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- Investimento anjo, Mútuo Conversível ou SCP: Qual a melhor modalidade de investimento em Startups
Advogado detalha os tipos de investimentos em Startups com análise de vantagens e desvantagens Cada dia mais, fundos e investidores em geral buscam bons negócios para aportar capital com o foco de garantir remuneração futura ou até garantir que haja a possibilidade de conversão do investimento em participação societária. A estruturação jurídica do projeto é a base que sustenta a sua eficácia e garante segurança jurídica tanto para o investidor, quanto para a empresa investida. A fim de superarmos todas as possibilidades de investimento é importante destacar as minúcias de cada estrutura. Existem diversas modalidades de estrutura jurídica, mas a fim de atender o objetivo em análise destacamos as seguintes modalidades: sociedade em conta de participação, investimento-anjo e mútuo conversível em ações, cujos detalhes esclareceremos a seguir. De início podemos destacar a sociedade em conta de participação. Trata-se um tipo societário contido no Código Civil, em seu art. 993[1], cujo objetivo é criar um instrumento no qual figuram um investidor, chamado na lei de sócio oculto/participante e um sócio que executa o empreendimento, chamado de sócio ostensivo, podendo este ser uma pessoa jurídica ou física. O objetivo desse formato, que não tem personalidade jurídica e não depende de registro do seu contrato, é se criar uma modalidade de captação de investimento sem risco para o investidor, todavia, o seu registro é necessário na Receita Federal, nos termos da Instrução Normativa da Receita Federal do Brasil nº 1863, de 27 de dezembro de 2018. Não obstante a lei deixe evidente que o sócio participante somente responde pelas obrigações perante terceiros em caso de haver alguma influência sua na gestão dos negócios, há na jurisprudência trabalhista a responsabilização de sócio investidor. Notemos: SOCIEDADE EM CONTA DE PARTICIPAÇÃO. REDIRECIONAMENTO DA EXECUÇÃO CONTRA OS SÓCIOS. A desconsideração da personalidade jurídica autoriza a execução de bens dos sócios da empresa demandada, independentemente do tipo societário que tenham adotado e das categorias de sócios existentes (ostensivo ou investidor)[2] No campo do direito civil, a segurança jurídica é maior, todavia, encontramos problemas de entendimento judicial quanto à dissolução da sociedade, no sentido de limitar a relação à prestação de contas do sócio ostensivo ao sócio oculto. Diante de tais instabilidades que o poder judiciário gera, notadamente o trabalhista, a sociedade em conta de participação, à priori, se mostra como opções viáveis, entretanto, há de se ter cautelas quanto à riscos futuros. Outra opção a ser analisada é o investimento anjo. Trazido ao direito brasileiro pela Lei Complementar 123/2006, essa modalidade buscou a criação de um sistema de investimento mais dinâmico buscando incentivar a inovação, especialmente como incremento inicial para empresas de tecnologia.[3] Essa modalidade, no entanto, a fim de tentar regular um mercado dinâmico e volátil, cria uma série de regras que pode gerar desconforto e engessar os investimentos. Assim como a Sociedade em conta de participação há o destaque do risco ser assumido pelos chamados sócios regulares isentando o investidor de responsabilidade, porém, cria-se regras sobre alguns itens do investimento, que acabam por engessar o processo. Nessa modalidade, por exemplo, o contrato deve ter vigência não superior à sete anos, porém a remuneração deve ter o prazo máximo de cinco anos e o prazo mínimo de dois anos. Há até a definição da forma com que a remuneração será feita, delimitando os rendimentos ao valor corrigido.[4][5] Além disso, a Instrução Normativa da Receita Federal nº 1719/2017, traz alíquotas progressivas de imposto de renda auferidos dos rendimentos decorrentes dos investimentos, iniciando-se em 22,5% até 15%. Diante de tantas limitações diretas à forma do investimento, payback, e até da imposição tributária agressiva, temos que o investimento anjo, que tinha como propósito dinamizar o mercado e atrair investimentos, acabou por se tornar uma opção, muitas vezes, inviável. Por fim, podemos destacar o mútuo conversível em ações ou quotas, como modalidade para realização do investimento. O contrato de mútuo é uma modalidade de empréstimo trazida pelo Código Civil, em seu artigo 586. É sabido que o investimento inicial pode ser devolvido nos termos acordados ou, como desejam sempre o investidor e investido, que o negócio cresça e se tenha uma grande valorização do negócio. Nesse cenário de incertezas a previsão dessa possibilidade e sua garantia é essencial. O mútuo permite que esse cenário seja criado como bem pondera Takada (2016), ao frisar que as partes podem frisar condições outras na avença contratual. Além disso, consoante a lição sempre precisa de Silvio Rodrigues, em regra, o contrato de mútuo não exige qualquer forma especial. Nesse contexto de liberdade contratual e de negociação, a possibilidade de se prever a forma do investimento, seu desinvestimento ou até, prosperando o negócios, a conversão em participação societária, é garantida com o contrato de mútuo. Diante de todo o exposto, mapeamento o interesse do investidor e expusemos as modalidades contidas no direito brasileiro que podem ser utilizadas para tal, expondo, no entanto, suas peculiaridades, de modo que, o mútuo conversível se mostra, em razão da liberdade de negociação e segurança jurídica, como solução muito mais estratégica e mais viável tanto para o investidor, quanto para a empresa investida. [1] Disponível: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/L10406compilada.htm [2] TRT-4 - AP: 00254007820035040291, Data de Julgamento: 06/11/2017, Seção Especializada em Execução [3] Art. 61-A. Para incentivar as atividades de inovação e os investimentos produtivos, a sociedade enquadrada como microempresa ou empresa de pequeno porte, nos termos desta Lei Complementar, poderá admitir o aporte de capital, que não integrará o capital social da empresa. [4] Disponivel em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp123.htm [5] Art. 61-A (...) § 1o As finalidades de fomento a inovação e investimentos produtivos deverão constar do contrato de participação, com vigência não superior a sete anos. (...) § 4o O investidor-anjo: III - será remunerado por seus aportes, nos termos do contrato de participação, pelo prazo máximo de cinco anos. (...) § 7o O investidor-anjo somente poderá exercer o direito de resgate depois de decorridos, no mínimo, dois anos do aporte de capital, ou prazo superior estabelecido no contrato de participação, e seus haveres serão pagos na forma do art. 1.031 da Lei no 10.406, de 10 de janeiro de 2002 - Código Civil, não podendo ultrapassar o valor investido devidamente corrigido. *Rubens Leite é advogado e sócio-gestor da RGL Advogados.
