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  • Só 3,5% das empresas têm mulheres como CEO

    Levantamento feito pela BR Rating envolveu 486 empresas, sendo 57% de capital nacional e 43% multinacionais Muito se fala em governança corporativa dentro do padrão ESG, sigla em inglês para Ambiental, Social e Governança. É um modelo visto como verdadeiramente sustentável porque, além das preocupações financeiras, administrativas, técnicas e legais, ele se preocupa também com os impactos que as atividades empresariais causam na natureza, como o aquecimento global, e no cotidiano dos cidadãos (qualidade de vida, respeito à diversidade, entre outros). Mas um levantamento feito pela BR Rating, primeira agência de rating de governança corporativa do Brasil, mostra que ainda falta muito para que as empresas alcancem esse nível de excelência, principalmente no que tange ao Social da sigla. Apenas 3,5% das corporações têm mulheres atuando como CEOs, uma prova de que ainda há muitas barreiras no mercado corporativo para a ascensão delas. A pesquisa também aponta que os homens ocupam 84% dos cargos de diretoria e as mulheres 16%, enquanto os cargos gerenciais contam com 81% de homens e 19% de mulheres. Outro dado curioso é que 42% das companhias afirmaram ter apenas homens no quadro de executivos, 56% contam com homens e mulheres e apenas 2% têm somente mulheres na equipe de comando. O percentual médio de mulheres no quadro total de executivos é de 23%, o que implica também em diferenças salariais. Em empresas de varejo, produtos de consumo e comunicação as mulheres ganham 7,5% a menos, em média. Em setores como mineração, siderurgia, metalurgia, construção civil e engenharia a diferença média salta para 23%. A pesquisa envolveu 486 empresas, sendo 59% de capital nacional e 41% multinacionais. Deste total, aproximadamente 40% são listadas na Bolsa de Valores e pertencem a setores variados da economia. Empregam de 200 a 10 mil funcionários, sendo que 8% faturam acima de R$ 25,81 bilhões, 18% entre R$ 5,41 bilhões e R$ 25,8 bilhões, 11% entre R$ 2,71 bilhões e R$ 5,4 bilhões, 19% entre R$ 1,21 bilhões e R$ 2,7 bilhões, 18% entre R$ 501 milhões e R$ 1,2 bilhão e 26% até R$ 500 milhões. Mercado mostra evolução tímida em diversidade Ronald Bozza, sócio da BR Rating, explica que essa é a primeira pesquisa de gênero feita pela empresa. Ele concorda que ainda há um longo caminho a ser percorrido para que a diversidade seja uma realidade no mundo corporativo. “A diversidade é um item importante na composição do modelo ESG. E quando digo diversidade não me refiro apenas às mulheres, mas também aos LGBTQ+. Por que só homens e mulheres heterossexuais? Os outros grupos também têm inteligência e sagacidade empresarial para contribuir fortemente para o crescimento das corporações”, afirma Bozza. O executivo da BR Rating, no entanto, acredita que há uma evolução no mercado, mesmo que tímida. “Se fizermos um novo levantamento em 2022, acredito que haverá mais mulheres em posição de comando. Elas já ocupam posições de destaque nos Conselhos de Administração. Aos poucos elas crescem e se empoderam. Quanto aos LGBTQ+, muitas companhias ainda não estão preparadas para esses grupos, mas já começa ocorrer uma pequena movimentação neste sentido. Esse caminho deverá ser um pouco mais longo”. Mulheres CEO são apenas 3,5% no mercado Um exemplo de empresa que ganhou muito com uma mulher no comando é a Vá de Táxi, plataforma que só atua com taxistas e que se reinventou em boa parte devido ao trabalho e à visão de mercado de sua CEO, Glória Miranda. À frente da plataforma desde novembro de 2019, ela comanda a transformação do aplicativo que está deixando de ser apenas de mobilidade para se tornar uma plataforma de serviços. Com a concorrência de aplicativos de motoristas e a queda na demanda por causa da pandemia, os taxistas tiveram grande perda de renda. A saída foi agregar serviços diferenciados. Cerca de 200 taxistas de São Paulo, integrantes da Vá de Táxi, receberam treinamento para prestar serviços a clientes de seguradoras como trocar pneus, recarregar baterias, entre outros. A ideia foi bem sucedida e em breve será expandida para outras capitais. Além de expandir para outras localidades, Glória já trabalha na ampliação do leque de serviços a serem prestados. Os taxistas também serão treinados para serviços residenciais como trocar sifão de uma pia, instalar uma prateleira e trocar torneiras. “Assumi a Vá de Táxi com um objetivo muito claro, que era expandir a empresa, não só no corporativo, que sempre foi nosso foco, mas também para o mercado pessoa física. Durante a pandemia, a gente teve de repensar nosso modelo de negócios e expandimos não só para mobilidade, mas também para o mercado de serviços. Uma experiência sensacional”, afirma Glória. A executiva se mostra preocupada com os dados da pesquisa. Apenas 3,5% das corporações terem mulheres no cargo de CEO é para ela um número alarmante. Disparidade salarial “Isso envolve uma mudança na composição dos conselhos de empresas, que majoritariamente são formados por homens, e acabam não indicando mulheres para cargos de CEO nestas empresas. Há também, a questão da maternidade, já que a mulher se afasta temporariamente do trabalho e depois tem dificuldades para se recolocar”, afirma, completando: “O terceiro ponto é disparidade salarial: até hoje mulheres em cargos semelhantes a homens, seguem recebendo menos por realizar mesmas atribuições." Mesmo sendo presidente de uma empresa, Glória ainda se vê em situações em que tem que reafirmar a homens o quanto ela é capaz. Ela cita como exemplo uma reunião com empresas parceiras em que outros executivos perguntavam como que uma mulher jovem podia ser CEO de uma companhia. “Eu respondi que isso foi possível com muita humildade, perseverança e busca de conhecimento. Foi o que fiz durante minha trajetória. Eu me formei em duas faculdades, busquei ajuda de mentores e mentoras e agora estou aqui. E quero preparar mulheres e também homens para mais para frente assumirem meu lugar porque a diversidade é essencial para o sucesso de uma empresa”, conclui. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Atuamos em todos os estados brasileiros e falamos a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização.

  • Tecnologia e recrutamento: o match perfeito?

