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  • Os melhores episódios do podcast de vendas do Diego Maia

    Selecionamos uma playlist com os melhores podcasts de vendas do Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil Os podcasts se tornaram uma forma popular de consumir conteúdo e agora existem muitos tipos diferentes de podcasts disponíveis. Nesta matéria, apresentaremos a você os melhores podcasts de vendas do Diego Maia, apontado pelo Google como o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Você pode ouvir o podcast BoraVoar com Diego Maia diretamente no Spotify, no iTunes ou no seu aplicativo de áudio favorito. É importante dizer que há muitos motivos para ouvir podcasts. Eles são uma ótima maneira de se manter informado e entretido enquanto estiver em trânsito ou fazendo qualquer atividade. Aqui estão apenas alguns motivos pelos quais você deve começar a ouvir podcasts: Eles são convenientes. Você pode ouvi-los quando e onde quiser. Eles geralmente são gratuitos. Eles oferecem uma ampla variedade de tópicos para você escolher. Se você está interessado em política, crimes reais ou comédia, existe um podcast para você. Mas se busca um podcast que fale de vendas, otimismo ou empreendedorismo, você precisa conhecer o BoraVoar com Diego Maia. Geralmente os podcasts são muito mais curtos do que os programas de rádio ou audiolivros tradicionais, o que os torna perfeitos para pessoas ocupadas. Os podcasts podem ser uma ótima maneira de aprender coisas novas. Então, o que você está esperando? Comece a ouvir os melhores podcasts de vendas do Diego Maia agora mesmo. Aproveite nossa playlist! Índice: 1 - As coisas que o cliente mais valoriza em uma empresa 2 - Os principais motivos que fazem uma empresa perder clientes 3 - Monitore seu concorrente e venda muito mais 4 - Vender é influenciar pessoas 5 - Como não ter medo de vender 6 - Vender não é dom 7 - Vendas é o coração da empresa 8 - O cliente é o mais importante, sempre! 9 - Como encantar e fidelizar clientes 10 - Foque em prosperar, não em sobreviver Conclusão 1 - As coisas que o cliente mais valoriza em uma empresa Neste episódio, Diego Maia compartilha sua visão sobre os aspectos e situações que clientes e consumidores mais valorizam em um fornecedor. 2 - Os principais motivos que fazem uma empresa perder clientes Uma empresa pode perder clientes por vários motivos, mas alguns dos motivos mais comuns incluem mau atendimento ao cliente. Outros motivos podem incluir críticas negativas, má reputação e dificuldade em devolver itens. As empresas perdem clientes todos os dias, mas se conseguirem identificar os motivos, poderão tomar medidas para evitar futuras perdas de clientes. Neste episódio do podcast BoraVoar, Diego Maia aponta as causas da perda de clientes. Confira agora mesmo: 3 - Monitore seu concorrente e venda muito mais Todos nós sabemos que, para ter sucesso nos negócios, precisamos ficar de olho na concorrência. Não basta ter apenas um bom produto ou serviço; precisamos ter certeza de que estamos sempre cientes do que nossos concorrentes estão fazendo e ajustar nossas estratégias de acordo com estes movimentos. Mas e se eu lhe dissesse que existe uma maneira de não apenas ficar de olho na concorrência, mas de realmente vender mais do que eles? Neste episódio, Diego Maia explica o porque você deve monitorar seus concorrentes e mostra como fazer isso. Afinal, como dizia o general chinês Sun Tzu: Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas... 4 - Vender é influenciar pessoas Para ter sucesso em vendas, você precisa ser capaz de influenciar as pessoas. Você precisa ser capaz de convencê-los de que seu produto ou serviço é a melhor solução para o problema deles. Neste episódio do podcast BoraVoar, Diego Maia é taxativo: vender é influenciar pessoas. Quem mais vende sempre é aquele profissional capaz de criar uma conexão assertiva com o cliente. 5 - Como não ter medo de vender Vender parece simples, mas não é fácil. E é ainda mais difícil quando você tem medo de vender. Você pode ter medo da rejeição ou de levar nãos. Mas se você não vencer seus medos, nunca terá sucesso em vendas. Diego Maia afirma: "vender é levar muitos nãos. É errar muitos gols". Nesta edição do podcast BoraVoar ele orienta muito bem: Dicas adicionais para você perder o medo de vender: Acredite no que você está vendendo. Se você não acredita em seu produto ou serviço, ninguém mais acreditará. Você precisa ter confiança no que está oferecendo antes de esperar que outra pessoa o tenha. Conheça suas coisas. Seja um especialista no que você está vendendo. Se você puder responder a toda e qualquer pergunta que um cliente em potencial possa ter, terá muito mais chances de fazer uma venda. Esteja preparado. Tenha um argumento de venda sólido pronto para ser usado. Quanto melhor você puder vender seu produto ou serviço. O segredo para isso é estudar. Estudar muito. Estudar sempre. 6 - Vender não é dom Se você não se considera um vendedor nato, tudo bem. Vender é uma habilidade que pode ser aprendida e, como qualquer habilidade, exige prática. A boa notícia é que existem algumas coisas importantes que você pode fazer para melhorar suas habilidades de vendas e, neste episódio do podcast BoraVoar com Diego Maia, você pode conhecer algumas delas com você. Diego Maia acredita que qualquer pessoa pode ser boa em vender se dedicar tempo e esforço para aprender as habilidades. Só porque alguém é extrovertido ou fala com naturalidade não significa que ele será bom em vender. Os melhores vendedores são aqueles que entendem seus produtos por dentro e por fora, sabem como ouvir as necessidades dos clientes e podem adaptar seu discurso de vendas de acordo. Eles também sabem como ler a linguagem corporal e entender quando o cliente está pronto para comprar, de acordo com aquilo que ele fala. 7 - Vendas é o coração da empresa As vendas são o coração da empresa. Fazendo uma analogia com o corpo humano, do que adianta ter todos os setores de uma empresa funcionando se a área de vendas - responsável por bombear sangue para todos os outros órgãos - está parado? A equipe de vendas da empresa é responsável por gerar receita e impulsionar o crescimento. Sem uma equipe de vendas forte, a empresa rapidamente estagnaria e acabaria falhando. Sem vendas, o corpo humano para. Ops, a empresa para. 8 - O cliente é o mais importante, sempre! O cliente é o personagem sempre mais importante. São eles que mantêm nossos negócios funcionando, que pagam as nossas contas e, sem eles, não teríamos nada. É nosso trabalho garantir que eles sejam felizes e sempre sintam que são os mais importantes para que continuem comprando de nossas empresas. O cliente sempre tem razão — ou é o que diz o ditado. Essa frase é frequentemente usada nos negócios para justificar dar aos clientes o que eles querem, mesmo que não seja o que você planejava dar a eles. Existem algumas razões pelas quais essa frase é importante nos negócios. Primeiro, respeitar seus clientes mostra que você valoriza as opiniões e o feedback deles. Em segundo lugar, pode ajudar a construir relacionamentos sólidos com os clientes que perduram ao longo do tempo. E, finalmente, é mais provável que clientes satisfeitos voltem e façam negócios com você novamente no futuro. 9 - Como encantar e fidelizar clientes Para encantar e reter clientes, as empresas devem oferecer um excelente atendimento ao cliente e criar uma experiência positiva e marcante. Além disso, as empresas devem se concentrar em criar relacionamentos de longo prazo com os clientes, em vez de simplesmente fazer uma venda única. Ao fazer isso, as empresas terão maior probabilidade de manter os clientes voltando e, acima de tudo, indicando. Nesta edição de seu podcast de vendas, Diego Maia mostra ideias e sugestões assertivas e factíveis para encantar e, consequentemente, fidelizar clientes. Aperte o play e escute este episódio sobre negócios e empreendedorismo: Além das ideias mencionadas por Diego Maia neste podcast, há muitas maneiras de transformar um cliente ocasional em um fã de longa data, e tudo se resume a entender o que seus clientes querem e precisam de você e, em seguida, oferecer isso de forma consistente (e mais). Aqui estão quatro maneiras adicionais de fazer isso: Entenda o que seus clientes querem: isso parece óbvio, mas você ficaria surpreso com quantas empresas e profissionais de vendas que não se dão ao trabalho de realmente entender seu mercado-alvo e as dores de seus clientes. Reserve um tempo para falar com seus clientes, seja por meio de pesquisas ou entrevistas individuais, e descubra o que eles realmente querem e precisam de fornecedores como você. Cumpra esses desejos e necessidades: Depois de saber o que seus clientes querem, certifique-se de cumprir essas promessas. Atender consistentemente — ou até mesmo superar — as expectativas dos clientes é crucial para construir relacionamentos de longo prazo. Vá além: além de atender às necessidades básicas dos clientes, procure oportunidades para impressioná-los com um serviço excepcional ou com surpresas. 10 - Foque em prosperar, não em sobreviver É fácil ser absorvido pela rotina do dia-a-dia e simplesmente tentar sobreviver. Mas se você quer realmente prosperar na vida, precisa se concentrar em mais do que apenas sobreviver. Você precisa focar em algo maior e melhor. Então, o que é preciso para prosperar? Primeiro, você precisa ter uma visão positiva e se concentrar no que deseja alcançar. Em segundo lugar, você precisa agir em direção aos seus objetivos. E terceiro, você precisa se cercar de pessoas que o apoiam e incentivam. Se você puder fazer essas coisas, estará no caminho certo para prosperar na vida. Portanto, não se contente em apenas sobreviver. Busque algo mais e veja o que você pode alcançar. Ouvir esta edição do podcast BoraVoar com Diego Maia já será meio caminho andando. Aperte o play: Conclusão sobre os melhores podcasts de vendas do Diego Maia Esperamos ter te ajudado ao separar os 10 melhores episódios do podcast de vendas, otimismo e empreendedorismo BoraVoar com Diego Maia. Estes foram os episódios com maior número de downloads nos aplicativos de música. Agora ficou muito mais fácil assimilar um conteúdo de altíssimo nível. "Desde 2009 tenho o privilégio de me conectar com as pessoas através dos áudios, sempre falando sobre vendas, marketing digital, geração de valor, inside sales, empreendedorismo e liderança" revela Diego Maia. Bora Voar com Diego Maia é um podcast de vendedor para vendedor, uma espécie de "rádio venda", considerado o melhor podcast de vendas do Brasil. Você pode se interessar também: Conheça os 10 palestrantes de vendas mais famosos do Brasil Conheça Diego Maia 5 palestrantes de vendas que você precisa conhecer Palestra Como Vender Valor e Não Preço Conheça o palestrante de vendas Diego Maia