- 5 dicas para recuperar a autoestima no trabalho e começar 2022 com o pé direito
Pandemia, Síndrome de Burnout, desmotivação, infelicidade no ambiente de trabalho, alto índice de depressão foram temas em alta em 2021. Com a chegada de 2022 é possível reverter esse cenário com algumas medidas O ano de 2021 foi marcado por muitos debates sobre a infelicidade no mercado de trabalho. Um dos temas recorrentes foi a crescente nos casos de Síndrome de Burnout, em pessoas que extrapolavam as horas de trabalho em home office. O transtorno que é causado pelo esgotamento físico e mental, devido a rotina de trabalho exaustiva, é um exemplo de como as empresas precisam se reinventar para não prejudicar os colaboradores e até sua presença no mercado. Outros temas debatidos também foram o aumento do turnover nas empresas, além do estresse e problemas com sono/concentração devido a pandemia. Em meio às mudanças na vida profissional e pessoal, se adaptar pode se tornar um processo difícil e doloroso e que também pode trazer danos para a autoestima. Para se ter ideia, de acordo com uma pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo (USP), em onze países, o Brasil lidera os casos de depressão e ansiedade durante a pandemia. De acordo com o estudo, o país é o que mais tem casos de ansiedade (63%) e depressão (59%). Números como esses mostram como a saúde mental dos brasileiros foi afetada durante a pandemia. De acordo com Tomás Camargos, sócio-fundador da VIK - startup que nasceu para ajudar as empresas a melhorarem a saúde de seus colaboradores, implementando um programa que visa transformar a vida das pessoas e o resultado das corporações -, as empresas devem enxergar a saúde como um investimento e não como uma linha de custo para a empresa. “As boas organizações precisam investir no bem-estar dos membros da equipe para evitarem, futuramente, gastarem com doenças causadas pelo sedentarismo e estresse, por exemplo. Isso também permite com que elas diminuam consideravelmente os custos das organizações com plano de saúde, absenteísmo e baixa produtividade. No Brasil esse movimento vem acontecendo, em que a preocupação com a saúde está cada vez mais consciente e estratégica para as corporações”, revela. Para a psicóloga Vanessa Gebrim, especialista em Psicologia Clínica pela PUC de SP, sentir-se bem tem sido um desafio para muitas pessoas e colaboradores nessa fase de pandemia. “As frustrações comprometeram até mesmo a autoestima, já que muitas pessoas não conseguiram realizar os projetos que tinham planejado. Esse aumento nos casos de depressão e ansiedade se deram também por conta das mudanças drásticas na rotina, além de todo o medo e incerteza que vieram junto. Às pessoas ficaram com as emoções à flor da pele, o que prejudica o equilíbrio e contribui para a baixa autoestima”, explica. Abaixo, os especialistas listam cinco dicas para recuperar a autoestima no trabalho e começar 2022 com o pé direito. Confira: 1 - Faça amigos no trabalho: ter uma amizade no trabalho torna os colaboradores mais engajados e felizes. Isso é o que diz uma pesquisa realizada pelo Instituto Gallup que revela a importância de ter um melhor amigo no ambiente profissional. “Muitas vezes, com a correria do dia a dia, as empresas deixam de lado o incentivo para que as equipes se conheçam, uma das formas de mudar esse cenário é optar por programas de gamificação que levem engajamento, saúde e socialização entre os colaboradores”, indica Camargos. Para ele, é possível incentivar essa relação de amizade por meio de atividades físicas. “Durante o programa corporativo de saúde e integração desenvolvido pela VIK, por exemplo, os colaboradores de uma determinada empresa participam de uma competição virtual de atividade física, por meio de um sistema gamificado e suas atividades físicas aparecem em um ranking que funciona como uma rede social saudável. O programa gera um movimento interessante, as pessoas começam a conversar em torno de um assunto prazeroso e, naturalmente, as relações são suavizadas ao longo do período”, explica. 2 - Cuidados com sua saúde física e mental: o Brasil é um dos países mais sedentários da América Latina. Segundo uma pesquisa divulgada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), quase metade dos brasileiros - 47% - não praticam exercícios suficientes para manter o corpo saudável. Outro dado alarmante é sobre a saúde mental da população, já que o país tem o maior índice de prevalência da doença na América Latina. As empresas podem ajudar a transformar os hábitos e a rotina dos funcionários. “É fundamental que os líderes pensem no impacto da saúde no potencial humano e a importância da implementação de programas de saúde/qualidade de vida para os colaboradores. Por isso, devem disponibilizar momentos de lazer, atividades físicas em grupo, meditação e confraternização”, aconselha Camargos. Além da mudança na prática de atividade física e no sedentarismo, a implementação de programas de humanização afeta outros setores da vida dos colaboradores. “Percebemos as transformações de hábitos nos participantes mais conscientes quando se trata de nutrição, álcool, cigarro, diminuição do estresse e melhora no sono/concentração”, conta Tomás. 3 - Faça terapia: a falta de autoestima pode ser uma ponte para quadros de ansiedade, medos, fobias e até para depressão. “Procurar um profissional pode ser necessário e ajuda no sentido de fazer com que o paciente entre no processo de autoconhecimento, trazendo mais segurança e autonomia para sua vida. Além disso, contribui no controle das emoções, fortalecendo a autoconfiança e autoaceitação. Existem abordagens e técnicas bastante eficazes que podem ser a chave para a melhora do bem-estar emocional da pessoa”, explica Vanessa Gebrim. 4 - Esteja alinhado com o propósito da empresa em que trabalha: de acordo com uma pesquisa realizada pela Sodexo Benefícios e Incentivos, 53,8% dos brasileiros acreditam que seu propósito de vida está conectado com seu trabalho atual. “Mais do que um salário alto e benefícios, os colaboradores querem se sentir uma parte fundamental da empresa. Hoje, vida pessoal e profissional estão interligadas, somos uma mesma pessoa”, acrescenta Camargos. As corporações que não se adaptarem vão ser ultrapassadas. “As startups são a prova de como esse cenário mudou, ninguém quer mais passar horas sentado no escritório, sem um momento de interação ou com roupas sociais desconfortáveis. As pessoas procuram qualidade de vida, horários flexíveis e experiências novas”, finaliza Camargos. 5. Se olhe e se entenda: é importante entender que tudo o que a pessoa fizer que, de alguma forma, contribua para que ela se orgulhe de si, a ajudará a fortalecer sua autoestima. “Quando a pessoa está focada em seus aspectos negativos, a insegurança certamente estará presente em sua rotina e relacionamentos. Dentro do processo de autoconhecimento, a pessoa aprende a gerenciar suas emoções e desenvolve sentimentos positivos sobre si e sobre o mundo”, conclui a psicóloga Vanessa Gebrim.
- O cenário da Construção Civil para 2022
Setor foi um dos que conseguiu seguir em alta durante a pandemia e teve quase 10% de crescimento em unidades residenciais em 2020 O mercado imobiliário e a construção civil são dois segmentos que conseguiram continuar em alta mesmo durante a pior fase da pandemia do Covid-19. Para se ter uma ideia, de acordo com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), em 2020 as vendas de unidades residenciais novas cresceram 9,8% no Brasil. Para este ano, as previsões são de crescimento entre 5% e 10% diante de uma alta de 3% do PIB. Entretanto, alguns especialistas também acreditam que, nos próximos dois anos, o mercado não continuará nesse processo de crescimento. Acredito que, diante dos olhos dos especialistas, um dos maiores incentivos, inclusive em época de pandemia, é a viabilidade de crédito proporcionada pelo governo, que incentiva o mercado em taxas junto com os bancos. Neste cenário, sabemos que o mercado não terá crédito para sempre e talvez o crescimento se atenue um pouco. É importante entender que o mercado sempre se adapta. Pelo fato de que, daqui a dois anos, os bancos e o Governo não incentivarem mais as taxas, é provável que haja uma redução no mercado imobiliário em si, porque haverá menos oferta de crédito, menos construção e dinheiro no mercado para as pessoas financiarem imóveis. Porém, este é um olhar voltado mais para o mercado residencial. Quando paramos para falar de construção civil, estamos falando da área industrial e do varejo. Essas áreas nunca param, elas se adaptam. Em um cenário em que as indústrias e lojas não vão crescer, ao menos elas manterão o que tem ou renovarão, olhando para um prisma de melhorar pontos que possam viabilizar o crescimento dos lucros deles. Durante a pandemia, construtoras que trabalham viabilizando o mercado imobiliário através de financiamento do banco, continuaram trabalhando independente da pandemia. Já as construtoras que trabalham sob demanda sofreram, pois as empresas não sabiam para onde o mercado estava indo e cortaram investimento. Com uma visão de oferta de crédito reduzida, essa parte do setor começará a se adaptar e o mercado continuará girando. Talvez não com tanto crescimento, mas seguirá sem parar. O olhar do mercado para o futuro Apesar das retrações inevitáveis que aconteceram no mercado por conta da pandemia, as projeções são para que a construção civil tenha, em 2021, o maior crescimento do setor em oito anos. De acordo com o estudo Desempenho Econômico da Indústria da Construção do 2º Trimestre de 2021, realizado pela CBIC, a projeção de crescimento do setor neste ano subiu de 2,5% para 4%. Entretanto, é importante manter o olhar em algo que pode ser tanto positivo quanto negativo para o setor. Muitas pessoas seguraram os investimentos durante a pandemia e estão com demanda represada. Com isso, a vontade de investir e fazer novas possibilidades está alta. Depois de quase dois anos de pandemia, as pessoas estão se reestruturando e replanejando para começar a investir de volta. Estão começando a ter mais segurança, então as obras vão acontecer. Esse é o aspecto positivo do cenário para o futuro do mercado, mas também pode ser algo negativo. Durante a pandemia, a cadeia de produtos, insumos e equipamentos para a construção civil sofreu e ainda sofre muito com a falta de materiais. Se a demanda represada for solta de uma vez, a escassez de material pode ser uma das consequências. Infelizmente, é um setor que leva mais tempo para se recuperar. Além disso, um dos grandes desafios que o mercado deve se manter atento, é que a qualidade da mão de obra de construção civil é muito precária - as pessoas não estudam sobre e não são preparadas para a qualidade. Com o crescimento de obras, vai ser cada vez mais difícil encontrar uma mão de obra qualificada para trabalhar e garantir as entregas. Com a previsão de crescimento e novos investimentos para o mercado, a busca das construtoras é crescer cada vez mais junto ao mercado. Quando pensamos no futuro, a maior expectativa é se posicionar perante os grandes players como uma excelente alternativa para as adaptações de ambientes e para novas construções. Por isso, é importante trabalhar inúmeros procedimentos internos para fornecer a melhor estrutura para dar segurança às grandes empresas. É fundamental continuarmos olhando para as exigências das empresas, sempre entregando um padrão alto de qualidade de gestão, gerenciamento e entrega. A visão organizacional interna da construtora demonstra para os grandes players do mercado que é possível oferecer toda uma estrutura para que a obra aconteça no melhor dos procedimentos e com o máximo de segurança. *Victor Gomes é CEO da Expertise Construtora.