    Setor de recursos humanos tem se beneficiado dos avanços digitais, mas ainda precisa do contato pessoal O match ficou popularizado nos aplicativos de namoro quando duas pessoas que têm características ou gostos em comum demonstram interesse uma no perfil da outra, e com um “click” se conectam como uma “combinação perfeita”. Apesar de popular nesse contexto, o match não fica restrito somente aos relacionamentos afetivos e, atualmente, também podemos ver essa tecnologia de combinação de perfis sendo muito usada em outras áreas, como a de recrutamento, por exemplo. Dentro de empresas focadas em recrutamento e seleção, o match nada mais é do que o direcionamento de perfis para os recrutadores de candidatos que são mais aderentes à vaga. Para isso, é preciso levar em consideração alguns aspectos, como a localidade, habilidades necessárias para atender à função, e assim por diante. Do ponto de vista do candidato, também é necessário garantir que as oportunidades apresentadas para ele estejam de acordo com o seu interesse profissional e que suas capacidades estejam adequadas aos requisitos solicitados pela empresa. Quando temos o candidato adequado para a vaga de interesse consideramos ter encontrado “o match”. Para que o match funcione de forma eficiente, técnicas de Machine Learning são utilizadas, sendo possível analisar todos os dados de candidatos e vagas e gerar recomendações cada vez mais adequadas tanto aos candidatos quanto aos recrutadores. Na Catho, por exemplo, trabalhamos a taxonomia dos dados de forma a padronizar informações importantes para os dois lados, tais como cargo pretendido, para potencializar essa combinação. Também usamos técnicas de processamento de textos para extrair informações relevantes, fazer o tratamento de sinônimos, permitindo assim normalizar os dados e aplicar com eficiência as técnicas de aprendizado de máquina para classificação e recomendação de perfis e vagas. Sem dúvidas um dos grandes desafios da contratação sob a perspectiva do recrutador é ter que lidar com o grande volume de pessoas se aplicando para as vagas e entender claramente quais são os candidatos mais aderentes para que possam ser eficazes nas abordagens e reduzir o esforço para a contratação. Neste aspecto, os sistemas de busca e recomendação impactam muito positivamente na eficiência do processo. Na fase de descoberta de candidatos, esses sistemas garantem a seleção dos melhores perfis para aquela posição. Assim como nos aplicativos de relacionamento em que após o match, o casal se encontra para comprovar o fit, no processo de contratação o próximo passo não é muito diferente. Apesar das técnicas de machine learning estarem cada vez mais sofisticadas e presentes em nosso dia a dia, ainda é muito desafiador automatizar por completo o processo de fit de candidatos, sobretudo o conhecimento mútuo que se dá nos processos de entrevistas, onde, pessoalmente, o candidato consegue compreender melhor o desafio e a cultura da empresa, enquanto o recrutador avalia aspectos mais subjetivos do candidato que são mais difíceis de serem analisados de forma automatizada. É notável que a tecnologia ajudou a automatizar e agilizar processos quando se trata das contratações através do match, entrevistas virtuais, ferramentas de gestão de documentos e assinaturas digitais, mas a humanização ainda continua sendo essencial nesse processo, especialmente em um país desigual onde a tecnologia e a internet de qualidade ainda não são para todos. Mesmo com a tecnologia em constante evolução sempre existirão desafios para aprimorá-la com novas técnicas a fim de eliminar, cada vez mais, dificuldades e ineficiências dentro do processo de contratação e, consequentemente, proporcionar o match ideal. Contudo, a humanização continua sendo de suma importância e deve andar junto com os processos tecnológicos. Afinal, cada vez mais precisaremos de pessoas com habilidades mais humanas e emocionais, dado que há uma tendência de automação de tudo aquilo que é repetitivo. Afinal, habilidades mais sofisticadas para realizar as tarefas que não podem ser automatizadas acabam se tornando essenciais. * Eber Machado, CTO da Catho. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Atuamos em todos os estados brasileiros e falamos a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização.

  • Marketing de Guerrilha: descubra como usar

    Estilo arrojado de publicidade é utilizado por grandes marcas e traz resultados surpreendentes. O universo digital trouxe um espaço enorme para as empresas inovarem nas suas formas de divulgação e vendas. E neste cenário o marketing de guerrilha se tornou um grande protagonista. O que é marketing de guerrilha? Multinacional de refrigerantes Rede de fast-food multinacional Dicas de aplicação Você provavelmente já viu o marketing de guerrilha em alguma propaganda, mas não sabia que se tratava deste conceito. Muito comum nas publicidades de grandes marcas, ele traz resultados surpreendentes. Neste artigo vamos abordar o conceito de marketing de guerrilha juntamente com exemplos práticos em grandes marcas e dicas para te ajudar a construir essa estratégia da melhor forma. O que é marketing de guerrilha? O marketing de guerrilha nada mais é do que uma estratégia bem criativa e zero convencional. Ou seja, algo totalmente inovador e diferente no mercado. Algumas vezes, o marketing de guerrilha chega até a ser um pouco agressivo, confrontando diretamente marcas concorrentes da sua. Seu principal propósito é gerar um grande impacto nos clientes e internautas, com algo totalmente diferente do que eles estão acostumados. Se você lançar um curso sobre como funciona o Facebook Ads, o marketing de guerrilha vem para fazer com que a sua divulgação seja totalmente original e personalizada, impactando a vida de quem conhece a sua marca. Essa estratégia surgiu no fim dos anos 70 e foi um grande protagonista na construção de grandes marcas presentes no mercado até hoje. Com o surgimento do marketing digital, ele continuou com a mesma proposta e resultados, só que agora com a ajuda das redes sociais e a internet neste processo. Para tornar tudo isso mais claro, vamos dar dois exemplos de marcas bem famosas que usaram e ainda usam o marketing de guerrilha em suas campanhas. Multinacional de refrigerantes A The Coca-Cola Company é uma das empresas de refrigerante com mais vendas no mundo, e grande parte desse sucesso deve-se ao marketing de guerrilha que foi muito bem estruturado pela marca. Se você pesquisar algumas propagandas da marca na internet encontrará diversos vídeos com depoimentos dos clientes e críticas implícitas a concorrentes. Além disso, a marca também se tornou pioneira na construção de estratégias que engajam seus clientes. Um exemplo é a campanha de dia dos namorados onde a máquina só liberava a bebida escolhida quando o casal se beijasse. É válido lembrar que a Coca-Cola conta com um grande orçamento de marketing. São milhões de reais investidos no Instagram Ads e diversos outros meios de divulgação. No entanto, não dá para negar a habilidade e criatividade que eles tiveram na hora de criarem suas campanhas. Rede de fast-food multinacional Não podemos deixar de lado o chefe do marketing de guerrilha na atualidade, uma das maiores redes de fast-food no mundo. O Burger King construiu grande parte do seu sucesso com a utilização dessa estratégia. Dentre diversas campanhas e publicidades criadas pela marca nos últimos tempos, vamos citar a mais recente e que gerou um verdadeiro alvoroço nas redes sociais. A marca lançou um pequeno vídeo de seus lanches onde o áudio dizia que o sonho do big era crescer e virar um Whopper, um dos lanches mais vendidos da rede. Os internautas foram à loucura, pois tinham certeza que eles se referiam ao lanche Big Mac da franquia McDonald's, concorrente oficial do Burger King. Depois, a marca lançou um novo comercial explicando que se tratava apenas do Big King, um dos lanches da própria franquia. Um simples comercial, com poucas falas, conseguiu gerar um impacto imensurável nas internet e nos clientes da marca, provando como o marketing de guerrilha é poderoso e no meio digital se tornou ainda maior. Dicas de aplicação O marketing de guerrilha pode parecer um bicho de sete cabeças, mas separamos algumas dicas para tornar o processo de criação mais simples para você: Seja original; Não esqueça suas raízes; Conheça bem o seu público; Estude seus concorrentes; Seja criativo; Esteja atento a tudo o que envolve a sua marca; Gere impacto. Não importa o que você for vender, seja uma peça de roupa ou um e-book sobre como anunciar no Google Ads, o marketing de guerrilha é um grande aliado daqueles que se comprometem a estudá-lo bem e usá-lo em seus negócios. Esperamos que este artigo possa ter te ajudado a entender ainda mais sobre o conceito do marketing de guerrilha. Não deixe de continuar estudando e indo atrás de conhecimento para aperfeiçoar e inovar suas estratégias. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Atuamos em todos os estados brasileiros e falamos a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização.

