%, apresentando também o menor indicador, com 58,3 pontos. A maior alta ocorreu no Sul, com 1,9%, onde as famílias estão mais confiantes, com 87,7 pontos. Momento atual O indicador do emprego atual mostrou que 35,1% dos entrevistados se sentiu tão segura quanto no ano passado, uma proporção menor do que o registrado em janeiro, quando eram 35,6%. A proporção foi maior do que em fevereiro de 2021 (32,0%). A parcela que se sente mais segura com o emprego aumentou de 25,2% em janeiro para 26,8%, alta que ocorre desde agosto. O emprego atual atingiu 99,6 pontos, o maior indicador da pesquisa em fevereiro e também o maior nível desde maio de 2020, quando chegou a 101,7 pontos. A renda atual foi considerada igual à do ano passado 41,0%, abaixo dos 41,4% de janeiro e acima dos 39,1% de fevereiro de 2021. A melhora na renda foi percebida por 21,7% este mês, ante 20,4% em janeiro, sendo o maior percentual desde junho de 2020 (21,9%). O indicador ficou em 84,9 pontos, o maior nível desde maio de 2020, quando estava em 97,6 pontos. Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas Consumo O acesso ao crédito teve percepção de piora para 42,4%, ante 42,9% no mês anterior e 40,2% em fevereiro de 2021, atingindo 80,9 pontos. O nível de consumo atual foi menor do que no ano passado para 53,6%, proporção menor do que os 54,1% de janeiro e os 57,3% registrados em fevereiro de 2021. Com isso, o indicador alcançou 62,4 pontos. A parcela de consumidores que acredita ser um momento negativo para a compra de bens duráveis ficou em 75,4%, acima dos 75,0% observados no mês anterior e dos 73,6% em fevereiro de 2021, chegando ao nível de 43,5 pontos, o menor índice da pesquisa no mês. Entre as famílias pesquisadas, 48,9% demonstrou uma perspectiva profissional negativa em fevereiro, abaixo do 50,3% no mês anterior e do 50,8% de fevereiro de 2021. A tendência de redução começou em julho de 2021, com o item atingindo 90,8 pontos. Quanto à perspectiva de consumo, 47,1% das famílias disse acreditar que vai reduzir as compras nos próximos três meses, sendo a menor taxa desde abril de 2020, quando a proporção era de 39,5%. Mesmo assim, segundo a CNC, o indicador revela uma percepção positiva em relação ao consumo atual para os próximos meses, com 80,9 pontos. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantendedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas

  • Petrópolis: Caixa anuncia caminhão-agência e saque calamidade do FGTS

    Medidas também incluem envio de especialistas em habitação A Caixa anunciou hoje (17) medidas de apoio a moradores de Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro, atingida por fortes chuvas nos últimos dias. O banco determinou o envio de um caminhão-agência e equipe de especialistas nas áreas de Habitação, Governo e FGTS para atender a população e prestar apoio técnico à prefeitura. Dentre as medidas, estão a liberação do Saque Calamidade do FGTS aos moradores das regiões atingidas, condições especiais para pagamento de financiamentos habitacionais, análise facilitada para acionamento de seguros da Caixa Seguridade, pausa em financiamentos para hospitais, além de identificação de empreendimentos e obras públicas em situação crítica, para atuação dos poderes públicos. Saque do FGTS Parte dos moradores de Petrópolis já está habilitada a solicitar o Saque Calamidade do FGTS, até 2 de maio. Os moradores das novas áreas afetadas, conforme endereços a serem identificados pela Defesa Civil municipal, poderão também solicitar o saque. O banco informou que auxiliará o município no envio de toda a documentação necessária para a habilitação “tempestiva” do Saque Calamidade do FGTS. Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas Caminhão-agência Segundo o banco, a data de chegada do caminhão-agência depende das condições de acesso ao local. A unidade móvel de atendimento funcionará das 8h às 16h. O caminhão oferece os mesmos serviços de uma agência, como atendimento aos beneficiários do Auxílio Brasil, do abono salarial e do FGTS. A movimentação de dinheiro em espécie estará disponível por meio de caixa eletrônico instalado no veículo. Contratos Habitacionais A Caixa informou ainda que possibilita a pausa de até 90 dias nos contratos de financiamento habitacional nas regiões atingidas, mediante solicitação. Também será possível incorporar as prestações no saldo devedor dos clientes inadimplentes das regiões atingidas. O banco disse ainda que dará suporte aos clientes para acionamento de seguro habitacional e procedimentos para pagamento de indenizações, de forma imediata. Habitação Social Segundo o banco, serão enviadas equipes de arquitetos, engenheiros e técnicos à região para prestar o apoio necessário às habitações sociais atingidas e adoção de medidas necessárias. De acordo com a Caixa, a Secretaria de Obras da Prefeitura de Petrópolis terá apoio técnico para levantamento dos danos e estimativa de custos para a recuperação de obras em andamento ou edificações atingidas, como pontes, vias de acesso, abastecimento de água, postos de saúde e escolas, dentre outras. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantendedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas

  • O Futuro da Conectividade

    Avanços tecnológicos recentes vêm aproximando o mundo em velocidade vertiginosa, aprimorando a qualidade e tornando mais seguras e mais rápidas as conexões. Os avanços tecnológicos recentes vêm aproximando o mundo em velocidade vertiginosa, aprimorando a qualidade e tornando mais seguras e mais rápidas as conexões entre as pessoas, as formas de pagamentos, o tráfico de veículos e de passageiros nos aeroportos, o controle de acesso em locais e edifícios públicos e privados, o trânsito nas fronteiras entre países e a conectividade. Esta última vem se transformando de forma bastante disruptiva e com isso aumentando as possibilidades de acesso a vários dispositivos e aprimorando a qualidade de comunicação de forma exponencial. Esse movimento gera um ciclo de inovações que se autofomenta. Este é o caso da tecnologia 5G que propicia inovações nunca antes vistas, dada a sua ultra velocidade, ínfima latência e enorme disponibilidade. A tecnologia 5G representa um salto extraordinário em relação às outras tecnologias mais antigas, gerando uma explosão de novos aparelhos IoT e a base para a expansão do eSIM, também conhecido como "SIM virtual" ou eUICC, que tem o mesmo propósito de um cartão SIM removível tradicional , ou seja, armazenar as informações que os vários dispositivos móveis utilizam para acessar uma rede móvel. Porém junto com essa expansão da conectividade cresce também a necessidade de maior segurança e de conscientização sobre seu impacto no meio ambiente e na sociedade. Todos esses elementos devem se combinar para que possam ser sustentáveis, tanto em termos ambientais quanto comerciais. Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas É importante notar que as empresas de telecomunicação vêm adotando uma postura cada vez mais responsável em relação à segurança e ao meio ambiente, utilizando menos plástico, menos transporte, menos resíduos e seguindo os padrões do Acordo de Paris. O GREENCONNECT da IDEMIA, por exemplo, é um conjunto de soluções e serviços que permite aos operadores móveis mudarem sua base de produtos tradicionais para um pacote de ofertas inspiradas nos princípios da economia circular: gestão de resíduos responsável, menor uso de matérias primas tradicionais e maior aplicação de insumos verdes na produção dos cartões eSIM e nas embalagens. E quanto mais elevado é o nível de consciência, maior é a necessidade de confiança e segurança: o grande desafio atual. A computação quântica é um exemplo de avanço e ao mesmo tempo risco à segurança, pois vai gerar um poder computacional adicional imenso e tornará obsoletas as formas de criptografia atuais. No passado seria necessário 10 bilhões de anos para que se pudesse invadir um cartão SIM, mas com esse avanço isso poderá ocorrer em minutos. Porém o risco identificado também faz gerar tecnologias que o atenuam, tal como o International Mobile Subscriber Identity (IMSI), que cria um identificador único para cada usuário e aparelho utilizado e criptografa a identidade de ambos, dentro ou fora da rede. O IMSI possibilita a utilização dessa identidade única em ambientes nada confiáveis, como redes Wi-Fi abertas, sem riscos à sua segurança. Há também os cartões SIM criptografados 5G IMSI. Esses cartões, chamados de SIM 5G AS, armazenam chaves de conexão temporárias que permitem a reautenticação completa da rede em caso de interrupção, criando uma experiência de conectividade mais perfeita. Estima-se que, até 2024, a receita das operadoras móveis atinja cerca de US$7 bilhões, como resultado da identidade digital via seus serviços, representando um crescimento de 800% ante o registrado em 2019. Outro dado importante refere-se à Internet das Coisas ou IoT (internet of Things). a previsão é de que haverá 23 bilhões de aparelhos IoT até o final de 2026, ante os 8,74 bilhões atuais, todos criando cidades inteligentes, comércio, carros e aparelhos conectados, que coletarão e compartilharão informações e tornarão o mundo mais intensamente conectado. *Diego Cecchinato, é vice-presidente sênior para a área de operadoras móveis da IDEMIA para a América Latina. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantendedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas

  • Auxílio Brasil injetará mais de R$ 90 bilhões na economia

    Ministro da Cidadania falou sobre impacto econômico do programa O Auxílio Brasil, novo programa permanente de transferência de renda do governo federal, injetará mais de R$ 90 bilhões na economia de varejo durante 2022, informou hoje (7) o ministro da Cidadania, João Roma, em entrevista ao programa A Voz do Brasil. Segundo Roma, o governo também pagará um aditivo do auxílio emergencial - que vigorou até outubro de 2021 - a homens chefes de família. A verba, que inicialmente era prioritário para mulheres chefes de família, foi liberada para homens pelo Congresso Nacional no fim de 2021 e será paga em breve pela Caixa. “São vários programas que vão além da proteção social, mas também buscar a transformação social para as famílias brasileiras. Estamos conseguindo fortalecer com o programa permanente de transferência de renda, que é o Auxílio Brasil, mais de 17 milhões de famílias necessitadas em todo o Brasil”, afirmou o ministro. Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas A concessão da Tarifa Social de Energia Elétrica também está vinculada ao cadastro do Auxílio Brasil, feito através do CadÚnico. João Roma afirmou que o sistema já beneficia 24 milhões de famílias que recebem o desconto da tarifa de energia elétrica automaticamente na fatura. “Você que está em casa, verifique sua conta de luz”, alertou Roma, que lembrou ainda que o sistema seleciona automaticamente os cadastros aptos do CadÚnico e aplica o benefício. “Se não chegou o desconto e está em situação de necessidade, basta ir no Centro Regional de Assistência Social (CRAS) e atualizar o CadÚnico para receber o desconto”, complementou. Chuvas Sobre as fortes chuvas que causaram inundações, enchentes e destruição em diversas localidades no Nordeste e no Sudeste, João Roma afirmou que o Ministério da Cidadania age com celeridade para tentar levar conforto e ajuda a todos os municípios afetados por catástrofes naturais. “Muitas famílias necessitadas. Vivemos isso no local. Vimos muitos relatos de famílias que perderam tudo que tinham com a força das águas, de maneira muito traiçoeira. O governo federal está mobilizado, ajudando prefeituras e essas famílias”, explicou o ministro. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantendedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas

  • Por que algumas empresas de venda consignada quebram?

    O porquê de algumas empresas não resistirem e quais passos são primordiais para sua sobrevivência. É comum encontrar estórias sobre empresas de consignação que se iniciam com exemplos de vendedores muitos organizados, que geram resultados expressivos de vendas e entram em desalinhamento com suas empresas ou mesmo um colaborador da área administrativa que, após muitos anos participando da empresa, decide sair e empreender a sua própria jornada. Entretanto, há aqueles casos mais caóticos, onde acontece uma crise comercial – a exemplo, situações como inadimplência e/ou mesmo o cancelamento de um grande por parte de um cliente – fazendo encalhar produtos sem vendas no estoque. Não menos, crises macroeconômicas, como governos desastrados que assolam a economia, geram desempregos e deixam as pessoas na mão. Algumas pessoas que vivem circunstâncias assim acabam revolucionando suas vidas, independentemente se for na indústria de venda consignada, venda porta a porta ou qualquer outro tipo de indústria: elas respondem ao contexto e buscam uma saída proativa para suas vidas. Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas Realidade: 70% das empresas do Brasil fecham em menos de 10 anos Recentemente, li e aprendi uma comparação muito interessante. Abrir uma empresa é como dar um grito de independência de um País. Não tem grande diferença nesses atos. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresentou uma pesquisa nesse ano, mostrando que 277,2 mil empresas nasceram em 2010 e 37,8% delas conseguiram se manter somente até 2015. E, mesmo antes da crise econômica causada pela pandemia, mais de 70% das empresas fundadas no Brasil fechavam as portas em menos de dez anos de atividade. Quando uma empresa quebra, alguns aspectos se tornam evidentes: · Empresas não controlam custos; · Falham com seus clientes; · Trazem produtos e serviços errados ao mercado; · Não tratam riscos. Trabalhar com revendedoras sacoleiras através da venda consignada parece um processo fácil, mas um dos principais fatores sobre erros é quando o empreendedor não se precavi em relação a riscos. E quais são esses riscos? Empresas de venda consignada: organizar para crescer Desafogar-se das tantas funções torna-se a principal meta do empreendedor. Porém, pensar assim exige de você atitudes e posturas de cunho empresarial. Em consequência, desenhar sua organização. E isso é sobre envolver outras pessoas, organizar o trabalho afim de cumprir uma estratégia e atingir objetivos. Toda empresa bem administrada deverá garantir que uma excelente experiência para clientes e também para seus colaboradores. Não tenha dúvida disso. E só em refletir sobre o assunto, o que irá exigir atenção em aspectos formais (por exemplo, políticas) e informais (por exemplo, o que é uma fofoca?) da organização. E aí, quando se perceber, pensará menos na operação e mais em aspectos de planejamento e propósito (individual – em relação A sua vida, e de grupo, em analogia à sua empresa). Planejar e entender 3 níveis de decisões Uma vez que você decidiu investir numa empresa, você vai ter que criar hábitos de planejamentos que não são apenas no âmbito operacional, de vender, de decidir simplesmente qual praça ir etc. Planejar é decidir antecipadamente, organizar e enxergar opções. Também é sobre construir uma forma de controlar possíveis resultados. O que não significa que você terá de criar planos extensos, super detalhados e enrijecidos. Mas ter um desenho organizacional, com estrutura e apoio, vai exigir de você muito mais preparo e um planejamento empresarial que explorará três níveis de decisões importantes: 1. Decisão estratégica: É sobre a criação de consistência entre objetivos e recursos: o ambiente empresarial, os produtos que vai usar (roupas ou joias consignadas, entre outros), mercado de atuação (onde vai comprar, vender e encontrar pessoas pra te ajudar), tecnologia (equipamentos, telefonia, um sistema de venda consignada para gestão), relacionamento com funcionários e fornecedores e região de operação e assim por diante. 2. Decisão tática: Diz respeito em como você vai organizar recursos para obter desempenho máximo, sua estrutura organizacional ou como vai obter recursos financeiros e de pessoas; suas ações contra riscos etc. 3. Decisão Operacional: As decisões operacionais são ligadas a objetivos e metas, como preços a ser praticado, que tecnologia usar, produtos que serão vendidos, à política de estoque, gerenciamento de equipes, entre outros. Como eu mencionei, muitas empresas de venda consignada iniciam suas estórias por causa de crises econômicas, comerciais ou mesmo porque as pessoas ganham experiências e decidem empreender na área. Apesar dos empreendedores começarem seus negócios com muita energia, as estatísticas mostram que muitas empresas quebram e que 70% quebram num prazo de 10 anos, e os 30% de empresas que duraram após os primeiros 10 anos certamente foram empresas que não erraram em deixar de controlar custos, falhar com clientes, contratar serviços errados ou ruins e, principalmente, não deixaram de tratar os riscos, pois a todo momento, estiveram tomando decisões para gerar consistência entre seus objetivos, recursos e resultados. Além disso, elas revisaram sua organização para desempenho máximo, já que atualmente a ação de trabalhar vem atrelada à tecnologia. Por isso, deixo a minha dica final: empresas que fazem venda consignada por revendedoras precisam de um excelente sistema de venda consignada. Eduardo Xavier é CEO da Revendus, empresa que atua há 11 anos no mercado de Sistemas de Informação com foco em logística. Com experiências na área de forma internacional e nacional, hoje dedica sua carreira a projetar soluções inteligentes para a área das vendas consignadas, seu case de sucesso há mais de uma década. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantenedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas Os 13 melhores filmes de vendas, motivação e empreendedorismo

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