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- Produção industrial inicia o ano em ritmo menor, aponta CNI
Expectativa do empresariado é de otimismo moderado. A produção industrial começou o ano de 2022 em um ritmo menor, seguindo a tendência do segundo semestre do ano passado, informou hoje (15) a Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com o boletim Sondagem Industrial, a produção, o emprego e a utilização da capacidade instalada recuaram de dezembro para janeiro. Segundo o boletim, o índice de evolução da produção ficou em 43,1 pontos, ante os 43,3 registrados em dezembro, mês marcado pela desaceleração da produção industrial. Além disso, o resultado está abaixo da linha divisória de 50 pontos entre queda e crescimento da produção industrial. “O índice de janeiro é praticamente o mesmo de dezembro de 2021, o que reforça a tendência de queda da produção industrial”, avalia a CNI. Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas Os números refletem o desempenho de pequenas, médias e grandes empresas que atuam na indústria em geral, na indústria extrativista e na de transformação. O resultado também mostra que, no mês passado, o emprego também ficou abaixo da linha divisória em janeiro de 2022 em relação a dezembro de 2021, quando ficou em 48,6 pontos. “O índice de evolução do número de empregados alcançou 48,8 pontos em janeiro, o que representa queda, uma vez que o índice ficou abaixo da linha divisória de 50 pontos que separa queda de alta do emprego”, diz o boletim. Já a utilização da capacidade instalada das indústrias caiu um ponto percentual ao registrado em dezembro, ficando em 67%. É o segundo mês consecutivo de queda. O resultado é dois pontos percentuais menor do que o registrado em janeiro de 2021 (69%) e está igual à média do registrado em janeiro de anos anteriores (67%). De acordo com a CNI, apesar dos indicadores, as expectativas dos empresários seguem, em fevereiro, com a mesma tendência de otimismo moderado apontada em janeiro, com tendências distintas em relação à expectativa de demanda e à expectativa de exportação. Segundo o boletim, para fevereiro, o índice de expectativa de demanda aumentou 1,3 ponto na comparação de janeiro com fevereiro, alcançando 56,7 pontos. Já o índice de expectativa de exportação registrou 54 pontos, representando um recuo de 1,1 ponto em relação a janeiro. Outro índice que mantém expectativa positiva é o número de empregados que registrou um aumento de 0,5 ponto na comparação de janeiro com fevereiro, ficando em 52,1 pontos. O índice de expectativa de compras de matérias-primas ficou em 54,1 pontos, mesmo valor registrado em janeiro. Já a intenção de investimento em fevereiro de 2022 ficou praticamente inalterada, passando de 57,9 pontos em janeiro de 2022 para 58,2 pontos. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantendedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas
- Brasil registra saldo positivo de 2,6 milhões novas empresas em 2021
Tempo médio de abertura de novos negócios no país caiu para 2 dias. O Ministério da Economia informou nesta quarta-feira (9) que foram abertas no país 4,026 milhões de empresas em 2021, um recorde histórico em um ano. No mesmo período, no entanto, foram fechadas 1,410 milhão de empresas. O saldo de novos negócios ficou positivo em 2,615 milhões. O quantitativo de empresas abertas representa um aumento de 19,7% em relação a 2020. Atualmente, há 18,915 milhões de empresas ativas no Brasil. Os dados constam no Mapa de Empresas, uma plataforma digital do Ministério da Economia que fornece dados sobre o registro empresarial no país. A cada quatro meses, o serviço tem as informações atualizadas. O estado do Amapá foi o que apresentou o maior crescimento percentual de empresas abertas em 2021, com aumento de 40,9% em relação ao ano de 2020, seguido por Alagoas (39,2%), Piauí (33%), Paraíba (31,1%) e Bahia (30,6%). Já o Mato Grosso do Sul registrou o menor crescimento de abertura de empresas, 13,6%. Rio de Janeiro (13,7%), Espírito Santo (15,3%), Paraná (15,5%) e Distrito Federal (15,6%) foram as outras unidades da federação que registraram menor expansão de novos negócios ao longo do ano passado. Do total de empresas ativas no Brasil, quase metade (48,5%) é do setor de serviços, seguida pelas empresas de comércio (33%), indústria de transformação (9,3%), construção civil (7,9%), agropecuária (0,7%), extrativa mineral (0,1%) e outras (0,5%). Em relação ao tipo de negócio, a grande maioria, cerca de 13,2 milhões - do total de 18,9 milhões - são empresas individuais, incluindo o microempreendedor individual (MEI). Em seguida, vêm as empresas Sociedade Empresária Limitada, com 4,4 milhões de registros. Os negócios no formato Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (Eireli) somam 984.573, as Sociedades Anônimas são 175.355 e as cooperativas totalizam 34.520 no país. Os demais tipos de empresas somam 64.419. Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas Tempo de abertura Segundo o Mapa, o tempo médio de abertura de empresas diminuiu quase um terço em relação ao registrado em janeiro de 2019, caindo de cinco dias e 9 horas para dois dias. Além disso, 57% dos novos negócios já são abertos em menos de um dia. O estado de Sergipe e o Distrito Federal se destacam como os mais rápidos, com tempo médio de um dia para se abrir uma empresa. Entre as capitais, Maceió é a mais ágil, com 14 horas, em média. Ao todo, 18 unidades da federação têm tempo médio de abertura de um novo negócio inferior a dois dias. Segundo o Ministério da Economia, entre as medidas que estão contribuindo para essa agilidade, estão o Balcão Único, solução tecnológica que integra os dados entre órgãos de cada esfera do governo para acelerar o processo de abertura, encerramento e alterações de dados de empresas. A iniciativa já está presente nas juntas comerciais de 17 estados, com expectativa de implantação em todas as unidades federativas até o final do ano. Outra ação para agilizar a abertura de novos negócios é a utilização da assinatura eletrônica GOV.BR, que já está sendo utilizada em 24 juntas comerciais, informou a pasta. A assinatura GOV.BR simplifica o processo de abertura de empresas, é gratuita e evita que o empreendedor precise comprar um certificado digital ou emitir procuração para um advogado ou contador realizar o processo. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantendedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas
- Como ter o autocontrole no âmbito pessoal e profissional