  • Jornada do consumidor: entenda como fortalecer sua marca

    Identificar as seis principais fases da jornada do cliente ajuda no desenvolvimento de estratégias Se você quer construir uma marca, é importante se colocar no lugar do seu cliente, entendê-lo e ficar atento a cada etapa de sua jornada junto da sua empresa. Essa jornada é constituída por vários pontos de contato, isto é, momentos em que os clientes entram direta ou indiretamente em contato com sua marca. Acredite, ao conhecer e compreender como os clientes se sentem durante esses pontos de contato, as organizações podem se concentrar em melhorar os aspectos da experiência, em vez de ter que repensar a jornada como um todo. Isso ajuda as corporações a criarem uma abordagem sob medida. Para quem quer empreender, é importante saber que existem seis fases principais em uma jornada típica de um cliente e, o principal, como aproveitá-la de forma estratégica: Awareness (conhecimento) É aqui que o consumidor encontra pela primeira vez a sua marca. Talvez ele veja um anúncio nas redes sociais ou conheça sua empresa por meio de um cliente existente. Aquisição Este é o ponto em que um consumidor se transforma em um lead por meio de algum tipo de interação com seu produto ou serviço. Ele pode seguir um link para seu site e criar uma conta ou fazer o download do aplicativo da sua empresa. Ele pode ainda optar por um teste gratuito ou assinar um boletim informativo por e-mail. Onboarding Os clientes que acabaram de fazer a primeira compra estão no auge do interesse pela sua marca. Este é um ótimo momento para mostrar a eles que você está animado para construir um relacionamento e conhecê-los melhor. Você pode solicitar que eles completem um perfil, fornecendo dados que o ajudarão a personalizar sua divulgação e recomendar outros recursos, serviços ou produtos. O segredo é oferecer ajuda, mas sem exagerar. Suas mensagens devem ser relevantes, não intrusivas. Noivado Esta é a fase mais longa da jornada do cliente e a mais fundamental. Manter os clientes engajados é a chave para construir seguidores leais. Seus clientes continuam comprando favoritos antigos? Eles estão se mantendo atualizados com os novos lançamentos? Oferecer novas experiências e conteúdo altamente personalizado mantém o relacionamento novo e interessante. Retenção É aqui que você reconhece que os membros de seu público correm o risco de sair, determina o porquê estão perdendo o interesse e evita que se desviem do caminho ou facilita seu retorno no futuro. Dados podem ajudá-lo a perceber quando o engajamento diminui e ferramentas como pesquisas de saída podem fornecer insights para divulgações futuras. Advocacy É assim que o cliente fala sobre sua experiência com sua marca. Existem poucas declarações tão poderosas quanto a palavra de um cliente satisfeito. Dar aos clientes oportunidades de fornecer feedback e comentários no momento certo pode dar um grande impulso à sua marca. Análise de dados, mapeamento de negócios e ferramentas de marketing digital Como mencionei há pouco, uma das chaves para otimizar a jornada do cliente são dados. Eles podem ser coletados facilmente por meio de e-mails, redes sociais, publicidade e web. Há uma quantidade impressionante de dados disponíveis, mas é importante colocá-los em contexto. Os dados certos podem ajudá-lo a segmentar seu público, escolher os melhores canais de marketing, escolher a mensagem mais atraente e fornecer o número ideal de exposições para fazer a venda. Eles podem ainda nutrir o relacionamento com os clientes, aumentar o engajamento e evitar que eles se distanciem. Outro segredo é criar um mapa que reflita seu modelo de negócios de maneira específica. Um mapa da jornada do cliente é um diagrama que mostra cada ponto típico de interação durante os seis estágios do envolvimento do cliente. Eles não são apenas diagramas bonitos; são ferramentas de comunicação e colaboração. Cada departamento interno terá sua própria perspectiva nas seis fases da jornada do cliente, com base em seu relacionamento com os produtos ou serviços da marca, por isso, cada um deles terá informações e percepções exclusivas para adicionar. Ao mapear, entender e avaliar cada ponto de contato da jornada com o cliente, você será capaz de identificar "pontos problemáticos" ao longo do caminho ou áreas que precisam ser melhoradas para intervir, fazer melhorias nos momentos que importam, e garantir uma experiência única e memorável para cada consumidor. Por último, escolha a plataforma de marketing digital que melhor possa te ajudar a otimizar a jornada do cliente. As plataformas de marketing digital foram originalmente projetadas para ajudar as empresas a construírem e manterem relacionamentos com seus clientes. Na última década, elas evoluíram e se tornaram ferramentas robustas que usam aprendizado de máquinas e inteligência artificial para analisar dados e ajudar as marcas a entregarem experiências hiper personalizadas aos clientes. Uma plataforma de marketing digital é usada para encontrar leads, nutrir clientes potenciais, extrair dados e entregar conteúdo com curadoria em todas as fases de seu ciclo de vida. Ao escolher uma plataforma, procure uma que ofereça painéis dinâmicos que podem ser personalizados para seu modelo de negócios específico. Ela deve permitir que você crie contexto em suas interações com o consumidor e acione automaticamente experiências diferentes para os clientes com base em seus perfis, históricos de compra, locais, preferências expressas ou outros indicadores. A análise da jornada deve mostrar o que está ou não funcionando, para que você possa refinar continuamente seus processos. *Sobre Clemilda Thomé - Nascida em 1954, na Cidade de Sapopema, interior do Paraná, filha de pais agricultores, foi uma das primeiras empresárias no Brasil a se tornar bilionária ao vender sua empresa NEODENT para uma multinacional suíça. Hoje, é uma das mulheres de negócio mais influentes do país. Participa ativamente da gestão de suas empresas, no Conselho de Administração da DSS Holding, mas tem como seu maior legado, a promoção da educação, que ela acredita ser o maior agente das mudanças e desenvolvimento do país. Exatamente por esse foco, Clemilda, faz parte do Instituto Sou 1 Campeão que oferece cursos voltados para performance física, prosperidade financeira e equilíbrio emocional, ao lado do Treinador Comportamental e esposo Mamá Brito e do ídolo do MMA mundial Rogério Minotouro. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Atuamos em todos os estados brasileiros e falamos a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização.

