Dicas sobre prevenção de golpes e riscos na web em transações bancárias e compras online

Uso de senhas fortes, evitar anotações ou compartilhamento destas por Whatsapp e efetuar compras em sites conhecidos e certificados estão entre as recomendações. Confira dicas simples, mas que merecem destaque no Dia da Internet Segura

São Paulo, 08 de fevereiro de 2021 - Com o objetivo de voltar a atenção da sociedade para a prevenção de golpes e para os riscos na web, 8 de fevereiro ganhou destaque em todo o mundo com o Dia da Internet Segura. Desde 2017, nesta data tem-se uma série de ações e eventos de conscientização acerca do uso de plataformas digitais. No segmento do varejo, os olhares se voltam para as compras pela internet. A demanda por esse tipo de serviço vem crescendo a cada dia. A pesquisa The Global Payments Report 2021, desenvolvido pela Worldpay from FIS, aponta para uma expansão do comércio eletrônico de 11,9% no Brasil até 2024.

Marcelo Góes, head de Produtos e Serviços da FIS, uma das maiores empresas de tecnologia financeira do mundo e provedora de soluções de tecnologia e inovação para bancos e instituições financeiras, mercado de capitais e varejo, apresenta dicas de como o consumidor pode se proteger no ambiente digital, seja acessar contas bancárias ou efetuar comprar online.

Temos cada vez mais plataformas para comprar online. Muitas delas têm o seu próprio meio de pagamento. Como saber se esses métodos são seguros?


Marcelo Góes: Com o desenvolvimento de novos produtos digitais e, claro, dos smartphones, os fraudadores têm buscado oportunidades neste mercado, principalmente com relação à obtenção de dados de pessoas físicas e jurídicas, seja por engenharia social, seja por vazamentos de dados por instituições. Porém, os novos métodos de pagamento digitais chegam com novas camadas de segurança às transações e, sim, devem ser vistos como seguros pela população.


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Marcelo Góes: É fundamental o uso de senhas fortes, não anotar senhas no celular, não enviar senhas pelo Whatsapp, efetuar compras em sites conhecidos e certificados, não abrir/compartilhar links e vídeos de desconhecidos, tomar cuidado ao acessar senhas e ao manipular o smartphone em locais públicos. São atitudes básicas, mas que é sempre bom reforçar. E todas estas regras se aplicam também ao uso do Whatsapp como canal de meios de pagamentos.

O que o mercado e, principalmente, as instituições financeiras têm feito para proteger os consumidores?


Marcelo Góes: O mercado tem atuado fortemente para coibir a atuação de fraudadores com novos controles, com novas camadas de autenticação, como a validação de um código por celular, biometria – digital, facial e voz – e ainda com educação para o consumidor também se proteger. No Brasil, o volume de transações eletrônicas teve um aumento de 22,2%, e o crescimento do mobile foi ainda maior, com 41,6%, segundo The Global Payments Report 2021. Os bancos já trabalham com mais mecanismos, além da senha, para verificar se aquela transação está realmente sendo feita pelo portador da conta. A evolução das biometrias de tokens tem sido um grande trunfo para os agentes de meios de pagamentos e as empresas estão empenhadas em ensinar o cliente a se proteger, o que ajuda a inibir ações fraudulentas.


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