Desenvolver o autocontrole é um dos desafios da nova era, além de ser uma das características desejáveis para identificar líderes e profissionais de alta performance. O autocontrole é uma habilidade que capacita a pessoa a gerenciar bem seus sentimentos e impulsos. Com um mercado de trabalho cada vez mais competitivo e volátil, há variados perfis profissionais e pessoais, além de diversos modos de pensar. Ter e dominar o autocontrole é um dos desafios e é uma das características desejáveis para identificar líderes e profissionais de alta performance. Diante do cenário pessoal ou de trabalho, haverá momentos em que a pessoa terá que lidar com situações que a coloquem à prova. “Sejam dilemas éticos, uma relação profissional ruidosa com um colega de trabalho ou com o próprio chefe e assim por diante. De modo que dominar os seus impulsos emocionais podem garantir que não apenas o seu desempenho profissional seja satisfatório, mas pode contribuir com o seu bem estar. Me conhecer e conhecer como eu respondo a determinadas situações pode me fazer filtrar situações que em um primeiro momento possam ser desconcertantes, assim como também permitir que eu me prepare”, alerta o professor José Marcos Melo, do curso de Psicologia da Universidade Tiradentes (Unit Sergipe). Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas Porém, fica uma pergunta: como conquistar o autocontrole? “Autocontrole é algo difícil de ser conquistado”, responde o professor, destacando que o ponto de partida para dominar essa habilidade está em conhecer a si mesmo. “O autocontrole vem do processo de autoconhecimento, saber os meus limites me ensina a trabalhar as minhas limitações”, completa José Marcos. E nem mesmo a Psicologia não tem uma “receita” certa para esse processo de adquirir autocontrole. “Seria ótimo se existisse, mas como costumo falar para os meus alunos: viver não é uma receita de bolo. Somos diferentes, pensamos diferentes, nos desenvolvemos de maneiras diferentes e por consequência evoluímos e respondemos de maneiras diferentes a situações iguais. Mas se eu puder apostar em dois elementos que talvez não sirvam de receita, mas sirvam de um norte: psicoterapia e autoconhecimento”, argumenta o professor. Para auxiliar o processo, Marcos faz algumas orientações. A primeira delas é investir em autoconhecimento, respeitando seu tempo e seu progresso. A segunda, a busca de terapia, com profissionais capacitados. A terceira é quanto à construção de uma boa rede de apoio, seja pela família, por amigos ou por ambos. E a quarta são técnicas de meditação, buscando olhar para dentro. Assim, se torna possível começar um caminho para desenvolver o autocontrole no âmbito pessoal e profissional. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantendedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas
- Dicas sobre prevenção de golpes e riscos na web em transações bancárias e compras online
Uso de senhas fortes, evitar anotações ou compartilhamento destas por Whatsapp e efetuar compras em sites conhecidos e certificados estão entre as recomendações. Confira dicas simples, mas que merecem destaque no Dia da Internet Segura São Paulo, 08 de fevereiro de 2021 - Com o objetivo de voltar a atenção da sociedade para a prevenção de golpes e para os riscos na web, 8 de fevereiro ganhou destaque em todo o mundo com o Dia da Internet Segura. Desde 2017, nesta data tem-se uma série de ações e eventos de conscientização acerca do uso de plataformas digitais. No segmento do varejo, os olhares se voltam para as compras pela internet. A demanda por esse tipo de serviço vem crescendo a cada dia. A pesquisa The Global Payments Report 2021, desenvolvido pela Worldpay from FIS, aponta para uma expansão do comércio eletrônico de 11,9% no Brasil até 2024. Marcelo Góes, head de Produtos e Serviços da FIS, uma das maiores empresas de tecnologia financeira do mundo e provedora de soluções de tecnologia e inovação para bancos e instituições financeiras, mercado de capitais e varejo, apresenta dicas de como o consumidor pode se proteger no ambiente digital, seja acessar contas bancárias ou efetuar comprar online. Temos cada vez mais plataformas para comprar online. Muitas delas têm o seu próprio meio de pagamento. Como saber se esses métodos são seguros? Marcelo Góes: Com o desenvolvimento de novos produtos digitais e, claro, dos smartphones, os fraudadores têm buscado oportunidades neste mercado, principalmente com relação à obtenção de dados de pessoas físicas e jurídicas, seja por engenharia social, seja por vazamentos de dados por instituições. Porém, os novos métodos de pagamento digitais chegam com novas camadas de segurança às transações e, sim, devem ser vistos como seguros pela população. Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas Como se proteger e evitar ter seus dados e contas roubadas, gerando prejuízo financeiro? Marcelo Góes: É fundamental o uso de senhas fortes, não anotar senhas no celular, não enviar senhas pelo Whatsapp, efetuar compras em sites conhecidos e certificados, não abrir/compartilhar links e vídeos de desconhecidos, tomar cuidado ao acessar senhas e ao manipular o smartphone em locais públicos. São atitudes básicas, mas que é sempre bom reforçar. E todas estas regras se aplicam também ao uso do Whatsapp como canal de meios de pagamentos. O que o mercado e, principalmente, as instituições financeiras têm feito para proteger os consumidores? Marcelo Góes: O mercado tem atuado fortemente para coibir a atuação de fraudadores com novos controles, com novas camadas de autenticação, como a validação de um código por celular, biometria – digital, facial e voz – e ainda com educação para o consumidor também se proteger. No Brasil, o volume de transações eletrônicas teve um aumento de 22,2%, e o crescimento do mobile foi ainda maior, com 41,6%, segundo The Global Payments Report 2021. Os bancos já trabalham com mais mecanismos, além da senha, para verificar se aquela transação está realmente sendo feita pelo portador da conta. A evolução das biometrias de tokens tem sido um grande trunfo para os agentes de meios de pagamentos e as empresas estão empenhadas em ensinar o cliente a se proteger, o que ajuda a inibir ações fraudulentas. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantendedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas
- 93% das PMEs brasileiras aceleraram seu processo de transformação digital desde o início da pandemia
Levantamento da Edelman encomendado pela Microsoft analisou a adoção do trabalho híbrido, evolução dos processos de transformação digital e fortalecimento da cultura de dados São Paulo, 1º de fevereiro 2022 – O estudo “Impacto da Covid-19 na cultura e operação das PMEs brasileiras", encomendado pela Microsoft para a agência de comunicação Edelman, mostra que 93% das empresas aceleraram o seu processo de transformação digital desde o início da pandemia. Além disso, 97% das PMEs consideram importante incluir tecnologia no modelo de trabalho de forma permanente. Por outro lado, quatro em cada dez (40%) disseram que sua empresa terá que investir em tecnologia. A nova edição do estudo, conduzida no período entre setembro e outubro de 2021, reúne dados sobre a adoção do trabalho remoto e híbrido, a evolução dos processos de transformação digital, recrutamento e treinamento, o fortalecimento da cultura de dados, habilidades digitais e cibersegurança. A pesquisa consultou proprietários, parceiros e diretores de mais de 300 pequenas, médias e microempresas de todo o país. De acordo com o estudo, as empresas que consideram importante incluir tecnologia no modelo de trabalho de forma permanente