  • Oportunidades de economia tributária ao alcance de todas as empresas

    Marco Aurélio Medeiros analisa impactos da retirada do ICMS da base de cálculo do PIS/Cofins A tese do século, a exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS/COFINS, teve o seu desfecho este ano, com a decisão do Supremo Tribunal Federal a favor da causa e da retirada do ICMS da base de cálculo do PIS/Cofins. Segundo números da própria Receita Federal do Brasil (RFB), as empresas economizaram e/ou recuperaram mais de 100 bilhões de reais com a tese, até a decisão final do STF. Muitos ainda perguntam: ainda dá tempo de ganhar algo? Existem outras oportunidades parecidas? Sobre essa tese específica, quem entrou com ação ainda pode recuperar créditos retroativos dos últimos 5 anos. Quem não entrou, passa a ter essa redução de agora em diante, mas não recupera nada. Por outro lado, existem diversas oportunidades em aberto, pendentes de julgamento definitivo. Abaixo faço um breve resumo de algumas discussões em vigor na área tributária. Exclusão do ICMS da base do PIS/COFINS Como adiantado, é a tese do século em razão do montante que vem sendo recuperado pelas empresas. O objetivo é retirar o ICMS da base de cálculo do PIS/COFINS. A título de exemplo, se uma empresa tem alíquota de ICMS de 20% em determinada operação, e é tributada no lucro presumido, hoje ela pagaria PIS/COFINS de 3,65% do valor total da operação. Se for excluir o ICMS da base, os 3,65% incidirão sobre 80% do valor total da operação, gerando uma economia de 0,73% desse faturamento. As economias, de acordo com as alíquotas de ICMS, PIS e COFINS incidentes nas operações, podem ir de 0,15% a 1,85% do faturamento. O STF já entendeu que o ICMS deve ser excluído no Recurso Extraordinário (RE) 574.706. O que se discute agora, e ficou pendente de julgamento para o dia 29/4, são dois pontos: (i) qual o ICMS deve ser excluído, se o destacado na NF ou o recolhido, e nesse ponto é quase certo que a decisão será pelo destacado; e (ii) eventual modulação dos efeitos da decisão, ou seja, se ela será aplicada de sua data em diante, ou se poderá retroagir. A Fazenda luta pela modulação, pois do contrário terá que devolver outros tantos bilhões aos contribuintes que não ajuizaram a ação. Quem ajuizou não sofre os efeitos da modulação. Por isso que, para os retardatários, a chance de aproveitar algo vai depender da decisão ou não pela modulação. Exclusão do ISS da base do PIS/COFINS A decisão do STF no RE 574.706 em relação ao ICMS derivou outras teses, e uma delas é a exclusão do ISS da base do PIS/COFINS. O conceito é o mesmo, embora o ICMS seja calculado por dentro (integra a própria base), e o ISS por fora (não integra a própria base). É uma oportunidade para prestadores de serviço. É uma tese mais recente, e ainda não chegou aos Tribunais Superiores para ser decidida. Em uma empresa tributada pelo lucro presumido, com alíquota de ISS de 5%, o potencial de economia é de 0,18% do faturamento, com possibilidade de recuperar os últimos cinco anos. Exclusão do PIS/COFINS da própria base Mais uma derivação do RE 574.706. O objetivo é excluir o PIS/COFINS da própria base de cálculo. É uma oportunidade para todos os tipos de empresas que sejam tributadas pelo Lucro Presumido ou Lucro Real. No lucro presumido, o potencial de economia é de 0,13% do faturamento; no lucro real, o potencial já sobe para 0,86% do faturamento. Redução do ICMS incidente sobre energia elétrica A alíquota do ICMS obedece ao princípio constitucional da seletividade: é mais alta se o produto for supérfluo, e mais baixa se for essencial. Na contramão dessa seletividade, a alíquota incidente sobre energia elétrica ultrapassa o patamar de 25% na maioria dos estados no Brasil. Desse modo, os Tribunais têm entendido que a alíquota de ICMS nesse caso deve ser fixada, pelo menos, no patamar da alíquota normal do estado, a qual varia de acordo com a unidade federativa, mas oscila entre 18% e 20%. É uma oportunidade para todos os tipos de empresa que tenham uma conta de energia em patamares que compensem o ajuizamento, dado que a redução se dá na ordem de 10% do seu valor original. Limitação da tributação das contribuições de terceiros na folha de pagamento As empresas pagam, junto com a alíquota de INSS incidente sobre os salários, um valor destinado a terceiros na ordem de 5,8% do valor bruto da folha de pagamento. Já há muito tempo existe uma discussão na justiça quanto à base de cálculo dessas contribuições de terceiros. A lei 6.950/81 determinou que a base de cálculo dessas contribuições fosse a mesma da contribuição previdenciária, mas limitou tal base a 20 salários-mínimos. Posteriormente, o Decreto 2.318/86 alterou esse limite, mas apenas para a contribuição previdenciária, não para a contribuição para terceiros. A Fazenda entende que a ausência de limite é total, mas os contribuintes entendem o contrário. Em recente decisão de 17/02/2020, a 1ª Turma do STJ, no Resp 1570980/SP, firmou o entendimento favorável aos contribuintes de que a contribuição sobre terceiros tem uma base de cálculo limitada em 20 salários-mínimos. Ou seja, se a folha de pagamento possui valor superior, é possível deixar de pagar, e recuperar o valor pago a maior nos últimos cinco anos, equivalente a 5,8% do valor da folha mensal que exceder os 20 salários-mínimos. Extinção da limitação no aproveitamento do PAT Empresas do lucro real que aderiram ao Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) podem deduzir o dobro das despesas com o PAT na apuração do lucro real. Contudo, essa dedução é limitada por lei a 4% do IRPJ devido. A Fazenda, como lhe é peculiar, tenta limitar o benefício do contribuinte através de decretos, instruções normativas e portarias. Foi o que ocorreu nesse caso. A Fazenda limitou a dedução 4% das despesas com o PAT (e não o IRPJ devido), e ainda estabeleceu via Portaria um limitador por refeição. As decisões judiciais têm reiteradamente julgado ilegais tais restrições, admitindo como única limitação para a dedução os 4% sobre o total do IRPJ devido. Não incidência de INSS sobre verbas indenizatórias A contribuição previdenciária tem como fato gerador a remuneração do funcionário. Contudo, nem tudo o que ele recebe tem natureza de remuneração: algumas verbas são indenizatórias, e sobre elas não incide o recolhimento ao INSS. Algumas verbas já estão pacificadas quanto à não incidência, como é o caso das férias indenizadas, aviso prévio indenizado e salário maternidade. Recentemente o STF decidiu que o adicional de 1/3 de férias é remuneratório e não indenizado. Há ainda discussões abertas que envolvem adicional noturno, gratificações, 13° salário, auxílio creche etc. Desse modo, há espaço para recuperações tanto judiciais, quanto levantamento de créditos administrativamente, recuperando pagamentos indevidos sobre verbas hoje pacificadas. Levantamento de créditos diversos O fisco em todas as esferas, sempre que interpreta a legislação tributária, o faz da forma mais gravosa para o contribuinte, naturalmente. Por isso, não raro restringe as suas oportunidades de aproveitamento de créditos tributários. Isso se aplica para créditos de ICMS, IPI, PIS e COFINS. Muitas dessas restrições são julgadas indevidas pela justiça. Um exemplo clássico é o conceito de insumo para o aproveitamento de créditos de PIS/COFINS, limitado pela RFB e flexibilizado pelo STJ. Desse modo, surgem oportunidades de aproveitar hoje créditos que eventualmente tenham sido descartados no passado por conta de uma interpretação mais conservadora da contabilidade, em linha com o ditado pela RFB à época. O aproveitamento desses créditos é feito diretamente na apuração mensal, sem necessidade de ação judicial. Marco Aurélio Medeiros (marco@msaonline.adv.br) é advogado desde 1999. Pós-graduado em Direto da Economia e da Empresa e em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas – FGV, Mestrando em Contabilidade Tributária pela FUCAPE/RJ. Ex-professor de Direito Empresarial da Universidade Estácio de Sá e ex-auditor do Tribunal de Justiça Desportiva do RJ. Sócio da MSA Advogados, atua nas áreas de planejamento tributário e empresarial. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Atuamos em todos os estados brasileiros e falamos a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização.

  • As Startups mais promissoras do Brasil

    Em edição especial do programa BóraVoar, Diego Maia conversa com co-fundadores das 7 startups mais promissoras que estão no seu radar Você sabe o que é uma startup? As startups nascem de uma ideia normalmente voltada à tecnologia e inovação que tenha como objetivo desenvolver e aprimorar um modelo de negócio. Estas e muitas outras questões sobre empreendedorismo e as Startups mais promissoras do Brasil você encontra nesta edição semanal e estendida do # BóraVoar, o podcast inspiracional de Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Veiculado na íntegra na Rádio MaisBrasilNews (101,7 FM de Brasília) e em trechos na Rádio Antena 1 Rio (103,7 FM), Diego Maia, que é um profundo conhecedor do ecosistema empreendedor selecionou criteriosamente as startups com maior potencial de crescimento e revolução em seu mercado de atuação. As startups mais promissoras do Brasil são: Linker - Ingrid Barth, COO e Co--fundadora Pontte - Caroline Schulz, CSO e Co-fundadora Bom Pra Crédito - Ricardo Kalichsztein, CEO e Co--fundador Cozinhe.me - Paulo Renato, CEO e Cofundador Liv Up - Vitor Santos, Co-fundador DOOTAX - Yvon Gaillard, Diretor Comercial e Co-fundador Benie Saúde - Evandro Campos, CEO e Co-fundador Também participam deste episódio: Marília Sant'Anna - Sebrae RJ Bruna Santana - Portal "Tudo Sobre Startup" “Hoje muitas tecnologias estão surgindo graças a uma maior facilidade de acesso à computadores, celulares e à internet. E com isso os negócios digitais se tornam promissores e conseguem cada vez mais a atenção de grandes investidores.” - Marília Sant'Anna E você? Já teve uma ideia inovadora? O que tem feito para superar as adversidades e conquistar espaço no mercado de trabalho? Aperte o play e escute agora este super podcast do Diego Maia. Aproveite para assinar gratuitamente o podcast BóraVoar no seu canal favorito. O programa está disponível em todos eles, como o Spotify, Deezer, Amazon Music, Apple Podcasts e muitos outros. Para ouvir outros episódios do BóraVoar no seu navegador, acesse por aqui. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • Um imposto mundial

    Economista e empresário Igor Macedo de Lucena fala sobre a busca pelo o fim das disputas sobre o imposto das empresas Nessa última semana, tivemos uma importante reunião promovida por ministros das finanças de várias das principais nações do planeta, e, na pauta, o ‘prato principal’ foi o fim das disputas sobre o imposto das empresas. Algo que há muito tempo se tornou um grande problema mundial, já que várias nações realizavam uma espécie de competição para ver quem oferecia as menores alíquotas de impostos sobre as empresas, algo que começou a se tornar nocivo para os governos e um excelente negócio para as empresas multinacionais. Membros de 130 países concordaram em reformar o sistema tributário global para garantir que as grandes empresas paguem um valor considerado justo como impostos, independentemente de onde elas estejam sediadas. A OCDE informou que os membros do grupo e de vários países não membros apoiaram uma proposta de alíquota mínima de imposto corporativo de pelo menos 15%. A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que liderou as negociações, afirmou, por seus representantes, que se esse plano funcionar, a ideia deverá gerar US$ 150 bilhões em receitas fiscais por ano para as 130 nações. O maior problema é que a Irlanda e a Hungria - países com baixos impostos corporativos - não aderiram ao acordo sobre o imposto mínimo global. Espera-se agora que os governos participantes tentem aprovar leis relevantes para proporcionar o mínimo de comprometimento dentro de suas legislações nacionais, embora não se saiba ainda como isso vai ser verificado e colocado em prática por cada nação. Os países também assinaram novas regras sobre o lugar em que as maiores empresas multinacionais serão tributadas. Eles esperam que sejam incorporados os chamados “direitos tributários” sobre mais de US$ 100 bilhões de lucros de empresas como Apple, Amazon, Microsoft e outras, e que devem ter tais valores transferidos para países onde os lucros são gerados, em vez de onde uma empresa tenha sua sede mundial. Ainda nesse contexto, vale ressaltar que nações do G7 e do G20 lideraram esforços para esses trabalhos, incluindo os Estados Unidos, a Inglaterra e a Alemanha. Apesar de nossos impostos já serem bem acima dos 15% propostos pela OCDE, o Brasil foi considerado um importante membro que também adotou tal regra. Contudo, vale lembrar que se tivéssemos como negociantes os membros da Alt-right brasileira, talvez eles estivessem gritando no twitter que esse projeto é um movimento globalista feito pelos comunistas para “roubar” a soberania tributária do Brasil. Isso certamente seria assunto para um outro artigo! *Igor Macedo de Lucena é economista e empresário, Doutorando em Relações Internacionais na Universidade de Lisboa, membro da Chatham House – The Royal Institute of International Affairs e da Associação Portuguesa de Ciência Política Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Atuamos em todos os estados brasileiros e falamos a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização.

  • Transformação Digital x Digitalização: saiba a diferença

    Uso de tecnologia deve ir além dos processos operacionais e promover a excelência e inovação Ser uma empresa digital significa utilizar tecnologias digitais (IoT, Blockchain, Machine Learning etc.), para atingir a excelência operacional nos negócios, seja nas vendas ou no atendimento ao cliente. Essa excelência operacional faz com que esses processos se tornem mais baratos, rápidos, minimizem erros e aumentem a qualidade do serviço oferecido. Ser digital é fazer com que as atividades sejam automatizadas por sistemas, mas isso não quer dizer necessariamente que essa empresa irá romper barreiras. Agora, diferente da digitalização, passar por um processo de transformação digital é sobre usar tecnologias digitais não somente para processos operacionais, mas para obter excelência operacional nos processos de negócios, além de inovar rapidamente as ofertas para os clientes. Isso significa ir além de oferecer melhores produtos ou serviços, para resolver os problemas de negócio do cliente. Com essa visão, as empresas conseguem formar um novo propósito de valor. Tecnologia para revolucionar serviços Um exemplo pode ser visto em uma dessas empresas de aplicativos de transporte individual, que não criou um produto completamente novo. Eles transportam pessoas de um ponto A até um ponto B, ou seja, um serviço que a população já utilizava há muito tempo. O que a Uber fez foi abordar os pontos problemáticos dos transportes particulares, por meio da jornada do cliente, e os suavizaram usando os recursos da tecnologia digital, principalmente com o auxílio dos dados. Eles revolucionaram este setor através de ofertas digitais, facilitando desde a solicitação de um veículo, passando pela forma de pagamento, até como o cliente relata uma experiência. O segredo está em entender o que o cliente quer e saber quanto ele está disposto a pagar por este serviço. Vejo uma necessidade de mudança de comportamento e de cultura por parte das empresas, pois essa é a essência da transformação digital. Para isso, é necessário redesenhar os negócios da companhia, com processos que definam quais são as propostas de valor a serem entregues para os clientes. Para tornar essas mudanças mais tangíveis, gostaria de fazer cinco perguntas para que você reflita sobre as capacidades de transformação digital da sua empresa. 1 - Você sabe qual é o valor do seu cliente e quanto ele está disposto a pagar quando se trata de um serviço digital? 2 - Quem são as pessoas que estão usando atualmente as plataformas digitais da sua área de negócio? 3 - Quem em sua empresa está ajudando a construir novas ofertas digitais? 4 - Como a sua empresa pode construir ofertas digitais rapidamente e de forma organizada? 5 - Você é capaz de encontrar soluções para resolver os problemas de seus clientes sozinho? Essas perguntas podem auxiliá-lo no entendimento do que é de fato uma empresa que passou por uma transformação digital. Isso é, entender se a sua empresa está rompendo com a forma tradicional de fazer negócios, para criar estratégias que antes não enxergava. Para desmistificar a digitalização da transformação digital, é necessário acompanhar as mudanças do mercado, e isso só é possível através de muito estudo, e de humildade para ouvir as dores dos clientes. * Claudio Tancredi é Country Manager da Hitachi Vantara Brasil. É graduado em Engenharia Mecânica, tem MBA pela FIA-USP e extensões em Vanderbilt e Cambridge. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Atuamos em todos os estados brasileiros e falamos a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização.

  • Como será o futuro do mercado segurador brasileiro

    Na edição especial do programa BóraVoar, Diego Maia conversa com executivos de importantes instituições do setor para saber as expectativas e os principais desafios No Brasil o seguro - seja ele de automóveis, de vida, de garantia, de patrimônio, só pode ser comercializado pela figura do corretor de seguros. Estão ativos quase 56 mil corretores de seguros Pessoa Física e quase 50 mil corretores de seguros Pessoa Jurídica. Existem também, a figura do Ressegurador, que até 2007 era monopólio estatal. O setor tem hoje, uma participação de 3,7% no Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país) com potencial para atingir valores da ordem de 6% a 10% - valores observados em países com mercado segurador maduro. Estas e muitas outras questões sobre o futuro do mercado de seguros você encontra nesta edição semanal e estendida do # BóraVoar, o podcast inspiracional de Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Veiculado na íntegra na Rádio MaisBrasilNews (101,7 FM de Brasília) e em trechos na Rádio Antena 1 Rio (103,7 FM), Diego Maia selecionou profissionais influentes do mercado de seguros para contar como o setor se adaptou durante a pandemia, se a digitalização substituirá o trabalho de corretor de seguros e o que o futuro reserva para este ramo. Convidados especiais desta edição: Fenacor - Armando Vergílio Dos Santos Junior - Presidente CAPEMISA - Fábio Lessa - Diretor Comercial Prudential do Brasil - Carlos Lamego - Vice-Presidente e CMO MAG Seguros - Marcio Batistuti - Diretor de Varejo SulAmérica - Solange Zaquem - Diretora Comercial PREVISUL - Renato Pedroso - CEO Youse - Marcos Centin Dornelles - CEO Aperte o play e escute agora este super podcast do Diego Maia. Aproveite para assinar gratuitamente o podcast BóraVoar no seu canal favorito. O programa está disponível em todos eles, como o Spotify, Amazon Music, Apple Podcasts e muitos outros. Para ouvir outros episódios do BóraVoar no seu navegador, acesse por aqui. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • 5 maneiras de se preparar antes de solicitar crédito

    80% dos negócios de pequeno porte buscam empréstimos apenas nos cinco principais bancos do país. Especialista em assessoria de crédito indica os melhores caminhos antes de fazer uma solicitação Com a pandemia de Covid-19 diversas empresas precisaram se reinventar para sobreviver a esse momento de crise, por isso muitos pequenos e médios empreendedores passaram a buscar crédito para se recolocar, reorganizar e se manter no mercado. “80% dos negócios de pequeno porte buscam por recursos apenas nos cinco maiores bancos do país. Mas existem outras empresas especializadas em dar crédito para quem precisa daquele valor. As fintechs, por exemplo, chegaram com força e inovação ao mercado financeiro brasileiro - o que ajuda a promover competitividade e acesso ao crédito! O mais importante, neste contexto, é avaliar alguns pontos antes de fechar negócio para escolher quais são as melhores opções'', explica Luiz Falbo Di Cavalcanti, CEO da Kalea, assessoria digital de crédito para empresas. Para escolher a melhor opção, o empreendedor não deve considerar apenas os juros cobrados, mas também os prazos de pagamento, o sistema de amortização, o tempo que demora para liberação dos recursos, o tipo de garantia e etc. Além disso, requer uma negociação e um preparo por parte do empreendedor. “O pedido de crédito só será autorizado se a instituição financeira tiver certeza do negócio que está fazendo com você, portanto, para ser atendido na solicitação, é necessário organizar as informações sobre a empresa para satisfazer as exigências”, completa. Pensando nisso, Falbo preparou um passo a passo com algumas dicas de como solicitar crédito de maneira rápida, eficiente e segura: Pesquise diferentes instituições Pesquise pelo menos três instituições financeiras que oferecem o tipo de serviço que você precisa. Existem diversas instituições que oferecem esse tipo de serviço, você precisa conhecer quais os benefícios e vantagens que terá com cada uma delas. Além disso, pesquise se essa instituição que você escolheu é confiável e verdadeira. Acompanhe as inovações no mercado financeiro Para buscar crédito é importante acompanhar a evolução do mercado. As novidades trarão novas oportunidades para os empreendedores como crédito personalizado, digital e competitivo. Faça um planejamento financeiro Isso irá te ajudar na gestão do negócio, do crédito e também perante as instituições, já que elas vão querer entender quais são seus planos com aquele dinheiro. Por isso, controlar toda a entrada e saída de capital do seu negócio e saber até quantos funcionários você consegue pagar, por exemplo, são algumas das dicas para não ficar no prejuízo. Seja honesto e transparente Durante as conversas com as instituições seja honesto e transparente, assim será mais fácil a aprovação de crédito. Nenhuma instituição financeira vai te disponibilizar créditos se não sentir segurança no seu negócio! Encare o pedido de crédito como um projeto Trate o pedido de crédito como um projeto da sua empresa. Faça cronogramas que te ajudarão a cumprir prazos e metas, além de deixar todos os documentos em ordem. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Atuamos em todos os estados brasileiros e falamos a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização.

  • Qual será o futuro do setor de varejo depois da pandemia?

    Country Manager da Tiendeo faz balanço do primeiro semestre de 2021 e fala de tendências para os próximos meses A pandemia acelerou a transformação digital do varejo com consequências estruturais que merecem uma atenção especial. Olhando para o futuro, o varejista deve ser ágil para responder às mudanças de comportamento do consumidor e saber como seduzi-lo para ser o escolhido em suas próximas opções de compra. Miguel Rojo, Country Manager Brasil do Tiendeo, empresa líder em soluções digitais para o setor de varejo, faz um balanço deste primeiro semestre do ano e detalha as tendências que continuarão nessa gradual volta à “normalidade”. Como você avalia a situação do varejo no primeiro semestre de 2021 e quais são as perspectivas para o segundo semestre? No início do ano, as empresas continuaram sofrendo com o impacto da COVID-19 e com as novas restrições, que acabaram acelerando as tendências no setor de varejo em todos os níveis. O ano de 2020 trouxe uma revolução para muitos varejistas, que entenderam que, se quisessem sobreviver à crise, a única opção era apostar na transformação digital. Na verdade, nesse primeiro semestre de 2021, vimos muitos varejistas aumentando esse compromisso com a digitalização em suas ações de marketing (digitalização do catálogo promocional, publicidade digital, comunicação com os clientes...). Grandes varejistas como Carrefour anunciaram no ano passado seu desejo de reduzir ou mesmo eliminar toda a produção de catálogos em papel e apostar em uma alternativa online, mais adaptada à nova realidade. “A loja física é, e continuará sendo, o canal de compra preferido dos consumidores nos próximos anos”. Miguel Rojo O canal online também desempenha um papel importante, espera-se um crescimento do e-commerce de 24%, o que se estima que represente 30% de todas as vendas no varejo em 2030. A previsão é que mais de um terço dos profissionais de marketing aumentem seus investimentos para gerar experiências de compras omnicanal. Ainda que a venda por meio do e-commerce aumente a participação de mercado nos próximos anos, o canal tradicional, a loja física, continuará representando dois terços das vendas realizadas. Esse percentual pode variar dependendo da categoria, podendo chegar a 50% entre as vendas online e offline. Que tendências aumentaram ou surgiram durante a pandemia no varejo (e-commerce, omnicanal, clicar e coletar, consumo de proximidade)? Essas tendências continuarão quando voltarmos ao normal? Nesse último ano vimos como o e-commerce vem ganhando peso no setor. Nos últimos cinco anos a região passou de 126 para 267 milhões de compradores. No entanto, a loja física é, e continuará sendo, o canal de compra preferido dos consumidores nos próximos anos, seja para procurar produtos, comprar ou retirar encomendas. É o que demonstra o surgimento de outros serviços complementares à loja física, como o “Click and Collect”, que duplicou no ano passado. Outras tendências que surgiram, e continuarão no futuro, são os diferentes métodos de pagamento e opções de delivery. Por exemplo, gigantes como o Walmart já anunciaram sua incursão no modelo de dark store (loja sem cliente) para fazer frente ao crescimento das compras online. Uma das tendências que surgiu com mais força durante a pandemia foi a crescente preocupação do consumidor com o meio ambiente, as ações éticas e sustentáveis de varejistas e marcas, que junto com o comércio local, se tornaram fatores relevantes no processo de compra do cliente. Como será a evolução do consumidor nos próximos meses com um “novo normal”? Essa crise vai acelerar e mudar alguns comportamentos dos consumidores. Os consumidores pós-pandêmicos demonstraram maior sensibilidade ao preço, por isso buscarão economias e descontos que lhes permitam manter suas finanças desafogadas. Em relação aos hábitos de compra, isso também vai mudar. Se há mais de um ano o canal online era usado apenas para planejar compras de alta rotatividade, o novo consumidor utilizará regularmente mecanismos de busca e redes sociais como Google, Facebook, Instagram, Tiktok ou WhatsApp Business. O Carrefour lançou sua conta corporativa no WhatsApp para prestar um serviço de atendimento ao cliente. Como os varejistas se adaptarão a essa evolução e como conseguirão gerar mais confiança para que o consumidor volte às lojas? Os varejistas devem se adaptar à evolução do consumidor e se antecipar a essas mudanças. Diante de um consumidor mais exigente e digital, empresas que tenham uma presença real omnicanal (online e offline) e tenham uma estratégia de comunicação clara em todo o processo de compra, conseguirão gerar uma maior confiança que, além de mantê-los atualizados, lhes dará a oportunidade de ganhar market share. Isso requer uma comunicação constante e intensiva ao longo de todo o processo de compra, ou seja, estar onde o consumidor está e se destacar dos demais e, portanto, o marketing digital terá um papel fundamental na estratégia dos varejistas para 2021. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Atuamos em todos os estados brasileiros e falamos a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização.