- Orçamento da Capes aumenta, e órgão vai zerar déficit de bolsas
Recursos esperados passam de R$ 3,14 bilhões para R$ 3,68 bilhões A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) informou que o orçamento previsto para 2022 terá aumento de 17% em relação ao do ano passado. De acordo com o órgão, os recursos esperados subiram de R$ 3,14 bilhões para R$3,68 bilhões. Segundo a Capes, o aumento de R$ 540 milhões garantirá o pagamento integral das bolsas de pós-graduação no país e a formação de professores. Os recursos surgiram a partir do trabalho do Ministério da Educação (MEC) e aguardam sanção presidencial por meio do PLN 19/2021. De acordo com a presidente da Capes, Cláudia Queda de Toledo, os recursos permitirão zerar o déficit de pagamento de bolsas de pós-graduação. “Começamos 2022 com a superação do problema que tivemos nos últimos três meses de 2021 para o pagamento das bolsas de formação de professores da educação básica”, afirmou Cláudia. No ano passado, a Capes precisou esperar a aprovação de projetos de lei no Congresso Nacional para receber suplementação orçamentária para custear programas de formação de professores de formação básica e os bolsistas. * Fonte: Agência Brasil
- Domine os diferentes tipos de vendas
Tão importante quanto dominar as técnicas, conhecer as modalidades de vendas é muito importante Você conhece os diferentes tipos e modalidades de vendas? Solicitamos ao Diego Maia, apontado pelo Google como o "melhor palestrante de vendas da atualidade", que nos apoiasse para identificar os posicionamentos mais adequados de acordo com as modalidades de vendas pré-existentes. Vender para o consumidor final é diferente de fornecer para uma empresa ou governo, por exemplo. A venda recorrente também tem diferenças estruturais quando comparada com uma venda pontual, aquela que tende a acontecer uma só vez e olhe lá. Por isso separamos nesse conteúdo um compilado com os mais diferentes tipos de vendas, com uma breve explicação para você entendê-los e identificar quando cada um se aplica. 1 - Venda Direta 2 - Venda Consignada 3 - Venda Pronta Entrega 4 - B2B - Venda para empresas 5 - B2C - Venda para o consumidor final 6 - B2G - Venda para governo e empresas mistas 7 - Venda Consultiva 8 - Venda Casada 9 - Vendas Internas 10 - Vendas Remotas 11 - Venda Recorrente 12 - Venda Pontual 1 - Venda Direta Modelo clássico em que existe o contato direto entre vendedores e consumidores. Aqui, nem sempre a negociação precisa estar vinculada a um estabelecimento – ou seja, pode se tratar da venda de uma ideia ou virtual. A principal habilidade exigida é o poder de persuasão. Este é o modelo utilizado por empresas que operam MMN - Marketing multinível, mas não pode ser considerado sinônimo. Em alguns segmentos, venda direta pode representar um produto vendido diretamente pelo fabricante, sem intermediários. 2 - Venda Consignada Nesse modelo o fabricante entrega os seus produtos para um estabelecimento que será o responsável pela venda, mas há um contrato no qual este não se responsabiliza pelo que não for vendido. Caso sobrem itens, o produtor os recebe de volta, sem que a loja tenha que pagar por eles. A vantagem para o produtor aqui é poder contar com alguém que fará o trabalho de vendas para ele, que pode se concentrar na produção. Para o lojista, a venda consignada tem como grande ponto positivo não precisar comprar grandes quantidades de produtos e evitar prejuízos com o que não tiver saída, já que eles serão devolvidos sem custo. Este canal é muito utilizado por fabricantes de joias, bijuterias, roupas e perfumes. 3 - Venda Pronta Entrega A venda através da pronta entrega consiste no modelo em que o vendedor vai atender os clientes já acompanhado dos produtos. Ele mesmo entrega a mercadoria e com isso, conclui o ciclo de atendimento daquele cliente de forma muito rápida. 4 - B2B - Venda para empresas B2B é a sigla em inglês para Business to Business, ou seja, é a venda de empresa para empresa. Um atacado de alimentos que vende para os supermercados, uma fábrica de tijolos que vende para empresas da construção civil, a fábrica de pneus que vende para as montadoras de automóveis, e assim por diante. São as vendas corporativas, nas quais duas empresas negociam. O B2B tem muitas diferenças em relação ao B2C - que veremos a seguir -, pois em geral os volumes e valores são muito maiores. Além disso, é uma venda que vai direto na necessidade da empresa que compra, ela soluciona um problema. Há pouco, ou nenhum, espaço para uma conquista de cliente baseada em questões emocionais. 5 - B2C - Venda para o consumidor final Outra sigla em inglês que significa Business to Consumer, ou seja, de empresa para o consumidor. É a venda que é feita para a pessoa física. Nela você disponibiliza um produto ou serviço para o consumidor final. Os supermercados, as lojas de roupas, a padaria da esquina, uma lojinha de informática ou até a vendedora e o vendedor por catálogo que comercializam produtos para as pessoas comuns, estão todos fazendo o B2C. É também como trabalham os produtores que atuam com venda direta. No B2C, além de sanar um problema ou necessidade do cliente, a venda pode ser baseada também ou muitas vezes apenas em questões emocionais. Confira o podcast inspiracional e motivacional do palestrante de vendas Diego Maia: 6 - B2G - Venda para governo e empresas mistas Essa outra sigla não se fala muito, mas tem grande importância. B2G significa Business to Government, ou seja, Empresa para o Governo, são as vendas para os órgãos públicos. É uma ótima oportunidade para as empresas, mas que exige muito cuidado. As compras governamentais tem regras bastante específicas e rígidas. Para adquirir produtos e serviços necessários para o andamento dos órgãos públicos, é preciso abrir uma licitação e elas possuem uma série de observações. Empresas que queiram entrar nesse ramo precisam estar dispostas e preparadas para cumprir esses requisitos. São vendas feitas totalmente baseadas na necessidade do cliente. Além disso, será fundamental apresentar preços competitivos e capacidade para fornecer o produto no prazo estipulado. Você pode se interessar também por estes textos: Glossário de vendas: 45 termos fundamentais para quem trabalha no setor comercial Confira os 10 melhores podcasts sobre vendas, empreendedorismo e negócios As 15 melhores técnicas de vendas - o que são e como aplicá-las Team building: o que é e como fazer no seu evento 7 - Venda Consultiva É a venda onde o vendedor tem um forte papel de consultor, de especialista no que comercializa. Ele é mais do que uma pessoa que sabe dizer as especificações do manual do produto. O consultor possui um conhecimento profundo do produto ou serviço que presta e por isso consegue entender as necessidades do cliente e orientá-lo na melhor compra para saná-las. O vendedor consultor pode atuar tanto em empresas que atendem o consumidor final quanto em vendas corporativas, para outras companhias. Quer saber como estruturar o departamento comercial da sua empresa com um dos maiores especialistas em vendas do Brasil? Inscreva-se gratuitamente na MasterClass online com o palestrante de vendas Diego Maia, que ocorrerá dia 25 de janeiro às 19 horas via Zoom. 8 - Venda Casada Talvez alguns tenham torcido o nariz ao verem esse tópico. Mas a venda casada não está aqui nessa lista à toa. Esse tipo de negociação é proibido no Brasil, mas ainda ocorre muito e por isso é necessário falar sobre. A venda casada é aquela onde o cliente, ao comprar um produto ou utilizar um serviço, deve adquirir outro que não lhe interessa. Um exemplo clássico e simples são as salas de cinema que só permitem a entrada com pipoca vendida por eles. Outro, mais atual, eram as operadoras de telefonia celular que vendiam um aparelho quase de graça, mas condicionado à adesão a um plano. Só que isso é crime desde 1990, está no Código de Defesa do Consumidor. Infelizmente ainda existem locais que usam essa prática, como bares com consumação mínima, ou casas de shows que não deixam levar alimentos. Então é importante saber disso para não praticá-la. 9 - Vendas Internas As vendas internas são aquelas realizadas de dentro da sua empresa, sem visitas a potenciais clientes e, na maioria dos casos, sem qualquer atividade de prospecção. Elas abrangem as transações feitas online, ou por qualquer outro sistema de comunicação à distância, como WhatsApp, telefone, e-mail, marketplace e afins. 10 - Vendas Remotas Vendas remotas são aquelas feitas pelo time de vendas diretamente de suas casas (home office) ou em qualquer lugar em que estejam, sem a necessidade de estar presente fisicamente no cliente ou mesmo na empresa. 