citam softwares de videoconferência (57%), computadores portáteis (48%) e armazenamento na nuvem (47%) como os principais recursos que devem ser implementados. Além disso, 47% das pequenas, médias e microempresas estão trabalhando de forma híbrida e flexível, e mais da metade acredita que a produtividade aumentou com esse novo modelo de trabalho. Em relação às oportunidades oferecidas pela tecnologia para as PMEs nacionais, o estudo apontou que a eficiência nas operações e produtividade é considerada a mais importante delas (61%). Em seguida, os entrevistados elegeram a possibilidade de expandir mercados e aumentar o número de clientes (56%), reduzir custos (52%), melhorar a tomada de decisão utilizando dados (27%) e incorporar novos produtos e serviços (27%). “As PMEs têm um papel fundamental na economia do nosso País, representando cerca de um terço do PIB nacional, além de serem responsáveis por mais da metade dos empregos formais e informais do Brasil. Para nós, é muito importante entender como o setor tem se transformado digitalmente e como as nossas tecnologias se conectam para impulsionar esses negócios”, afirma Priscyla Laham, vice-presidente de Vendas para o mercado corporativo e SMB da Microsoft Brasil. Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas Trabalho híbrido, flexibilidade e retorno presencial O trabalho flexível, que teve início por conta do isolamento social imposto pela pandemia da Covid-19, veio para ficar e está evoluindo – tem demandado das pessoas e organizações soluções fluidas e dinâmicas, geralmente baseadas na nuvem. A pesquisa apontou que quase 5 em cada 10 entrevistados (47%) estão trabalhando de forma híbrida atualmente e, quanto maior a empresa, mais popular é esse modelo. O oposto aconteceu quando se trata de trabalho 100% remoto, que registrou menor ocorrência (15%). Em relação ao trabalho 100% presencial, 38% dos entrevistados afirmaram que suas empresas já retornaram ao modelo. O setor de Educação é o que mais utiliza a forma híbrida de trabalho. Mais da metade dos participantes (52%) acredita que a produtividade aumentou com o trabalho flexível – híbrido e/ou remoto. No entanto, reconhecem que houve alguns obstáculos, como conexão à internet, infraestrutura de tecnologia e cibersegurança. A maioria dos funcionários, 33%, pensa em manter o modelo de trabalho remoto, enquanto 28% prefere voltar ao trabalho presencial e 27% quer o formato híbrido. Uma vez que a pandemia passar, sete em cada 10 (70%) dos profissionais ouvidos preferem trabalhar de forma 100% presencial ou híbrida, sendo que funcionários de microempresas optam pelo modelo presencial, enquanto aqueles em empresas de médio porte preferem o modelo híbrido. "O estudo nos ajudou a entender que a maioria das PMEs está trabalhando atualmente em um modelo híbrido, enquanto a minoria optou por trabalhar pessoalmente. E, embora grande parte das empresas reconheça o impacto positivo do trabalho remoto na produtividade, elas também apontaram algumas barreiras importantes, como conectividade com a internet e infraestrutura tecnológica. Esse cenário demanda das empresas um olhar atento para investimentos em soluções que facilitem os novos modelos de trabalho e promovam integração entre as equipes", comenta Priscyla. Transformação digital, uso e desenvolvimento de tecnologias A transformação digital já vinha sendo observada em grande escala há algumas décadas e foi fortemente intensificada desde o início da pandemia. De acordo com a pesquisa, praticamente todas as pequena e médias empresas participantes acreditam que seus processos nesse sentido foram acelerados recentemente (93%). No caso das microempresas, foram 81%. O estudo revelou ainda que áreas administrativa (50%), de marketing (44%) e vendas (41%) são as que mais aceleram esse processo. A pesquisa analisou, ainda, o desenvolvimento de novas tecnologias por parte das PMEs e quase seis em cada 10 entrevistados (56%) disseram que suas empresas não desenvolveram nenhum aplicativo ou novidade tecnológica como parte de seu processo de transformação digital. Segundo os entrevistados, 45% das empresas também planejam investir em equipamentos de informática no médio prazo, seguido por tecnologias de marketing digital e, por último, tecnologias de CRM. Foram analisadas também a utilização de softwares de colaboração remota, de ferramentas de cibersegurança, de sistemas e tecnologias de marketing e CRM, de controle de dados, de inteligência artificial e big data e os resultados podem ser encontrados no estudo completo. O uso de software de videoconferência, como o Microsoft Teams, é notável em empresas de médio porte: 50% das que possuem entre 100 e 149 funcionários, 73% das que possuem entre 150 e 199 funcionários e 60% das que possuem entre 200 e 249 funcionários declaram utilizar. A maioria das pequenas empresas também utilizam ferramentas de videoconferência: 67% das que possuem entre 10 e 49 funcionários são e 58% das que possuem entre 50 e 100 funcionários. Já no caso de microempresas, que possuem até 9 funcionários, 42% utilizam software de videoconferência. Quando questionados sobre ferramentas como o Microsoft Teams, 34% dos respondentes apontaram o sistema como principal plataforma de colaboração. “Nós percebemos que, por unanimidade, as PMEs do Brasil consideram que a pandemia acelerou seu processo de transformação digital e que as soluções da Microsoft continuam sendo amplamente utilizadas por esse público, que é uma das nossas prioridades de negócio no país”, explica Priscyla. Empresas nativas digitais As empresas nativas digitais são aquelas que desde sua fundação têm baseado sua estratégia e operações em novas tecnologias e recursos digitais. O Brasil é considerado um dos países mais dinâmicos para esse tipo de companhia, segundo especialistas. Mais da metade dos entrevistados (59%) afirmou que sua empresa nativa digital acelerou o uso de dados para inteligência de negócios recentemente. E sete em cada 10 empresas (70%), originadas por novas tecnologias e recursos digitais, consideram que os impactos das mudanças impostas pela pandemia em seus negócios foram positivos. Cerca de 54% dos entrevistados confirmaram que tiveram que contratar novos funcionários, principalmente em empresas de médio porte, e 34% afirmaram que foi necessário contratar especialistas externos. Os setores de Tecnologia e Telecomunicações foram os que melhor desempenharam nesse sentido. Nas análises por tamanho da empresa, foi observado que 71% das médias empresas (entre 200 e 249 funcionários) acreditam que os impactos das mudanças impostas pela pandemia em seus negócios foram positivos, seguidos de 65% para empresas de 150 e 199 funcionários e 74% das organizações com 100 a 149 colaboradores. No caso das pequenas empresas, essa percepção se deu em 74% das organizações que contam com 50 a 99 funcionários e em 56% daquelas com 10 a 49 pessoas em seus quadros. As microempresas, que tem até 9 funcionários, registraram 43%. Uso de dados e segurança cibernética O uso de dados que, quando processados, se tornam informações relevantes