  • Marco Legal das Startups traz ambiente de negócios mais seguro

    Principal objetivo da lei é possibilitar um ambiente mais seguro juridicamente para gestores e investidores * Por Leandro Taga e Leôncio da Silva O Marco Legal das Startups (Lei Complementar 182/21) foi sancionado pela presidência da república no dia 01 de junho de 2021 e entra em vigor em setembro. O principal objetivo da Lei é auxiliar gestores e investidores das áreas relacionadas à inovação, possibilitando um ambiente mais seguro do ponto de vista jurídico. A Lei prevê mecanismos que podem contribuir para a desburocratização e previsões mais claras do papel dos investidores anjo, diminuindo os temores em relação à responsabilização pela gestão das Startups e abrindo oportunidades para que o poder público atue como fomentador de soluções inovadoras. O texto sancionado exclui algumas propostas que surgiram durante a tramitação do projeto, como tratamentos fiscais diferenciados para investimentos anjo e a regulamentação das stock options. Além disso, deixou alguns pontos em aberto para regulamentação do poder executivo e da CVM, mas trouxe algumas inovações e maior segurança jurídica para práticas já comuns no mercado. Investimentos As startups são empresas que visam crescimento acelerado por meio da atração de novos investimentos. Esses investimentos podem ser aportes de capital que impliquem na participação ou não dos investidores no quadro de sócios. Uma figura comum nessas relações comerciais é o investidor anjo, que realiza aportes de recursos na empresa, sem adquirir participação imediata na administração, na expectativa de resgatá-la valorizada em fase posterior, após o seu crescimento. Um dos temores comumente apontados para esse tipo de operação dizia respeito aos riscos de que tais investidores fossem responsabilizados por ações ou omissões da empresa investida. A lei estabeleceu, como forma de aumentar a segurança jurídica, algumas modalidades contratuais de investimento para proteger tais investidores, como os contratos de opção, os mútuos ou debêntures conversíveis e a organização de sociedades em conta de participação. Além disso, o Art 8° do Marco Legal das Startups prevê que tais investidores não poderão ser responsabilizados solidariamente por obrigações da empresa, nos termos previstos no Código Civil, no Código Tributário e na CLT, bem como de outras modalidades de desconsideração da personalidade jurídica. Outro mecanismo que poderá trazer novas oportunidades de desenvolvimento para as Startups é a permissão para que outras empresas que possuam obrigações de investimento em pesquisa, desenvolvimento e inovação decorrentes de outorgas ou delegações de agências reguladoras possam realizar tais investimentos em Startups por meios de fundos patrimoniais, fundos de investimento em participação (FIPs) ou editais e concursos. Mudanças na governança das empresas Uma das dificuldades das empresas emergentes diz respeito aos altos custos para atuarem na forma de Sociedades Anônimas, um modelo societário com um modelo de governança mais valorizado no mercado. A Lei 6404 de 1976 (“Lei das S.A.s”) exigia a eleição de 3 diretores para as companhias abertas. O Marco das Startup realizou alteração na Lei da S.As, para que a diretoria possa ser composta por apenas 1 pessoa. Outra dificuldade para a operação com esse modelo de sociedade dizia respeito à obrigatoriedade de publicações de atos societários em jornais de grande circulação. Se tal obrigação possuía uma finalidade importante de publicidade e transparência frente ao mercado, o advento da internet a tornou obsoleta. Os custos para publicação em jornais de grande circulação são significativos, e por vezes inviáveis para empresas com orçamentos limitados como as Startups. Há um bom tempo que tal obrigação é questionada por empresários e investidores. O Marco das Startups veio para pôr fim a essa regra para empresas de capital fechado, com menos de 30 acionistas e receita bruta anual de até 78 milhões de reais, favorecendo não apenas startups, mas outras empresas de menor porte. Contratações com o poder público Uma previsão promissora da Lei diz respeito ao incentivo de contratações por órgãos públicos, de soluções inovadoras em suas áreas de incidência. As entidades públicas poderão explorar ambientes regulatórios experimentais (sandbox regulatório) que poderão beneficiar a atuação de Startups pela criação de normas específicas para determinadas atividades ou pelo afastamento de outras. O funcionamento do sandbox deverá estabelecer os critérios para a seleção ou qualificação das empresas participantes, a duração e o alcance da suspensão da incidência das normas e as normas propriamente abrangidas. Além disso, a Lei traz previsões diferenciadas de modalidades de contratação pelo poder público, como forma de fomento da inovação a partir das compras estatais, como o Contrato Público para Solução Inovadora (CPSI), que permitem a contratação sem que as soluções técnicas sejam completamente descritas no edital e critérios mais abertos para a seleção das propostas. Esse incentivo da inovação por meio das compras públicas pode trazer boas oportunidades para a inovação e desenvolvimento tecnológico nacional, visto que as altas exigências do atual direito administrativo, pela justificada preocupação com a segurança e o grau de risco associado às suas contratações, tinha a desvantagem de limitar o papel de fomento que o estado pode desempenhar na área tecnológica. Um passo importante para um ambiente mais adequado a inovação e ao desenvolvimento O caminho do desenvolvimento econômico passa pela melhora dos ambientes de negócios, simplificando e reduzindo custos das empresas. No entanto, a aprovação da regulação não é garantia suficiente para assegurar o sucesso da estratégia. Países economicamente avançados apresentam investimentos significativos em pesquisa e desenvolvimento, novas empresas e inovação, incluindo a criação de milhares de startups, sem a necessidade de edição de uma lei específica. Tão importante quanto a simplificação de regras ou criação de regimes especiais para startups é a implementação de políticas inteligentes que incentivem o investimento em pesquisa e desenvolvimento, a educação em tecnologia e que contenham visões estratégicas de inserção no mercado internacional. * Leandro Taga e Leôncio da Silva são advogados da área societária do Riva Bressanim Advogados. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Atuamos em todos os estados brasileiros e falamos a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização.

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