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Riobaldo

Por Gilson de Barros

Uma palestra escrita por Guimarães Rosa e dirigida pelo maior diretor de teatro do Brasil, Amir Haddad. Gilson de Barros apresenta Riobaldo, o mítico personagem de Grande Sertão: Veredas, ambientado ao universo corporativo.


Indicado ao prêmio Shell de Teatro em duas categorias: dramaturgia e ator.


A obra "Grande Sertão: Veredas" de Guimarães Rosa, apesar de enraizada na paisagem árida e desafiadora do sertão brasileiro, estabelece uma surpreendente conexão com o universo corporativo por meio de suas reflexões sobre liderança e tomada de decisões.


A figura do protagonista, Riobaldo, que exerce papéis de jagunço e líder, oferece paralelos fascinantes com os desafios enfrentados em ambientes empresariais. Suas experiências, marcadas por estratégias de guerra, alianças táticas e dilemas morais, ressoam com a complexidade das decisões enfrentadas por líderes corporativos. A busca incessante por compreender o "diabo" interno, explorada por Riobaldo, reflete a necessidade de autoconhecimento e enfrentamento de adversidades presentes tanto no sertão quanto nos desafios corporativos.


Dessa forma, "Grande Sertão: Veredas" transcende as fronteiras geográficas para se tornar um espelho intrigante das dinâmicas universais de liderança e ética, proporcionando insights valiosos para o contexto empresarial contemporâneo.


Mas é teatro ou é palestra?


Extraído da obra de João Guimarães Rosa, Riobaldo é um espetáculo que mescla linguagem teatral adaptada ao universo das empresas privadas e públicas.


Texto: João Guimarães Rosa


João Guimarães Rosa (1908-1967) nasceu em Codisburgo (MG) e morreu no Rio de Janeiro.Autodidata, aprendeu alemão e russo e tornou-se diplomata, trabalhando em vários países. Seu reconhecimento literário veio na década de 50,quando da publicação de Grande Sertão:Veredas e Corpo de Baile, ambos de 1956. Eleito para ocupar cadeira na Academia Brasileira de Letras no ano de 1963, adiou sua posse por longos anos. Tomando posse no ano de 1967, morreu três dias depois, vítima de um enfarte.


Direção: Amir Haddad


Com José Celso Martinez Corrêa e Renato Borghi,criou em 1958 o Teatro Oficina, ainda em atividade com o nome de Uzyna Uzona. Nesse grupo, Amir dirigiu Cândida, de George Bernard Shaw; atuou em A Ponte, de Carlos Queiroz Telles, e em Vento Forte para Papagaio Subir (1958), de José Celso Martinez Corrêa. Em 1959, dirigiu A Incubadeira e ganhou oprêmio de melhor direção.


Deixou o Oficina em 1960. Em 1965, mudou-se para o Rio de Janeiro para assumir a direção do Teatro da Universidade Católica do Rio. Fundou, em 1980, os grupos A Comunidade (vencedor do Prêmio Molièrepelo espetáculo A Construção) e o grupo Tá na Rua.Paralelamente, Amir também realizou projetos como O Mercador de Veneza, de Shakespeare (com Maria Padilha e Pedro Paulo Rangel), e shows de Ney Matogrosso e Beto Guedes.


Ainda hoje, com o microfone na mão, Amir coordena sua trupe de atores pelas ruas e praças o Grupo Tá Na Rua. Tem dirigido e/ou supervisionado peças com grandes nomes da cena, como Clarice Niskier, Andrea Beltrão, Pedro Cardoso, Maitê Proença, entre outros.


O intérprete Gilson de Barros: 


Indicado ao Prêmio Shell 2023, em duas categorias: Melhor Dramaturgia e Melhor ator. Gilson é operário do teatro, é ator, gestor, dramaturgo e apaixonado pelo que faz. 


Hoje, aposentado, pode dedicar todas as suas horas ao ofício, seja no palco ou fora dele. Precisou de uma pausa estratégica para conseguir criar suas três filhas que já são adultas, neste período, dividiu seu tempo teatral com a tecnologia. Estudou na UNIRIO, Bacharelado em Artes Cênicas.Trabalhou com diretores expoentes, como Augusto Boal, Luiz Mendonça, Mário de Oliveira, Domingos Oliveira e o próprio Amir Haddad com o qual estabeleceu parceria artística na Trilogia Grande Sertão: Veredas.


Participou como ator de mais de 25 peças. Algumas: Bolo de Carne, de Pedro Emanuel e direção de Yuri Cruschevsk; Murro em Ponta de Faca, texto e direção de Augusto Boal; Ópera Turandot, com direção de Amir Haddad; Os Melhores Anos de Nossas Vidas, texto e direção de Domingos de Oliveira; Da Lapinha ao Pastoril, texto e direção de Luís Mendonça; A Tempestade, de Shakspeare, direção de Paulo Reis e O Boca do Inferno,texto de Adailton Medeiros e direção de Licurgo. Ganhou ainda o prêmio de Melhor Ator no Festival Inter-regional de Teatro do Rio – 1982 e prêmio de Melhor Ator do Festival de Teatro – SATED/RJ – 1980.

Riobaldo

Extraído da obra de João Guimarães Rosa, "Grande Sertão: Veredas", Riobaldo é um espetáculo que mescla linguagem teatral adaptada ao universo das empresas privadas e públicas. 


Texto do magistral João Guimarães Rosa, dirigido cenicamente pelo gênio do teatro Amir Haddad. 


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