para auxiliar na tomada de decisão das PMEs, também foi acelerado, de acordo com o estudo: quase nove em cada 10 entrevistados disseram notar o seu aumento e importância (89%). A maioria, 94%, afirmou tomar decisões com base nesses dados e 76% diz treinar os funcionários para serem orientados por eles. Mais da metade (70%) contou que implementa ou planeja implementar tecnologias de BI (Business Intelligence) e 67% disse ter recrutado especialistas em gerenciamento de dados recentemente. Já a cibersegurança, que precisou ser ainda mais considerada partir do início da pandemia e com a intensificação dos tráfegos virtuais, também é pauta do estudo: 81% dos entrevistados afirmaram que a segurança cibernética é uma prioridade em suas companhias, 74% disseram que contam com tecnologias de proteção em suas organizações e a mesma porcentagem afirmou que existem também políticas estabelecidas nesse sentido. Em relação a investimentos futuros, 72% dos participantes disseram que existem planos para isso em suas empresas e 71% disseram que já utilizam políticas de VPN. Em termos de capacitação, 70% dos ouvidos afirmaram que contam com treinamentos sobre segurança cibernética em suas organizações e 69% disseram que houve mudanças das tecnologias utilizadas para isso desde o início do trabalho remoto, como a implementação de novas políticas e diretrizes e o investimento em novas ferramentas. A metade (50%) afirmou que já enfrentou problemas de segurança cibernética em suas companhias. Sobre o estudo A pesquisa “Impacto da Covid-19 na cultura e operação das PMEs brasileiras” foi desenvolvida pela agência global de comunicação Edelman e encomendada pela Microsoft Brasil com o intuito de entender o desempenho das PMEs locais durante o período e suas expectativas para o futuro. O estudo consultou empresas de micro (0-9 colaboradores), pequeno (10-49 e 50-99 colaboradores) e médio porte (100-149, 150-199 e 200-249 colaboradores) no território nacional (estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Paraná). A pesquisa, conduzida no período entre setembro e outubro de 2021, escutou proprietários, parceiros e diretores de mais de 300 pequenas, médias e microempresas de todo o país. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantendedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. 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- Como escolher um sócio e evitar conflitos?
Principais cuidados que se deve tomar na hora de escolher um sócio e alerta sobre os erros mais comuns. Você já deve ter visto em filmes, no noticiário ou até mesmo conhece alguém que passou por problemas com o sócio. O tema que muitas vezes é clichê pode levar a brigas judiciais e até a falência de empresas. Para se ter ideia, só no Brasil existem 6, 4 milhões de estabelecimentos formados pelas micro e pequenas empresas (MPE) e pelos microempreendedores individuais (MEI), mas apenas uma entre quatro empresas sobrevivem antes de completar dois anos de existência, é o que diz um um relatório divulgado pelo Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas). Entre os fatores que podem levar ao fim dessas empresas estão os problemas com a sociedade. É necessário levar uma série de critérios em conta na hora de escolher um parceiro para seu negócio. O primeiro passo é entender qual o objeto do negócio, seu tamanho, capital investido e mapear a operação, ou seja, é necessário realizar um plano de negócio estruturado. Com isso você entenderá se precisa de capital, de mão-de-obra ou ambas as coisas para fazer o negócio acontecer. Havendo a necessidade de capital, o sócio-investidor é uma boa medida, mas não se poderá exigir dele, outro comportamento, senão a cobrança por lucros ou dividendos. Ao passo que, se for necessária a soma de esforços para atingir o objetivo em comum, pode ser interessante ter um ou mais sócios, mas nesse perigoso caso, é importante ter claro o job description de cada um, para que não haja a sensação de que um trabalha mais que outro. Outro ponto importante para ser analisado antes de optar por uma sociedade é saber se é capaz de trabalhar em equipe e se é vantajoso ter alguém dividindo as responsabilidades e lucros. Na sociedade de capital cumulada com mão de obra pelos sócios, também é necessário analisar a afinidade entre os gestores e definir quem vai ficar em cada cargo. Normalmente, as pessoas optam por um deles atuando mais no operacional e o outro no comercial, mas os dois devem saber que a participação no capital não tem nada a ver com o fluxo de trabalho. Se algum trabalha mais que outro, uma opção pode ser a criação de pró labores diferentes para tornar mais equilibrada a relação. Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas Existem diversos cuidados que se deve ter ao escolher um sócio, pontuo alguns mais comuns abaixo: Defina bem todas as atividades: os principais conflitos entre os sócios estão vinculados à falta de regras claras em relação a função de cada um na empresa e os resultados que se espera deles. Em muitas companhias como não há definição das tarefas, expectativas e projetos esperados para cada sócio, um deles pode acabar se sentindo mais sobrecarregado do que o outro e isso pode gerar ainda mais conflitos quando os problemas começarem a surgir. Por isso, é necessário colocar no papel o quanto cada um deve se dedicar a empresa e quais as tarefas de cada um. Seja precavido: claro que ninguém começa um casamento querendo se divorciar, a mesma coisa acontece com uma sociedade, por isso, é fundamental deixar tudo acordado antes de iniciar o negócio. Existem algumas medidas para evitar problemas na hora de desfazer a sociedade, uma delas é deixar tudo alinhado em um contrato. Caso os sócios optem por desfazer a sociedade, isso pode acontecer de maneira consensual, em que um deles decide fazer a divisão da sociedade. A partir disso, cada um é representado por um profissional que vai elaborar uma minuta de alteração contratual, fazendo a retirada de um deles da empresa. E se meu sócio falecer? Em caso de morte de um dos sócios vai estar deliberado no contrato social como deve ser feita transferência do dinheiro de cotas. Caso venha acontecer o falecimento existem alguns procedimentos que podem acontecer e que devem ser alinhados no contrato social ou estatuto pelos sócios, eles podem optar pelos herdeiros terem o direito de acender na sociedade, de tomar posse como representantes por aquelas ações ou se acontecerá de outra forma, por compra das cotas do sócio remanescente. Nesse caso, temos um elemento essencial que deve ser levado em conta que é a afeição entre os sócios, porque muitas vezes essa sinergia e relação de confiança pode não existir em relação aos herdeiros. Para escolher um sócio é necessário analisar a fundo todos os processos desse negócio. Antes de começar uma sociedade você deve levar em conta se essa pessoa está com o mesmo propósito que você, se conseguem trabalhar em conjunto, com organização e honestidade, e além de tudo, verificar se os dois estão correndo o mesmo caminho e desejam que essa jornada do empreendedorismo que não é fácil dê certo. Caso decidam que sim, outro ponto importante é que o sócio administrador preste contas aos outros regularmente. *Rubens Leite é advogado e sócio-gestor da RGL Advogados Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantendedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. 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- O futuro da comunicação de marcas e consumidores no pós-pandemia