11 - Venda Recorrente Venda recorrente é quando a empresa comercializa um produto para o mesmo consumidor seguidamente. Ela pode ocorrer em qualquer outro tipo de vendas seja B2B, B2C, B2G e por aí em diante. Por exemplo, o fornecedor de pães para uma hamburgueria que vende sempre aquele produto para o restaurante. Uma venda recorrente pode ser tanto de produtos comuns, mas que uma pessoa sempre compra no mesmo lugar, quanto de produtos feitos sob medida para o cliente. 12 - Venda Pontual Ao contrário da venda recorrente, a venda pontual é aquela que não ocorre com frequência. O cliente pode comprar uma vez o produto ou serviço e nunca mais adquiri-lo, demorar para voltar a comprá-lo ou trocar de fornecedor com frequência. Bens duráveis, como eletrodomésticos para pessoa física, são exemplos de vendas pontuais, já que o cliente dificilmente voltará a comprá-los em pouco tempo. Mesmo produtos que a pessoa precise diariamente podem se encaixar nisso. Um bom exemplo é o combustível para abastecer carros. Mesmo que o consumidor precise encher o tanque diariamente, ele pode optar sempre por um novo posto, na procura pelo que estiver com o preço mais em conta. Leia também: Como fazer um pós-venda memorável e eficiente As 21 melhores frases motivacionais para vendas Os 10 melhores palestrantes de vendas do Brasil Conclusão sobre os tipos de vendas Conhecer e entender as diferentes técnicas de vendas e saber como e quando aplicá-las é fundamental para fechar mais negócios. Mas também é importante saber quais são os tipos de vendas para usar os artifícios corretos em cada um. Se você quer aprofundar o seu conhecimento de vendas e entender novas e modernas técnicas comerciais, inscreva-se na Academia de Vendas. O programa criado pelo palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia, oferece novas aulas toda semana, material de estudo e garante aprendizado contínuo. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Atuamos em todos os estados brasileiros e falamos a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização.
- Black Friday: oito dicas para se preparar para vender mais
Data é um dos momentos de mais oportunidades de negócios no ano e pode garantir ótimos resultados para quem estiver pronto A Black Friday é uma das datas mais importantes para quem trabalha com vendas e é importante estar preparado para fechar bons negócios nesta que é um dos dias mais importantes para o comércio, em especial para o varejo. Apesar de ser uma tradição que nasceu nos Estados Unidos, a data foi adotada com sucesso pelas empresas brasileiras que a cada ano veem suas vendas aumentarem nesse período. Mas para ter sucesso na Black Friday não basta fazer um anúncio bonito, é preciso trabalhar muito e ter um grande preparo para esse dia não virar um pesadelo. O que é a Black Friday? A Black Friday é uma tradição norte-americana e dá início às vendas para o Natal. A principal marca desse evento é que as lojas fazem grandes promoções, com descontos significativos, o que atrai uma quantidade muito grande de clientes para as lojas físicas e virtuais. Lá nos Estados Unidos a Black Friday ocorre um dia após o Dia de Ação de Graças, ou seja, a quarta quinta-feira de outubro. Essa data é aproveitada em outros países que realizam o esforço de vendas, como o Brasil, mesmo que aqui esse feriado não seja comemorado. É bastante comum que as promoções durem todo o fim de semana. Nos Estados Unidos também foi criada a Cyber Monday, a “Segunda-feira Cibernética”, que acontece na primeira segunda-feira após a Black Friday e incentiva as compras pela internet. No Brasil também existem lojas que realizam a atividade, principalmente do setor de eletrônicos. Agora, vamos para as dicas de como se preparar para a Black Friday. 1 - Ofereça descontos reais Muitos clientes brasileiros apelidaram a data de “Black Fraude”, pois quando ela começou a ser utilizada pelo comércio nacional era muito comum os descontos serem “a metade do dobro”. Ou seja, lojistas anunciavam grandes ofertas, mas semanas antes haviam aumentado os valores dos produtos para dar uma falsa sensação de que havia uma boa vantagem. Além dessa prática ser antiética, ela é muito fácil de ser descoberta em um mercado cada vez mais digital, o que pode arruinar não só as vendas dessa data, mas causar danos permanentes para a reputação da sua empresa. Existem sites especializados em mostrar para o público a evolução dos preços, então com um simples clique os seus clientes saberão se houve ou não alguma variação atípica nas semanas anteriores. A dica aqui é simples: ofereça descontos reais para seus clientes na Black Friday. 2 - Prepare o seu site O consumo online já é muito representativo e tende a aumentar cada vez mais, o que por si só já é motivo suficiente para você ter um site confiável e robusto. Na Black Friday isso é imprescindível. Nesse dia o volume de acessos ao seu site será muito grande, bem fora do normal. E com muitas pessoas ao mesmo tempo nele é possível que sua navegabilidade seja prejudicada e, pior ainda, que ele trave e saia do ar. E aí o cliente simplesmente sai e vai para outro em segundos. Portanto antes da Black Friday é importante verificar se o seu portal é robusto o suficiente para aguentar uma lotação. Caso não seja, providencie mudanças para não ter problemas no dia. Além disso, é importante ter o suporte de plantão para resolver qualquer imprevisto. 3 - Alinhe a sua equipe Não é apenas o site que precisa estar preparado, sua equipe também deve estar atenta nesse dia, seja no virtual ou nas lojas físicas. Todos devem saber o que fazer em diferentes situações, desde como resolver um problema no sistema até dar atenção aos clientes em um dia tão atarefado. Defina claramente os papéis de cada um no dia, para que as coisas saiam de forma organizada e ágil. Deixe as responsabilidades bem definidas, com a orientação necessária para cada time saber o que deve fazer, e também a qual outro colaborador deve recorrer caso alguma questão não seja de sua alçada. 4 - Treine a sua equipe Manter uma equipe de vendas treinada é importante o ano todo. Mas se você achar necessário, pode realizar um treinamento de vendas específico para a Black Friday. Essa é uma ação interessante, pois você pode traçar com o palestrante de vendas que for contratar estratégias que levem em conta questões específicas dessa data. É possível trabalhar conteúdos ligados a técnicas de vendas para persuadir os consumidores que levem em conta os descontos e vantagens da ação, por exemplo. Você pode estender esse treinamento de vendas para outros setores também, pois em uma Black Friday todos os olhos da empresa devem estar voltados para as vendas. Para garantir o sucesso do treinamento a dica é contratar um palestrante motivacional especialista em vendas. Diego Maia possui quase 20 anos de experiência nesse ramo, com palestras e treinamentos realizados em 18 estados do Brasil e países como Estados Unidos, Argentina e Portugal. Seu conteúdo é rico, atual e flexível. Ou seja, pode ser adaptado para a necessidade de cada empresa e momento, como a Black Friday. Confira uma edição do podcast BóraVoar, com Diego Maia: 5 - Prepare o seu S.A.C. Pequeno de uma pessoa só, ou grande com um call center estruturado, toda empresa que vende pela internet precisa ter algum serviço de atendimento ao cliente. Essa é uma medida que sempre merece a atenção dos empresários, mais ainda em momentos de grande volume de vendas. O Serviço de Atendimento ao Consumidor (S.A.C.) precisa estar em pleno funcionamento no dia da Black Friday e nas semanas subsequentes. Durante o evento ele será importante caso qualquer problema nas compras ocorra, e também para tirar dúvidas dos clientes sobre a ação. Após a data, o S.A.C. pode ser acionado com mais frequência pelo grande volume de compras, com dúvidas das mais diversas, desde trocas de produtos até reclamações sobre demora. 6 - Reforce sua logística Esse é um ponto muito importante e que ano após ano causa dores de cabeça nos consumidores e estraga a reputação de muitas empresas. O volume de vendas na Black Friday é muito grande e é muito comum entregas atrasarem por causa disso. Imagina você comprar um produto e esperar um, dois, três meses para receber? A frustração é inevitável. E as reclamações em redes sociais com a sua empresa marcada também. Muita gente tem antecipado as compras de Natal na Black Friday, então se espera que os produtos cheguem antes. As empresas precisam dar especial atenção para a logística nessa época, alinhar antes de fazer as vendas como ela acontecerá, qual a forma de entrega e ter os prazos corretos na hora de finalizar a venda. Vai demorar? Deixe isso claro no site. Prometeu que chega em dois dias? Entregue! 