  • Conheça 10 tipos de palestrantes para eventos corporativos

    Contratar o palestrante certo para um evento corporativo não é tarefa fácil. Mas esta lista com os palestrantes mais recomendados pode te ajudar. Existem diversos tipos de profissionais que oferecem palestras para eventos corporativos. Do especialista ao filósofo, do humorista ao técnico: a escolha deve acontecer de acordo com o objetivo do evento, estilo da empresa e perfil dos participantes. Nesse artigo trazemos dez tipos de palestrantes para eventos corporativos, autoridades com alta credibilidade que possuem forte reconhecimento em seus nichos de atuação. Se você busca melhorar os resultados e capacitar sua equipe comercial, por exemplo, então o ideal é contratar uma palestra de vendas. Caso queira inspirar os colaboradores, pode optar por palestrantes que tenham belas histórias de vida e superação. Se o objetivo for motivar e engajar, grandes esportistas ou pessoas que atingiram propósitos inusitados são uma alternativa. Para injetar ânimo e descontrair, uma palestra de humor é bem-vinda. Mas antes de entrarmos nos exemplos, que tal algumas dicas para escolher o palestrante certo para a seu evento? Um bom palestrante é aquele que consegue passar seu conteúdo de forma inovadora e envolvente; O palestrante deve ser indicado para cada segmento. Ser um especialista na área e no assunto é fundamental; É importante que o conteúdo de suas palestras seja comprovadamente eficaz; Seu palestrante corporativo precisa ser um profissional reconhecido em sua área de atuação; O melhor palestrante para seu evento precisa ter uma boa capacidade de comunicação para estabelecer uma conexão com a equipe; Se possível, faça um “test drive” da palestra: escute podcasts, leia os livros e os artigos e assista vídeos do palestrante para entender como o profissional trabalha e se a mensagem que ele transmite pode contribuir com o desenvolvimento de sua equipe e com o sucesso do seu evento. Lista top 10 com sugestões de palestrantes para eventos corporativos: 1 - Palestrante corporativo de economia: Ricardo Amorim 2 - Palestrante motivacional para times operacionais: Leila Navarro 3 - Palestrante de vendas e motivação: Diego Maia 4 - Palestrante de desenvolvimento humano: Roberto Shinyashiki 5 - Palestrante de empreendedorismo e superação: Geraldo Rufino 6 - Palestrante do universo esportivo: Bernardinho 7 - Palestrante clássico: Daniel Godri 8 - Palestrante com reflexões existenciais: Mario Sergio Cortella 9 - Palestrante humorista: Murilo Gun 10 - Palestra sobre propósito de vida: Amyr Klink 1 - Palestrante corporativo de economia: Ricardo Amorim Ricardo Amorim é conhecido como apresentador de TV e um dos influenciadores brasileiros mais famosos de economia. Com muito conhecimento na área e um olhar para o Brasil com visão global, Amorim é renomado aqui e em outros países. Suas palestras se caracterizam por falarem de economia sem o “economês”, o que deixa o evento menos cansativo para quem não é familiarizado. O assunto, suas oportunidades e desafios, são tratados com linguagem descontraída e bem humorada, mas sem deixar o conhecimento de lado. 2 - Palestrante motivacional para times operacionais: Leila Navarro Atuante no mercado de palestras há mais e 20 anos, Leila Navarro é uma das palestrantes motivacionais mais conhecidas do Brasil, indicada para times operacionais. A abordagem de Leila tem foco na felicidade e bem-estar, comportamento humano, mudança de atitude, inovação, assertividade e comprometimento. Graduada em saúde e especialista em medicina comportamental, a palestrante é também escritora e atriz. 3 - Palestrante de vendas e motivação de vendas: Diego Maia Diego Maia assumiu o posto de palestrante de vendas e motivação de vendas mais contratado do Brasil após ser considerado o palestrante mais contratado de São Paulo e do Rio de Janeiro. Comunicador, empresário e escritor, é autor de seis livros dedicados a vendas e apresentador do podcast BóraVoar, um dos mais ouvidos do Brasil, no ar em diversas emissoras de rádio FM. Se o objetivo do seu evento corporativo é contratar uma palestra de técnicas e estratégias de vendas, contar com uma palestra do Diego Maia é garantia de uma apresentação inovadora e de um evento de alto nível. Presente em muitas listas como um dos melhores palestrantes de vendas do Brasil, Diego Maia realiza muitos eventos internacionais, como nos Estados Unidos e Portugal. Conheça suas 10 palestras mais contratadas pelas empresas. Leia também: Palestra de vendas - o que é e quais os benefícios de contratar um palestrante de vendas 4 - Palestrante de Desenvolvimento Humano: Roberto Shinyashiki Médico psiquiatra e terapeuta, Roberto Shinyashiki é um dos palestrantes mais procurados do Brasil. Com mais de 8 milhões de livros vendidos, é muito contratado por administradores para tratar do tema desenvolvimento humano. Shinyashiki é também empresário, e une seus conhecimentos como psiquiatra e doutor com a experiência no mercado para atingir os espectadores. Seu conteúdo ajuda no desenvolvimento humano, na motivação e mostra como realizar os seus sonhos. É um palestrante recomendado para eventos corporativos com o intuito de desenvolvimento de atitude. Conheça a palestra Atendimento ao Cliente 5 - Palestra de Empreendedorismo e Superação: Geraldo Rufino A história de vida de Geraldo Rufino parece roteiro de um filme, mas é a mais pura realidade. Quando criança, Rufino foi catador de latinhas, depois virou office-boy e chegou a diretor de operações do Play Center, até decidir criar sua própria empresa, a JR Diesel, que quebrou paradigmas no segmento de desmanche de carros. Hoje é presidente da companhia e um dos empresários mais bem sucedidos do Brasil. Através de sua história pessoal, as palestras corporativas de Rufino mostram os desafios do empreendedorismo, apresentam para quem tem dúvidas se é viável trilhar esse caminho como superar obstáculos para alcançar seus objetivos. Quer saber como estruturar o departamento comercial da sua empresa com um dos maiores especialistas em vendas do Brasil? Inscreva-se gratuitamente na MasterClass online com o palestrante de vendas Diego Maia, que ocorrerá dia 25 de janeiro às 19 horas via Zoom. 6 - Palestrante do universo esportivo: Bernardinho Um dos técnicos de vôlei mais premiados do Brasil, Bernardinho é também empresário e realiza palestras motivacionais para diversos setores da economia, sempre com o viés da liderança no esporte. Em seus eventos ele usa sua experiência nas quadras e em campeonatos olímpicos, fazendo links com o dia a dia de uma empresa. Bernardinho aborda como um negócio deve girar em torno do planejamento, através do método "Roda da Excelência", criado por ele. Nela são abordados os valores do trabalho em equipe, motivação, perseverança, entre outros conceitos conhecidos pelos recursos humanos. É um palestrante ideal para eventos corporativos que tenham o esporte a liderança como molas propulsoras. 7 - Palestrante motivacional Clássico: Daniel Godri Daniel Godri é um dos palestrantes mais antigos na área de motivação do Brasil. Possui vasto conhecimento e muitos anos na estrada dos eventos corporativos. É especialista em Marketing e muito cotado para eventos e empresas que possam ser ilustrados com suas clássicas histórias e narrativas. Em suas palestras aborda temas como motivação, liderança e inteligência emocional. Muito experiente, transmite seu conhecimento de forma interativa, com processo de aprendizado fácil e eficaz. É um dos pioneiros da atividade motivacional ainda em atividade no Brasil. 8 - Palestra corporativa com reflexões existenciais: Mário Sergio Cortella Mário Sérgio Cortella é um dos filósofos e palestrantes mais conhecidos do Brasil e um verdadeiro fenômeno das redes sociais. Com uma larga carreira e experiência, ele traz reflexões sobre como vivemos e como isso impacta no próximo, temas fundamentais não apenas em nossa vida pessoal, mas também na profissional. Algumas das abordagens de Cortella falam sobre tomada de decisões e como saber qual a melhor opção, a forma como nos comportamos frente aos diferentes desafios e situações, o que pode ajudar a mudar a forma como nos relacionamos. Cortella é um palestrante corporativo ideal para grupos mais maduros, interessados em refletir sobre suas vidas e o futuro. 9 - Palestrante humorista: Murilo Gun Dizem que rir é o melhor remédio, então uma palestra descontraída tem grande efeito para elevar o ânimo de uma equipe. Além de humorista, Murilo Gun é palestrante e professor de criatividade, fazendo um link perfeito do humor com o dia a dia empresarial. Murilo Gun foi um dos pioneiros da internet no Brasil. Formado em Administração, com MBA em Gestão, largou a vida de empresário pra ser comediante. Com seu show solo, viajou por todo o Brasil e foi parar no Netflix. Na tv, trabalhou como apresentador do Comedy Central, SBT e Multishow. 10 - Palestrante corporativo sobre propósito de vida: Amyr Klink Qual é o seu propósito de vida? E como garantir motivação para alcançá-lo? Se tem alguém que pode muito bem falar disso para equipes de colaboradores é Amyr Klink, a primeira pessoa a cruzar o Oceano Atlântico Sul a remo. As palestras sobre propósito de Amyr Klink podem ser um ótimo motivador para equipes que estão em busca da superação de grandes desafios, enfrentar mudanças e abordar a rotina com criatividade, inovação e otimismo. Conclusão sobre os 10 tipos de palestrantes para eventos corporativos Gostou de nossa lista com os palestrantes mais recomendados para eventos corporativos? Você também pode conferir no nosso portal o artigo sobre os benefícios de uma palestra de vendas para se aprofundar no assunto. Uma palestra motivacional corporativa é uma grande oportunidade para incentivar, capacitar e melhorar os resultados da sua equipe. Isso porque ao oferecer esse tipo de evento para os colaboradores eles se sentem valorizados, aumentando o engajamento e a integração dentro da empresa. Talvez você se interesse por estes artigos: Como contratar um palestrante de vendas que traga resultado para sua equipe. Os palestrantes de vendas mais famosos do Brasil e do mundo Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Atuamos em todos os estados brasileiros e falamos a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização.

  • O que fazer para que os colaboradores se tornem influenciadores da empresa

    A pedido do CDPV, Carolina Florence reflete sobre o que deve ser feito para que os funcionários se tornem influenciadores de uma marca As redes sociais amplificam o alcance e a voz das marcas, atraindo e engajando o público com o negócio, o que faz com que a presença das empresas nesse ambiente de interação digital seja cada vez mais constante. Tão importante quanto ter uma área de comunicação estruturada realizando um bom trabalho em mídias sociais, é o cuidado com os colaboradores, que podem se tornar os melhores influenciadores de uma marca no mundo digital. Um levantamento das consultorias Air Branding e SmartComms, com mais de 10 mil colaboradores, mostra que mais da metade dos candidatos a uma vaga de emprego se informa com conhecidos e amigos que sejam colaboradores ou que já tenham trabalhado em uma determinada empresa para tomar a decisão final sobre uma proposta profissional. O impacto da opinião sobre a marca empregadora é tão grande que muitas companhias estão criando programas de “colaboradores influenciadores” para melhorar não apenas o engajamento nas redes sociais, mas também as taxas de atração e retenção de talentos. Se levarmos em consideração que o setor de tecnologia é um dos que mais sofre com o gap de profissionais qualificados, além de registrar altas taxas de rotatividade entre os colaboradores, contar com essa ajuda para atrair e reter talentos pode ser algo valioso, deixando a empresa alguns passos à frente da concorrência. Também existem sites para consultar a reputação dos empregadores, como o Glassdoor, plataforma em que profissionais, colaboradores ativos ou não, fazem avaliações, dão notas e deixam comentários sobre as experiências em processos seletivos e o dia a dia da organização, apontando os prós e os contras de uma determinada empresa. A companhia e a equipe de desenvolvimento humano devem se atentar à cultura organizacional, comunicação interna, processos de recrutamento e seleção, valorização de colaboradores, diversidade e inclusão nas equipes, entre outros aspectos corporativos que sejam relevantes para os profissionais e que tenham destaque em seu setor de atuação. O cuidado com os colaboradores, que pode ser demonstrado com a abertura de um espaço para escuta e fala, é fundamental e deve acontecer durante todo o ano. Dessa forma, a influência positiva pode vir naturalmente, tanto em publicações nas redes sociais quanto em conversas de happy hour ou mesmo na indicação de amigos para as vagas abertas na companhia. Levar uma marca no coração e ter o negócio da empresa na cabeça acontece apenas como resultado do trabalho em equipe. O feedback positivo dos colaboradores é importante porque melhora significativamente o engajamento nas redes sociais, mas sobretudo, garante respaldo às ações construídas e desenvolvidas internamente todos os dias a várias mãos. Você pode se interessar também: Conheça os 10 palestrantes de vendas mais famosos do Brasil Conheça Diego Maia Os melhores podcasts de vendas do Diego Maia

  • Como lidar com crises empresariais? O caso da Cervejaria Backer

    A pedido do CDPV, João Fernando Saddock escreve sobre a falta de preparo das empresas para lidar com crises O intuito deste artigo não é trazer novas informações sobre o caso da Cervejaria Backer, até porque, com uma “googlada” é possível encontrar um bombardeio interminável de notícias relacionadas ao caso. O meu objetivo aqui é um pouco diferente: é mostrar como a ausência de preparo e planejamento para lidar com um acontecimento crítico desses — e a falta de respostas rápidas — podem prejudicar a imagem de uma companhia. Sabemos que quase nenhuma empresa está preparada para lidar com uma situação crítica dessa magnitude, até porque, obviamente ninguém sequer deseja ter que passar por uma experiência negativa desse nível. Um caso tão delicado, com o envolvimento de vítimas. O fato é que, toda empresa, independentemente do seu porte e segmento, deve estar ciente dos riscos intrínsecos à sua operação. Por exemplo: uma empresa aérea pode ter um avião acidentado a qualquer momento, uma empresa de alimentos e bebidas poderá ter um lote contaminado e assim por diante, cada empresa tem seu risco. Para quem não lembra, a Cervejaria Backer foi criada em 1999 e é responsável pela primeira cerveja artesanal de Minas Gerais. Principalmente por ser uma empresa familiar, de pequeno porte — e que até aquele momento nunca tinha passado por uma experiência negativa dessa proporção —, está passando por sérias dificuldades em lidar com a pressão da imprensa, com as investigações policiais e com a falta de logística, organização e de ações eficazes e imediatas. Uma linguagem inadequada e um tempo de resposta inadequado, podem levar tudo por água abaixo. Será, que pelo menos em partes, isso poderia ter sido minimizado? Sabemos que ao chegar a essa proporção, deve-se assumir as consequências. ATITUDES — que não foram tomadas de forma imediata — poderiam ter a chance de, ao menos, diminuir em partes todo esse alarde e tentar salvar a imagem da marca. Quando uma polêmica desse porte vem à tona, é necessário ter o feeling correto para que medidas possam ser tomadas rapidamente. Um dos primeiros erros cometidos pela Cervejaria Backer foi de não ter tomado uma ação imediata como, por exemplo, retirar todos os lotes de cerveja de circulação, realizando uma força tarefa, investindo em uma equipe responsável pela logística para a retirada dos produtos dos comércios. Uma das muitas críticas vindas da imprensa foi em relação à demora de uma satisfação aos consumidores e ações que deveriam ter sido tomadas de forma instantânea. As pessoas precisavam de uma resposta, sentirem-se acolhidas no meio de todo esse problema que parece estar longe do fim. A cervejaria deveria se perguntar: “como funcionam as crises nas corporações, que tipo de ações tomam?”. E correr para dar um respaldo aos seus consumidores, mostrando interesse e solidariedade — com respostas e ações mais eficazes — e não esperar a imprensa se pronunciar primeiro, piorando a situação, e deteriorando cada vez mais a imagem da empresa. Ao contratar profissionais capacitados para lidar com crises, um bom assessor de imprensa, um bom relações públicas, um time coeso de comunicação para ditar os caminhos que estão sendo tomados, investigadores próprios e divulgação de dados concretos, certamente deixariam a companhia à frente de tudo, com as rédeas do problema, mas absolutamente nada disso foi feito e estamos vendo no que deu. Não bastasse a sequência de notícias negativas veiculadas na imprensa, hoje em dia, com o uso da internet, as informações disparam em uma velocidade em que não é possível acompanhar, disseminando muita coisa positiva e verídica, mas também, muita informação negativa e equivocada, podendo piorar ainda mais a situação. Por isso, ser ágil é essencial. As empresas devem estar preparadas para qualquer situação, aprender a utilizar o marketing ao seu favor, não apenas para o lado positivo, para divulgação, mas sim, em qualquer momento, mostrando preparo e profissionalismo em crises. Assim como Philip Kotler disse... “Demora dias para se aprender marketing. Infelizmente, leva-se uma vida inteira para ser um mestre.” Para exemplificar, vamos comparar com outro caso, bastante famoso, que teve o mesmo nível de gravidade: “Tylenol 1982”. Por mais que seja um caso antigo, com bastante diferença de tecnologia e distribuição de mídias e notícias, a Johnson & Johnson, fabricante do medicamento, sofreu com problemas do mesmo nível. A empresa fora vítima de um crime, de uma sabotagem, mas, de forma rápida, tomou uma decisão correta — típica de organizações que possuem direcionamento no marketing transparente que têm enraizado o objetivo central de satisfazer e colocar seus consumidores em primeiro lugar. Dentre as diversas ações que tomaram, uma das mais importantes, foi a retirada imediata de todos os lotes de circulação, não apenas em Chicago — local onde os casos estavam acontecendo — mas sim, em todo o país, gerando bilhões de dólares em prejuízo. E houve muito mais, a empresa usou 2.500 colaboradores em uma força tarefa exclusivamente para resolver o caso; auxiliou o FBI; contratou um RP para uma comunicação mais assertiva; abriu as fábricas aos jornalistas; e o mais importante de tudo, tomou a dianteira e ASSUMIU o problema, não esperou a imprensa banhar-se em sua desgraça e sim, alimentou-os com as informações que lhes convinham. Durante o caso, a Johnson & Johnson focou apenas no problema, nas vítimas e em seus consumidores, e em encontrar uma resolução, colaborando integralmente com a polícia e com a mídia, contando com o apoio de profissionais altamente capacitados que tomaram as rédeas. Após este ocorrido, a empresa focou em melhorias no Tylenol, em novas fórmulas e embalagens, para que não pudessem ser violadas, tornando-se mais segura, e aos poucos, conseguiu recuperar a confiança dos seus consumidores. Por mais trágico que tenha sido, até hoje, pouquíssimas empresas conseguiram ter esse timing exato de resposta, junto de ações eficazes. Este caso é reconhecido como um case de sucesso no gerenciamento de crise. E deve ser seguido como um exemplo de superação e recuperação, pois conseguiu se manter firme no mercado até os dias atuais, sendo uma das marcas mais consumidas de analgésicos. A polêmica com a linha de sucos de soja ades Outro caso que repercutiu muito foi o da Unilever, que em 2013 passou por uma situação muito complicada com a sua linha de sucos de soja Ades. Segundo a revista Exame, no mês de abril daquele ano, a Unilever chegou a ser proibida pela Anvisa de fabricar, comercializar e distribuir todos os produtos da linha. Segundo a revista, “pelo menos quatorze pessoas passaram mal após consumir bebidas que estavam contaminadas com uma solução de limpeza devido a uma falha no processo de higienização”. A empresa, na época, recolheu todos os lotes. A Unilever só foi liberada para comercializar o produto novamente depois de várias inspeções e análises em suas fábricas que, por fim, constataram que a falha foi pontual. Estes casos nos mostram o quanto a transparência é essencial em um momento de crise. Que com as atitudes e o tempo de resposta correto — utilizando o marketing a seu favor — é possível, em partes, reverter a situação. Não mediram esforços para esclarecer a situação e que não tinham nada a temer nem a esconder. Em comparação ao caso da Cervejaria Backer — é claro que são empresas de ramos e portes totalmente distintos — as primeiras investigações apontaram como causa mais provável, uma sabotagem, mas, ao invés de se basear em hipóteses e de ter esperado se tornar um caso de investigação policial, com muita pressão da mídia, deveriam ter colocado todos seus esforços no ocorrido. Além de todas as ações de comunicação que já mencionei, inicialmente, deveriam ter investido em profissionais capacitados para esse tipo de situação, montando um gabinete de crise, com profissionais de diversas áreas, como químicos, juntamente com laboratórios para análises aprofundadas dos lotes, assessores e profissionais de imprensa e relações públicas e investigadores capacitados. Além de uma equipe de propaganda, com redatores, social media, focada somente em divulgar informações verídicas com o tom que a empresa precisa e na reconstrução da imagem. Tudo isso com o intuito de gerar o próprio material, com dados e relatórios concretos que poderiam, além de reduzir os ataques da imprensa e da opinião pública, auxiliar a polícia na resolução, transformando toda a exposição negativa, em positiva. E óbvio, sabemos que o custo dessa ação seria muito alto, mas muito menor perto do buraco que a empresa se enfiou e sem qualquer perspectiva de recuperação. Contudo, apesar da sequência de inúmeras falhas, se os líderes da empresa mudarem de atitude e mostrarem que estão à frente, com foco na resolução, atenção total aos consumidores, vítimas e na reconstrução da imagem, aos poucos, TALVEZ, a cervejaria poderá voltar a reconquistar seu espaço, reforçando o seu muro da credibilidade e confiança, se JÁ NÃO É TARDE DEMAIS… Escute o BoraVoar, o Podcast de vendas mais ouvido do Brasil: Você pode se interessar também: Conheça os 10 palestrantes de vendas mais famosos do Brasil Conheça Diego Maia

  • Como a Inteligência Artificial está mudando o jogo para as pequenas empresas

    A pedido do CDPV, Enio Moraes escreve sobre a inteligência artificial para pequenas empresas A inteligência artificial (IA) é mais frequentemente associada às grandes corporações. Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que 57% das pequenas empresas dizem desconhecer as inovações impulsionadas pela indústria 4.0. Porém, com os avanços na tecnologia, os players menores podem aproveitar o poder da IA para competir no mercado e apresentar crescimento acelerado. Simplificação das operações As pequenas empresas podem usar a IA para automatizar tarefas repetitivas e racionalizar suas operações. Os chatbots, por exemplo, alimentados por IA, podem lidar com as consultas dos clientes, liberando os funcionários para se concentrarem em tarefas mais complexas. Além disso, a IA pode ser usada para analisar dados e identificar ineficiências nos processos empresariais, permitindo que os proprietários de pequenas empresas tomem decisões baseadas em dados sobre como melhorar suas operações. Personalização da experiência do cliente A personalização é a chave para proporcionar uma grande experiência ao cliente, e a IA pode ajudar as pequenas empresas a alcançá-la em escala. Ao analisar os dados do cliente, os algoritmos de IA podem fornecer recomendações personalizadas de produtos, mensagens de marketing direcionadas e conteúdo personalizado. Isto não só melhora a Customer Experience (CX), mas também pode levar a um aumento das vendas e da fidelidade do cliente. Aumento de vendas A IA pode ser usada para identificar padrões no comportamento dos clientes e prever quais produtos ou serviços eles têm maior probabilidade de comprar. Estas informações fornecem direcionamento para esforços de marketing de forma mais eficaz e recomendam produtos que têm maior probabilidade de levar a uma venda. Além disso, a inteligência artificial pode ser usada para automatizar o processo de vendas, permitindo que as PMEs processem os pedidos com mais rapidez e eficiência. Uso de IA em setores específicos Além desses casos de uso geral, a IA está sendo aplicada em setores específicos para melhorar os resultados para pequenas empresas. Por exemplo, na saúde, a IA está aprimorando os resultados dos pacientes, analisando dados médicos e identificando padrões que podem ajudar os profissionais da saúde a fazer diagnósticos mais precisos. Na indústria de restaurantes, a ferramenta otimiza a oferta de cardápio e agiliza o processo de pedidos. Em geral, a inteligência artificial tem o potencial de transformar a forma como as pequenas empresas operam e competem na economia de hoje. Ao aproveitar o poder da IA, as PMEs podem automatizar tarefas repetitivas, personalizar as experiências dos clientes, aumentar as vendas e ganhar uma vantagem competitiva em sua área de atuação. Escute o BoraVoar, o Podcast de vendas mais ouvido do Brasil: Você pode se interessar também: Conheça os 10 palestrantes de vendas mais famosos do Brasil Conheça Diego Maia

  • Nowhere Office: o modelo de trabalho do futuro

    A pedido do CDPV, Pedro Signorelli escreve sobre o futuro do trabalho Após alguns anos de quarentena e de terem sido adotados de maneira ampla novos modelos de trabalho que não o exclusivamente presencial, 2023 escancara um novo desafio para as corporações: como será o modelo de trabalho agora? Presencial, híbrido, online? De acordo com uma pesquisa realizada pelo Vagas.com, 4 em cada 10 brasileiros elegeram o sistema que mescla atividades presenciais e remotas como o mais indicado para trabalhar. Números ainda indicam que três em cada quatro trabalhadores dizem que o trabalho híbrido é inegociável para eles. Ou seja, desde o momento que a pandemia da Covid-19 forçou as empresas a escolherem um novo modelo e acelerar a instauração do home-office, a aceitação e a percepção do trabalhador da melhor forma para desempenhar as funções corporativas mudaram. Com isso, outras formas vão se criando e virando tendência no mercado. Um exemplo é o chamado de “nowhere office”, que se resume em “um pouco de escritório em alguns momentos”. Criado pela pensadora Julia Hobsbawm, o termo traduz um conceito do mundo corporativo, que, segundo ela, não tem o intuito de abolir espaços corporativos, mas do fim da ideia de um modelo único para todos. Penso que, de fato, este será o modo a ser oferecido a partir de agora, que terá de ser avaliado caso a caso, função a função, identificando qual é o colaborador que precisa, necessariamente ir todos os dias ao escritório, ou aquele que pode ir com alguma outra frequência que faça sentido. Portanto, um desafio a mais a ser enfrentado pelas organizações. Quando pensamos em tipos de trabalho em que a possibilidade automação de processos é mais presente, e a presença humana é quase que dispensável, ou quando uma pessoa pode realizar todas as suas funções pela internet, ir ao escritório uma ou duas vezes no mês, para rever os amigos é interessante a adoção do nowhere office. No entanto, é impensável imaginar quando se trata de um operador de máquinas, por exemplo. Pelo menos no estágio de robotização da indústria de maneira geral. Essa discussão gira em torno também, da produtividade. Pesquisa do IDC Brasil, feita para o Workspace Google, constatou que a maioria dos colaboradores aponta melhora na produtividade com o trabalho híbrido. Das 900 pessoas entrevistadas, 44% trabalham no sistema híbrido, 29% no presencial e 27% de forma remota. Para 67% deles o trabalho em home office é melhor, pois não gastam tempo em deslocamento, 46% gostam do modelo por terem a oportunidade de passar mais tempo com as pessoas com quem moram e 31% pela flexibilidade de horários para realizar as atividades. Ou seja, temos de um lado, uma pressão vinda da base da pirâmide pedindo por "liberdade de trabalhar de onde quiser" e de outro as pessoas com responsabilidade de dar direção para o negócio, tentando chegar a uma solução. Até porque, como dizer que o resultado não veio porque o funcionário estava trabalhando em outro continente? E, por isso, que o principal fator é identificar os objetivos comuns da empresa e passá-los para os colaboradores, onde quer que estejam. Sabendo qual é a sua função e a importância dela para atingir o resultado, ele irá desempenhá-la da melhor forma possível, independentemente do local, seja em casa, no escritório, na praia, ou de onde quer que ele prefira. Neste caso, os OKRs - Objectives and Keys Results ou Objetivos e Resultados Chaves - são um caminho a ser seguido, seja para o trabalho 100% presencial, 100% remoto ou híbrido. As empresas que operam com esse modelo oferecem clareza e direção para as ações, alinhamento entre todos e foco, mitigando, inclusive, os riscos do trabalho remoto, pois traduz de maneira mais clara o propósito daquelas ações, facilitando a conexão do trabalho do dia a dia do colaborador com a estratégia da companhia. Escute o BoraVoar, o Podcast de vendas mais ouvido do Brasil: Você pode se interessar também: Conheça os 10 palestrantes de vendas mais famosos do Brasil Conheça Diego Maia