A covid-19 mostrou às marcas e pessoas que é possível se comunicar de forma eficiente mesmo estando longe. Durante estes quase dois anos de pandemia, o mundo tem vivido grandes reviravoltas no que diz respeito às relações sociais e no modo como se faz negócios em um lugar onde tudo que precisava ser presencial, se mostrou não tão necessário assim. De verdade, a covid-19 mostrou às marcas e pessoas que é possível se comunicar de forma eficiente mesmo estando longe e mais do que isso, que a “digitalização” que antes muitos criticavam nas rodas de almoço, nos deixou mais próximos e humanos. É sobre isso que se trata o futuro da comunicação das marcas e seus potenciais clientes no pós-pandemia - a nova experiência de consumo, a nova estrutura econômica, com mais carinho e cuidado. Temos agora uma oportunidade para fazer as coisas de forma diferente e construir negócios melhores, que sejam mais sustentáveis, resilientes e inclusivos. Uma pesquisa publicada pela Egon Zehnder, mostrou que o consumidor busca por fontes de segurança e conforto, se voltando àquilo que conhecem e confiam, atrelado à procedência, autenticidade e significado, ou seja, o conceito do propósito (que tem sido buscado há anos pelas corporações) nunca foi tão evidente. Outro estudo feito pela MacKinsey, 40% dos brasileiros estão fazendo mais compras online durante a pandemia, 40% pretendem continuar a fazer mais compras online e 35% pretendem diminuir idas a lojas físicas. Um comportamento já esperado pelo mercado, apesar de diversos especialistas afirmarem que o consumidor está “louco” pela volta ao mundo real. De fato, sim, mas não da forma que se prega. As pessoas querem o contato mais humanizado, mais cuidadoso e elaborado, o que não significa que ele precise ser sempre presencial. Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas Os megaeventos, com stands enormes e palestras de uma hora, deram lugar à simplicidade da casa, da poltrona, da cadeira, onde tudo isso pode ser visto e acompanhado online, tomando um bom café que está ali ao lado. O mercado de marketing é um dos que mais tem sentido essa mudança, já que se reduziu o espaço para campanhas projetadas daqui 18 meses, afinal, o cliente quer ações concretas no agora, com mais inovação e criatividade. Isso se trata de uma construção de um relacionamento próximo com o seu consumidor por meio de conteúdos que o provoquem! Que sejam do interesse dele, mas que o faça pensar, estar bem informado, enfim, criar uma relação de “confiança e segurança”. As marcas, neste novo cenário, precisarão desenvolver ações mais precisas, uma vez que, no contexto da "economia da atenção", onde captar a atenção do público é cada vez mais desafiador, se destaca quem consegue ser cirúrgico. Não é realizar mais ou falar mais alto. É ter uma comunicação com mais foco em experiências, que estabeleça laços próximos e afetivos com seus consumidores e que, seja no mundo físico ou digital, traga memórias associativas positivas. *Gabrielle Teco é CEO da Qura, hub especializada em curadoria de conteúdos para empresas e executivos Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantendedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas
- O que você tem feito para reduzir a chance de sua empresa acabar amanhã?
Em vez de se distanciar dos outros players, a solução pode estar em abraçar a concorrência. Em um cenário de crescimento recorde do valor investido em Venture Capital, um exercício sobre como as startups podem levar as grandes corporações brasileiras a uma transformação jamais vista na história do país. No momento em que você lê este artigo, com certeza, alguém em algum lugar do mundo está desenvolvendo uma solução, tecnologia ou serviço que vai acabar com o seu negócio da forma como ele é conhecido hoje, ou abocanhar uma fatia considerável do seu mercado, num futuro breve. Quando você se der conta do que está acontecendo, não vai conseguir agir a tempo de se prevenir, porque, atualmente, concorrentes nascem em silêncio e crescem cada vez mais rápido. Em muitos casos, só deixam de ser subestimados quando recebem o primeiro cheque multimilionário – o que tem acontecido cada vez mais cedo na vida de uma startup. Hoje, esses tipos de negócio, muitas vezes, nem ocupam espaço físico e já nascem totalmente digitais. Seus modelos se materializam de forma ágil, disruptiva e ganham share via redes sociais. Sem fábricas, terceirizam processos na velocidade da luz, contratam parceiros, escutam o consumidor e ajustam produtos, serviços e seus modelos de negócio em um piscar de olhos – quando piscam. Conseguem vender sem sequer ter estoque. Testam demanda, otimizam logística, produzem rapidamente e se articulam com influenciadores. Nascem aos olhos de poucos e, quando você vê, já pertencem aos corações de muitos. Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas Passamos da Era da Informação à Era da Substituição. Se as áreas de produto costumam falar em obsolescência programada, pode ser estranho que, com tantos dados disponíveis, algumas empresas não consigam reconhecer a sua própria obsolescência. Mas o que fazer para mudar esse cenário, antes que seu negócio desapareça? Um dos principais caminhos tem sido dar as mãos para aquela que poderia justamente matar o modelo de negócio da sua empresa: a concorrência. Em boa parte dos casos, startups que descobrem maneiras mais eficientes de fazer as coisas. Em diversos países, as corporações têm buscado superar as diferenças culturais em relação a startups e se aproximar delas para garantir a sobrevivência. Na intenção de vencer a lentidão da máquina corporativa e certas burocracias das empresas gigantes, criam estruturas apartadas para adquirir startups ou investir em novos negócios – o famoso Corporte Venture Capital. Somente este ano, a Microsoft comprou oito empresas, praticamente uma por mês. O Softbank, um dos maiores investidores em tecnologia do planeta, tinha destinado US$ 5 bilhões a um fundo dedicado à América Latina em 2017 e anunciou há 3 meses outros US$ 3 bilhões, em um novo fundo. O grupo já investiu em Quinto Andar, Madeira Madeira, VTEX, entre outras. O valor das empresas investidas mais do que dobrou em dólares desde os aportes. A Aliansce Sonae, um dos principais grupos de shopping centers do país, constituiu um braço independente para mergulhar no universo das startups. A partir dessa estrutura, investe em empresas que vão de logística à conexão das lojas com e-commerce. No Magazine Luiza, as fintechs do portfólio de mais de 20 startups adquiridas vão ter destaque ainda maior nos próximos anos. Você tem acompanhado esses movimentos? Outra estratégia é quando a