7 - Faça um follow up O follow up é uma prática de mercado muito comum que, em resumo, significa fazer o monitoramento dos resultados das ações. Ter um plano para realizá-lo durante e depois de uma Black Friday é muito útil para a sua empresa. No follow up da Black Friday você pode definir acompanhar como foi toda a experiência dos clientes. Metrifique dados como quantidade de visitas ao site e aos perfis de redes sociais da empresa, clientes que finalizaram e que não finalizaram compras, tempo levado no site e dados pós-compra, como a entrega, satisfação dos consumidores com atendimento e produto, etc. Tudo isso será útil para as próximas edições de Black Friday, mas também poderá ajudar a planejar eventos em outras datas com grande volume de vendas, como o Natal. O follow up deve estar atrelado a toda sua política de pós-venda, que também deve ser muito bem planejada. 8 - Tenha um controle profundo do seu estoque Organização de estoque é sempre fundamental, em um momento de muitas vendas, como na Black Friday, ele é imprescindível. Tudo o que for vendido precisa ser dado baixa para se evitar vender o que já acabou. Essa é uma dica que é muito importante também para quem trabalha com aplicativos de entrega. Nem todos eles possuem a opção de controlar o estoque automaticamente. Ou seja, você precisa ter esse controle em mãos e sempre estar atento para retirar o produto do ar assim que ele acabar, para não vender acidentalmente mais um e ter que cancelar o pedido. Conclusão sobre vendas na Black Friday Aproveitar a Black Friday para aumentar as vendas e atingir metas é algo que toda empresa deveria fazer. Os clientes estão dispostos a comprar e o retorno é grande. Mas como vimos, é preciso ter muita atenção para que esse dia saia bem e não se torne uma dor de cabeça. Salve todas essas dicas, verifique se sua estratégia para o evento tem alguma falha nesses pontos e corrija-a. E se ainda não fez um plano para a Black Friday, use essas orientações para a criação do seu. Talvez você se interesse por estes conteúdos: Para o Google, Diego Maia é um dos 10 melhores palestrantes de vendas do país. Como contratar um palestrante de vendas que traga resultados para sua equipe Como treinar vendedores – 4 tipos de treinamento de vendas Team building: o que é e como fazer no seu evento Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Atuamos em todos os estados brasileiros e falamos a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização.
- Funil de vendas: o que é e como aplicar no seu negócio
Você conhece o funil de vendas e sabe como ele pode contribuir no sucesso da sua empresa? Entenda como essa estratégia pode ajudá-lo Todos nós estamos vendendo a todo momento. Seja algum produto, uma ideia, uma experiência ou até o nosso tempo. Todo mundo precisa saber vender, portanto, suas técnicas precisam ser dominadas e aprimoradas constantemente. Dessa forma, entender o funil de vendas é um elemento primordial para alcançar o sucesso e se tornar um grande vendedor. Ele representa, basicamente, a jornada do cliente desde o primeiro contato com o seu produto até o fechamento da compra. Em suas palestras e treinamentos de vendas, o palestrante Diego Maia, ensina exatamente o que é funil de vendas e as técnicas necessárias em cada uma de suas etapas para que você consiga finalizar a venda com sucesso. Considerado um dos maiores palestrantes de vendas do Brasil, Diego Maia já realizou milhares de palestras em diversos estados brasileiros para empresas e equipes que buscam aprimorar suas habilidades e se tornarem referência em vendas. Para que você possa entender um pouco mais sobre o funil de vendas, como dominá-lo e aplicá-lo no seu negócio para trazer resultados surpreendentes, separamos neste artigo as principais informações sobre o assunto. Confira! Afinal, o que é funil de vendas? Funil de vendas é a trajetória percorrida pelo usuário, desde o seu primeiro contato com o produto até concluir a compra, se tornando então, um cliente. Toda empresa tem o seu funil de vendas, independente do segmento em que atua. Ao longo do funil, é possível identificar em qual etapa a sua empresa apresenta mais dificuldades para prosseguir e fechar a venda. Assim se torna mais fácil criar ações e estratégias específicas para cada estágio e conduzir de maneira eficiente o cliente até a conclusão da compra. Veja quais são as etapas do funil de vendas e o que cada uma delas representa. Jornada do cliente Um potencial cliente, também é chamado de lead. Para criar abordagens que conduzam seu lead ao longo da jornada de maneira eficaz, é preciso saber exatamente qual é cada etapa. De uma forma geral, a jornada do cliente é formada pelo topo, meio e fundo do funil, e cada uma dessas partes significa a maturidade do lead em relação ao seu produto. Topo do funil O topo do funil, também chamado de ToFu, é considerado a etapa da consciência. É o primeiro contato do cliente com o produto e a possibilidade de compra. É o local que você quer atingir o maior número de leads possíveis e qualificá-los. Através de uma análise de IPC - Perfil de Cliente Ideal, ele é repassado para a próxima etapa de vendas, aumentando sua possibilidade de fechar o negócio. Se ele não for reconhecido como um bom perfil de cliente ideal, provavelmente ele não irá adquirir seu produto, porque não é de seu interesse ou sua dor não pode ser resolvida através dele. Fazendo essa qualificação, é possível eliminar leads não qualificados e prosseguir com os que possuem mais chances de se tornarem, de fato, um cliente. Quer saber como estruturar o departamento comercial da sua empresa com um dos maiores especialistas em vendas do Brasil? Inscreva-se gratuitamente na MasterClass online com o palestrante de vendas Diego Maia, que ocorrerá dia 25 de janeiro às 19 horas via Zoom. Meio de funil Os leads no meio de funil já são qualificados e demonstraram maior interesse no seu produto. Trabalhá-los da maneira correta e estrategicamente é muito importante para o sucesso da venda. Uma vez que o cliente já sabe a sua dor e reconhece o problema, é a hora do vendedor mostrar como esse produto é capaz de ajudá-lo. Eles já interagiram com o seu conteúdo e você tem de fazer demonstrações do produto, mostrar provas sociais e evidenciar ainda mais os benefícios ao adquiri-lo. Esses elementos são fundamentais para levá-los à próxima etapa. Fundo de funil Nessa etapa é feita a decisão de compra. São leads extremamente qualificados, que já se mostraram muito interessados no seu produto. Você precisa querer ajudar de fato o cliente e não apenas vender o seu produto. Por isso, esse é o momento de mostrar que fechar o negócio com você é o melhor pra ele. Confira esses conteúdos: Como fazer um pós-vendas-memorável Como vender valor e não preço Como contratar vendedores e representantes comerciais Cinco erros ao realizar um treinamento de vendas 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas Se você tiver realizado todas as etapas do funil de vendas até aqui, qualificando e criando uma relação de confiança, o lead conseguirá entender que a melhor solução para sua dor, é o seu produto, e então, ele fechará o negócio e se tornará um cliente. Claro que essa foi uma explicação simples de como funciona um funil de vendas, mas com ela você já consegue entender melhor sobre o assunto e aplicá-la para conseguir melhores resultados. Quais os benefícios do funil de vendas Os benefícios do funil de vendas para sua empresa são inúmeros. Confira abaixo os principais deles: Aumenta a produtividade; Previsibilidade de resultados; Otimiza a gestão; Aumenta o aproveitamento de atividades; Feedback úteis em relação ao produto; Aperfeiçoamento de estratégias; Identificar os pontos fracos da empresa na jornada do cliente e ajustá-las; Diminuição da perda de oportunidade de vendas. Os resultados da aplicação do funil de vendas são realmente incríveis. Uma estratégia inteligente e direcionada pode alavancar os rendimentos do seu negócio, atraindo os leads certos a cada etapa do funil. Em suas palestras e treinamentos de vendas, Diego Maia faz uma análise profunda sobre todo esse processo e ensina técnicas eficientes e modernas para serem aplicadas de forma eficaz. Dominar o processo de vendas exige prática e aperfeiçoamento constante, por isso, investir em treinamento e palestras sobre o assunto, pode ser uma solução para alcançar o sucesso. O funil de venda é só uma entre tantas outras disponíveis. Para saber mais sobre o assunto, continue acompanhando nossos posts. Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Confira uma edição do podcast BóraVoar, comandado por Diego Maia: Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Atuamos em todos os estados brasileiros e falamos a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização.
- As melhores músicas para convenção de vendas
Canções famosas que falam em superação, sobre não desistir, levantar após reveses da vida e motivadoras podem ajudar a comunicar a mensagem para os vendedores Uma convenção de vendas é um evento para treinar e capacitar sua equipe com novas técnicas de vendas, mudar o mindset, arredondar estratégias e mostrar os avanços que já foram feitos. Mas, além disso, é um encontro de motivação. E por isso é muito importante também escolher as músicas certas para ela. Músicas tristes, com mensagens negativas não contribuem para levantar o ânimo dos colaboradores nem para prender a atenção deles, e ainda podem criar um clima pesado, justamente o contrário do que se busca. A convenção, junto com uma palestra motivacional de vendas, deve ser positiva, dar uma injeção de ânimo e deixar o time descontraído. Conheça Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil: uma excelente recomendação para sua convenção de vendas Diego Maia recomenda fortemente que sua playlist seja pra cima e animada, para empolgar as pessoas. Outra sugestão do palestrante de vendas é escolher uma musica tema, que toque nas passagens do evento, entre um momento e outro. Nas convenções, palestras e treinamentos de vendas que comanda, Diego Maia costuma usar diversas canções animadas e com mensagens positivas. Entre as recomendações de Diego Maia estão clássicos, como Todos Estão Surdos, do rei Roberto Carlos, Odara, de Caetano Veloso e Nos Barracos da Cidade, de Gilberto Gil, hits dos anos 1980 como Everybody Wants To Rule The World, do Tears For Fears. Quer saber como estruturar o departamento comercial da sua empresa com um dos maiores especialistas em vendas do Brasil? Inscreva-se gratuitamente na MasterClass online com o palestrante de vendas Diego Maia, que ocorrerá dia 25 de janeiro às 19 horas via Zoom. Diego mescla os clássicos com novas canções inspiradoras, como AmarElo, de Emicida e hits modernos como Happy, de Pharrell Williams, Sunflower, de Post Malone, Don't Start Now, da Dua Lipa e My Oh My, de Camila Cabello. Confira a playlist com 25 músicas com curadoria de Diego Maia: Além dessa playlist, confira outras músicas inspiradoras. Aumente o som! - Gonna Fly Now - Theme song from Rocky Uma das cenas mais emblemáticas do cinema, que representa superação e perseverança, é a corrida de Rocky Balboa que culmina na subida dos degraus do Museu de Arte da Filadélfia (EUA). E tão marcante quanto é a trilha sonora, que graças ao filme do pugilista se tornou um ícone de motivação. É sem dúvidas uma música que não pode faltar quando se realiza uma convenção de vendas e serve como um símbolo de vitória. - Eye Of The Tiger - Survivor Mais uma música que ficou marcada na trilha sonora da série de filmes de Rocky Balboa, Eye Of The Tiger é um hit dos anos 1980 e também virou sinônimo de motivação. Além de fazer parte de um filme que passa a mensagem de luta e perseverança, a própria letra da canção é sobre superação e se reerguer, uma mensagem que todo profissional de vendas deve levar consigo. - Tema da Vitória - F1 Muitos associam essa música ao saudoso piloto Ayrton Senna, já que ele foi muito tocado em suas vitórias na Fórmula 1. A música, na verdade, inicialmente foi composta e era tocada independente de quem vencesse. A partir de 1986, no entanto, passou a ser executada apenas quando brasileiros subiam no topo do pódio. De qualquer forma, ela é um símbolo para quem atinge seus objetivos com esforço e dedicação. - The Final Countdown - Europe Outro hit dos anos 1980, The Final Countdown faz sucesso até hoje em eventos e é uma música muito motivadora. Seu título fala na “última contagem regressiva” e pode ser interpretado como um chamamento para encerrar ciclos, fechar negócios, o famoso “ou vai, ou racha”. Pode mexer com os ânimos de equipes que precisam de um último gás para bater metas. - The Best - Tina Turner Tem como não se sentir animado e motivado com alguém dizendo que somos os melhores? The Best, música imortalizada pela grande Tina Turner, é outra que pode fazer parte de uma convenção de vendas que tenha como objetivo reassegurar ao time que a empresa confia nele para bater os resultados esperados. Esses conteúdos podem ser úteis: Academia de Vendas: conheça a plataforma de treinamento liderada por Diego Maia Confira os 10 melhores podcasts sobre vendas, empreendedorismo e negócios Cinco erros ao realizar um treinamento de vendas - I Got You (I Feel Good) - James Brown Convenções de vendas precisam ter conteúdo rico, falar de técnicas e números, mas também precisam ter uma parte motivacional e devem animar o time. I Feel Good, do grande James Brown, é a trilha perfeita para dar uma injeção de ânimo em um momento mais descontraído da atividade. - We Are The Champions - Queen Se sua convenção de vendas tratar de vitórias da equipe ou se tem como objetivo empurrá-los para grandes conquistas, o clássico da banda inglesa Queen tem que fazer parte da trilha. Sua letra fala de ser o campeão, de sair vitorioso, e também de continuar lutando até o fim por seus objetivos. - It’s My Life - Bon Jovi Um dos grandes sucessos do Bon Jovi, It’s My Life fala sobre se único, se fazer ser ouvido e fazer a sua própria sorte. Além de ser animada, traz mensagens que são muito importantes para os times de vendas que precisam superar obstáculos, objeções de vendas e se diferenciar em um mercado cada vez mais competitivo. - Tente Outra Vez - Raul Seixas O saudoso Raul Seixas é dono de muitas músicas que nos fazem refletir e Tente Outra Vez, uma das canções que ele compôs com o escritor Paulo coelho, é um bom exemplo. É uma música que fala sobre não desistir após um revés, sobre seguir em frente e tentar novamente. Mensagens muito relevantes para times de vendas, que não raro se deparam com negativas de clientes. - You Can’t Always Get What You Want (Rolling Stones) Essa canção dos Rolling Stones é mais calma, mas tem uma mensagem profunda. Se traduzirmos seu título ele diz “nem sempre você consegue o que quer”, o que parece negativo. Mas o refrão continua e diz, em tradução livre, que “se você tentar, você consegue o que precisa”. É uma boa música para fazer o time de vendas refletir sobre objetivos e estratégias. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Diego Maia é autor de seis livros sobre vendas e empreendedorismo, com mais um saindo do forno. É também comunicador e criador do podcast BóraVoar, disponível nas melhores plataformas de música. Confira uma edição: Atuamos em todos os estados brasileiros e falamos a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização.
- Comissão aprova alterações nas regras de incorporadoras imobiliárias
Deputados aprovaram contratação de seguro para conclusão ou atraso na obra, individualização dos serviços públicos e garantias na mudança de dono da incorporadora A Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados aprovou proposta que altera regras de incorporadoras imobiliárias. O texto aprovado é o Projeto de Lei 9397/17, do deputado Helder Salomão (PT-ES), com algumas alterações do relator, deputado José Ricardo (PT-AM). O projeto deixa claro que o incorporador que adquire empreendimento imobiliário em transação comercial sucederá o antigo em direitos e obrigações perante os promitentes compradores. O objetivo é trazer maior garantia às partes, pois no caso de eventual substituição do incorporador, os direitos e obrigações junto ao novo agente estarão mantidos. Além disso, cria exigência de que contratação de seguro para garantir a conclusão da obra ou cobrir eventuais atrasos na entrega pela incorporadora antes de vender os apartamentos. O texto também estabelece prazo de 60 dias para desembaraço de quaisquer ônus incidentes sobre as unidades após a averbação da construção. “São medidas que consideramos acertadas para melhorar o ambiente de negócios do setor imobiliário”, afirmou o relator. Individualização A proposta também determina a individualização das redes de água, energia elétrica, gás e telecomunicações nos novos empreendimentos. “A individualização do consumo promove distribuição justa dos gastos e combate o desperdício”, afirmou. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. * Fonte: Agência Câmara de Notícias
- Lei de desoneração de folha para 17 setores da economia é publicada
Projeto garante sequência de benefício que visa maior contratação de pessoas Foi prorrogada até 2023 a desoneração da folha de pagamento para 17 setores da economia. É o que determina a Lei 14.288, de 2021, sancionada e publicada sexta-feira (31) no Diário Oficial da União. A medida, que se encerraria no fim do ano de 2021, conforme a Lei 12.546, de 2011, ampliou a desoneração por mais dois anos. O Projeto de Lei (PL) 2.541/2021 foi aprovado em dezembro no Senado, sem sofrer alterações para que não precisasse retornar à Câmara. A desoneração da folha permite às empresas dos setores beneficiados pagarem alíquotas de 1% a 4,5% sobre a receita bruta, em vez de 20% sobre a folha de salários. A ideia é que esse mecanismo possibilite maior contratação de pessoas. A lei explicita que ato do Poder Executivo definirá mecanismos de monitoramento e de avaliação do impacto da desoneração da folha de pagamentos sobre a manutenção dos empregos nas empresas afetadas. Como forma de compensação pela prorrogação da desoneração, a nova lei prevê aumento em 1% da alíquota da Cofins-Importação. Há pelo menos oito anos são contemplados os setores de calçados, call center, comunicação, confecção/vestuário, construção civil, empresas de construção e obras de infraestrutura, couro, fabricação de veículos e carroçarias, máquinas e equipamentos, proteína animal, têxtil, tecnologia da informação (TI), tecnologia de comunicação (TIC), projeto de circuitos integrados, transporte metroferroviário de passageiros, transporte rodoviário coletivo e transporte rodoviário de cargas. Relator da matéria no Senado, o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) rejeitou pedidos de alguns senadores para inclusão de setores não contemplados, devido a "iniquidade temporal". O relator apresentou o PL 4.528/2021 em 17 de dezembro para incluir futuramente na lista de desoneração os setores de alimentação, turismo e atividade física. *Fonte: Agência Senado
- Brasil pode ser líder na exportação do combustível do futuro
País avança em parcerias tecnológicas com outros países para produção do hidrogênio verde. Ceará poderá produzir 13% do hidrogênio verde mundial em 2050 Aposta mundial para uma economia de baixo carbono, o hidrogênio verde é apontado pela Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) como uma das fontes de energia com maior potencial de inovação. O uso do combustível do futuro é parte da estratégia energética de ao menos 33 países, de acordo com o Conselho Global de Energia Eólica (GWEC, na sigla em inglês). Com o objetivo de tornar esse mercado viável, empresas estrangeiras têm intensificado parcerias no Brasil, de olho no alto potencial nacional dos setores eólico e solar. O hidrogênio é um combustível obtido por meio da eletrólise, processo químico em que uma corrente elétrica separa o hidrogênio do oxigênio que existe na água. O gás é chamado hidrogênio verde quando a eletricidade vem de fontes renováveis. Um dos pontos fortes do Brasil é justamente a matriz renovável, de modo que o país pode se tornar exportador do combustível em alguns anos. Para isso, é preciso superar desafios tecnológicos e regulatórios. A classificação por cores é para indicar como o hidrogênio foi produzido. Além do verde, temos o azul, obtido a partir de gás natural, com tecnologias de captura, utilização e armazenamento de carbono. O hidrogênio cinza, por sua vez, vem do gás natural, mas sem redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE). Já o marrom é produzido com carvão mineral e o hidrogênio musgo é obtido por meio de biomassa ou biocombustíveis, por processos como gaseificação ou biodigestão anaeróbica. Depois de separado do oxigênio nesse processo de eletrólise, o hidrogênio tem diversos usos. Um muito comum é para produção da gordura hidrogenada, usada para fazer margarina. O gás também é usado na siderurgia e como combustível para transportes. Uma das grandes vantagens do hidrogênio é ser considerado um vetor de energia, ou seja, ele permite o armazenamento de energia para ser usada em outros setores, o que favorece a integração. "Existem experimentos em que em vez de produzir eletricidade para mandar para rede, na torre [da usina eólica] offshore produz diretamente hidrogênio verde. Tem um eletrolisador na base. Em vez de transportar eletricidade, transporta o hidrogênio", explica Jurandir Picanço, do núcleo de energia da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC). Nos transportes leves, o hidrogênio é uma opção sustentável para o processo de eletrificação de veículos. Ao ser queimado, ele não produz dióxido de carbono, um dos gases responsáveis por intensificar o aquecimento global. O hidrogênio também é uma alternativa para setores de difícil abatimento de emissões de carbono. Estudo do Hydrogen Council publicado em fevereiro mostra que até 2050, 18% da demanda de energia global será de hidrogênio. Nesse patamar, haveria uma redução das emissões anuais de CO2 em cerca de 6 Gt em comparação com as tecnologias atuais, segundo o documento elaborado pela iniciativa lançada no Fórum Econômico Mundial. Já de acordo com relatório do Energy Transitions Commission (ETC), think tank especializado em crescimento econômico e mitigação das mudanças climáticas, em um cenário em que o hidrogênio represente de 15% a 20% de toda demanda energética global — o equivalente a um crescimento de 5 a 7 vezes da demanda atual — os investimentos necessários até 2030 seriam da ordem de US$ 800 bilhões por ano, considerando desde as fontes de energia até os eletrolisadores. Até 2050, o montante sobe para US $ 15 trilhões. Brasil pode ser hub do hidrogênio verde Puxados pelo interesse de instituições estrangeiras, projetos para viabilizar a produção comercial do hidrogênio verde no Brasil já superam US$ 20 bilhões, com foco majoritário na exportação. Hoje as principais iniciativas se concentram no Porto do Pecém, no Ceará; no Porto do Açu, no Rio de Janeiro; e no Porto de Suape, em Pernambuco. No Ceará, ao menos nove empresas, incluindo as australianas Energix Energy e Fortscue, a francesa Qair, a White Martins e a Neoenergia, assinaram entre fevereiro e setembro (2021) memorandos de entendimento para produção do combustível sustentável. Em setembro, a multinacional portuguesa EDP anunciou a primeira usina de H2V do estado, que deve iniciar operação em 2022. O investimento é de R$ 42 milhões e a capacidade de produção será de 250 Nm3/h do gás. Se metade do potencial das energias solar e eólica — as duas fontes renováveis que mais crescem no Brasil — forem destinadas ao H2V, o Ceará poderá produzir cerca de 20 milhões de toneladas do combustível verde, o que representa 13% do mercado global estimado para 2050, de acordo com dados da FIEC. A estimativa é feita com base em números da Agência Internacional de Energia e perspectivas dos setores de energia, explica Jurandir Picanço, do núcleo de energia da FIEC. "O que tem hoje de concreto é o interesse de empresas do mundo em desenvolver projetos no estado do Ceará. São várias empresas estudando alternativas para se instalar aqui. O mercado de hidrogênio verde vai surgir e há uma expectativa de que condições no Brasil, em particular no Nordeste, sejam excelentes para esse propósito. Vai ser uma disputa mundial porque inúmeros países estão desenvolvendo seus projetos. O Brasil já é visto como sendo um importante player desse mercado", afirma o especialista. A FIEC faz parte de um Grupo de Trabalho criado para desenvolver políticas públicas de energias renováveis para a configuração do HUB de Hidrogênio Verde no Ceará. Um dos pontos fortes do estado é a estrutura do Porto de Pecém, empresa de economia mista controlada pelo governo do Ceará e pelo Porto de Rotterdam, que quer se transformar em importador de hidrogênio na Europa. O empreendimento brasileiro é composto por uma área industrial, o porto e uma Zona de Processamento de Exportação (ZPE). A intenção é que todas as etapas do processo de produção do hidrogênio verde — incluindo geração da eletricidade, eletrólise da água, armazenamento e transporte — sejam concentradas no local para exportação do combustível. No Porto do Açu, o modelo é semelhante. Mercado de trabalho Além da contribuição para uma economia global de baixo carbono, o desenvolvimento do hidrogênio verde irá movimentar o mercado de trabalho no Brasil. De acordo com o governo do Ceará, só uma das unidades no Porto de Pecém deve criar 2.500 postos de trabalho na instalação e cerca de 800 empregos quando a empresa estiver em operação, a partir de 2025. Publicado pelo MME, o estudo "Profissões do Futuro na Área de Energia e Implicações para a Formação Profissional", por sua vez, aponta que o setor irá precisar de operadores de estações e de sistemas de energia, com forte conhecimento em informática. Os empregos na área estarão relacionados ao aprimoramento de processos de produção, armazenamento, distribuição e utilização do hidrogênio, e elaboração de estudos de viabilidade e de escala para sua produção. Pensando na formação dessa mão de obra, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) oferece diversos cursos de qualificação, aperfeiçoamento, técnicos, de graduação e pós-graduação na área de meio ambiente e energias renováveis para formar esses profissionais que vão ser essenciais para as indústrias hoje e no futuro. O portfólio inclui um curso pioneiro no Brasil para quem quer atuar na área de hidrogênio verde. Hidrogênio verde é fundamental na transição energética Por ser um vetor de energia e uma alternativa de combustível sustentável, o hidrogênio verde tem ganhado destaque na estratégia energética e climática de diversos países, desde 2018. Essa tendência ganhou força com as mudanças causadas pela pandemia de Covid-19 e também com os esforços para acelerar a transição energética nos países com alta emissão de gases de efeito estufa, em acordo com as metas do Acordo de Paris. A atualização do plano dos Estados Unidos lançada em 2020 definiu objetivos para que o hidrogênio e suas tecnologias relacionadas se tornem competitivas até 2050. A Coreia do Sul quer alcançar a capacidade de produção de 6,3 milhões de veículos elétricos a células a combustível e 1.200 estações de reabastecimento em 2040. Japão e Austrália também têm estruturado suas políticas energéticas em torno do combustível do futuro. Na Europa, o Plano de Desenvolvimento do Hidrogênio para a Transição Energética anunciado pela França em junho de 2018 inclui metas de 20% a 40% de uso de hidrogênio de baixo carbono em aplicações industriais do hidrogênio. Já a Alemanha, ao consolidar sua Estratégia Nacional do Hidrogênio em junho de 2020, reforçou o financiamento de mais de € 1 bilhão a ser aplicado em hidrogênio no âmbito do Programa de Descarbonização da Alemanha, entre 2020 e 2023, com adicionais € 7 bilhões para acelerar o desenvolvimento do mercado alemão e € 2 bilhões para parcerias internacionais. A necessidade desses países de alcançar metas sustentáveis somada à limitação de disponibilidade de fontes renováveis de energia em seus territórios, tem levado à busca por colaborações que impulsionem a cadeia global e que atendam à demanda existente e futura. As parcerias visam acelerar as reduções de custos dessa rota tecnológica. Nesse cenário, o Brasil, por sua vez, pode se tornar exportador do combustível, devido à alta participação de renováveis em sua matriz energética. De acordo com o Plano Decenal Energético, elaborado pela EPE, a maior oferta de energia elétrica até 2030 será de empreendimentos eólicos, representando uma expansão de 16,4 GW. Já a energia fotovoltaica será responsável pelo incremento de 5,3 GW. O hidrogênio também está presente no Plano Nacional de Energia 2050, aprovado em dezembro de 2020 pelo Ministério de Minas e Energia. A perspectiva é de mistura de hidrogênio nas redes de dutos de gás natural em porcentagens e com pressões limitadas para fins de transporte e armazenamento, a fim de melhorar o uso desses dutos e usar o combustível para fins energéticos. O H2V também deverá ser usado no país na inserção de veículos elétricos no setor de transportes. * Fonte: Agência de Notícias da Indústria
- Margem do empréstimo consignado será reduzida a partir de janeiro
Aposentados do INSS só poderão comprometer 35% do benefício Após vigorar por nove meses, a ampliação da margem de empréstimo consignado para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) chega ao fim e voltará ao valor de 35% do benefício, a partir de janeiro de 2022. Em abril deste ano, entrou em vigor a medida provisória que ampliava a margem para 40%, uma forma de facilitar acesso a crédito em decorrência dos efeitos da pandemia de covid-19. A ampliação terminou ontem (30), último dia de expediente bancário do ano, e não há previsão de ser estendida. O crédito consignado é aquele concedido com desconto automático em folha de pagamento. Por ter como garantia o desconto direto no salário ou benefício, esse tipo de operação de crédito pessoal é um dos que oferecem os menores juros do mercado. A margem consignável é justamente o percentual máximo da renda que pode ser usado para o pagamento desses empréstimos. Por exemplo, se o benefício ou aposentadoria paga é de R$ 3 mil, o valor máximo que pode ser descontado mensalmente seria R$ 1.050 (35%). Pelas regras, 5% dos recursos consignáveis devem ser destinados exclusivamente para saque ou amortização de despesas do cartão de crédito, um percentual já previsto e que seguirá o mesmo. O restante (30%) é para o empréstimo pessoal com crédito em conta. Além da margem do consignado, o número máximo de parcelas dos empréstimos também será reduzido de 84 meses (7 anos) para 72 meses (6 anos). Também deixa de valer a regra que reduzia para 30 dias o tempo de carência para que o aposentado ou pensionista pudesse solicitar um novo empréstimo consignado após a contratação de um anterior. Com isso, em janeiro, esse prazo mínimo volta a ser de 90 dias. Como consultar Para consultar o saldo devedor do empréstimo consignado e também informações sobre a margem consignável, o beneficiário pode acessar diretamente o site ou o aplicativo Meu INSS. O segurado precisa ter senha cadastrada na plataforma gov.br. O acesso é feito por meio do CPF e da senha. Após acessar o Meu INSS, o interessado deve procurar por extrato de empréstimo que as informações sejam fornecidas. * Fonte: Agência Brasil