  • O desafio de contratar bons profissionais

    A pedido do CDPV, Ana Paula Prado escreve sobre as transformações no mercado de trabalho e como elas impactam as contratações Contratar pessoas qualificadas sempre foi uma tarefa desafiadora. No entanto, com as mudanças da sociedade nos últimos anos, o mercado de trabalho passou por transformações aceleradas e por consequência, o comportamento dos profissionais foi afetado. Selecionar talentos e retê-los em uma empresa tornou-se uma missão cada vez mais complicada. Muito disso ainda é reflexo da pandemia, período que o Brasil atingiu a 4ª maior taxa de desemprego do mundo, e fez com que muitos repensassem suas carreiras. Além disso, a taxa de demissões voluntárias cresceu, principalmente porque as pessoas começaram a se colocar como protagonistas da própria vida. Como 85% das empresas do país adotaram o trabalho remoto no período, segundo a Korn Ferry, profissionais conheceram os benefícios e alguns decidiram não abrir mão da qualidade de vida. Com isso, a possibilidade de voltar 100% ao escritório causa pavor, principalmente entre jovens de 18 e 24 anos, que consideram demissão, caso aconteça, de acordo com o ADP Research Institute. Além disso, precisamos considerar três fatores principais que interferem na contratação: inflação, que tem uma estimativa de crescimento de 5,74% em 2023; índice de escassez de profissionais capacitados, que chegou a 81% no ano passado, superando a média global, conforme dados do ManpowerGroup e restrições globais de fornecimento, que têm a previsão de durar por ainda mais tempo. Como contratar e reter bons profissionais Em um pesquisa realizada em abril do ano passado pelo Infojobs, com a participação de cerca de 500 profissionais, homens e mulheres, de 20 a 45 anos, percebemos que 70,2% dos profissionais acreditam que a reputação da marca diante dos funcionários é um fator importante ou muito importante ao aceitar uma proposta de emprego. Porém, ao se candidatar a uma vaga, 43,2% dos entrevistados consideram o plano de carreira. E salário e benefícios em seguida, com 32,6% dos votos. Em relação ao que mais causa desistência, a pesquisa apontou que 35,7% abrem mão em razão da divergências de informações entre a proposta e o contato com o recrutador. O salário incompatível com o mercado também aparece como motivo, com 31,4% das respostas. São as pessoas que representam a marca e que trabalham para que a empresa atinja todos os seus objetivos. Levando isso em conta, fica claro que flexibilidade, bem-estar, propósito compartilhado e experiência são prioridades máximas. E o trabalho do profissional de RH é fundamental para isso. É necessário criar uma equipe focada no futuro, orientada para a tecnologia, operacionalmente capaz e financeiramente disciplinada para executar a função de RH. O líder de recursos humanos deve ter foco na eficácia e design organizacional com a gestão de mudanças, principalmente implementar melhores processos de recrutamento. Para ter ideia, 43,8% dos entrevistados dizem que a falta de feedback é o principal fator negativo durante o recrutamento e isso precisa ser melhorado. Devemos estar alinhados com as necessidades da sociedade, dos novos talentos e as formas de promover valor, ou seja, é preciso observar e transformar, pensando nos desafios de contratação e retenção. Minha dica é ficar de olho nas três principais tendências de 2023: cultura organizacional, modelo organizacional e gestão e desenvolvimento de habilidades e competências críticas. Escute o BoraVoar, o Podcast de vendas mais ouvido do Brasil: Você pode se interessar também: Conheça os 10 palestrantes de vendas mais famosos do Brasil Conheça Diego Maia

  • Aprendizados em vendas que levaremos para 2023

    A pedido de Diego Maia, Luis Lourenço, da RD Station, faz uma leitura sobre 2023 Ainda que seja uma prática tão antiga quanto a instituição da propriedade, vender é uma atividade que precisa ser aprimorada constantemente. Afinal, a forma como fazemos negócios é impactada direta ou indiretamente pelos avanços tecnológicos, pelas mudanças de costumes e das leis. No passado, o fato de conhecer cada cliente pelo nome e a proximidade geográfica, eram suficientes para conquistar uma base de consumidores fiéis. Ainda que essa prática possa funcionar atualmente, o setor de vendas tem um longo caminho a percorrer para atender às novas demandas que surgem quase diariamente. Especialmente após um longo período de pandemia, em que todos tivemos que aprender novas formas de fazer negócios e entregar resultados. Isso vale tanto para as vendas ao consumidor final, quanto para os negócios entre empresas. No decorrer de 2022, entendemos que 60% das empresas não bateram suas metas de vendas em 2021, conforme apontou a pesquisa Panorama de Vendas, desenvolvida pela RD Station em parceria com a TOTVS, Rock Content e The News. Fazendo uma reflexão sobre o estudo, realizado com mais de 1600 empresas de diversos portes e segmentos, percebo que o ano foi de muitos aprendizados para o setor. Além do fortalecimento da relação integrada entre marketing e vendas para o crescimento dos negócios, as empresas que mais performaram são aquelas que também investiram em sistemas, treinamentos e playbooks que ajudam no embasamento técnico de seus vendedores. As empresas também estão mais maduras comercialmente e entendendo a importância de um controle comercial mais profissional, o que explica o aumento na procura por CRM. Algumas tendências começam a ganhar força, como as “conversas assíncronas”, que facilitam a comunicação com equipes, colaboradores e clientes. E o WhatsApp, utilizado pela maioria dos brasileiros, tornou-se uma potente ferramenta que transforma o comportamento de compra e negociação. Considerando especialmente o aplicativo de conversas como pilar estratégico, algumas das tendências que devem ganhar espaço em 2023 são: O uso de chatbot e inteligência artificial para qualificação de clientes. A sala de vendas que sempre foi barulhenta, com muitas pessoas falando ao telefone, está se transformando. Hoje, parte dos processos estão sendo substituídas por "robôs que conversam por chat", para entregar apenas as oportunidades corretas para os vendedores e vendedoras; Crescimento do ecossistema tecnológico, favorecendo o uso de ferramentas específicas (para dores ou nichos) integradas ao CRM; Maior uso do vídeo em conversas assíncronas: textos e áudios longos vêm sendo substituídos por vídeos rápidos, por exemplo. Ampliação da diversidade de pessoas pretas, mulheres, pessoas com deficiência e LGBTQIA+ em vendas, especialmente nas empresas que possuem negociações B2B. Foco na educação "formal" de gerentes de vendas, pautada principalmente no desenvolvimento de playbooks que ajudam a unificar e guiar o comportamento dos profissionais no processo de vendas. Vendedores como micro-influenciadores em seus segmentos de atuação. Negócios pautados em data driven, pois tomar decisões baseadas em dados é o presente e futuro de vendas. Há ainda uma série de outras estratégias que deverão ganhar tração no decorrer do ano. Afinal, nem sempre uma tendência é algo novo e disruptivo. E vale lembrar que ferramentas, conceitos e projetos podem ser utilizados de diferentes formas para continuar impactando positivamente as estratégias de vendas. *Por Luís Lourenço, diretor do RD Station CRM e especialista em vendas Escute o podcast BóraVoar, criado e apresentado por Diego Maia: Você pode se interessar também: Academia de Vendas Portal O Vendedor Profissional Clube Do Líder Pílulas de Otimismo

  • O impacto da gestão eficiente de dados nos negócios

    A convite de Diego Maia, Caio Amante, founder & CEO da Dataside, fala sobre quais os principais erros que são observados nas organizações e como as empresas podem coletar dados, transformando em informações de real valor para o negócio. Antes de mais nada, é importante entender o que é, de fato, um dado. Em uma linguagem mais popular, podemos definir rapidamente o dado como a matéria-prima da informação. Ou seja, para que tenhamos uma informação, precisamos de um dado. Pode soar um pouco complexo, mas é mais simples do que parece. Com base nessa definição, conclui-se que não é preciso um sistema tecnológico para obter um dado. Aliás, é possível guardar um dado sobre algum assunto na cabeça, por exemplo. A grande magia ocorre no registro do dado e em como ele se tornará útil para a tomada de decisão. Em um exemplo prático, podemos imaginar que exista um dado real sobre quantas vezes tomamos água em toda a nossa vida. Esse número existe, porém nunca, nem ninguém, registrou isso na cabeça, no papel ou em um sistema de informação em si. O fato é que: o que mais importa, em primeiro nível, é registrar o dado, mas é claro, só se isso for importante para que se crie algum tipo de informação. Logo, se registrarmos em um sistema ou mesmo em um papel, a partir de hoje, quantas vezes tomamos água, esse dado passará a existir a partir do momento em que criamos essa coleta. Sabe aquela história de que só se gerencia aquilo que se mede? Então, para se medir é necessário ter o dado e para ter o dado, é necessário registrá-lo. Registrar um dado sobre a quantidade de vezes que tomamos água, parece inútil se analisarmos livremente, afinal a grande pergunta que devemos nos fazer é: qual a utilidade deste dado? O contexto é aquilo que gera a utilidade, pois registrar por registrar um dado, não faz sentido algum. Em uma situação hipotética, vamos imaginar que, em uma consulta médica, seja orientado pelo profissional que, a partir de agora, você precisa registrar os dados sobre quantas vezes toma água, pois dependendo do número de vezes, você pode ter um determinado problema. O contexto muda completamente e, agora, é necessário registrar aquele dado. Além disso, o médico lhe diz que se você tomar menos de 1 litro de água por dia, você pode ter problemas no funcionamento do seu organismo. Temos uma grande transformação de cenário e agora registrar o dado permitirá a criação de uma informação, que no caso seria: “se eu tomar menos de 1 litro de água, eu posso ficar doente”. A ação não assegura nenhuma tomada de decisão. É possível tomar água, registrar isso, transformar esse dado em informação, sumarizando e utilizando a quantidade de vezes que se hidratou. No entanto, se eu ou você, em posse dessa informação, não retornarmos ao médico e nos submetermos ao tratamento adequado, no fim, não valeu de nada todo esforço de coleta do dado. Concorda? Então, apesar dessa história ter sido contada para melhorar o entendimento, muito do que vemos hoje no mercado é exatamente isso: empresas registrando tudo e não tomando nenhuma ação. Quais os principais erros que são observados nas organizações? As empresas coletam o dado, mas não o transformam em informações de real valor para o negócio. Para saber o quanto uma empresa vende por mês, é preciso registrar cada venda que foi realizada. Desde o nome do cliente, localidade, estado, valores, etc. Quanto mais dados de registro, mais informação inteligente haverá para a tomada de decisão. Algumas empresas até transformam o dado em informação, porém utilizam tecnologias que não colaboram para a confiabilidade e agilidade do processo. Afinal, quem nunca pediu um relatório financeiro e demorou dias para receber ou quando recebeu ele estava completamente errado? Em geral, isso é fruto de extrações do dado e transformações realizadas no famoso Excel. Uma parte até possui tecnologia para registro com maior confiabilidade e agilidade, como as que utilizam SGDBs como SQL Server, Oracle, MySQL etc. mas, não processam o dado ou criam informação real com aquilo que se tem aos montes registrados em seus SGDBs. Outra parte possui SGDBs, sistemas de Business Intelligence, os quais realmente são sistemas arquitetados para que o dado seja coletado do SGDB ou de qualquer outra fonte de origem de dado e seja transformado em informação que seja contundente para o negócio. No nosso exemplo, seria o mesmo que registrarmos por dia o total de vezes que tomamos água, a quantidade de vezes com gráficos mês a mês demonstrando aumento ou diminuição na linha do tempo de quantas vezes uma pessoa tomou água. A questão é que nada disso adianta sem que a tomada de decisão seja realizada. Como explicado anteriormente, é ter a informação, mas não executar aquilo que é necessário, ou seja, ir ao médico, fazer o tratamento para o problema e tomar determinados remédios. Todo o processo citado, nos mostra (e me espanta diariamente) como as empresas ainda estão atrasadas no propósito em relação a importância da análise de dados. E não é só isso, preocupa também a falta de visão dos próprios times de tecnologia em relação a esse assunto. No fim, o registro do dado não se prende apenas a uma informação escrita e sim a tudo aquilo que está sendo registrado ou transformado. Com isso, sendo realizado da melhor forma, pode-se obter algum tipo de vantagem competitiva. Posso registrar manualmente em um papel, sistema ou até mesmo utilizar um algoritmo para buscar em uma câmera, quantas vezes eu tomei água, através de visão computacional e Machine Learning. O ponto é que a tecnologia existe, mas o conceito do que se precisa, do que se faz ou necessita fazer com o dado ou mesmo com a informação é o que ainda é muito nebuloso. Assim, vejo projetos na área de dados falharem aos montes por aí. O que falta é uma estratégia de dados, executivos mais capacitados e mão de obra não só com entendimento técnico, mas também com visão de negócio, para que assim, o dado não seja coletado e/ou transformado em vão. O que gostaria de ver? Executivos com maior entendimento sobre a real gravidade e necessidade de se tomar decisões baseadas em dados, mas não no discurso e sim na prática. Isso, através da adoção de conceitos mais atualizados, equipes internas ou consultorias para apoio e clareza sobre o que se busca e o que é necessário medir. O principal é entender o poder dos dados aliados à Inteligência artificial, seja buscando predições nas entrelinhas dos dados, seja cruzando informações, ou utilizando visão computacional para se obter alguma vantagem competitiva. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantenedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas Conheça também: Portal Pílulas de Otimismo, o novo projeto editorial do Diego Maia 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas

  • Delivery: os segredos da empresária que desvendou o formato com rede própria de hamburguerias

    Dona da American Burger, Camila Guerra já tem 35 cozinhas espalhadas pelo Brasil. Confira suas dicas sobre o delivery, após sete anos de experiência no ramo. Camila iniciou o delivery na cozinha de casa, em Contagem-Minas Gerais Foto: Divulgação / Nicole Oleander O serviço de delivery cresceu significativamente nos dois últimos anos e, segundo levantamento “Consumer Insights” da Kantar, mais de 80% dos consumidores de até 50 anos já compram on-line em zonas urbanas. Para enfrentar esta explosão, as grandes redes varejistas como Casas Bahia e Magazine Luiza investiram muito no e-commerce e, claro, em logística, para cumprir com sucesso suas entregas. Mas se para elas já foi um desafio, imagine para as redes de delivery de alimentos menores. “Dobramos a venda delivery durante a pandemia, mas tivemos que superar inúmeros desafios neste percurso, para manter a qualidade que havíamos conquistado desde 2015”, conta Camila Guerra, proprietária da rede American Burger Delivery. Há sete anos, Camila abriu seu próprio negócio na cozinha de casa, já com a ideia de ser uma empresa dedicada exclusivamente ao delivery. Neste período, ganhou muita experiência no assunto. Já fez de tudo para driblar as dificuldades, e hoje é sucesso no ramo. Ao todo, ela tem 35 lojas próprias, todas elas operando no delivery e atendimento presencial, em sete estados brasileiros. Confira, portanto, a seguir, as principais dicas de Camila Guerra para abrir ou aprimorar seu sistema de delivery. Embalagem do produto - A principal dica é ser atento à embalagem do produto, por isso garante que ele vai chegar em perfeitas condições até o cliente. Você precisa levar a melhor experiência para o cliente, mesmo sendo delivery. Ele quer o lanche do jeito que viu na foto e, se possível, do jeito que ele imaginou. A batata frita não pode ficar murcha. Vendas por WhatsApp - O consumidor ainda não está acostumado a fazer compra pelo whatsapp, principalmente na etapa do pagamento, que ainda é recente. O brasileiro ainda está desconfiado com relação a esta plataforma. A dica que eu dou é tentar negociar bem a comissão, para que ela seja a parte do investimento em marketing. Investir no Instagram e Facebook - No Marketing, a dica é investir, sim, em Instagram e Facebook. Trabalhamos datas sazonais, promoções e também eventos, que ajudam bastante no crescimento de nossas redes. Fazemos ativações em eventos, convidando as pessoas a baixarem nosso aplicativo ou tirarem uma foto e marcar a American Burger para concorrer a prêmios. Anúncios do Google - Sobre os anúncios no Google, ele ajuda, mas você tem que ter as redes sociais também. O Google sozinho não dá: é preciso ter um conteúdo muito relevante para colher excelentes resultados. Tem que ter algo muito interessante. Pós-venda e fidelização de cliente - Avaliar a satisfação do cliente no processo de delivery é muito importante. Crie formas de interação para que os clientes sejam ouvidos e as oportunidades de melhoria sejam colocadas em prática. E você? Que dica nos deixa para acelerar as vendas no delivery? Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantenedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas

  • Conheça as principais tendências tecnológicas para 2023

    A convite de Diego Maia, RenatoHalt, cofundador da b2finance, preparou este artigo sobre as tendências de 2023 Ao final de cada ano, surgem as perguntas sobre : Quais serão as novidades para o ano seguinte? Novidades, expectativas, soluções inteligentes, resolução de problemas da sociedade movem esse pensamento sobre o que o futuro reserva ou espera dos grandes negócios. Pensando nisso, a Gartner produziu um relatório com alguns dos principais temas que empresários e gestores devem olhar no próximo ano para manter seus empreendimentos no caminho do crescimento. Em 2023, a tecnologia continua sendo a protagonista. Porém, com foco em sustentabilidade. Isso porque é por meio desses dois aspectos que as empresas poderão harmonizar objetivos e oportunidades de desenvolvimento. Será que sua empresa está preparada para o que o mercado provavelmente vai exigir das grandes organizações no ano que vem? Confira, abaixo, as principais tendências para 2023. Tecnologia com sustentabilidade De acordo com os dados da pesquisa da Gartner, CEOs afirmaram que as transformações ambientais e sociais são uma de suas prioridades. Para eles, não há mais como esperar para promover mudanças nesses dois temas. Em 2023, o que se espera é a criação de soluções específicas que atendam a proposta de Environmental, Social and Governance (ESG) com o objetivo de cumprir as metas neste aspecto. Metaverso é real e veio para ficar Uma das maiores expectativas para os próximos anos é o Metaverso. Até 2027, estima-se que mais de 40% das grandes empresas mundiais desenvolvam projetos que englobam Web3, computação espacial com projetos dentro de metaversos. O objetivo é engajar, promover colaboração e conexão entre funcionários por meio de recursos e experiências no novo universo paralelo. Inteligência Artificial precisa de gestão de confiança e risco Cerca de 41% das instituições que a Gartner entrevistou afirmam que já sofreram com problemas de privacidade de Inteligência Artificial (IA). Além de representar um risco, esse fato indica que, infelizmente, existe um número considerável de organizações que não estão preparadas para gerenciar esse tipo de ameaças. Em contrapartida, a mesma pesquisa identificou que organizações mais bem preparadas com esse tipo de tecnologia alcançaram resultados muito melhores em projetos de IA. Imunidade Digital Segundo estimativa da Gartner, até 2025 instituições empresas que investirem em criação de sistemas para imunidade digital irão diminuir o tempo de inatividade de sistemas em até 80%. Diretamente, isso significa aumento de receita e maior lucratividade. SuperApps Geralmente, os superapps são capazes de reunir diferentes tipos de recursos e agrupa todos eles em apenas um software. Isso beneficia o desenvolvimento de mini aplicativos por terceiros, além de fornecer um conjunto específico de funções. Nos próximos quatro anos, a probabilidade é que mais de 50% da população mundial utilize esse tipo de tecnologia. Desenvolvimento eficaz Neste caso, a intenção é melhorar a experiência de desenvolvedores e proporcionar uma entrega mais ágil para os clientes. A pesquisa indica que 80% das empresas de produção de software irão formar equipes de plataforma até 2026. Uma novidade que também vem chegando no próximo ano são os portais de autoatendimento para desenvolvedores. Cidades Inteligentes Conhecido há alguns anos, o conceito de cidades inteligentes vem numa crescente. Para 2023, empresas que pensarem em tecnologia e infraestrutura para melhorar mobilidade urbana, saúde e a sustentabilidade, sairão na frente. Tokens Os tokens são a promessa de transações financeiras mais seguras e mais ágeis também. O processo conhecido como “tokenização” transforma informações reais em dados equivalentes de forma digital, segura e protegidas por chaves criptografadas. Levando em consideração toda a revolução que as inovações tecnológicas causaram nos últimos anos, uma coisa é certa sobre o que está por vir: mais eficiência, otimização, aceleração na transformação digital e mais soluções inteligentes. O que não se pode perder de vista é que embora as mudanças causem certo desconforto no início, elas são o caminho para propor novas formas de negócios, de inovação e movimentação da sociedade em busca de novidades e melhorias para o mundo. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. 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  • Paixão nacional: 4 dicas para alavancar as vendas durante a Copa do Mundo

    A convite de Diego Maia, Rodrigo Ricco fala sobre Personalização de produtos, serviços e atendimento que entram em cena como fatores indispensáveis para atrair os clientes durante a Copa do Mundo 2022. Novembro de 2022 – Ruas pintadas, bandeiras verde e amarelo e muita emoção. Começou o período que é paixão nacional para muitos brasileiros, a Copa do Mundo. De acordo com a FIFA, estima-se uma audiência de cerca de 5 bilhões de pessoas para a edição de 2022 em todo o mundo. Com isto, o varejo pode esperar um aumento considerável na procura por itens que fazem parte do cotidiano do torcedor nesta temporada. Uma pesquisa realizada pela Nielsen em parceria com a Toluna sobre intenção de compra, ressalta a influência do Mundial de Clubes durante a Black Friday, visto que 65% dos entrevistados se interessam por futebol. “Aqui no Brasil, o futebol, especialmente a Copa do Mundo, mexe muito com a emoção das pessoas. Por isso, as marcas que conseguirem conectar este sentimento com seu discurso e propósito vão conquistar os consumidores se destacar perante ao concorrente”, destaca Rodrigo Ricco, CEO da Octadesk. Personalização de produtos e serviços Este é o principal recurso utilizado pelas marcas durante o maior evento de futebol do mundo. A personalização pode ser feita por meio de campanhas temáticas, com descontos especiais voltados para um mix de produtos que se relacionem com a Copa, por exemplo. “Um estudo da Globo mostra que roupas, acessórios e TVs são os itens mais almejados pelos consumidores que irão acompanhar os jogos este ano. Outro ponto importante é a personalização. Para entrar no clima de copa, seja no e-commerce ou na loja física, é possível apostar em decorações com cores do país, banners, além de descontos e mensagens personalizadas”, comenta Ricco. Uso de redes sociais de forma estratégica Ricco afirma que para atrair a atenção dos consumidores é preciso preparar um planejamento para as comunicações no site e nas redes sociais. “Além das cores, desafie os seguidores com enquetes sobre os atletas e promova conteúdo informativo. A Copa do Mundo é um momento importante na cultura do país, logo, lançar mão de uma roupagem temática nos canais de comunicação potencializa as chances de aumentar a visibilidade da empresa”, completa. Cupons de desconto e ofertas especiais Todo consumidor gosta de saber que está economizando ao realizar suas compras. “As empresas podem – e devem – aproveitar a oportunidade para lançar descontos comemorativos com prazo limitado, o que gera a sensação de urgência de compra. Cupons especiais e promoções relacionados aos resultados dos principais jogos, como por exemplo, leve 7 e pague 1, podem entrar em cena nos dias de jogo”, destaca Rodrigo referindo-se a derrota do Brasil por 7 a 1 pela seleção alemã em 2014. Experiência do cliente Se uma década atrás, o consumidor usava no máximo um ou dois canais para se comunicar com as empresas, hoje a realidade é outra. “O cliente agora está presente em cerca de quatro canais digitais. Ou seja, eu não posso deixar meu consumidor esperando porque ele optou usar chat do site ou escolheu o WhatsApp para realizar uma compra. Hoje em dia, graças à tecnologia, existem plataformas de atendimento que auxiliam nesta atividade ao centralizar todos os canais em um só lugar. Assim, é possível estar presente onde o consumidor prefere , usando dados em tempo real para fazer um atendimento pertinente e aumentar a satisfação dos consumidores”, finaliza o executivo. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV é o mantenedor da Academia de Vendas, a maior comunidade de vendas e gestão de vendas do Brasil. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização com treinamentos e cursos de vendas. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas Você pode se interessar também: Team building: o que é e como fazer no seu evento 15 melhores dinâmicas de grupo para engajar seu time de vendas 10 temas para sua convenção de vendas As melhores músicas para convenção de vendas

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