própria empresa se aventura a criar uma startup do zero, com uma estrutura em separado, para garantir agilidade aos processos e menos amarras. O chamado Corporate Venture Building. Nessas situações, geralmente contam com a ajuda de Venture Builders, consultorias especializadas em identificar oportunidades de negócio, contratar empreendedores, técnicos, testar soluções e entregar a startup rodando – em certos casos, assumindo até parte do risco do negócio. Uma estratégia que, por contar com times e gestores acostumados à inovação e ao dia a dia de cada setor, aumenta as taxas de sucesso da startup. No Corporate Venture Building, as soluções nascem e crescem alinhadas à estratégia da empresa. E costumam ser mais acessíveis que as operações de M&A, quando as startups já criadas apresentam maior robustez e valuation. A Nestlé lançou, por exemplo, o Vem de Bolo, plataforma que conecta confeiteiros que fazem seus bolos em casa ao mercado consumidor. A Ambev criou, antes mesmo da pandemia, o Zé Delivery, aplicativo de entrega de bebidas, baixado 3 milhões de vezes em 2020, mais do que o dobro do ano anterior. Se tivesse feito uma simples parceria com um aplicativo de entregas, talvez não encontrasse condições de saber dados interessantes sobre onde a concorrência tem vendido mais e seus volumes de vendas. No fim das contas, são grandes marcas que encontraram novas possibilidades e souberam inovar com rapidez. E você? Está tentando fazer tudo sozinho dentro da sua empresa, ou já tem atuado com startups para ajudar a construir seu futuro? *Felipe Novaes é sócio e cofundador da The Bakery, empresa global de inovação corporativa, e advisor de empreendedores de tecnologia. Atuou com gerenciamento de projetos e novas tecnologias em grandes corporações, como Avon, Syngenta e Vale, e foi cofundador de uma startup de educação em Nova York investida pelo inventor do Cloud Computing. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantendedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas
- Whatsapp CRM como estratégia de vendas para 2022
Será preciso entender e conhecer as melhores estratégias de vendas para o ano de 2022, para que sua empresa esteja sempre atualizada nas tendências. Um novo ano começou trazendo muitas expectativas para os empresários. A pandemia que assolou o mundo desde 2019 modificou muito o processo de vendas das empresas, que passou a ser menos presencial e mais digital. No mundo digital atual, os smartphones se tornaram itens essenciais para os indivíduos realizarem diversas atividades diárias. As pessoas utilizam o celular para comprar produtos, pagar contas, chamar um táxi, se comunicar com amigos e familiares, etc. Por isso, o uso de redes de mensagens como o WhatsApp se tornou muito frequente. As plataformas CRM, ou seja, sistema de gerenciamento de clientes, surgiram com o intuito de otimizar e automatizar o processo de vendas. Essas ferramentas são capazes de integrar várias redes sociais e de mensagens simultaneamente, para que a empresa possa organizar melhor o contato com os clientes presentes em diversos ambientes virtuais e para que não ocorra uma quebra na comunicação com o cliente. Você precisará entender e conhecer as melhores estratégias de vendas para o ano de 2022, para que sua empresa esteja sempre atualizada nas tendências. Sendo assim, inseri abaixo algumas dicas sobre o uso do WhatsApp CRM como estratégia de vendas para 2022. Vamos conferir juntos? Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas 1. Foque no atendimento com excelência O atendimento ao cliente é um dos principais pilares da equipe de vendas. Quando é realizado com qualidade, é capaz de fidelizar clientes, conquistar novos leads e expandir as vendas do seu negócio em enormes proporções. Todo cliente gosta de ser bem tratado, de ser ouvido, de ter seus problemas e necessidades atendidas sem rodeios. Por isso, para que sua empresa tenha sucesso, é necessário investir muito na qualidade do atendimento prestado ao cliente. O WhatsApp CRM também pode ser muito usado nesse aspecto. Ao permitir a integração das informações dos clientes e acesso fácil a elas, pode-se usar isso no momento da conversa com o cliente. É sempre muito bom quando um cliente entra em contato com a empresa e os funcionários já conhecem informações relevantes para as vendas como: · Produtos já adquiridos; · Reclamações; · Dados pessoais (telefone, e-mail, e etc.); · Interesse em futuras compras; · Frequência de compras. Conhecendo essas informações, é possível realizar um atendimento personalizado, atendendo às necessidades de cada cliente. Como dica, é recomendado que você sempre chame o cliente pelo nome que ele indicar, não use mensagens automáticas ou robóticas que fujam do assunto da conversa ou passem a impressão de impessoalidade, e sempre se mostre solícito ao auxiliar o cliente. Outra vantagem do WhatsApp CRM que pode ter grande impacto na qualidade do atendimento ao cliente é a organização das mensagens que você receberá. Qual cliente gosta de aguardar horas por uma resposta ou se sentir sendo deixado no vácuo? Nenhum! Então, você tem a possibilidade de usar essa ferramenta para organizar a caixa de entrada de mensagens dos seus clientes de acordo com as prioridades ou sinalizar os casos que ainda estão pendentes de resolução. 2. Envio de mensagens automáticas O envio de mensagens automáticas é uma das melhores ferramentas que você deve considerar para que aprenda a fazer vendas através de um WhatsApp CRM. Quando se tem centenas ou milhares de clientes é impossível mandar mensagens para vários clientes sem que tempo precioso seja perdido. Quando esses clientes estão em diversas redes sociais ou de mensagens, essa tarefa se torna mais difícil ainda, pois haveria a necessidade de acessar cada uma dessas plataformas e mandar manualmente a mensagem para cada cliente. O WhatsApp CRM é capaz de tornar essa tarefa simples e fácil! O que você precisa é apenas configurar a mensagem a ser enviada e os canais que deseja, sem se preocupar com tempo ou precisar acessar as redes sociais de forma individualizada. 3. Sempre informe os seus clientes sobre as novidades Todo cliente ama novidades! Utilizar promoções, descontos, produtos novos, novas formas de pagamento, ou qualquer outra novidade é uma forma de atrair os clientes para comprar um produto da sua empresa. Alguns clientes desejam adquirir o produto, mas precisam de um empurrãozinho para efetivar a compra e é aí que você poderá trabalhar. Uma das melhores vantagens de se integrar um WhatsApp CRM é a possibilidade de enviar mensagens promocionais para vários clientes simultaneamente e ter um controle maior sobre as respostas de cada um. Aliando isso com a equipe de marketing, é possível ter um excelente resultado através dessa estratégia, se for bem realizada. O WhatsApp CRM também é capaz de gerar relatórios sobre o desempenho da sua estratégia ou campanha específica e com esses dados você poderá decidir se usará a mesma estratégia novamente. Com essa estratégia, você pode fazer uso de vários recursos como vídeos, imagens, envio de textos com códigos promocionais, envio de links para acesso ao site de vendas e etc. As possibilidades são infinitas para atrair os clientes e a criatividade deve ser o maior forte dessa estratégia. Então, vimos que o WhatsApp CRM para vendas é uma ferramenta muito útil na atualidade e é essencial para uma empresa que deseja ter seu processo de vendas otimizado e eficiente. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantendedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas
- Como alcançar metas profissionais com estratégias de vendas
"O sucesso nas vendas é o resultado de disciplina, dedicação e sacrifício." Ano começando e tudo que é novo costuma trazer motivação, mas a preocupação é a mesma dos meses anteriores: “como vou bater a meta desse mês?”. Pensando nessa preocupação de todos que atuam no mercado de vendas, vamos contar como pode ser simples alcançar as metas decididas por sua empresa com estratégias. Antes de tudo, o que são metas? Ter mais leads qualificados, aumentar a comissão, ser mais produtivo, ter mais tempo de qualidade com seu cliente… Tudo isso são exemplos de metas para o dia a dia do vendedor, mas o que elas realmente significam? As metas precisam ser muito bem descritas, detalhadas e planejadas para que sejam bem executadas e tenham sucesso no direcionamento. Resumindo, metas nada mais são do que objetivos mensuráveis e ligados a prazos. Precisam ser realizadas para alcançar os objetivos determinados. Como estipular metas de vendas? Para definir suas metas é necessário analisar alguns pontos, como o mercado em que você atua, seus índices de crescimento e avaliar a capacidade da sua equipe. Após isso, deve ser feito um planejamento com os objetivos para que assim, tenha um direcionamento concreto das ações a serem realizadas. E claro, é importante conhecer métodos que possam te auxiliar na realização das tarefas, por meio das estratégias de vendas. Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas O que são estratégias de vendas? Não passa de um conceito que junta algumas práticas para fazer sua equipe gerar vendas e aumentar receitas. Em outras palavras, estratégia de vendas é saber quais objetivos comerciais atingir, quando e o que fazer para alcançá-los Quais os tipos de estratégias? Afinal, qual a melhor abordagem para concretizar uma venda, a tradicional ou uma mais moderna, como Inside Sales? A resposta é que depende. Depende do seu mercado, do seu público alvo e de alguns outros fatores. Também não há nada de errado em unir os dois. Além desses modelos citados, existem alguns outros como: Call to action: A ideia é mostrar ao cliente os benefícios alcançados por meio da contratação dos serviços de um contador. PICO: Essa estratégia é baseada em etapas bem específicas e que devem ser aplicadas em ordem. Funciona também como uma espécie de roteiro para ser seguido durante o processo de negociação. Rapport: Funciona como uma espécie de complemento às outras estratégias de vendas. A ideia principal é valorizar a fala do cliente, sendo assim, a recomendação principal é praticar a escuta ativa e a preocupação genuína com o sucesso do cliente. Existem vários outros. O ideal é avaliar qual o melhor para seu tipo de negócio. Quais os principais passos para montar uma boa estratégia? 1- Conheça seu mercado. O primeiro passo é conhecer bem o nicho de mercado em que você atua e as pessoas que fazem parte dessa vertical. Assim, você já consegue encontrar diversos clientes em potencial e trabalhar suas próximas estratégias de um jeito mais personalizado. 2- Defina os objetivos da empresa Como uma empresa que não tem metas vai crescer ou aumentar os lucros? Falamos anteriormente sobre a importância de ter seus objetivos e prazos definidos desde o início, pois já acelera muitas coisas. Seja específico na definição e conte com a ajuda dos profissionais responsáveis por atingi-los. Boas metas têm prazos e exigem bom planejamento, senão serão apenas sonhos que você pode adiar várias vezes. Definir metas muito vagas ou fantasiosas é um fato que você precisa evitar. 3- Automatize algumas tarefas Mesmo com altos volumes de dados, o trabalho se torna menos complexo ao passo que permite uma análise exata. Uma boa opção para automatizar boa parte das tarefas manuais e ganhar não só produtividade, mas também eficácia, é o CRM. 4- Monte um funil de vendas O funil representa o caminho que seus leads precisam percorrer desde que conhecem sua empresa, até comprarem dela ou contratarem seus serviços. 5- Utilize Inteligência Artificial Vivemos falando aqui do quanto ela otimiza processos e te proporciona uma venda mais qualificada. A Inteligência Artificial é fundamental no processo de vendas, seja ele atrelado a um CRM, como o da HubSpot, que fornecerá um lead qualificado e irá acompanhar o processo da venda ou um assistente virtual como o Jordan que proporciona um conhecimento sobre o comportamento de compra de cada cliente, usando algoritmos que atuam desde a transformação de voz em conjunto de textos e dados até a compreensão desses dados dentro de um determinado CRM, transformando isso tudo novamente em voz em fração de segundos. Acho que deu para perceber que usar as estratégias de vendas com sabedoria é fundamental para conseguir se destacar em meio a um mar de concorrentes, né? Agora, você tem em mãos tudo o que precisa para alcançar metas e duplicar suas vendas! Ah, e é claro que ter o Jordan de assistente irá dar um passo mais próximo disso. *Almir Neves é fundador da hubkn, empreendedor serial e nos últimos sete anos criou e participou do crescimento de cinco startups. Especialista em Negociação pelo PON (Program on Negotiation) da Universidade de Harvard, tem MBA em Gestão de Empresas pela FGV e especialização em Finanças pela FAE. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantendedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. 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- Metaverso: um futuro não tão distante
Novas possibilidades para o mundo, incluindo o mercado de criptomoedas. Há poucos dias, o assunto “metaverso” ganhou grande relevância, já que a Facebook Inc., controladora de Facebook, Instagram, WhatsApp e outras empresas, atraiu olhares de todos os entusiastas da tecnologia para anunciar a mudança do seu nome para “Meta”. O conceito de “metaverso”, ao qual o novo nome faz referência, era de total interesse de Zuckerberg desde 2014 quando o empresário adquiriu a empresa Oculus, criadora do headset de realidade virtual Oculus Rift, atual Oculus Quest. Enquanto o criador do Facebook busca tornar o conceito mais palpável e acessível à realidade, o mundo ainda aborda o tema do metaverso como um episódio futurístico, nutrido de conjecturas e possibilidades inimagináveis de uma realidade revolucionária. Manifestado primeiramente pelo autor Neal Stephenson em 1992 no livro Snow Crash, o termo foi baseado em uma narrativa de estrutura caótica que contém referências a assuntos pouco explorados. Na história, Hiro, o protagonista do livro, não está presente na realidade em que vivemos. Ele se encontra em um universo criado por meio da tecnologia, um mundo informaticamente produzido a partir de um computador, onde, mediante o uso de um óculos e fones de ouvido, ele é transportado para uma outra realidade chamada de metaverso. Mas, afinal, o que é o metaverso? O conceito aborda um enredo utópico futurista que envolve a conciliação entre a realidade do mundo real com a do mundo virtual. Aplicado a partir de inovações tecnológicas, sua prática funciona da seguinte maneira: as imagens são produzidas por meio de hologramas e uso de óculos de realidade virtual, conectado com as interações humanas. Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas Uma das primeiras tentativas de criação de um metaverso, porém, sem a conexão virtual, ou seja, sem interação do usuário entre o mundo real e o virtual, foi o jogo Second Life. Criado em 2003, o game simula a vida social de um ser humano em um ambiente virtual e tridimensional com a interação entre avatares. O jogo cresceu tanto que alçou voos maiores, ao ponto de disponibilizar imóveis virtuais e um marketplace com moeda própria, a Liden Dollar, em que os usuários recebiam 50LD por semana para apenas se logarem no game. Essas moedas também eram conquistadas por meio de um “emprego virtual” do avatar e só tinham validade dentro do jogo. Anos depois, o Facebook trouxe o conceito de volta e compreendeu que o metaverso é um mundo virtual que pode ser utilizado na vida real. Em agosto deste ano, o Zuckerberg surpreendeu e desenvolveu um serviço que oferecia uma sala de reuniões online para as empresas. Nessas salas, cada usuário tem seus personagens virtuais, um substituto para a chamada de vídeo convencional. Agora, Mark Zuckerberg está se propondo a realizar um feito muito maior que apenas reuniões online. Sua nova ideia é a de criar um mundo novo completamente virtual em que as pessoas possam interagir entre si e com marcas, empresas e propriedades virtuais, emulando todo seu cotidiano. Relação de metaverso com o mundo cripto Para implementar essa realidade virtual utópica, o Facebook assume a dianteira desta corrida disruptiva e está prestes a mostrar algo concreto. E, desta vez, seu concorrente não será uma rede social, mas sim os DeFi (Descentralized Finance) e criptoativos. As primeiras concorrências, que confrontam o universo em construção da Meta (Antiga Facebook Inc.), são as empresas Descentraland (token MANA) e MetaHero (token HERO), ambas plataformas de Metaverso. Durante o evento Future Blockchain Summit 2021, que ocorreu em outubro em Dubai, a MetaHero apresentou um protótipo onde mais de 200 câmeras Sony fotografam pessoas e itens, tornando-os modelos 3D perfeitos, inseridos como objetos e avatares dentro do universo que construíram. Uma outra possibilidade de entrada nesse mundo é por meio do Star Atlas, um jogo em blockchain que está em desenvolvimento na Solana (SOL), uma plataforma rival do principal sistema operacional para apps descentralizados, o Ethereum (ETH). O jogo ainda não foi lançado, entretanto, já está dando o que falar, atraindo US$ 24 milhões nos primeiros dias de captação de investimento. Na ocasião, seus dois ativos digitais emitidos na blockchain dispararam 5.000% apenas na data de abertura do mercado secundário. Em vez de servidores como o do Facebook, os apps rodam na blockchain e são open source (código aberto), podendo ser melhorados pela coletividade. Eles também funcionam de acordo com um sistema de incentivos similar à rede do Bitcoin, que remunera com um token que ajuda a manter a rede estável 24 horas por dia. Outros tokens como Axie Infinity (AXS) e Yield Guild Games (YGG) também subiram entre 13% e 20% na expectativa de que a nova tendência levará mais usuários para jogos em blockchain que não são necessariamente potenciais metaversos, mas que bebem da mesma fonte. *Por Lucas Schoch, CEO e fundador da Bitfy, primeira carteira para custódia própria de criptomoedas do Brasil. Schoch marcou presença na Future Blockchain Summit 2021 e teve a experiência de ter seu avatar criado por meio do Metaverso. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantendedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas
- O que esperar dos líderes na 5ª Revolução Industrial
Por Carolina Valle Schrubbe, especialista em desenvolvimento de líderes e equipes e fundadora da Quare Desenvolvimento. O ano de 2022 chegou e, com ele, a 5ª Revolução Industrial bate à porta, causando alguns impactos significativos. Ela traz todos os desafios da 4ª Revolução Industrial, como uma grande mudança tecnológica que transformou e ainda transforma a forma como vivemos e nos relacionamos. A 5ª Revolução vai muito além disso, pois está alinhada à tecnologia robótica e inteligência humana. O operacional está muito mais rápido e preciso. A tecnologia responde, traz inteligência artificial e faz com que os líderes mergulhem de cabeça na parte estratégica do negócio. O líder precisa acima de tudo ter muita agilidade na transformação de dados em informações e um leque de conhecimentos em inteligência estratégica. Com a participação da tecnologia em praticamente todas as áreas da nossa vida, a palavra chave para que organizações sigam com sucesso é a humanização. Daqui para frente, cada vez teremos menos pessoas nas empresas e os que ficarem serão cargos com exigências e responsabilidades ampliadas. Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas Líder empresarial 5.0 Apesar de muitas mudanças, o líder empresarial não passará a 5ª Revolução sozinho, será preciso construir equipes cada vez mais sinérgicas e que trabalhem de maneira conjunta. Será um momento singular, que exigirá diferentes aptidões com uma liderança mais humana e ao mesmo tempo ágil e bem preparada para produzir as mudanças necessárias na empresa. Então, tratando-se de liderança, é como se 2022 publicasse o seguinte anúncio nos jornais e revistas: “Buscam-se líderes que tenham foco na liderança humanizada, sejam emocionalmente inteligentes, estimulem a inovação, optem por um modelo de trabalho cooperativo, capacitem ao invés de comandar, movam-se pela empatia e não pelo ego, conversem, escutem e prestem atenção às pessoas, criem relacionamento e se conectem, que estejam preparados para dar mais autonomia aos membros do seu time, que movam o time através de propósito e significado, construam organizações mais horizontalizadas, menos níveis hierárquicos e mais conexão, embarque em novos desafios como aprender, desaprender e reaprender rapidamente, reflitam, extraiam significado das experiências vividas e busquem o autoconhecimento e desenvolvimento”. O líder 5.0 será nada mais que uma ponte que liga as pessoas ao futuro, protagonista do processo e da resiliência, autonomia e influência. Por isso, conforme dizia o mestre John Kao, o líder do futuro será cada vez mais um facilitador, um especialista em pessoas e em criatividade. Ele atuará sempre no sentido de ajudar suas equipes a superar limites e amar seu trabalho. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantendedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas












