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- Vantagens estratégicas: terceirização de TI e automação operacional no mercado de seguros
No contexto dinâmico do setor de seguros, a eficiência operacional e a inovação tecnológica tornaram-se imperativos para o sucesso das empresas. Uma abordagem cada vez mais adotada para atender a essas demandas é a terceirização do desenvolvimento de Tecnologia da Informação (TI), com foco especial nas Soluções de Automação Operacional. Neste texto, vamos explorar a importância dessa prática e suas vantagens no contexto do setor de seguros. 1. Complexidade tecnológica no mercado de seguros O setor de seguros enfrenta uma crescente complexidade tecnológica, desde a gestão de apólices até a análise de dados para tomada de decisões estratégicas. A terceirização de TI surge como uma solução para empresas que buscam superar esses desafios sem comprometer recursos internos essenciais. “É neste contexto que eu apresento a AGILE IT, uma empresa de Soluções e Serviços Tecnológicos, com mais de 15 anos de expertise no mercado de seguros”, revela Diego Maia, um dos maiores especialistas em vendas e negócios do Brasil. Veja detalhes sobre a Agile IT aqui. 2. Aceleração da inovação Terceirizar o desenvolvimento de TI permite que as seguradoras acessem especialistas em automação operacional e tecnologias emergentes. Essa parceria acelera a implementação de inovações, como inteligência artificial, aprendizado de máquina e análise de big data, impulsionando a capacidade da empresa de se adaptar rapidamente às mudanças do mercado. 3. Foco no Core Business Ao terceirizar o desenvolvimento de soluções de automação operacional, as empresas de seguros podem concentrar seus recursos e energia em suas atividades essenciais. Isso proporciona uma vantagem competitiva, permitindo que se destaquem na oferta de serviços de qualidade, sem se preocuparem com a complexidade técnica por trás das operações. “Terceirizar o desensolvimento de soluções comerciais proporcionam a TI da companhia o redirecionamento de foco para operações estratégicas da empresa e não mais para operações de automação de atividades”, garante o fundador da Agile IT, Sandro Paese. 4. Redução de custos e aumento da eficiência A terceirização de TI muitas vezes resulta em uma redução significativa de custos operacionais. Empresas especializadas em desenvolvimento de tecnologia oferecem economias de escala, reduzindo custos com pessoal, infraestrutura e atualizações tecnológicas. Além disso, a automação operacional contribui para a eficiência, otimizando processos e reduzindo a probabilidade de erros humanos. 5. Atendimento às demandas flutuantes O mercado de seguros é altamente dinâmico, sujeito a flutuações nas demandas e nas regulamentações. A terceirização de TI no mercado de seguros permite que as empresas se adaptem mais rapidamente a essas mudanças, ajustando suas soluções de automação operacional de acordo com as necessidades específicas do momento. “Em parceria com a multinacional PROGRESS, através da plataforma SITEFINITY, a Agile IT oferece Soluções de Automação Operacional ao Mercado de Seguros de acordo com as necessidades de cada área interna, sejam elas pontuais ou recorrentes”, informa Sandro. 6. Acesso a experiência especializada Parceiros de terceirização de TI frequentemente possuem uma equipe altamente qualificada e experiente. Ao colaborar com esses especialistas, as seguradoras podem aproveitar o conhecimento aprofundado em soluções de automação operacional, garantindo a implementação de práticas e tecnologias de última geração. 7. Melhoria na segurança da informação As empresas especializadas em TI dedicam-se a manter as mais altas práticas de segurança da informação. Ao terceirizar, as seguradoras podem beneficiar-se de sistemas robustos de segurança, protegendo seus dados e garantindo conformidade com as regulamentações do setor. A Agile IT oferece soluções agregadoras, como por exemplo o Agile-commerce, que integra Divulgação, Comercialização, Comunicação de Produtos e Negócios e a Agile-DFS-e e Agile DF-e, que fazem a integração e automatização de processos financeiros para pagamento de remunerações, fornecedores e prestadores de serviços com busca de notas fiscais de serviços e inteligência de tributação fiscal. 8. Flexibilidade e escalabilidade A terceirização proporciona flexibilidade, permitindo que as seguradoras aumentem ou diminuam rapidamente a capacidade de suas operações em resposta às mudanças do mercado. Isso é particularmente crucial em um setor onde a adaptabilidade é fundamental para o sucesso a longo prazo. Conclusão sobre as vantagens sobre a terceirização de TI no mercado de seguros Em um mercado de seguros cada vez mais competitivo, a terceirização do desenvolvimento de Tecnologia da Informação, com ênfase nas Soluções de Automação Operacional, emerge como uma estratégia crucial para impulsionar a inovação, reduzir custos e melhorar a eficiência operacional. Ao abraçar essa abordagem, as empresas podem posicionar-se de maneira mais competitiva e focar na entrega excepcional de serviços, mantendo-se alinhadas com as demandas em constante evolução do setor. Conheça mais sobre a Ágile IT aqui.
- Gestão de leads e funil de vendas: maximizando a eficiência comercial
Nesta reportagem especial, Diego Maia ensina sobre gestão de leads e funil de vendas No cenário empresarial altamente competitivo e digital de hoje, a gestão eficaz de leads e a otimização do funil de vendas são fundamentais para o sucesso comercial. Os leads representam potenciais clientes interessados em um produto ou serviço, e o funil de vendas é uma estrutura que guia os leads através das etapas do processo de compra, desde a conscientização até a conversão. Nesta reportagem especial, consultamos Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil, e apresentamos a você um material rico em detalhes sobre a importância desses conceitos. E discutiremos as melhores práticas para maximizar a eficiência comercial através de uma gestão de leads eficiente e um funil de vendas bem estruturado. I. Entendendo a gestão de leads A gestão de leads refere-se ao processo de capturar, nutrir e converter leads em clientes reais. Um lead é alguém que demonstrou interesse em seu produto ou serviço, fornecendo informações de contato ou realizando alguma ação que indica seu interesse. "É crucial entender que nem todos os leads estão no mesmo estágio de prontidão para a compra, portanto, abordagens personalizadas são necessárias para nutrir e converter esses potenciais clientes", ensina Diego Maia 1. Captação de leads A captação de leads pode ser realizada de diversas maneiras, como por meio de formulários em sites, pop-ups, anúncios direcionados, conteúdo de qualidade que exige cadastro (e-books, webinars, etc.) ou até mesmo eventos presenciais. O objetivo é obter informações básicas do lead para poder iniciar o processo de relacionamento. 2. Nutrição de leads: Nem todos os leads estão prontos para comprar imediatamente. A nutrição de leads é o processo de fornecer informações relevantes e valiosas aos leads em diferentes etapas do funil, visando educá-los, criar um relacionamento e amadurecer o interesse deles ao longo do tempo. Isso pode ser feito por meio de e-mails segmentados, newsletters, conteúdo em blogs e mídias sociais, por exemplo. II. Entendendo o funil de vendas O funil de vendas é uma representação visual do processo pelo qual um lead passa desde o momento em que entra em contato com sua empresa até a conclusão da compra. Ele geralmente é dividido em etapas, cada uma com sua importância e metas específicas. 1. Etapa 1: Conscientização (Topo do Funil): Nesta etapa, o lead identifica um problema ou necessidade e começa a procurar soluções. É importante fornecer conteúdo educacional e informativo, como blogs, vídeos e infográficos, para atrair leads e despertar seu interesse. 2. Etapa 2: Interesse e Consideração (Meio do Funil): Aqui, o lead já identificou seu problema e está pesquisando possíveis soluções. É hora de fornecer conteúdo mais aprofundado, como estudos de caso, webinars e demonstrações, para mostrar como sua solução pode resolver o problema do lead de forma eficiente. 3. Etapa 3: Decisão e Conversão (Fundo do Funil): Nesta fase, o lead está pronto para tomar uma decisão e converter. É importante fornecer conteúdo persuasivo, como depoimentos de clientes, ofertas especiais e garantias, para incentivar a conversão. Assista um vídeo treinamento com Diego Maia: III. Maximizando a eficiência comercial Agora que entendemos a gestão de leads e o funil de vendas, vamos explorar algumas estratégias para maximizar a eficiência comercial. 1. Automação de marketing A automação de marketing permite que as empresas personalizem o conteúdo enviado para os leads com base em suas ações e interesses. Isso ajuda a nutrir os leads de forma mais eficiente e a acompanhar automaticamente o progresso deles no funil. 2. Segmentação de leads Segmentar os leads com base em critérios como interesses, comportamento, localização e estágio no funil permite que a empresa entregue conteúdo altamente relevante para cada grupo, aumentando a probabilidade de conversão. 3. Acompanhamento e análise O acompanhamento contínuo do desempenho das campanhas de marketing e vendas é essencial. Utilizando ferramentas de análise, é possível identificar o que está funcionando bem e o que precisa ser ajustado, permitindo melhorar constantemente o processo de gestão de leads e o funil de vendas. 4. Integração entre marketing e vendas: Alinhar as equipes de marketing e vendas é fundamental para uma gestão eficaz de leads. Isso inclui estabelecer comunicação constante, definir critérios claros para a transferência de leads entre as equipes e compartilhar informações relevantes sobre os leads para uma abordagem mais personalizada. Conclusão sobre gestão de leads e funil de vendas A gestão de leads e o funil de vendas desempenham um papel vital no sucesso comercial das empresas modernas. Captar leads de forma eficiente, nutri-los com conteúdo relevante e guiá-los através do funil com um processo de vendas bem estruturado são fundamentais para a conversão de leads em clientes satisfeitos. Ao adotar estratégias como automação de marketing, segmentação de leads, análise de desempenho e integração entre marketing e vendas, as empresas podem otimizar sua eficiência comercial e alcançar resultados mais sólidos em um mercado competitivo. Para este material, consultamos Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Escute o podcast BoraVoar:
- Palestra de vendas: o que é e quais os benefícios de contratar um palestrante motivacional de vendas
As palestras motivacionais de vendas servem como fator de motivação e para apresentar novas técnicas para equipes Existem diversas formas de incentivar uma equipe de vendas como já falamos aqui. Através de prêmios em dinheiro, com bonificações por resultados. Com outros tipos de incentivos, como viagens ou reservas em restaurantes caros para quem bater uma meta. E, entre as diversas alternativas, está promover uma palestra motivacional de vendas. Mas muitos gestores ainda não entendem muito bem como contratar um palestrante de vendas irá motivar e incentivar seu time a obter melhores resultados. Nesse artigo vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre o que é e quais os benefícios uma palestra motivacional de vendas trará para o seu negócio. Para começar, o que é uma palestra de vendas? Uma palestra motivacional de vendas é um encontro que visa promover uma reflexão, iniciar uma transformação ou celebrar uma nova fase nas empresas. Com duração de 1 a 2 horas, elas podem ser presenciais ou online. Devem ter conteúdo rico e que fale diretamente com os vendedores, na língua deles. Existem diversos objetivos para oferecer uma palestra para o seu time de vendas: tirá-lo da zona de conforto, apresentar novas técnicas e inovações no mercado ou explorar as oportunidades de negócios. E elas devem ser ministradas por profissionais reconhecidos e com experiência no mercado. Como é o conteúdo de uma palestra de vendas? Existem diversos tipos de palestras corporativas que podem ser oferecidas para os funcionários da sua empresa. Mas uma palestra de vendas deve ter foco justamente em ajudar o time de vendedores a ter melhores resultados. E para isso o conteúdo é fundamental. O palestrante de vendas deve misturar aqueles conteúdos mais inspiradores e motivacionais com o ensinamento técnico. Apresentar novidades, inovações, que os profissionais poderão aplicar no dia a dia de trabalho. Para conseguir isso é fundamental contratar um palestrante de vendas que tenha experiência comprovada na área. É preciso saber identificar as diferenças entre palestrantes e treinadores de vendas que são apenas teóricos e mostram “o que fazer”, daqueles que são práticos, que mostram ao seu time “como fazer”. Sem dúvidas, é este segundo tipo de palestrante de vendas que pode ajudar o time a entregar resultados. Identifique o palestrante de vendas que mostra “como fazer” e não apenas “o que fazer”. 3 regras para contratar um palestrante de vendas 1 - Especialista em vendas 2 - Conexão com o time 3 - Conteúdo validado Antes de contratar um palestrante de vendas para um treinamento ou convenção de vendas, leve em consideração estas três premissas básicas. Analisar com este olhar é aumentar as chances de fazer um bom investimento, uma vez que, no Brasil, existem muitas opções no mercado de treinamento e desenvolvimento profissional. Alguns pontos fundamentais devem ser observados para identificar um bom palestrante de vendas. 1 - O palestrante precisa ser um especialista em vendas Em primeiro lugar, o palestrante de vendas deve ser especialista em vendas. Não contrate pessoas de outras áreas e credos para treinar seu time, a não ser que o propósito seja diferente. Por exemplo: quando uma empresa contrata uma palestra de um filósofo para sua convenção de vendas, o propósito deve ser conscientizar sobre aspectos comportamentais. O mesmo ocorre quando contrata um humorista: o propósito é divertir e entreter. Se o objetivo é motivar e preparar o time para os desafios da atividade comercial, o palestrante escolhido deve ser um legítimo especialista em vendas. 2 - O palestrante precisa ter conexão com o time Não adianta o profissional ter uma sólida e comprovada experiência se ele não consegue se conectar emocionalmente com a plateia. Falar a língua dos profissionais de vendas é decisivo na avaliação para saber se aquele palestrante é o ideal para ministrar o seu evento. 3 - O palestrante precisa ter conteúdo validado Antes de contratar um palestrante de vendas, avalie os livros dos quais ele é autor e as empresas que já atendeu. Além disso, escute seus argumentos em podcasts, em vídeo-aulas e em postagens nas redes sociais, avalie, sobretudo, o engajamento dos seguidores do palestrante nas redes sociais. É interessante também verificar se em uma busca orgânica os seus conteúdos são facilmente encontrados. Confira um episódio do podcast BóraVoar: Um indicador interessante é quando um palestrante de vendas publica uma foto de um evento que tenha palestrado em sua rede social. Os participantes reagiram com mensagens de agradecimento? Comentaram com reações positivas e elogiosas? Compartilharam o post? Ou é um post sem qualquer interação dos participantes? Se ninguém interagiu... Saber se o profissional atende esses pré-requisitos nem sempre é fácil e, em muitos casos, há muito marketing que pode induzir ao erro. Você deve pesquisar muito para chegar no palestrante de vendas ideal. Mas uma coisa é simples: geralmente os bons palestrantes motivacionais de vendas estão entre os maiores especialistas da área de vendas e são reconhecidos pelo mercado, portanto, busque saber quais empresas já o contrataram, veja como seus colaboradores foram impactados e se elas voltaram a solicitar os seus serviços. Leia também: conheça Diego Maia, o melhor palestrante de vendas do Brasil. Palestra, curso ou treinamento de vendas, o que é melhor? Um não é necessariamente melhor que o outro. A questão é o que o momento que seu time atravessa e o objetivo que você precisa alcançar. Normalmente, uma palestra de vendas é um evento mais curto, com duração de 1 a 2 horas, e pode ser realizada tanto de forma presencial ou online, através de serviços de vídeo-chamada. As palestras têm como objetivo impactar os times de vendas com a motivação, através de conteúdo inovador. Servem para reconhecer o trabalho do time de vendas, engajar os colaboradores, como treinamento, inspiração, atualização e investimento no time. O treinamento e o curso são mais longos, possuem outros objetivos e podem ter encontros semanais. Os treinamentos de vendas podem durar de 4 a 16 horas, de acordo com o conteúdo e o objetivo traçado. Já os cursos são um tipo de treinamento continuado, de médio ou longo prazo. Eles podem ter aulas semanais ao longo do ano todo e oferecem dicas sobre vendas, gestão e negócios. Os vendedores participam de MasterClasses, recebem acesso a material de estudo e abordam uma série de tópicos como vendas por redes sociais, liderança, prospecção de clientes, gatilhos mentais, dentre outros. Um exemplo de treinamento continuado é o oferecido pela Academia de Vendas, criada pelo palestrante de vendas Diego Maia, e mantida pelo CDPV. Que tipos de palestras motivacionais existem? Existem diversos tipos de palestrantes e palestras motivacionais. E todos são válidos, é bom deixar claro. Porém, nem todos estão focados no que sua empresa precisa e é muito importante ter atenção a este ponto. Artistas, celebridades, ex-participantes de reality shows, humoristas, coachs, psicólogos, filósofos, ex-atletas e até políticos e ex-policiais oferecem palestras para empresas. Elas podem ser úteis e proporcionar ganhos para seus colaboradores. Ouvir histórias de superação, de liderança, como lidar com adversidades e até rir de um espetáculo de humor são bons para motivar, unir e valorizar as equipes. Mas quando o assunto é capacitar sua equipe para vender mais, eles não serão úteis. Para isso, só palestrantes de vendas de alta performance, com experiência, bagagem, conhecimento e resultados para apresentar. Esses profissionais, além de saberem se comunicar, motivar e inspirar as equipes, podem apresentar novos horizontes de trabalho. A grande sacada é fazer esta pergunta aos palestrantes que deseja contratar: "Que tipo de ferramenta, insight ou comportamento meu time terá no dia seguinte da palestra?" Uma palestra de vendas não pode ser somente um bom e divertido momento. Deve, sim, ensinar algo que seja realmente útil para seu time. Quando contratar uma palestra motivacional de vendas? Existem vários motivos para contratar uma palestra de vendas. Se o seu time precisa refinar o discurso, por exemplo, o evento poderá ajudar a alcançar esse objetivo. Outra situação é quando a liderança percebe a necessidade de tirar os colaboradores da zona de conforto, dar uma sacudida neles para obter melhores resultados. Um outro momento muito comum, é quando a empresa precisa acender a chama da atitude no time, transformando seu mindset de receptivo para ativo. Equipes de vendas que não conseguem mais entregar resultados também podem ser beneficiadas por uma palestra que os motive e apresente novas possibilidades de negócios e técnicas inovadoras, que os tire da “zona de derrota”. Isso serve também para os casos em que você identifica que o time tem desistido fácil das negociações, ou quando informam ao cliente o melhor preço que possuem, sem qualquer negociação. O bom palestrante poderá identificar se o problema é, por exemplo, dificuldade em contornar objeções de venda, e ensinar técnicas para mudar isso. Tirar uma equipe da estagnação também é outra situação em que um palestrante de vendas será útil. Você percebe que os vendedores agem sempre da mesma forma, sem aceitar e colocar em prática novas ideias. Com uma palestra comandada por um profissional tarimbado e com experiência, que fale a língua deles, as novas ideias, tecnologias e avanços nas técnicas de vendas podem passar a ser aceitas. Quais os benefícios de uma palestra de vendas para as empresas? Valorização: ao oferecer a equipe de vendas uma palestra, eles se sentem valorizados e incentivados por perceberem o interesse da empresa no seu crescimento profissional; Aprendizado: o conteúdo passado por palestrantes de vendas reconhecidos e com larga experiência oferece o aprendizado de novas e consagradas técnicas de vendas; Motivação: palestras de vendas são grandes motivadoras para os times. O dia seguinte a um evento corporativo costuma ser mais leve, com funcionários que se sentem valorizados, o que gera um impulso para trabalharem para bater as metas; Engajamento: os eventos promovem um momento de engajamento entre os colaboradores do time de vendas; Integração: um evento que reúna o time pode ajudar na integração da equipe, que passa a funcionar melhor em conjunto. Quem é o melhor palestrante de vendas do Brasil? Diego Maia é apontado como o melhor palestrante de vendas do Brasil. Contratar um palestrante com estrada e reconhecido pelo mercado é certeza de um evento de alto nível e do sucesso em vendas. Além do Brasil, Diego Maia é um palestrante internacional e seus treinamentos de vendas já foram realizados nos Estados Unidos, Argentina, Portugal dentre outros países. Conheça Diego Maia, apontado como o melhor palestrante de vendas do Brasil. Diego Maia ministra palestras sobre vendas, gestão de vendas, empreendedorismo e motivação. Atuante no mercado do conhecimento há quase 20 anos, fala sobre otimismo com muita propriedade. É o responsável pelo podcast inspiracional e motivacional BóraVoar, disponível em diversas plataformas de streaming como o Spotify e recentemente lançou seu projeto editorial Pílulas de Otimismo. Se você busca um palestrante de vendas em São Paulo ou em qualquer outro lugar do Brasil, a palestra de Diego Maia é uma boa pedida para eventos dinâmicos e envolventes. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, convenções, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. O CDPV atua em todos os estados brasileiros e fala a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio: cursos, treinamentos e convenções de vendas. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização. Você pode se interessar por este conteúdo: Saiba porque uma palestra de vendas é benéfica para sua empresa As 50 melhores frases motivacionais para motivar equipes de vendas Os 15 melhores livros de vendas da atualidade As 10 palestras motivacionais de vendas do Diego Maia mais contratadas pelas empresas Gestão de equipes de vendas: um guia para melhorar a performance Os melhores podcasts de vendas
- Upselling e cross-selling: aumentando o valor da venda ao oferecer produtos complementares
De acordo com o especialista Diego Maia, compreender e aplicar o upselling e o cross-selling são estratégias decisivas para o crescimento das vendas. Em um cenário competitivo e dinâmico de negócios, maximizar o valor da venda e a satisfação do cliente são prioridades para qualquer empresa. Duas estratégias amplamente utilizadas para alcançar esse objetivo são o upselling e o cross-selling. Ambas têm como foco oferecer produtos ou serviços adicionais aos clientes, agregando valor à compra original e aumentando o ticket médio, ao mesmo tempo em que proporcionam benefícios ao cliente. Neste material, exploraremos em detalhes o conceito e a importância do upselling e cross-selling, bem como as melhores práticas para implementá-las efetivamente. Para compor este conteúdo, contamos com a colaboração de Diego Maia, considerado o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Upselling e Cross-selling: Definição Upselling: Upselling é uma estratégia de vendas que consiste em oferecer ao cliente uma versão ou um produto/serviço de maior valor, complementar ou aprimorado, em comparação ao que ele inicialmente tinha a intenção de adquirir. A ideia é convencer o cliente de que o upgrade vale a pena, agregando mais benefícios, funcionalidades ou qualidade ao seu produto ou serviço original. Por exemplo, quando um cliente vai comprar um smartphone, o vendedor pode oferecer um modelo mais avançado com uma câmera de melhor qualidade e maior capacidade de armazenamento, justificando que ele proporcionará uma experiência mais completa e satisfatória. Cross-selling: Já o cross-selling refere-se à tática de oferecer produtos ou serviços adicionais e complementares ao que o cliente já está comprando. O objetivo é aumentar o valor da venda, oferecendo itens que podem ser úteis ou necessários em conjunto com o produto principal. Essa estratégia é especialmente comum no varejo, onde é possível encontrar exemplos em quase todos os setores. Por exemplo, quando um cliente está comprando uma máquina de café, o vendedor pode sugerir a compra de cápsulas de café, filtros, ou até mesmo um conjunto de xícaras. Importância do Upselling e Cross-selling Implementar estratégias de upselling e cross-selling trazem uma série de benefícios significativos para as empresas: Aumento do Ticket Médio: Ao convencer o cliente a adquirir um produto ou serviço mais caro ou adicional, o valor médio da venda é aumentado, contribuindo para a receita e lucratividade do negócio. Melhora na Experiência do Cliente: Quando as ofertas de upselling ou cross-selling são bem-feitas, elas realmente agregam valor à experiência do cliente, oferecendo soluções mais completas e personalizadas para suas necessidades. Fortalecimento do Relacionamento com o Cliente: Oferecer produtos complementares demonstra que a empresa está preocupada com as necessidades e desejos do cliente, construindo um relacionamento de confiança e fidelidade. Redução de Custos de Aquisição de Clientes: Vender mais para um cliente existente é mais econômico do que adquirir um novo cliente. Upselling e cross-selling podem ajudar a reter clientes, reduzindo os custos de aquisição. Feedback e Melhorias de Produto: Entender as preferências do cliente em relação a ofertas adicionais pode fornecer insights valiosos para melhorias de produtos e serviços. Estratégias para Implementar Upselling e Cross-selling Para que a aplicação de upselling e cross-selling seja bem-sucedida, algumas estratégias-chave devem ser seguidas: Conheça Seu Cliente: Entender as necessidades, preferências e histórico de compras do cliente é fundamental. Utilize dados e análises para identificar oportunidades de upselling e cross-selling mais relevantes para cada cliente. Ofereça Valor Real: Certifique-se de que as ofertas adicionais ofereçam valor real ao cliente. Foque em benefícios, resolvendo problemas ou atendendo a desejos específicos do cliente. Momento Oportuno: O timing é crucial. Ofereça as opções de upselling e cross-selling no momento certo, sem pressionar ou parecer oportunista. Personalização: Oferecer ofertas personalizadas e direcionadas aumenta a probabilidade de sucesso. Utilize a tecnologia para personalizar recomendações com base nas preferências do cliente. Comunicação Efetiva: Treine sua equipe de vendas para comunicar as ofertas de maneira persuasiva e convincente, destacando os benefícios adicionais. Incentivos e Descontos: Ofereça incentivos, descontos ou pacotes combinados para tornar as ofertas mais atraentes. Conclusão sobre técnicas de upselling e o cross-selling “O upselling e cross-selling são estratégias poderosas para aumentar o valor das vendas e a satisfação do cliente”, enfatiza o palestrante de vendas Diego Maia. Quando implementadas corretamente, essas táticas não apenas beneficiam o negócio, aumentando a receita e a lucratividade, mas também proporcionam uma experiência mais satisfatória e personalizada ao cliente. Lembre-se de que o foco deve sempre estar na criação de valor genuíno para o cliente, oferecendo soluções relevantes e úteis. Investir em conhecer bem o cliente, utilizar dados e tecnologia para personalização e treinar sua equipe de vendas são fatores cruciais para o sucesso das estratégias de upselling e cross-selling. Com uma abordagem ética e orientada ao cliente, essas práticas têm o potencial de construir relacionamentos mais fortes, aumentar a fidelidade e a retenção de clientes, tornando-se um diferencial competitivo no mercado cada vez mais concorrido. Confira a energia do palestrante de vendas Diego Maia em um treinamento presencial: Aperte o play e escute um episódio do podcast BoraVoar com Diego Maia:
- Como construir relacionamentos duradouros com o cliente: a importância da conexão humana
Nesta reportagem, Diego Maia revela estratégias que vão te ajudar a construir relacionamentos duradouros com o cliente Em um mundo cada vez mais voltado para a tecnologia e a automação, construir um relacionamento com o cliente pode parecer uma tarefa desafiadora. No entanto, a verdadeira chave para o sucesso nos negócios continua sendo a conexão humana. “Quando os clientes se sentem valorizados, compreendidos e respeitados, eles são mais propensos a desenvolver um vínculo duradouro com a empresa, seja ela qual for”, revela o palestrante de vendas Diego Maia. Neste artigo, exploraremos estratégias fundamentais para construir relacionamentos significativos com os clientes e como isso pode beneficiar as empresas a longo prazo. Compreendendo as necessidades do cliente O primeiro passo para construir um relacionamento com o cliente é compreender suas necessidades. Isso vai além de apenas oferecer um produto ou serviço; requer empatia e escuta ativa. As empresas devem realizar pesquisas e coletar feedback regularmente para entender as expectativas do cliente e identificar áreas de melhoria. Essa compreensão profunda permitirá que as empresas personalizem suas ofertas e ofereçam soluções mais relevantes e adequadas às demandas do mercado. Fornecer excelente atendimento ao cliente O atendimento ao cliente é uma das peças-chave para construir um relacionamento sólido com o público. Treinar a equipe para ser cortês, prestativa e proativa é essencial. Os clientes apreciam quando suas dúvidas e problemas são tratados com rapidez e eficiência. Além disso, o atendimento ao cliente não se limita apenas a resolver reclamações; envolve também reconhecer o cliente quando ele está satisfeito e expressar gratidão por sua preferência. Criar experiências memoráveis As experiências que os clientes têm com uma empresa são essenciais para a construção de um relacionamento duradouro. Isso abrange desde o primeiro contato com a marca até a pós-compra. A criação de experiências memoráveis envolve oferecer um processo de compra simples, envolvente e transparente, além de surpreender o cliente positivamente sempre que possível. Pequenos gestos, como enviar uma mensagem personalizada de agradecimento ou oferecer descontos exclusivos, podem fazer uma grande diferença na percepção do cliente sobre a marca. Manter Comunicação Regular A comunicação é um pilar fundamental em qualquer relacionamento, inclusive nos negócios. Manter uma comunicação regular com os clientes ajuda a fortalecer os laços e a mantê-los informados sobre novidades, lançamentos de produtos e promoções especiais. Utilizar diferentes canais de comunicação, como e-mails, redes sociais, newsletters e até mesmo chatbots, pode aumentar a efetividade dessa conexão. Oferecer programas de fidelidade e recompensas Programas de fidelidade e recompensas são excelentes maneiras de incentivar a lealdade do cliente. Essas iniciativas demonstram que a empresa valoriza a preferência do cliente e deseja retribuir. Ao oferecer descontos, brindes ou benefícios exclusivos, as empresas podem motivar os clientes a retornarem e a se tornarem defensores da marca, recomendando-a a amigos e familiares. Investir no sucesso do cliente O sucesso do cliente deve ser uma prioridade para qualquer empresa que deseje construir relacionamentos duradouros. Isso significa acompanhar o cliente após a compra, garantindo que ele esteja satisfeito com o produto ou serviço adquirido. O monitoramento proativo do cliente, a oferta de suporte técnico e a resolução rápida de problemas são medidas importantes para garantir que o cliente alcance os resultados esperados com a compra. Ser transparente e honesto A transparência e a honestidade são valores que constroem confiança. As empresas devem evitar promessas vazias ou ocultar informações relevantes dos clientes. Se ocorrerem problemas ou atrasos, é importante comunicá-los prontamente e oferecer soluções adequadas. Quando os clientes percebem que a empresa é confiável e ética, eles se sentirão mais à vontade para manter o relacionamento. Conclusão sobre como criar relações duradouras com o cliente “Construir um relacionamento com o cliente é um processo contínuo que requer dedicação, empatia e comprometimento por parte das empresas”, enfatiza Diego Maia, apontado pelo Google como o palestrante de vendas mais contratado da atualidade. Através da compreensão das necessidades do cliente, do fornecimento de um excelente atendimento, da criação de experiências memoráveis e da comunicação regular, as empresas podem estabelecer conexões significativas e duradouras com seu público-alvo. Ao investir no sucesso do cliente, oferecer programas de fidelidade e recompensas, e agir com transparência e honestidade, as empresas podem construir uma base sólida de clientes fiéis, que não apenas retornarão para novas compras, mas também se tornarão promotores entusiasmados da marca. A construção de relacionamentos sólidos com os clientes não apenas aumenta a fidelidade e a retenção, mas também pode impulsionar o crescimento dos negócios e garantir um futuro próspero para a empresa. Em última análise, a conexão humana é o cerne de qualquer relacionamento significativo, incluindo aqueles entre empresas e clientes. À medida que as empresas se esforçam para construir relacionamentos autênticos e genuínos com seus clientes, eles se tornam muito mais do que apenas uma marca ou um produto; eles se tornam parceiros confiáveis e valorizados na vida de seus clientes.
- Os melhores episódios do podcast de vendas do Diego Maia
Selecionamos uma playlist com os melhores podcasts de vendas do Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil Os podcasts se tornaram uma forma popular de consumir conteúdo e agora existem muitos tipos diferentes de podcasts disponíveis. Nesta matéria, apresentaremos a você os melhores podcasts de vendas do Diego Maia, apontado pelo Google como o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Você pode ouvir o podcast BoraVoar com Diego Maia diretamente no Spotify, no iTunes ou no seu aplicativo de áudio favorito. É importante dizer que há muitos motivos para ouvir podcasts. Eles são uma ótima maneira de se manter informado e entretido enquanto estiver em trânsito ou fazendo qualquer atividade. Aqui estão apenas alguns motivos pelos quais você deve começar a ouvir podcasts: Eles são convenientes. Você pode ouvi-los quando e onde quiser. Eles geralmente são gratuitos. Eles oferecem uma ampla variedade de tópicos para você escolher. Se você está interessado em política, crimes reais ou comédia, existe um podcast para você. Mas se busca um podcast que fale de vendas, otimismo ou empreendedorismo, você precisa conhecer o BoraVoar com Diego Maia. Geralmente os podcasts são muito mais curtos do que os programas de rádio ou audiolivros tradicionais, o que os torna perfeitos para pessoas ocupadas. Os podcasts podem ser uma ótima maneira de aprender coisas novas. Então, o que você está esperando? Comece a ouvir os melhores podcasts de vendas do Diego Maia agora mesmo. Aproveite nossa playlist! Índice: 1 - As coisas que o cliente mais valoriza em uma empresa 2 - Os principais motivos que fazem uma empresa perder clientes 3 - Monitore seu concorrente e venda muito mais 4 - Vender é influenciar pessoas 5 - Como não ter medo de vender 6 - Vender não é dom 7 - Vendas é o coração da empresa 8 - O cliente é o mais importante, sempre! 9 - Como encantar e fidelizar clientes 10 - Foque em prosperar, não em sobreviver Conclusão 1 - As coisas que o cliente mais valoriza em uma empresa Neste episódio, Diego Maia compartilha sua visão sobre os aspectos e situações que clientes e consumidores mais valorizam em um fornecedor. 2 - Os principais motivos que fazem uma empresa perder clientes Uma empresa pode perder clientes por vários motivos, mas alguns dos motivos mais comuns incluem mau atendimento ao cliente. Outros motivos podem incluir críticas negativas, má reputação e dificuldade em devolver itens. As empresas perdem clientes todos os dias, mas se conseguirem identificar os motivos, poderão tomar medidas para evitar futuras perdas de clientes. Neste episódio do podcast BoraVoar, Diego Maia aponta as causas da perda de clientes. Confira agora mesmo: 3 - Monitore seu concorrente e venda muito mais Todos nós sabemos que, para ter sucesso nos negócios, precisamos ficar de olho na concorrência. Não basta ter apenas um bom produto ou serviço; precisamos ter certeza de que estamos sempre cientes do que nossos concorrentes estão fazendo e ajustar nossas estratégias de acordo com estes movimentos. Mas e se eu lhe dissesse que existe uma maneira de não apenas ficar de olho na concorrência, mas de realmente vender mais do que eles? Neste episódio, Diego Maia explica o porque você deve monitorar seus concorrentes e mostra como fazer isso. Afinal, como dizia o general chinês Sun Tzu: Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas... 4 - Vender é influenciar pessoas Para ter sucesso em vendas, você precisa ser capaz de influenciar as pessoas. Você precisa ser capaz de convencê-los de que seu produto ou serviço é a melhor solução para o problema deles. Neste episódio do podcast BoraVoar, Diego Maia é taxativo: vender é influenciar pessoas. Quem mais vende sempre é aquele profissional capaz de criar uma conexão assertiva com o cliente. 5 - Como não ter medo de vender Vender parece simples, mas não é fácil. E é ainda mais difícil quando você tem medo de vender. Você pode ter medo da rejeição ou de levar nãos. Mas se você não vencer seus medos, nunca terá sucesso em vendas. Diego Maia afirma: "vender é levar muitos nãos. É errar muitos gols". Nesta edição do podcast BoraVoar ele orienta muito bem: Dicas adicionais para você perder o medo de vender: Acredite no que você está vendendo. Se você não acredita em seu produto ou serviço, ninguém mais acreditará. Você precisa ter confiança no que está oferecendo antes de esperar que outra pessoa o tenha. Conheça suas coisas. Seja um especialista no que você está vendendo. Se você puder responder a toda e qualquer pergunta que um cliente em potencial possa ter, terá muito mais chances de fazer uma venda. Esteja preparado. Tenha um argumento de venda sólido pronto para ser usado. Quanto melhor você puder vender seu produto ou serviço. O segredo para isso é estudar. Estudar muito. Estudar sempre. 6 - Vender não é dom Se você não se considera um vendedor nato, tudo bem. Vender é uma habilidade que pode ser aprendida e, como qualquer habilidade, exige prática. A boa notícia é que existem algumas coisas importantes que você pode fazer para melhorar suas habilidades de vendas e, neste episódio do podcast BoraVoar com Diego Maia, você pode conhecer algumas delas com você. Diego Maia acredita que qualquer pessoa pode ser boa em vender se dedicar tempo e esforço para aprender as habilidades. Só porque alguém é extrovertido ou fala com naturalidade não significa que ele será bom em vender. Os melhores vendedores são aqueles que entendem seus produtos por dentro e por fora, sabem como ouvir as necessidades dos clientes e podem adaptar seu discurso de vendas de acordo. Eles também sabem como ler a linguagem corporal e entender quando o cliente está pronto para comprar, de acordo com aquilo que ele fala. 7 - Vendas é o coração da empresa As vendas são o coração da empresa. Fazendo uma analogia com o corpo humano, do que adianta ter todos os setores de uma empresa funcionando se a área de vendas - responsável por bombear sangue para todos os outros órgãos - está parado? A equipe de vendas da empresa é responsável por gerar receita e impulsionar o crescimento. Sem uma equipe de vendas forte, a empresa rapidamente estagnaria e acabaria falhando. Sem vendas, o corpo humano para. Ops, a empresa para. 8 - O cliente é o mais importante, sempre! O cliente é o personagem sempre mais importante. São eles que mantêm nossos negócios funcionando, que pagam as nossas contas e, sem eles, não teríamos nada. É nosso trabalho garantir que eles sejam felizes e sempre sintam que são os mais importantes para que continuem comprando de nossas empresas. O cliente sempre tem razão — ou é o que diz o ditado. Essa frase é frequentemente usada nos negócios para justificar dar aos clientes o que eles querem, mesmo que não seja o que você planejava dar a eles. Existem algumas razões pelas quais essa frase é importante nos negócios. Primeiro, respeitar seus clientes mostra que você valoriza as opiniões e o feedback deles. Em segundo lugar, pode ajudar a construir relacionamentos sólidos com os clientes que perduram ao longo do tempo. E, finalmente, é mais provável que clientes satisfeitos voltem e façam negócios com você novamente no futuro. 9 - Como encantar e fidelizar clientes Para encantar e reter clientes, as empresas devem oferecer um excelente atendimento ao cliente e criar uma experiência positiva e marcante. Além disso, as empresas devem se concentrar em criar relacionamentos de longo prazo com os clientes, em vez de simplesmente fazer uma venda única. Ao fazer isso, as empresas terão maior probabilidade de manter os clientes voltando e, acima de tudo, indicando. Nesta edição de seu podcast de vendas, Diego Maia mostra ideias e sugestões assertivas e factíveis para encantar e, consequentemente, fidelizar clientes. Aperte o play e escute este episódio sobre negócios e empreendedorismo: Além das ideias mencionadas por Diego Maia neste podcast, há muitas maneiras de transformar um cliente ocasional em um fã de longa data, e tudo se resume a entender o que seus clientes querem e precisam de você e, em seguida, oferecer isso de forma consistente (e mais). Aqui estão quatro maneiras adicionais de fazer isso: Entenda o que seus clientes querem: isso parece óbvio, mas você ficaria surpreso com quantas empresas e profissionais de vendas que não se dão ao trabalho de realmente entender seu mercado-alvo e as dores de seus clientes. Reserve um tempo para falar com seus clientes, seja por meio de pesquisas ou entrevistas individuais, e descubra o que eles realmente querem e precisam de fornecedores como você. Cumpra esses desejos e necessidades: Depois de saber o que seus clientes querem, certifique-se de cumprir essas promessas. Atender consistentemente — ou até mesmo superar — as expectativas dos clientes é crucial para construir relacionamentos de longo prazo. Vá além: além de atender às necessidades básicas dos clientes, procure oportunidades para impressioná-los com um serviço excepcional ou com surpresas. 10 - Foque em prosperar, não em sobreviver É fácil ser absorvido pela rotina do dia-a-dia e simplesmente tentar sobreviver. Mas se você quer realmente prosperar na vida, precisa se concentrar em mais do que apenas sobreviver. Você precisa focar em algo maior e melhor. Então, o que é preciso para prosperar? Primeiro, você precisa ter uma visão positiva e se concentrar no que deseja alcançar. Em segundo lugar, você precisa agir em direção aos seus objetivos. E terceiro, você precisa se cercar de pessoas que o apoiam e incentivam. Se você puder fazer essas coisas, estará no caminho certo para prosperar na vida. Portanto, não se contente em apenas sobreviver. Busque algo mais e veja o que você pode alcançar. Ouvir esta edição do podcast BoraVoar com Diego Maia já será meio caminho andando. Aperte o play: Conclusão sobre os melhores podcasts de vendas do Diego Maia Esperamos ter te ajudado ao separar os 10 melhores episódios do podcast de vendas, otimismo e empreendedorismo BoraVoar com Diego Maia. Estes foram os episódios com maior número de downloads nos aplicativos de música. Agora ficou muito mais fácil assimilar um conteúdo de altíssimo nível. "Desde 2009 tenho o privilégio de me conectar com as pessoas através dos áudios, sempre falando sobre vendas, marketing digital, geração de valor, inside sales, empreendedorismo e liderança" revela Diego Maia. Bora Voar com Diego Maia é um podcast de vendedor para vendedor, uma espécie de "rádio venda", considerado o melhor podcast de vendas do Brasil. Você pode se interessar também: Conheça os 10 palestrantes de vendas mais famosos do Brasil Conheça Diego Maia 5 palestrantes de vendas que você precisa conhecer Palestra Como Vender Valor e Não Preço Conheça o palestrante de vendas Diego Maia
- Conheça 10 tipos de palestrantes para eventos corporativos
Contratar o palestrante certo para um evento corporativo não é tarefa fácil. Mas esta lista com os palestrantes mais recomendados pode te ajudar. Existem diversos tipos de profissionais que oferecem palestras para eventos corporativos. Do especialista ao filósofo, do humorista ao técnico: a escolha deve acontecer de acordo com o objetivo do evento, estilo da empresa e perfil dos participantes. Nesse artigo trazemos dez tipos de palestrantes para eventos corporativos, autoridades com alta credibilidade que possuem forte reconhecimento em seus nichos de atuação. Se você busca melhorar os resultados e capacitar sua equipe comercial, por exemplo, então o ideal é contratar uma palestra de vendas. Caso queira inspirar os colaboradores, pode optar por palestrantes que tenham belas histórias de vida e superação. Se o objetivo for motivar e engajar, grandes esportistas ou pessoas que atingiram propósitos inusitados são uma alternativa. Para injetar ânimo e descontrair, uma palestra de humor é bem-vinda. Mas antes de entrarmos nos exemplos, que tal algumas dicas para escolher o palestrante certo para a seu evento? Um bom palestrante é aquele que consegue passar seu conteúdo de forma inovadora e envolvente; O palestrante deve ser indicado para cada segmento. Ser um especialista na área e no assunto é fundamental; É importante que o conteúdo de suas palestras seja comprovadamente eficaz; Seu palestrante corporativo precisa ser um profissional reconhecido em sua área de atuação; O melhor palestrante para seu evento precisa ter uma boa capacidade de comunicação para estabelecer uma conexão com a equipe; Se possível, faça um “test drive” da palestra: escute podcasts, leia os livros e os artigos e assista vídeos do palestrante para entender como o profissional trabalha e se a mensagem que ele transmite pode contribuir com o desenvolvimento de sua equipe e com o sucesso do seu evento. Lista top 10 com sugestões de palestrantes para eventos corporativos: 1 - Palestrante corporativo de economia: Ricardo Amorim 2 - Palestrante motivacional para times operacionais: Leila Navarro 3 - Palestrante de vendas e motivação: Diego Maia 4 - Palestrante de desenvolvimento humano: Roberto Shinyashiki 5 - Palestrante de empreendedorismo e superação: Geraldo Rufino 6 - Palestrante do universo esportivo: Bernardinho 7 - Palestrante clássico: Daniel Godri 8 - Palestrante com reflexões existenciais: Mario Sergio Cortella 9 - Palestrante humorista: Murilo Gun 10 - Palestra sobre propósito de vida: Amyr Klink 1 - Palestrante corporativo de economia: Ricardo Amorim Ricardo Amorim é conhecido como apresentador de TV e um dos influenciadores brasileiros mais famosos de economia. Com muito conhecimento na área e um olhar para o Brasil com visão global, Amorim é renomado aqui e em outros países. Suas palestras se caracterizam por falarem de economia sem o “economês”, o que deixa o evento menos cansativo para quem não é familiarizado. O assunto, suas oportunidades e desafios, são tratados com linguagem descontraída e bem humorada, mas sem deixar o conhecimento de lado. 2 - Palestrante motivacional para times operacionais: Leila Navarro Atuante no mercado de palestras há mais e 20 anos, Leila Navarro é uma das palestrantes motivacionais mais conhecidas do Brasil, indicada para times operacionais. A abordagem de Leila tem foco na felicidade e bem-estar, comportamento humano, mudança de atitude, inovação, assertividade e comprometimento. Graduada em saúde e especialista em medicina comportamental, a palestrante é também escritora e atriz. 3 - Palestrante de vendas e motivação de vendas: Diego Maia Diego Maia assumiu o posto de palestrante de vendas e motivação de vendas mais contratado do Brasil após ser considerado o palestrante mais contratado de São Paulo e do Rio de Janeiro. Comunicador, empresário e escritor, é autor de seis livros dedicados a vendas e apresentador do podcast BóraVoar, um dos mais ouvidos do Brasil, no ar em diversas emissoras de rádio FM. Se o objetivo do seu evento corporativo é contratar uma palestra de técnicas e estratégias de vendas, contar com uma palestra do Diego Maia é garantia de uma apresentação inovadora e de um evento de alto nível. Presente em muitas listas como um dos melhores palestrantes de vendas do Brasil, Diego Maia realiza muitos eventos internacionais, como nos Estados Unidos e Portugal. Conheça suas 10 palestras mais contratadas pelas empresas. Leia também: Palestra de vendas - o que é e quais os benefícios de contratar um palestrante de vendas 4 - Palestrante de Desenvolvimento Humano: Roberto Shinyashiki Médico psiquiatra e terapeuta, Roberto Shinyashiki é um dos palestrantes mais procurados do Brasil. Com mais de 8 milhões de livros vendidos, é muito contratado por administradores para tratar do tema desenvolvimento humano. Shinyashiki é também empresário, e une seus conhecimentos como psiquiatra e doutor com a experiência no mercado para atingir os espectadores. Seu conteúdo ajuda no desenvolvimento humano, na motivação e mostra como realizar os seus sonhos. É um palestrante recomendado para eventos corporativos com o intuito de desenvolvimento de atitude. Conheça a palestra Atendimento ao Cliente 5 - Palestra de Empreendedorismo e Superação: Geraldo Rufino A história de vida de Geraldo Rufino parece roteiro de um filme, mas é a mais pura realidade. Quando criança, Rufino foi catador de latinhas, depois virou office-boy e chegou a diretor de operações do Play Center, até decidir criar sua própria empresa, a JR Diesel, que quebrou paradigmas no segmento de desmanche de carros. Hoje é presidente da companhia e um dos empresários mais bem sucedidos do Brasil. Através de sua história pessoal, as palestras corporativas de Rufino mostram os desafios do empreendedorismo, apresentam para quem tem dúvidas se é viável trilhar esse caminho como superar obstáculos para alcançar seus objetivos. Quer saber como estruturar o departamento comercial da sua empresa com um dos maiores especialistas em vendas do Brasil? Inscreva-se gratuitamente na MasterClass online com o palestrante de vendas Diego Maia, que ocorrerá dia 25 de janeiro às 19 horas via Zoom. 6 - Palestrante do universo esportivo: Bernardinho Um dos técnicos de vôlei mais premiados do Brasil, Bernardinho é também empresário e realiza palestras motivacionais para diversos setores da economia, sempre com o viés da liderança no esporte. Em seus eventos ele usa sua experiência nas quadras e em campeonatos olímpicos, fazendo links com o dia a dia de uma empresa. Bernardinho aborda como um negócio deve girar em torno do planejamento, através do método "Roda da Excelência", criado por ele. Nela são abordados os valores do trabalho em equipe, motivação, perseverança, entre outros conceitos conhecidos pelos recursos humanos. É um palestrante ideal para eventos corporativos que tenham o esporte a liderança como molas propulsoras. 7 - Palestrante motivacional Clássico: Daniel Godri Daniel Godri é um dos palestrantes mais antigos na área de motivação do Brasil. Possui vasto conhecimento e muitos anos na estrada dos eventos corporativos. É especialista em Marketing e muito cotado para eventos e empresas que possam ser ilustrados com suas clássicas histórias e narrativas. Em suas palestras aborda temas como motivação, liderança e inteligência emocional. Muito experiente, transmite seu conhecimento de forma interativa, com processo de aprendizado fácil e eficaz. É um dos pioneiros da atividade motivacional ainda em atividade no Brasil. 8 - Palestra corporativa com reflexões existenciais: Mário Sergio Cortella Mário Sérgio Cortella é um dos filósofos e palestrantes mais conhecidos do Brasil e um verdadeiro fenômeno das redes sociais. Com uma larga carreira e experiência, ele traz reflexões sobre como vivemos e como isso impacta no próximo, temas fundamentais não apenas em nossa vida pessoal, mas também na profissional. Algumas das abordagens de Cortella falam sobre tomada de decisões e como saber qual a melhor opção, a forma como nos comportamos frente aos diferentes desafios e situações, o que pode ajudar a mudar a forma como nos relacionamos. Cortella é um palestrante corporativo ideal para grupos mais maduros, interessados em refletir sobre suas vidas e o futuro. 9 - Palestrante humorista: Murilo Gun Dizem que rir é o melhor remédio, então uma palestra descontraída tem grande efeito para elevar o ânimo de uma equipe. Além de humorista, Murilo Gun é palestrante e professor de criatividade, fazendo um link perfeito do humor com o dia a dia empresarial. Murilo Gun foi um dos pioneiros da internet no Brasil. Formado em Administração, com MBA em Gestão, largou a vida de empresário pra ser comediante. Com seu show solo, viajou por todo o Brasil e foi parar no Netflix. Na tv, trabalhou como apresentador do Comedy Central, SBT e Multishow. 10 - Palestrante corporativo sobre propósito de vida: Amyr Klink Qual é o seu propósito de vida? E como garantir motivação para alcançá-lo? Se tem alguém que pode muito bem falar disso para equipes de colaboradores é Amyr Klink, a primeira pessoa a cruzar o Oceano Atlântico Sul a remo. As palestras sobre propósito de Amyr Klink podem ser um ótimo motivador para equipes que estão em busca da superação de grandes desafios, enfrentar mudanças e abordar a rotina com criatividade, inovação e otimismo. Conclusão sobre os 10 tipos de palestrantes para eventos corporativos Gostou de nossa lista com os palestrantes mais recomendados para eventos corporativos? Você também pode conferir no nosso portal o artigo sobre os benefícios de uma palestra de vendas para se aprofundar no assunto. Uma palestra motivacional corporativa é uma grande oportunidade para incentivar, capacitar e melhorar os resultados da sua equipe. Isso porque ao oferecer esse tipo de evento para os colaboradores eles se sentem valorizados, aumentando o engajamento e a integração dentro da empresa. Talvez você se interesse por estes artigos: Como contratar um palestrante de vendas que traga resultado para sua equipe. Os palestrantes de vendas mais famosos do Brasil e do mundo Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Atuamos em todos os estados brasileiros e falamos a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização.
- O que fazer para que os colaboradores se tornem influenciadores da empresa
A pedido do CDPV, Carolina Florence reflete sobre o que deve ser feito para que os funcionários se tornem influenciadores de uma marca As redes sociais amplificam o alcance e a voz das marcas, atraindo e engajando o público com o negócio, o que faz com que a presença das empresas nesse ambiente de interação digital seja cada vez mais constante. Tão importante quanto ter uma área de comunicação estruturada realizando um bom trabalho em mídias sociais, é o cuidado com os colaboradores, que podem se tornar os melhores influenciadores de uma marca no mundo digital. Um levantamento das consultorias Air Branding e SmartComms, com mais de 10 mil colaboradores, mostra que mais da metade dos candidatos a uma vaga de emprego se informa com conhecidos e amigos que sejam colaboradores ou que já tenham trabalhado em uma determinada empresa para tomar a decisão final sobre uma proposta profissional. O impacto da opinião sobre a marca empregadora é tão grande que muitas companhias estão criando programas de “colaboradores influenciadores” para melhorar não apenas o engajamento nas redes sociais, mas também as taxas de atração e retenção de talentos. Se levarmos em consideração que o setor de tecnologia é um dos que mais sofre com o gap de profissionais qualificados, além de registrar altas taxas de rotatividade entre os colaboradores, contar com essa ajuda para atrair e reter talentos pode ser algo valioso, deixando a empresa alguns passos à frente da concorrência. Também existem sites para consultar a reputação dos empregadores, como o Glassdoor, plataforma em que profissionais, colaboradores ativos ou não, fazem avaliações, dão notas e deixam comentários sobre as experiências em processos seletivos e o dia a dia da organização, apontando os prós e os contras de uma determinada empresa. A companhia e a equipe de desenvolvimento humano devem se atentar à cultura organizacional, comunicação interna, processos de recrutamento e seleção, valorização de colaboradores, diversidade e inclusão nas equipes, entre outros aspectos corporativos que sejam relevantes para os profissionais e que tenham destaque em seu setor de atuação. O cuidado com os colaboradores, que pode ser demonstrado com a abertura de um espaço para escuta e fala, é fundamental e deve acontecer durante todo o ano. Dessa forma, a influência positiva pode vir naturalmente, tanto em publicações nas redes sociais quanto em conversas de happy hour ou mesmo na indicação de amigos para as vagas abertas na companhia. Levar uma marca no coração e ter o negócio da empresa na cabeça acontece apenas como resultado do trabalho em equipe. O feedback positivo dos colaboradores é importante porque melhora significativamente o engajamento nas redes sociais, mas sobretudo, garante respaldo às ações construídas e desenvolvidas internamente todos os dias a várias mãos. Você pode se interessar também: Conheça os 10 palestrantes de vendas mais famosos do Brasil Conheça Diego Maia Os melhores podcasts de vendas do Diego Maia
- Como lidar com crises empresariais? O caso da Cervejaria Backer
A pedido do CDPV, João Fernando Saddock escreve sobre a falta de preparo das empresas para lidar com crises O intuito deste artigo não é trazer novas informações sobre o caso da Cervejaria Backer, até porque, com uma “googlada” é possível encontrar um bombardeio interminável de notícias relacionadas ao caso. O meu objetivo aqui é um pouco diferente: é mostrar como a ausência de preparo e planejamento para lidar com um acontecimento crítico desses — e a falta de respostas rápidas — podem prejudicar a imagem de uma companhia. Sabemos que quase nenhuma empresa está preparada para lidar com uma situação crítica dessa magnitude, até porque, obviamente ninguém sequer deseja ter que passar por uma experiência negativa desse nível. Um caso tão delicado, com o envolvimento de vítimas. O fato é que, toda empresa, independentemente do seu porte e segmento, deve estar ciente dos riscos intrínsecos à sua operação. Por exemplo: uma empresa aérea pode ter um avião acidentado a qualquer momento, uma empresa de alimentos e bebidas poderá ter um lote contaminado e assim por diante, cada empresa tem seu risco. Para quem não lembra, a Cervejaria Backer foi criada em 1999 e é responsável pela primeira cerveja artesanal de Minas Gerais. Principalmente por ser uma empresa familiar, de pequeno porte — e que até aquele momento nunca tinha passado por uma experiência negativa dessa proporção —, está passando por sérias dificuldades em lidar com a pressão da imprensa, com as investigações policiais e com a falta de logística, organização e de ações eficazes e imediatas. Uma linguagem inadequada e um tempo de resposta inadequado, podem levar tudo por água abaixo. Será, que pelo menos em partes, isso poderia ter sido minimizado? Sabemos que ao chegar a essa proporção, deve-se assumir as consequências. ATITUDES — que não foram tomadas de forma imediata — poderiam ter a chance de, ao menos, diminuir em partes todo esse alarde e tentar salvar a imagem da marca. Quando uma polêmica desse porte vem à tona, é necessário ter o feeling correto para que medidas possam ser tomadas rapidamente. Um dos primeiros erros cometidos pela Cervejaria Backer foi de não ter tomado uma ação imediata como, por exemplo, retirar todos os lotes de cerveja de circulação, realizando uma força tarefa, investindo em uma equipe responsável pela logística para a retirada dos produtos dos comércios. Uma das muitas críticas vindas da imprensa foi em relação à demora de uma satisfação aos consumidores e ações que deveriam ter sido tomadas de forma instantânea. As pessoas precisavam de uma resposta, sentirem-se acolhidas no meio de todo esse problema que parece estar longe do fim. A cervejaria deveria se perguntar: “como funcionam as crises nas corporações, que tipo de ações tomam?”. E correr para dar um respaldo aos seus consumidores, mostrando interesse e solidariedade — com respostas e ações mais eficazes — e não esperar a imprensa se pronunciar primeiro, piorando a situação, e deteriorando cada vez mais a imagem da empresa. Ao contratar profissionais capacitados para lidar com crises, um bom assessor de imprensa, um bom relações públicas, um time coeso de comunicação para ditar os caminhos que estão sendo tomados, investigadores próprios e divulgação de dados concretos, certamente deixariam a companhia à frente de tudo, com as rédeas do problema, mas absolutamente nada disso foi feito e estamos vendo no que deu. Não bastasse a sequência de notícias negativas veiculadas na imprensa, hoje em dia, com o uso da internet, as informações disparam em uma velocidade em que não é possível acompanhar, disseminando muita coisa positiva e verídica, mas também, muita informação negativa e equivocada, podendo piorar ainda mais a situação. Por isso, ser ágil é essencial. As empresas devem estar preparadas para qualquer situação, aprender a utilizar o marketing ao seu favor, não apenas para o lado positivo, para divulgação, mas sim, em qualquer momento, mostrando preparo e profissionalismo em crises. Assim como Philip Kotler disse... “Demora dias para se aprender marketing. Infelizmente, leva-se uma vida inteira para ser um mestre.” Para exemplificar, vamos comparar com outro caso, bastante famoso, que teve o mesmo nível de gravidade: “Tylenol 1982”. Por mais que seja um caso antigo, com bastante diferença de tecnologia e distribuição de mídias e notícias, a Johnson & Johnson, fabricante do medicamento, sofreu com problemas do mesmo nível. A empresa fora vítima de um crime, de uma sabotagem, mas, de forma rápida, tomou uma decisão correta — típica de organizações que possuem direcionamento no marketing transparente que têm enraizado o objetivo central de satisfazer e colocar seus consumidores em primeiro lugar. Dentre as diversas ações que tomaram, uma das mais importantes, foi a retirada imediata de todos os lotes de circulação, não apenas em Chicago — local onde os casos estavam acontecendo — mas sim, em todo o país, gerando bilhões de dólares em prejuízo. E houve muito mais, a empresa usou 2.500 colaboradores em uma força tarefa exclusivamente para resolver o caso; auxiliou o FBI; contratou um RP para uma comunicação mais assertiva; abriu as fábricas aos jornalistas; e o mais importante de tudo, tomou a dianteira e ASSUMIU o problema, não esperou a imprensa banhar-se em sua desgraça e sim, alimentou-os com as informações que lhes convinham. Durante o caso, a Johnson & Johnson focou apenas no problema, nas vítimas e em seus consumidores, e em encontrar uma resolução, colaborando integralmente com a polícia e com a mídia, contando com o apoio de profissionais altamente capacitados que tomaram as rédeas. Após este ocorrido, a empresa focou em melhorias no Tylenol, em novas fórmulas e embalagens, para que não pudessem ser violadas, tornando-se mais segura, e aos poucos, conseguiu recuperar a confiança dos seus consumidores. Por mais trágico que tenha sido, até hoje, pouquíssimas empresas conseguiram ter esse timing exato de resposta, junto de ações eficazes. Este caso é reconhecido como um case de sucesso no gerenciamento de crise. E deve ser seguido como um exemplo de superação e recuperação, pois conseguiu se manter firme no mercado até os dias atuais, sendo uma das marcas mais consumidas de analgésicos. A polêmica com a linha de sucos de soja ades Outro caso que repercutiu muito foi o da Unilever, que em 2013 passou por uma situação muito complicada com a sua linha de sucos de soja Ades. Segundo a revista Exame, no mês de abril daquele ano, a Unilever chegou a ser proibida pela Anvisa de fabricar, comercializar e distribuir todos os produtos da linha. Segundo a revista, “pelo menos quatorze pessoas passaram mal após consumir bebidas que estavam contaminadas com uma solução de limpeza devido a uma falha no processo de higienização”. A empresa, na época, recolheu todos os lotes. A Unilever só foi liberada para comercializar o produto novamente depois de várias inspeções e análises em suas fábricas que, por fim, constataram que a falha foi pontual. Estes casos nos mostram o quanto a transparência é essencial em um momento de crise. Que com as atitudes e o tempo de resposta correto — utilizando o marketing a seu favor — é possível, em partes, reverter a situação. Não mediram esforços para esclarecer a situação e que não tinham nada a temer nem a esconder. Em comparação ao caso da Cervejaria Backer — é claro que são empresas de ramos e portes totalmente distintos — as primeiras investigações apontaram como causa mais provável, uma sabotagem, mas, ao invés de se basear em hipóteses e de ter esperado se tornar um caso de investigação policial, com muita pressão da mídia, deveriam ter colocado todos seus esforços no ocorrido. Além de todas as ações de comunicação que já mencionei, inicialmente, deveriam ter investido em profissionais capacitados para esse tipo de situação, montando um gabinete de crise, com profissionais de diversas áreas, como químicos, juntamente com laboratórios para análises aprofundadas dos lotes, assessores e profissionais de imprensa e relações públicas e investigadores capacitados. Além de uma equipe de propaganda, com redatores, social media, focada somente em divulgar informações verídicas com o tom que a empresa precisa e na reconstrução da imagem. Tudo isso com o intuito de gerar o próprio material, com dados e relatórios concretos que poderiam, além de reduzir os ataques da imprensa e da opinião pública, auxiliar a polícia na resolução, transformando toda a exposição negativa, em positiva. E óbvio, sabemos que o custo dessa ação seria muito alto, mas muito menor perto do buraco que a empresa se enfiou e sem qualquer perspectiva de recuperação. Contudo, apesar da sequência de inúmeras falhas, se os líderes da empresa mudarem de atitude e mostrarem que estão à frente, com foco na resolução, atenção total aos consumidores, vítimas e na reconstrução da imagem, aos poucos, TALVEZ, a cervejaria poderá voltar a reconquistar seu espaço, reforçando o seu muro da credibilidade e confiança, se JÁ NÃO É TARDE DEMAIS… Escute o BoraVoar, o Podcast de vendas mais ouvido do Brasil: Você pode se interessar também: Conheça os 10 palestrantes de vendas mais famosos do Brasil Conheça Diego Maia
- Como a Inteligência Artificial está mudando o jogo para as pequenas empresas
A pedido do CDPV, Enio Moraes escreve sobre a inteligência artificial para pequenas empresas A inteligência artificial (IA) é mais frequentemente associada às grandes corporações. Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que 57% das pequenas empresas dizem desconhecer as inovações impulsionadas pela indústria 4.0. Porém, com os avanços na tecnologia, os players menores podem aproveitar o poder da IA para competir no mercado e apresentar crescimento acelerado. Simplificação das operações As pequenas empresas podem usar a IA para automatizar tarefas repetitivas e racionalizar suas operações. Os chatbots, por exemplo, alimentados por IA, podem lidar com as consultas dos clientes, liberando os funcionários para se concentrarem em tarefas mais complexas. Além disso, a IA pode ser usada para analisar dados e identificar ineficiências nos processos empresariais, permitindo que os proprietários de pequenas empresas tomem decisões baseadas em dados sobre como melhorar suas operações. Personalização da experiência do cliente A personalização é a chave para proporcionar uma grande experiência ao cliente, e a IA pode ajudar as pequenas empresas a alcançá-la em escala. Ao analisar os dados do cliente, os algoritmos de IA podem fornecer recomendações personalizadas de produtos, mensagens de marketing direcionadas e conteúdo personalizado. Isto não só melhora a Customer Experience (CX), mas também pode levar a um aumento das vendas e da fidelidade do cliente. Aumento de vendas A IA pode ser usada para identificar padrões no comportamento dos clientes e prever quais produtos ou serviços eles têm maior probabilidade de comprar. Estas informações fornecem direcionamento para esforços de marketing de forma mais eficaz e recomendam produtos que têm maior probabilidade de levar a uma venda. Além disso, a inteligência artificial pode ser usada para automatizar o processo de vendas, permitindo que as PMEs processem os pedidos com mais rapidez e eficiência. Uso de IA em setores específicos Além desses casos de uso geral, a IA está sendo aplicada em setores específicos para melhorar os resultados para pequenas empresas. Por exemplo, na saúde, a IA está aprimorando os resultados dos pacientes, analisando dados médicos e identificando padrões que podem ajudar os profissionais da saúde a fazer diagnósticos mais precisos. Na indústria de restaurantes, a ferramenta otimiza a oferta de cardápio e agiliza o processo de pedidos. Em geral, a inteligência artificial tem o potencial de transformar a forma como as pequenas empresas operam e competem na economia de hoje. Ao aproveitar o poder da IA, as PMEs podem automatizar tarefas repetitivas, personalizar as experiências dos clientes, aumentar as vendas e ganhar uma vantagem competitiva em sua área de atuação. Escute o BoraVoar, o Podcast de vendas mais ouvido do Brasil: Você pode se interessar também: Conheça os 10 palestrantes de vendas mais famosos do Brasil Conheça Diego Maia
- Nowhere Office: o modelo de trabalho do futuro
A pedido do CDPV, Pedro Signorelli escreve sobre o futuro do trabalho Após alguns anos de quarentena e de terem sido adotados de maneira ampla novos modelos de trabalho que não o exclusivamente presencial, 2023 escancara um novo desafio para as corporações: como será o modelo de trabalho agora? Presencial, híbrido, online? De acordo com uma pesquisa realizada pelo Vagas.com, 4 em cada 10 brasileiros elegeram o sistema que mescla atividades presenciais e remotas como o mais indicado para trabalhar. Números ainda indicam que três em cada quatro trabalhadores dizem que o trabalho híbrido é inegociável para eles. Ou seja, desde o momento que a pandemia da Covid-19 forçou as empresas a escolherem um novo modelo e acelerar a instauração do home-office, a aceitação e a percepção do trabalhador da melhor forma para desempenhar as funções corporativas mudaram. Com isso, outras formas vão se criando e virando tendência no mercado. Um exemplo é o chamado de “nowhere office”, que se resume em “um pouco de escritório em alguns momentos”. Criado pela pensadora Julia Hobsbawm, o termo traduz um conceito do mundo corporativo, que, segundo ela, não tem o intuito de abolir espaços corporativos, mas do fim da ideia de um modelo único para todos. Penso que, de fato, este será o modo a ser oferecido a partir de agora, que terá de ser avaliado caso a caso, função a função, identificando qual é o colaborador que precisa, necessariamente ir todos os dias ao escritório, ou aquele que pode ir com alguma outra frequência que faça sentido. Portanto, um desafio a mais a ser enfrentado pelas organizações. Quando pensamos em tipos de trabalho em que a possibilidade automação de processos é mais presente, e a presença humana é quase que dispensável, ou quando uma pessoa pode realizar todas as suas funções pela internet, ir ao escritório uma ou duas vezes no mês, para rever os amigos é interessante a adoção do nowhere office. No entanto, é impensável imaginar quando se trata de um operador de máquinas, por exemplo. Pelo menos no estágio de robotização da indústria de maneira geral. Essa discussão gira em torno também, da produtividade. Pesquisa do IDC Brasil, feita para o Workspace Google, constatou que a maioria dos colaboradores aponta melhora na produtividade com o trabalho híbrido. Das 900 pessoas entrevistadas, 44% trabalham no sistema híbrido, 29% no presencial e 27% de forma remota. Para 67% deles o trabalho em home office é melhor, pois não gastam tempo em deslocamento, 46% gostam do modelo por terem a oportunidade de passar mais tempo com as pessoas com quem moram e 31% pela flexibilidade de horários para realizar as atividades. Ou seja, temos de um lado, uma pressão vinda da base da pirâmide pedindo por "liberdade de trabalhar de onde quiser" e de outro as pessoas com responsabilidade de dar direção para o negócio, tentando chegar a uma solução. Até porque, como dizer que o resultado não veio porque o funcionário estava trabalhando em outro continente? E, por isso, que o principal fator é identificar os objetivos comuns da empresa e passá-los para os colaboradores, onde quer que estejam. Sabendo qual é a sua função e a importância dela para atingir o resultado, ele irá desempenhá-la da melhor forma possível, independentemente do local, seja em casa, no escritório, na praia, ou de onde quer que ele prefira. Neste caso, os OKRs - Objectives and Keys Results ou Objetivos e Resultados Chaves - são um caminho a ser seguido, seja para o trabalho 100% presencial, 100% remoto ou híbrido. As empresas que operam com esse modelo oferecem clareza e direção para as ações, alinhamento entre todos e foco, mitigando, inclusive, os riscos do trabalho remoto, pois traduz de maneira mais clara o propósito daquelas ações, facilitando a conexão do trabalho do dia a dia do colaborador com a estratégia da companhia. Escute o BoraVoar, o Podcast de vendas mais ouvido do Brasil: Você pode se interessar também: Conheça os 10 palestrantes de vendas mais famosos do Brasil Conheça Diego Maia
- O desafio de contratar bons profissionais
A pedido do CDPV, Ana Paula Prado escreve sobre as transformações no mercado de trabalho e como elas impactam as contratações Contratar pessoas qualificadas sempre foi uma tarefa desafiadora. No entanto, com as mudanças da sociedade nos últimos anos, o mercado de trabalho passou por transformações aceleradas e por consequência, o comportamento dos profissionais foi afetado. Selecionar talentos e retê-los em uma empresa tornou-se uma missão cada vez mais complicada. Muito disso ainda é reflexo da pandemia, período que o Brasil atingiu a 4ª maior taxa de desemprego do mundo, e fez com que muitos repensassem suas carreiras. Além disso, a taxa de demissões voluntárias cresceu, principalmente porque as pessoas começaram a se colocar como protagonistas da própria vida. Como 85% das empresas do país adotaram o trabalho remoto no período, segundo a Korn Ferry, profissionais conheceram os benefícios e alguns decidiram não abrir mão da qualidade de vida. Com isso, a possibilidade de voltar 100% ao escritório causa pavor, principalmente entre jovens de 18 e 24 anos, que consideram demissão, caso aconteça, de acordo com o ADP Research Institute. Além disso, precisamos considerar três fatores principais que interferem na contratação: inflação, que tem uma estimativa de crescimento de 5,74% em 2023; índice de escassez de profissionais capacitados, que chegou a 81% no ano passado, superando a média global, conforme dados do ManpowerGroup e restrições globais de fornecimento, que têm a previsão de durar por ainda mais tempo. Como contratar e reter bons profissionais Em um pesquisa realizada em abril do ano passado pelo Infojobs, com a participação de cerca de 500 profissionais, homens e mulheres, de 20 a 45 anos, percebemos que 70,2% dos profissionais acreditam que a reputação da marca diante dos funcionários é um fator importante ou muito importante ao aceitar uma proposta de emprego. Porém, ao se candidatar a uma vaga, 43,2% dos entrevistados consideram o plano de carreira. E salário e benefícios em seguida, com 32,6% dos votos. Em relação ao que mais causa desistência, a pesquisa apontou que 35,7% abrem mão em razão da divergências de informações entre a proposta e o contato com o recrutador. O salário incompatível com o mercado também aparece como motivo, com 31,4% das respostas. São as pessoas que representam a marca e que trabalham para que a empresa atinja todos os seus objetivos. Levando isso em conta, fica claro que flexibilidade, bem-estar, propósito compartilhado e experiência são prioridades máximas. E o trabalho do profissional de RH é fundamental para isso. É necessário criar uma equipe focada no futuro, orientada para a tecnologia, operacionalmente capaz e financeiramente disciplinada para executar a função de RH. O líder de recursos humanos deve ter foco na eficácia e design organizacional com a gestão de mudanças, principalmente implementar melhores processos de recrutamento. Para ter ideia, 43,8% dos entrevistados dizem que a falta de feedback é o principal fator negativo durante o recrutamento e isso precisa ser melhorado. Devemos estar alinhados com as necessidades da sociedade, dos novos talentos e as formas de promover valor, ou seja, é preciso observar e transformar, pensando nos desafios de contratação e retenção. Minha dica é ficar de olho nas três principais tendências de 2023: cultura organizacional, modelo organizacional e gestão e desenvolvimento de habilidades e competências críticas. Escute o BoraVoar, o Podcast de vendas mais ouvido do Brasil: Você pode se interessar também: Conheça os 10 palestrantes de vendas mais famosos do Brasil Conheça Diego Maia












