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  • Alimentos e presentes pressionam inflação do Natal

    É o que revela pesquisa da Fundação Getúlio Vargas. Resultado é inferior ao ano passado A inflação do Natal deste ano (2021) mostrou variação de 5,39% no acumulado dos últimos 12 meses, de acordo com dados divulgados na segunda-feira, 13 de dezembro, no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas (FGV). Ela ficou abaixo da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da FGV, (9,88%) de dezembro de 2020 até novembro deste ano. Embora o resultado seja inferior ao apurado no mesmo período do ano passado, quando atingiu 13,51%, ele superou o de anos anteriores: 3,81% em 2019; 3,37% em 2018; e -2,30%, em 2017. Segundo Matheus Peçanha, economista do Ibre e responsável pela pesquisa, o fator que mais puxou a inflação foi o aumento dos alimentos, com variação média de 7,93%, apesar de ter ficado bem menor do que no mesmo período do ano anterior (28,61%). Nos últimos 12 meses, o frango inteiro, por exemplo, subiu 24,28%, liderando a lista dos itens que mais pressionam o bolso do consumidor. Em seguida, aparecem ovos (17,79%), azeitona (15,13%), carnes bovinas (14,72%), farinha de trigo (13,70%) e azeite (13,26%). No sentido inverso, houve queda nos preços do arroz (-8,27%) e do pernil suíno (-1,27%). Peçanha lembrou que os problemas nos custos de produção, “que sofremos desde o ano passado, com secas, geadas, alta nos preços dos combustíveis e energia elétrica, ainda se fazem sentir, sobretudo, nas proteínas. O câmbio alto, favorecendo a exportação das carnes, também contribuiu para manter os preços das proteínas em alta”. Ele disse, entretanto, que o retorno gradual das chuvas já tem normalizado a dinâmica de diversos preços de alimentos como arroz, frutas, hortaliças e legumes. Presentes para o fim de ano Em relação aos presentes para o fim de ano, o economista destacou que quem não antecipou as compras durante a Black Friday, em novembro, vai desembolsar neste Natal um pouco mais do que no ano passado. A média da variação de preços dos presentes mais procurados ficou em 3,39%, ante 1,39% de 2020, 1,28% em 2019, 1,71% em 2018 e 1,02% em 2017. Vestuário (4,80%), acessórios (2,57%), recreação e cultura (2,13%) e eletrodomésticos e eletrônicos (1,73%) foram os segmentos que mais subiram. Peçanha alertou que os produtos que mais variaram também são os de menor valor. Por isso, recomendou que o consumidor deve ter cautela ao gastar, uma vez que o mercado de trabalho apresenta desemprego e renda reprimida e o cenário no país ainda é de incertezas elevadas. O economista avaliou que o momento é de retorno gradual, “ainda que a variante Ômicron já esteja no radar, e é natural ver o movimento da população de realizar um consumo que foi frustrado nessa mesma época do ano passado, mesmo com um cenário de emprego e renda não convidativos. É importante ter cautela, planejar bem o consumo e usar o crédito de modo responsável”, reforçou. Ele recomendou que, para economizar, o consumidor deve pesquisar muito. “Hoje, a tecnologia facilita muito isso com buscadores de ofertas. Vale aproveitar descontos e, de repente, juntar com familiares, amigos ou vizinhos para fazer compras em quantidade e ganhar desconto no atacado”, finalizou. *Fonte: Agência Brasil

  • Desoneração da folha para 17 setores é prorrogada até 2023

    Medida encerraria em 31 de dezembro. Pedidos para inclusão de setores como indústria naval e turismo foram rejeitados O Plenário do Senado aprovou na quinta-feira, 9 de dezembro de 2021, o projeto de lei que prorroga por dois anos a desoneração da folha de pagamento para 17 setores da economia (PL 2.541/2021). A medida, que se encerraria no fim do ano, valerá até o fim de 2023. O texto vai agora para sanção presidencial. O projeto foi aprovado no mesmo formato como veio da Câmara dos Deputados, sem nenhuma alteração. O relator, senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), rejeitou pedidos dos senadores para incluir setores não contemplados, como a indústria naval e o turismo. Ele alegou a necessidade de garantir a renovação do instrumento antes do fim do ano — se o Senado tivesse feito mudanças, o texto voltaria para a Câmara. "Estamos diante da iniquidade temporal. Estamos para ver exauridas as condições. O dia 31 de dezembro é o prazo fatal. Aqui poderíamos e haveríamos de fazer, no reconhecimento a essas demandas, as inserções de outros setores", disse Veneziano, assumindo o compromisso de apresentar uma proposição futura incluindo mais ramos da economia. A desoneração da folha é um mecanismo que permite às empresas dos setores beneficiados pagarem alíquotas de 1% a 4,5% sobre a receita bruta, em vez de 20% sobre a folha de salários. Essa permissão foi introduzida há 10 anos e há pelo menos oito já alcança todos os setores hoje incluídos. Pela legislação atual (Lei 12.546, de 2011), ela se esgotaria em 31 de dezembro deste ano. Os setores alcançados pela medida são: calçados, call center, comunicação, confecção/vestuário, construção civil, empresas de construção e obras de infraestrutura, couro, fabricação de veículos e carroçarias, máquinas e equipamentos, proteína animal, têxtil, TI (tecnologia da informação), TIC (tecnologia de comunicação), projeto de circuitos integrados, transporte metroferroviário de passageiros, transporte rodoviário coletivo e transporte rodoviário de cargas. Como forma de compensação pela prorrogação da desoneração, o projeto também aumenta em 1% a alíquota da Cofins-Importação. Segundo Veneziano, essa providência vai garantir um saldo fiscal positivo de cerca de R$ 2,5 bilhões. Outra regra do projeto aprovado é que o Executivo deverá estabelecer mecanismos permanentes de avaliação da efetividade da política de desoneração da folha de pagamento. Durante a discussão da proposta, senadores criticaram as sucessivas prorrogações da desoneração da folha. Para eles, o ideal seria a promoção de uma reforma tributária que melhorasse as condições para as empresas de forma permanente. O senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO) parabenizou Veneziano pelo trabalho, mas questionou o impacto das desonerações temporárias sobre o planejamento das empresas. "[Esses setores] são competitivos só durante o período da desoneração? E depois, como é que fica? O debate da reforma tributária tem que ser feito. Nós temos que levantar essa discussão e definir qual é a alíquota justa, qual é a contribuição justa para que os setores que mais empregam, que mais geram riqueza neste país, possam ser mais competitivos. José Aníbal (PSDB-SP) rebateu o argumento de que a política de desoneração da folha gera empregos e promove a competitividade, criticando a ausência de estudos cuidadosos sobre o impacto dela sobre as contas públicas. "Eu discordo de continuar com esse procedimento de prorrogações sucessivas. Os discursos se voltam, sobretudo, para os benefícios. E os custos? Esses custos privam o Estado brasileiro de fazer investimentos. Cadê a avaliação?", disse José Aníbal. O senador Esperidião Amin (PP-SC) também chamou atenção para a necessidade de se avaliar a efetividade da medida, e elogiou a inclusão do dispositivo que exige do Executivo essa providência. *Fonte: Agência Senado

  • Energias solar e eólica geram empregos e aumentam procura por cursos

    Até setembro deste ano, o SENAI formou 2,3 mil alunos em sistemas fotovoltaicos e 1,1 mil em energia eólica. Brasil está entre os maiores mercados, com milhares de postos de trabalho Aumento no preço da conta de luz, compromisso internacional de ampliar o uso de fontes de energia renováveis, difusão de novas tecnologias e investimentos bilionários. Juntos, esses fatores têm impulsionado a energia de fontes solar e eólica no Brasil e, consequentemente, gerado oportunidades de negócio e de emprego. De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar (ABSOLAR), o setor já gerou mais de 347 mil postos de trabalho desde 2012. No ano passado, mesmo com a pandemia, 86 mil novos empregos ligados à produção e distribuição de energia elétrica a partir do calor e da luz do sol foram criados. Neste ano, o país ultrapassou a marca histórica de 12 GW de potência operacional, incluindo usinas de grande porte e sistemas de pequeno e médio portes instalados em telhados, fachadas e terrenos; e a tendência é de expansão. De olho na demanda por especialistas, mais pessoas têm procurado cursos da área no Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI). A qualificação de eletricista de sistemas fotovoltaicos, por exemplo, é rápida, de cerca de 160 horas – pouco mais de um mês. Mais de 2,7 mil matrículas em cursos de sistemas fotovoltaicos Antes da pandemia, o número de matrículas vinha numa crescente, chegando a 3.327 concluintes em 2019. No ano passado, houve uma queda, mas ainda assim 1.645 alunos passaram pela capacitação. E 2021 já registra alta procura: até outubro, foram 2.709 inscritos. Um estado que registrou um boom de matrículas foi o Distrito Federal – vale destacar que Brasília ocupa o segundo lugar no ranking municipal de potência instalada. O número de alunos passou de 64 em 2019 para 244 em 2020 e até outubro deste ano já eram 500 eletricistas formados na área. Esses profissionais têm competência para dimensionar cargas e utilizar equipamentos específicos, instalar os sistemas fotovoltaicos, além de montar e reparar instalações e equipamentos auxiliares em residências, estabelecimentos industriais, comerciais e de serviços. Os cursos de sistemas fotovoltaicos estão dentro de um portfólio ainda maior de energias renováveis. De janeiro a outubro, esses cursos, que vão da iniciação profissional e aprendizagem ao técnico, aperfeiçoamento e pós-graduação, registraram 17 mil matrículas. Nordeste lidera na geração de energia eólica Outra fonte de energia que tem colocado o Brasil entre os mercados com maior crescimento é a eólica. Segundo o Conselho Global de Energia Eólica (GWEC), em 2020, o país tinha aproximadamente 260 mil trabalhadores no setor e serão 3,3 milhões de novos empregos globalmente nos próximos cinco anos, sendo a maioria na China, EUA, Índia, Alemanha, Reino Unido, Brasil, França, Suécia, Espanha, África do Sul e Taiwan. O Nordeste concentra quase 90% da capacidade eólica instalada no país, com o Rio Grande do Norte, a Bahia e o Ceará na liderança. Os dados são de junho de 2020 da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Reflexo dessa concentração está no número de matrículas dos cursos de energia eólica: das 1.323 registradas pelo SENAI até outubro deste ano, 1.164 (ou seja, 88%) são no estado do Rio Grande do Norte. Fontes renováveis Segundo o relatório síntese do Balanço Energético Nacional (BEN 2021), publicado pela EPE, 84,8% da oferta interna de energia elétrica do país em 2020 foi de fontes renováveis. Hidráulica (65,2%) aparece em primeiro lugar, junto a biomassa (9,1%), eólica (8,8%) e solar (1,7%). Desde 2015, a participação de renováveis na geração de energia no Brasil tem crescido. O maior destaque nos últimos anos vem dos ventos. De acordo com a EPE, cerca de 1.065 GWh adicionais de energia em 2020 em relação a 2019 se devem à evolução da geração eólica, com sucessivos incrementos ao longo dos anos. Outra boa notícia para quem deseja trabalhar na área de energias renováveis são os salários. Estudo da Agência Alemã de Cooperação Técnica GIZ (Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit) mostra que mais de 21% dos profissionais recebem acima de três salários-mínimos, e 19,4 % recebem acima de cinco salários-mínimos. *Fonte: Agência de Notícias da Indústria

  • Pequenos negócios geraram quase 80% das vagas de trabalho em outubro

    Levantamento é do Sebrae, com base em dados do Caged, aponta importância dos microempreendedores na empregabilidade Com a abertura de 201,7 mil novos postos de trabalho, as micro e pequenas empresas foram as responsáveis por 79,7% das 253 mil vagas criadas no mês de outubro. O levantamento é do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Nos meses anteriores, segundo o Sebrae, esse percentual girava em torno de 70%. Segundo o presidente do Sebrae, Carlos Melles, mesmo com a nova metodologia adotada pelo Caged, as micro e pequenas empresas (MPE) mantiveram o bom desempenho apresentado desde a retomada da geração de empregos no país. “Mesmo com um quantitativo menor do que o observado nos últimos meses, devido à mudança de metodologia, os pequenos negócios são os que mais têm ajudado no aumento da criação dos novos postos de trabalho no país. São eles os grandes responsáveis pelo sustento de milhões de famílias brasileiras”, ressaltou Melles, em nota. No acumulado do ano, 72,7% das vagas criadas entre os meses de janeiro e outubro são dos pequenos negócios. No total, foram gerados, no Brasil, 2,6 milhões de empregos, sendo que as micro e pequenas empresas são responsáveis por 1,9 milhão. “No mês de outubro, o acumulado de vagas criadas pelas MPE cresceu de cerca 1,8 milhão para 1,9 milhão, enquanto nas médias e grandes, o incremento foi de apenas 3 mil vagas, passando de 587,7 mil para 590,7 mil”, observou o presidente do Sebrae. Setores Quando analisada a geração de empregos por setor, no mês de outubro, as micro e pequenas empresas do segmento de serviços foram as que mais criaram vagas (87,5 mil), como vem ocorrendo nos últimos meses. Em segundo lugar ficaram as empresas do comércio, com 61,3 mil novos postos de trabalho, seguidas pelas da indústria de transformação (28,4 mil) e construção civil (22,6 mil). Já os pequenos negócios da agropecuária apresentaram saldo negativo de 1.153 vagas. Ao analisar as empresas de médio e grande porte, no mesmo período, dos principais setores monitorados, três apresentaram saldo negativo. Construção, com fechamento de 6,7 mil vagas, seguida pela agropecuária (- 2,3 mil) e indústria de transformação (- 81). Nesse segmento, o setor de serviços apresentou incremento de 53,9 mil vagas e o comércio, de 7,1 mil novos postos. *Fonte: Agência Brasil Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Atuamos em todos os estados brasileiros e falamos a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização.

  • Mercado financeiro projeta inflação em 10,18% para este ano

    Previsão para o crescimento do PIB cai de 4,78% para 4,71% A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, subiu de 10,15% para 10,18% neste ano. Essa foi a 35ª elevação consecutiva da projeção. A estimativa está no Boletim Focus de hoje (6), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), em Brasília, com a expectativa das instituições para os principais indicadores econômicos. Para 2022, a estimativa de inflação subiu de 5% para 5,02%. Para 2023, a previsão passou de 3,42% para 3,50% e para 2024 foi mantida em 3,10%. A previsão para 2021 está acima da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,25% e o superior de 5,25%. Para 2022 e 2023, as metas são 3,5% e 3,25%, respectivamente, também com intervalo de tolerância 1,5 ponto percentual. Taxa de juros Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 7,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Na última reunião do Copom deste ano, marcada para amanhã e quarta-feira (8), a previsão do mercado financeiro é que a Selic suba para 9,25% ao ano. Para o fim de 2022, a estimativa é de que a taxa básica chegue a 11,25% ao ano. E para 2023 e 2024, a previsão é de Selic em 8% ao ano (a previsão da semana passada era 7,75% ao ano) e 7% ao ano, respectivamente. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Além disso, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. PIB e câmbio As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a projeção para o crescimento da economia brasileira este ano de 4,78% para 4,71%. Para 2022, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) - a soma de todos os bens e serviços produzidos no país - é de crescimento de 0,51%. Na semana passada, a estimativa de expansão era de 0,58%. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro projeta expansão do PIB de 1,95% e 2,10%, respectivamente. A expectativa para a cotação do dólar subiu de R$ 5,50 de R$ 5,56 para o final deste ano. Para o fim de 2022, a previsão passou de R$ 5,50 para R$ 5,55. Fonte: Agência Brasil Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Atuamos em todos os estados brasileiros e falamos a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização.

  • Uma reforma à espera do Congresso

    Elogiada por especialistas e apoiada por diversos setores, a PEC 110 pode melhorar significativamente o sistema tributário brasileiro, mas sua tramitação pouco avança no Senado Emperrada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e com chances concretas de não ver sua tramitação avançar neste ano, a Proposta de Emenda à Constituição 110, relatada pelo senador Roberto Rocha (PSDB-MA), é considerada por especialistas o melhor texto em discussão para fechar o manicômio tributário brasileiro. A proposta em análise é fruto de um longo debate feito entre deputados e senadores. Antes da pandemia do novo coronavírus, tramitava no Senado a PEC 110, elaborada pelo ex-deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), e, na Câmara, a PEC 45, advinda dos estudos feitos pelo atual diretor do Centro de Cidadania Fiscal (CCiF), Bernard Appy. Para evitar conflitos políticos e amenizar obstáculos causados por disputas de protagonismo, optou-se pela formação de uma comissão conjunta para elaborar um texto de consenso. O resultado é o atual relatório do senador Roberto Rocha. “Este texto é ótimo. Ele corrige 95% das distorções do sistema tributário brasileiro”, afirma a coordenadora do núcleo tributário e dos cursos de pós-graduação em Direito do Insper, Vanessa Canado. “Os principais pontos estão ali: a unificação das alíquotas; a decisão de encaminhar por lei complementar a tributação de setores específicos, como saúde; o princípio da regressividade dos tributos; a isenção dos bens de capital; e o fato de não tratar de forma diferenciada a economia digital”, enumera a especialista. Ex-integrante da equipe econômica do governo federal, Vanessa teme que questões externas ao debate tributário paralisem uma construção que foi demorada e que pode representar um salto de qualidade para o Brasil. Até meados de novembro, a pauta da Comissão de Constituição e Justiça do Senado estava bloqueada devido ao impasse em torno da indicação de André Mendonça para a vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). O sucesso das negociações políticas assegurou apoio inédito de diversos setores econômicos e agentes públicos. No início de agosto, foi entregue um manifesto ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), assinado pelas seguintes entidades: Confederação Nacional da Indústria (CNI); Comitê Nacional dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz); Sindifisco Nacional; Federação Brasileira de Associações de Fiscais de Tributos Estaduais (Febrafite); Federação Nacional dos Auditores e Fiscais de Tributos Municipais (Fenafim); Centro de Cidadania Fiscal (CCiF); Destrava Brasil; movimento Pra Ser Justo; e o Centro de Liderança Pública (CLP). As notas oficiais de apoio se empilharam na mesa do presidente do Senado. “Por entender que o país não pode prescindir da reforma ora proposta e tampouco se dar ao luxo de desperdiçar a inédita convergência arduamente construída entre os entes federados e entre estes e a sociedade civil, o Comsefaz reafirma o seu integral apoio à PEC 110/2019”, afirmou a entidade que congrega os secretários de Fazenda estaduais. Os municípios seguiram a mesma linha. “Os prefeitos do Brasil reafirmam seu engajamento em favor de uma Reforma Tributária Ampla do Consumo e estarão vigilantes com o compromisso do Congresso Nacional de ouvir as demandas do movimento municipalista e manter os avanços alcançados até aqui”, endossou a Confederação Nacional dos Municípios (CNM). Para o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, as mudanças que constam na PEC tornariam as empresas brasileiras mais competitivas tanto na exportação quanto na concorrência no mercado brasileiro com produtos importados. “Apoiamos a PEC 110. Ela trata de uma reforma tributária ampla, que vai resolver grande parte dos atuais problemas do sistema de tributação sobre o consumo”, elogia Andrade. Justiça tributária Um dos mentores da PEC 45, Bernard Appy acredita que a proposta em debate no Congresso é precisa e muito eficaz ao tratar dos nós tributários brasileiros. “A proposta gera crescimento econômico, simplifica a burocracia tributária, elimina a cumulatividade, reduz o excesso de benefícios fiscais e promove um efeito distributivo”, diz Appy. A projeção dos especialistas é de que, em 15 anos, essas propostas tenham um impacto positivo de 20% no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. A taxação mais justa fica evidente graças ao alívio que a PEC proporciona aos pobres, já que o texto diminui a tributação sobre o consumo. “A proposta também traz pontos positivos para as empresas, o que auxilia a geração de empregos. Para a indústria, também é uma boa saída, especialmente pela questão do fim da cumulatividade”, acrescenta Appy. Economista e especialista em finanças públicas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), Sérgio Gobetti lembra que, em um sistema mais transparente, a formação dos preços é mais favorável ao consumidor, o que torna os produtos mais baratos. Gobetti reconhece que algumas cidades, especialmente as grandes capitais, como São Paulo e Rio de Janeiro, têm razão em protestar neste momento por se sentirem prejudicadas pelo novo desenho tributário. “Mas a maior parte das demais capitais ganha, o que confere um senso de justiça fiscal. Além disso, essas perdas tendem a ser compensadas pelo prazo de transição até a entrada em vigor do novo modelo tributário”, pondera Gobetti. Ele estima que a situação econômica de 86% das cidades brasileiras vá melhorar caso a PEC 110 seja aprovada. * Fonte: Agência de Notícias da Indústria Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Atuamos em todos os estados brasileiros e falamos a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização.

  • Para colorir a magia da confraternização

    Psicóloga Beatriz Breves traz uma mensagem especial sobre os sentimentos e o valor do amor para o fim de ano Em tempos de final de ano, o amor convocou todos os sentimentos para juntos decidirem como cada um iria participar dos festejos. De pronto a alegria se declarou companheira da felicidade. Até porque, juntas, alegram os corações e iluminam os sorrisos. — “Ah! Ah! Ah!” — diversas gargalhadas podiam ser ouvidas ao longe. Era a vaidade debochando da alegria e da felicidade, no instante em que se declarava parceira da arrogância. A discórdia rapidamente convidou a desarmonia, muito amiga da raiva que já tinha se acertado com o pessimismo. Resolveram formar um quarteto. A tristeza se uniu à solidão, a compaixão ao perdão, a saudade à nostalgia e a frustração ao mau-humor. E, assim, os sentimentos foram se unindo. O aconchego se uniu ao carinho, a amizade à generosidade, a angústia à ansiedade, o apego à carência, o desânimo ao desgosto, o egoísmo ao orgulho, a esperança à fé, a humilhação à vingança, a paixão à união, a piedade à solidariedade, a timidez à vergonha e tantos outros se uniram. Pouco a pouco, foram formando duplas, trios, quartetos, etc. Estava um verdadeiro alvoroço, todos buscavam companhia. Todavia, como sempre há o estraga-prazeres, a indiferença, contrariando o grupo, se recusava a ir com quem quer que fosse. Afinal, a indiferença é o único sentimento que verdadeiramente não aceita nenhum vínculo. Assim, criou-se um impasse a ser resolvido pela conciliação e sabedoria que, após muito sentir, concluíram que a indiferença poderia, sim, ir sozinha, afinal, se ela não era capaz de se vincular a ninguém, deveria ser respeitada na sua forma de ser. Contudo, receosas de que ela mais uma vez pudesse ser um estraga-prazeres, foi imposta uma condição: “Você pode ir só, desde que permaneça o tempo todo voltado para o celular e não converse com ninguém”. A indiferença, demonstrando indiferença, aceitou a condição. Então, quando nos festejos de final de ano você encontrar pessoas esperançosas, sorridentes e alegres; apaixonadas, unidas e solidárias; sem falar das que estão se sentindo tristes, solitárias e desanimadas; e, ainda, as que estão mal-humoradas, raivosas e indiferentes ao celular; lembre-se de que elas, assim como todas as demais, estão tocadas pelos sentimentos convocados pelo amor. O sentimento que está sempre pronto a acolher todos para, assim, colorir a magia da confraternização. Boas Festas e um Feliz Ano Novo! * Beatriz Breves é psicóloga, escritora, bacharel e licenciada em Física. Presidente, membro efetivo e fundador da Sociedade da Ciência do Sentir (SoCis). Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Atuamos em todos os estados brasileiros e falamos a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização.

  • Vendas de Natal: confira 10 dicas para preparar seu varejo

    Festas de fim de ano trazem muitas oportunidades de negócios. Veja como deixar sua equipe pronta para bater as metas O Natal é uma das épocas mais esperadas pelos lojistas. A data sazonal é uma das que mais geram vendas no ano e a expectativa para 2021 é de que sejam movimentados R$ 34,3 bilhões só no comércio varejista, um aumento de 4,3% em relação ao ano passado, segundo dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Mas a perspectiva de boas vendas pode ser frustrada caso os lojistas não se prepararem para esse momento. Equipes comerciais desatualizadas, sem um bom treinamento de vendas, falta de pessoal, falta de planejamento, entre outros problemas podem atrapalhar na hora de aproveitar a data. Para ajudar na preparação dos varejistas para esse período que se aproxima, preparamos uma lista com 10 dicas sobre como se preparar para as vendas de Natal. Aproveite. 1 - Avalie se sua equipe dá conta da demanda 2 - Contrate vendedores temporários 3 - Faça um treinamento de vendas 4 - Decore sua loja com temas natalinos 5 - Avalie as tendências 6 - Garanta que terá o estoque necessário 7 - Evite ter estoque em excesso de produtos que podem encalhar 8 - Se você produz, não subestime um produto 9 - Se prepare para imprevistos 10 - Tenha forte presença digital 1 - Avalie se sua equipe dá conta da demanda Você tem uma equipe de vendedores na sua loja que dá conta do recado no dia a dia, principalmente com a queda do movimento devido a pandemia e as compras online. Isso é ótimo, mas não significa que esses mesmos colaboradores serão suficientes para atuar em uma época como o Natal. Faça uma avaliação do movimento esperado e veja se a equipe que você tem conseguirá suprir as necessidades com o aumento da circulação de pessoas. Lembre que depois de um Natal de isolamento, como em 2020, e o avanço da vacinação, muitas pessoas podem voltar a circular, sedentas por fazer compras para as celebrações de fim de ano. 2 - Contrate vendedores temporários Se fez a avaliação do time e constatou que precisará de mais pessoas para dar conta, você pode apostar na contratação de funcionários temporários. Essa é uma tradição do final do ano que, além de ajudar muitas pessoas que estão desempregadas, é necessária para que os comércios consigam dar conta do aumento no movimento. Você pode conferir o nosso conteúdo com dicas de como contratar vendedores e representantes comerciais para fazer essa seleção. 3 - Faça um treinamento de vendas As vendas de Natal e fim de ano possuem suas próprias características, portanto é importante levar isso em consideração ao trabalhar a forma como a equipe atuará nesse período. Oferecer um treinamento e uma palestra de vendas com foco nessas datas pode ser uma boa alternativa para ter tudo bem preparado. Uma empresa com muitos colaboradores pode organizar por conta própria um evento com um palestrante de vendas experiente, seja ele online ou presencial. Mas essas palestras também podem ser contratadas por entidades como Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) ou por shopping centers e englobar as equipes de lojas menores em um mesmo evento. O palestrante motivacional de vendas Diego Maia realiza tanto treinamentos in company, ou seja, dentro das empresas, quanto abertos para o público. Considerado um dos 10 melhores do Brasil, ele possui um conteúdo profundo e adaptável, que pode ser moldado para todos os tipos de situações, inclusive com foco nas vendas de Natal e fim de ano. Ouça uma edição do podcast inspiracional e motivacional de Diego Maia, um dos 10 melhores sobre vendas, empreendedorismo e negócios: 4 - Decore sua loja com temas natalinos É meio óbvio, mas é importante lembrar a importância de levar o clima da data para dentro da sua loja. Os clientes que saem de casa para fazer compras para as festas de fim de ano já esperam ver as decorações e certamente se sentirão mais imbuídos do sentimento. Claro, essa decoração precisa fazer sentido com a identidade da sua marca. 5 - Avalie as tendências O que está em alta no seu segmento? O que o tipo de loja que você possui pode oferecer que é interessante para o Natal e o ano novo? Quais são as novidades e as tendências? Todas essas perguntas devem ser respondidas para se preparar para as vendas de Natal e ano novo. Há os produtos tradicionais, mas lembre-se que presentes, principalmente, dependem muito do que está em alta. 6 - Garanta que terá o estoque necessário Essa é outra questão importante. Se a expectativa é de um alto volume de vendas, vá atrás dos fornecedores para ter um estoque suficiente para dar conta da demanda e não ficar sem produtos cedo demais. E é sempre bom lembrar que muitas pessoas deixam as compras para a última hora, ou seja, é bom ter um planejamento para ter estoque na última semana antes do Natal e não perder vendas. 7 - Evite ter estoque em excesso de produtos que podem encalhar Mas cuidado. Existem produtos muito específicos voltados para as datas de final de ano que, se comprados em excesso, podem encalhar. Avalie sempre as quantidades para ter um volume suficiente para atender a demanda, mas não exagerado para ficar com itens que não venderão depois. E, pior ainda, nem sequer poderão ser revendidos mais tarde. Um exemplo são camisetas com referência ao ano novo. 8 - Se você produz, não subestime um produto Em 1996 a Disney, a Mattel e a Hasbro cometeram um grande erro que custou milhões de dólares para as companhias. Naquele ano a gigante do entretenimento lançou Toy Story, mas não acreditava que seu sucesso seria grande. As gigantes do mercado de brinquedos também não acreditaram e recusaram a proposta de serem responsáveis pela linha de bonecos da animação. O problema é que o filme se tornou um dos maiores sucessos daquele ano e o boneco do Buzz Lightyear virou febre para o Natal. Só que a fabricação ficou a cargo de uma empresa muito menor, que não dava conta da demanda. O resultado foi uma perda de milhões de dólares. Isso é uma lição para quem produz: não subestime o poder de um produto. Observe as tendências, faça pesquisas e se baseie em dados para não errar e perder um grande negócio. 9 - Se prepare para imprevistos Imprevistos acontecem, mas ter um plano de ação para enfrentá-los pode ajudar a passar por eles sem grandes problemas. É como diz o ditado, é melhor prevenir do que remediar. Problemas de logística, seja para receber produtos ou para entregá-los, no sistema da loja e até falta de papel de presente são algumas das coisas para as quais é importante ter um plano de ação caso ocorram. 10 - Tenha forte presença digital A digitalização é um caminho sem volta. Mesmo com o afrouxamento das regras de distanciamento nesse Natal e ano novo, muitos clientes devem seguir com a preferência pelas compras online. Então é importante ter uma boa presença digital, com um trabalho forte nas redes sociais, tanto para a divulgação da loja quanto para a comercialização pelos canais virtuais. Gostou das dicas? Se você quiser saber mais sobre como treinar uma equipe de vendas, seja com foco em datas especiais ou para manter seu time qualificado, confira como contratar uma palestra de Diego Maia. Fundador e CEO do CDPV - Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas, Diego tem diversas opções de treinamentos para times comerciais. Se você quiser manter seus vendedores sempre atualizados, pode conferir também a Academia de Vendas, uma plataforma online que oferece formação continuada, com as mais modernas técnicas e MasterClasses com grandes nomes do mercado. Toda semana são disponibilizadas aulas novas. Talvez você se interesse por estes conteúdos: Para o Google, Diego Maia é um dos 10 melhores palestrantes de vendas do país. Como contratar um palestrante de vendas que traga resultados para sua equipe Como treinar vendedores – 4 tipos de treinamento de vendas

  • Raoni Herrero, do Hotel Urbano, acredita que vendedores devem ser guias do cliente

    Para o Gestor Comercial, enxergar e entender as necessidades para oferecer boas soluções é fundamental em vendas Uma visão ultrapassada no ramo de vendas é a de que os profissionais precisam ‘vencer’ os seus clientes em uma negociação. Afinal, é uma troca, uma parceria onde um oferece a solução do problema do outro. Isso se encaixa na visão que o Gestor Comercial do Hotel Urbano, Raoni Herrero tem de que “o cliente não pode ser uma vítima da sua venda, ele tem que ser o protagonista da solução”. Herrero foi um dos convidados especiais da parte dois do podcast BóraVoar, do palestrante de vendas Diego Maia, com o tema Sou de Vendas com Orgulho. Venda para mim é a capacidade cirúrgica de enxergar necessidades e ser o maior especialista sobre o seu produto. - Raoni Herrero Herrero, que já foi aluno de Diego Maia, apresentou insights interessantes para quem trabalha com vendas ao longo do bate-papo, com uma visão humanizada da profissão. Entre os tópicos abordados, ele destacou que venda é mais que o lucro, mas também entregar boas soluções, que a diferenciação vem da especialidade e ressaltou como conhecer o cliente faz muita diferença no dia a dia. Confira a entrevista na íntegra. Diego Maia - Raoni, você que atua como Gestor Comercial do Hotel Urbano, o que é vender para você e, é claro, com o viés do seu segmento, que é o universo de turismo? Raoni Herrero - No sentido amplo da palavra, não gosto de enxergar como uma ação fim, um resultado, um lucro ou qualquer outra coisa que remeta à própria vantagem. Venda para mim é a capacidade cirúrgica de enxergar necessidades e ser o maior especialista sobre o seu produto, a ponto de entregar a melhor solução possível. Então, basicamente para mim é isso. Você vai se diferenciar de fato quando sua própria família e amigos acreditarem genuinamente que seu produto vale a pena. - Raoni Herrero Diego Maia - O que um profissional pode fazer, deve fazer, para se diferenciar nesse mundo de pessoas iguais, que tiveram formações parecidas, experiências parecidas, é tudo muito parecido. O que ele deve fazer para se diferenciar, Raoni? Raoni Herrero - Sem dúvida é ser o maior especialista e conhecer tanto o seu produto a ponto de atrair atenções toda vez que você for falar dele. Você vai se diferenciar de fato quando sua própria família e amigos acreditarem genuinamente que seu produto vale a pena e ele representa uma solução, ou uma realização, de uma necessidade. Diego Maia - Agora me fala aqui, estou perguntando para os meus convidados hoje, qual é a sua técnica de vendas favorita? Compartilha com a gente. Raoni Herrero - Diego, sorrir com os olhos. Conhecer o cliente antes de tentar vender um produto. Se tornar um ponto de equilíbrio em um ambiente que muitas vezes pode ser visto como predatório para o cliente. O cliente não pode ser uma vítima da sua venda, ele tem que ser o protagonista da solução e você tem que ser o guia. Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • O poder transformador do Brand Health para o ecossistema de relacionamento da marca

    Artigo aborda a importância de trabalhar a saúde de marca para o ecossistema de relacionamento com os stakeholders Decisões estratégicas devem ser tomadas a partir de avaliações criteriosas. Na área de marketing, muitas vezes, os índices são projetados de forma subjetiva e este é um grande erro. Ainda mais quando se trata de trabalhar a marca, seu posicionamento, valor, potencial e sua representatividade, ou seja, o “Brand Equity”, mesmo compreendendo suas características inerentes a um ativo inatingível. É justamente nessa convergência que entra a importância dos estudos científicos, pesquisas de mercado, que devem ser utilizados para obter conhecimentos aprofundados sobre cenários adjacentes entre stakeholders, tomadas de decisões e identificação de oportunidades e diminuição de riscos. Algumas técnicas poderosas para essas ações podem ser efetivas com o auxílio de uma estruturação de “Brand Health”. Esse é um processo que utiliza ferramentas de marketing com a orientação de dados para compreender como a marca se relaciona com seus públicos estratégicos e como está posicionada diante da concorrência. Além disso, traz um panorama sobre o impacto dos propósitos de atuação do negócio e sua imagem frente à toda cadeia de relacionamento. Atributos de satisfação também são avaliados e considerados como indicadores fundamentais de associação da marca com sua grade de valoração. E por que essa análise é tão imprescindível às marcas? Será que o investimento em pesquisa é realmente válido? O mundo mudou e as relações de consumo estão cada vez mais focadas na identificação direta com um produto ou serviço. Ainda mais em um cenário pandêmico, no qual fomos obrigados a repensar nossos valores, somos também convidados a ter novas atitudes e posicionamentos. Um recente estudo publicado pelo “The Boston Consulting Group – BCG”, instituição de reconhecimento global em pesquisa, destacou o quanto o consumidor indica intenção de priorizar produtos de maior valor – seja em categorias mais caras ou marcas premium – em vez de aumentar seus gastos ampliando apenas volume de compra. A pesquisa aponta ainda que o brasileiro está procurando produtos que sejam saudáveis, que apresentem melhores resultados e tenham qualidade superior ao de concorrentes e esse comportamento não deve mudar nos próximos anos. Deixo aqui a provocação sobre como as marcas estão desenhando suas estratégias e o quanto investem em pesquisas para compreender como está o relacionamento com os stakeholders. Algumas empresas simplesmente definem suas prioridades para a conclusão de metas pontuais. Essas empresas podem até criar propósitos, mas são muitas vezes vazios e desconectados com seus públicos. Aliás, seus valores são meramente discursos que soam bem, mas não representam de fato os atributos de seus produtos e serviços. Por outro lado, empresas que enxergam que precisam entregar soluções completas, selecionam de forma cuidadosa seus critérios e incluem esses aspectos no dia a dia com todos os agentes de relacionamento, desde o público interno até o externo. Essas marcas que usam valores centrais como padrões de relacionamento são aquelas que mantém os avanços na direção certa. A conexão entre a marca e o consumidor deve existir como um elo de confiança. E para que isso aconteça, seus zeladores precisam compreender o percurso de sua individualidade na cadeia de relacionamento. É um convite ao reconhecimento da “alma da marca”. Gosto sempre de lembrar o pensamento de William Lyons, que ergueu uma das maiores marcas de automóveis do mundo, a Jaguar. Para Lyons, uma marca é sinônimo de estilo, performance e compromisso total com a qualidade. E aí? Como está seu “Brand Health”? * Anderson Passos é gerente de Marketing e Relacionamento com o Cliente na Vedacit, líder no mercado de impermeabilização. Formado em Comunicação Social na PUC-Campinas (Pontifícia Universidade Católica), com MBA em Marketing com módulo internacional na FGV-Campinas (Fundação Getúlio Vargas) e Babson College em Boston (EUA) e aluno especial de mestrado em Semiótica e Rituais de Consumo em Marketing na USP (Universidade de São Paulo). Possui 21 anos de experiência em Comunicação Corporativa, Marketing Institucional, Relacionamento com a Imprensa, Eventos, SAC e Assistência Técnica, com atuação em empresas de grande porte multinacionais e nacionais. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Atuamos em todos os estados brasileiros e falamos a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização.

  • Enfim, o famigerado CEPOM vai morrendo...

    Cadastro que foi criado para proteger municípios da guerra fiscal não pode mais ser cobrado em algumas cidades O Supremo Tribunal Federal declarou inconstitucional o CEPOM (Cadastro de Empresas Prestadores de Outros Municípios) de São Paulo em decisão de fevereiro de 2021 (RE 1.167.509/SP). O município opôs Embargos de Declaração visando modular os efeitos, e enquanto isso, permanece exigindo o malfadado cadastro. Outros municípios adotaram a mesma postura, contudo, aos poucos vão se adequando. O Rio de Janeiro acaba de extinguir o seu CEPOM através da Lei Complementar n° 235 de 3 de novembro de 2021, que revogou o artigo 14-A da Lei n° 691/84 (Código Tributário do Município). Com isso, cessa a arbitrariedade e empresas instaladas no município não precisam mais exigir o cadastro de seus prestadores de serviços, ou reter o ISS, mesmo quando indevido o tributo. O CEPOM sempre foi uma aberração, um desatino legislativo utilizado pelos municípios maiores com vistas a se proteger da guerra fiscal. Criaram esses cadastros, e obrigavam todos os prestadores de serviço de fora do município a fazer ali a sua inscrição; caso assim não o fizessem, a legislação obrigava o tomador a reter o ISS, mesmo sendo indevido o tributo, sob pena de ele, tomador, ver-se obrigado a pagar a conta. Com isso, conseguiam desagradar a todos, atingindo todo tipo de empresas, de todos os regimes tributários: bastava contratar um serviço e não exigir a inscrição do prestador no CEPOM, para ter que reter o ISS, praticando uma arbitrariedade em nome da Fazenda Municipal, sob pena de assumir o custo. Como mencionado, o objetivo foi evitar a guerra fiscal: municípios que cobram alíquotas mínimas de ISS, estimulando empresas a instalarem sedes de fachada, enquanto funcionam de fato em outras localidades. Tal procedimento é uma fraude, contudo, no lugar de punir o fraudador, criaram uma regra na qual todos eram fraudadores até prova em contrário. O problema surge quando um prestador de serviço qualquer não tem o cadastro (pois não são todos os municípios que cobram, e no Brasil temos “apenas” 5,7 mil municípios para pesquisar a legislação), o serviço prestado demanda o recolhimento de ISS no município do prestador, e o tomador se vê obrigado a reter o tributo por exigência legal. O prestador, nesse caso, ou não aceita a retenção – e com isso fica instalado o litígio entre dois particulares por conta de um abuso estatal –, ou paga o ISS duas vezes: no município do tomador (retido) e no local onde está a sua sede. Outro problema ocorre quando o tomador, inadvertidamente, deixa de exigir o CEPOM, mas também não faz a retenção. Nesse caso, passa ele a ser o devedor e se verá cobrado pela Fazenda Municipal porque não fez o trabalho (ilegal) dela. E se o seu município continua exigindo o CEPOM, o que fazer? Existem três alternativas: (i) continue exigindo do prestador do serviço o cadastro, sob pena de reter o ISS; (ii) não exija o cadastro e não retenha, e quando o município cobrar, se cobrar, apresente defesa; ou (iii) acione judicialmente o município para se ver livre dessa obrigação. O terceiro procedimento pode ser feito tanto por prestadores quanto por tomadores. Mas entendo desnecessário na maioria dos casos. Aos poucos as leis vão se adaptando, e enquanto isso, se precisar se defender de uma cobrança indevida, já há o posicionamento inquestionável do STF para servir de base. * Marco Aurélio Medeiros (marco@advmsa.com.br) é advogado pós-graduado em Direto da Economia e da Empresa e em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas – FGV e Mestre em Contabilidade Tributária pela FUCAPE/RJ. Ex-professor de Direito Empresarial da Universidade Estácio de Sá e ex-auditor do Tribunal de Justiça Desportiva do Rio de Janeiro. É sócio da MSA Advogados (www.advmsa.com.br) e atua nas áreas de planejamento tributário e empresarial. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Atuamos em todos os estados brasileiros e falamos a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização.

  • Treinamento de vendas de Diego Maia volta ao formato presencial em outubro

    Profissionais de Manaus, Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo terão a oportunidade de se qualificar com o palestrante de vendas mais contratado do Brasil Depois de mais de um ano e meio, com o avanço da vacinação unida a todos os cuidados necessários, os eventos presenciais começam a voltar no Brasil. A partir de outubro, o palestrante motivacional de vendas Diego Maia fará um tour de seu treinamento de vendas BóraVoar pelo Brasil, com passagens por Manaus, no Amazonas, Rio de Janeiro, RJ, Brasília, no Distrito Federal e São Paulo, SP. As inscrições estão abertas e podem ser feitas por aqui. O treinamento BóraVoar é focado na nova realidade do setor de vendas, que passa por mudanças e desafios em um ambiente cada vez mais competitivo e digital. Sua proposta central é a transformação da mentalidade, para que seja voltada para o resultado, no que Diego Maia chama de “mentalidade vencedora”. O palestrante de vendas já havia retomado os eventos presenciais em maio de 2021, mas voltados para clientes em atividades internas ou em formato híbrido, mesclando on e off line. Essa tour de treinamentos que inicia em outubro é voltada para empresários, líderes, profissionais liberais e equipes comerciais interessadas em construir novas estratégias para o futuro pós-pandemia. “Estou muito feliz em retomar os treinamentos de vendas de forma presencial”, comenta Diego Maia. As primeiras quatro cidades a receberem a oportunidade de participar do treinamento de vendas BóraVoar serão Manaus, no dia 6 de outubro, Rio de Janeiro, em 23 de outubro, São Paulo, em 30 de outubro e Brasília, em 4 de novembro. Presencial com toda a segurança Diego Maia é considerado um dos maiores e mais contratados palestrantes de vendas do país e está muito seguro do sucesso da retomada dos eventos presenciais e da garantia de segurança sanitária. “Embora o brasileiro goste de se aproximar, de abraçar e de aglomerar, é possível realizar eventos presenciais com distanciamento e segurança sanitária”, garante. Apesar de ter criado soluções eficazes de treinamentos e desenvolvimento de vendedores no formato online, Diego acredita que os participantes ganharão muito com o retorno dos eventos presenciais. “Não tem jeito: presencial será sempre presencial. A dinâmica e a sensação é outra”, afirma Diego Maia. E para os eventos serão seguidas todas as regras de ouro da vigilância sanitária. O uso de máscara será obrigatório, haverá afastamento de um metro entre os participantes, desinfecção constante das áreas comuns, medição de temperatura na entrada e materiais lacrados e higienizados. O que você aprenderá com o treinamento de vendas presencial BóraVoar Dedicado a mostrar que no atual momento todos devem estar focados no resultado, o treinamento busca mostrar como a nova mentalidade garantirá que os profissionais consigam enxergar oportunidades que ninguém mais vê, aproveitem o potencial de compra de cada cliente, se adaptem ao mundo híbrido entre digital e presencial, com o uso da tecnologia ao seu favor e construam a visão de águia para se tornarem protagonistas do resultado. Diego aponta que o momento é de diferenciação e que consegue se destacar tem alcançado mais faturamento, mesmo na crise. No treinamento de vendas será abordado o que você tem feito de errado, o que poderia fazer diferente para conquistar novos clientes e fidelizar os atuais, além das atitudes necessárias para garantir diferenciação e alavancar resultados. Foco na execução Planejamento é importante, mas fracassa pois as pessoas passam mais tempo nele do que na prática do que foi traçado. No treinamento Diego Maia ajudará você a definir rotinas de alta performance focadas na execução do que deve ser feito para obter mais e melhores resultados. Todo tipo de treinamento de vendas é positivo, mas o que diferencia o BóraVoar é seu conteúdo inspirador e abordagem otimista, 100% focado na prática. O evento montado por Diego Maia é centrado na essência da arte de vender, de se relacionar com clientes e de crescimento. Além do acesso ao evento presencial na sua cidade, será disponibilizado para os participantes material de apoio didático digital e certificado de participação. Por que participar do BóraVoar Cada tipo de público tem seus bons motivos para fazer parte do treinamento de vendas com Diego Maia, um palestrante que não mostra “o que fazer”, mas sim “como fazer”. No mercado do conhecimento desde 2003, com mais de 1600 eventos presenciais e online realizados em 18 estados Brasileiros, o CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) fala a língua dos vendedores. Veja os benefícios de se inscrever no BóraVoar: Para quem atua com vendas e atendimento ao cliente: Enxergar um novo caminho para melhorar os resultados de forma prática; Aprender a se diferenciar de forma tangível; Conseguir uma nova e diferenciada visão sobre vendas; Conhecer uma nova perspectiva sobre como conseguir indicações e ativar o marketing de influência, o famoso boca-a-boca. Para líderes de equipes: Sairá mais preparado para combater o bom combate; Conhecerá novos caminhos para motivar e preparar sua equipe para os desafios; Terá acesso a uma forte carga motivacional para inspirar seu time. Saiba mais: - Manaus, Amazonas: Quanto: 6 de outubro, das 19h às 21h Onde: Teatro Manauara - Rio de Janeiro, RJ: Quando: 23 de outubro, das 9h às 12h30 Onde: Rio Othon Palace, Copacabana - São Paulo, SP: Quando: 30 de outubro, das 9h às 12h30 Onde: local a definir - Brasília, Distrito Federal: Quando: 4 de novembro, das 18h às 21h Onde: local a definir Para mais informações, detalhes dos pacotes disponíveis, inscrições e investimento, confira o hotsite aqui. O BóraVoar pode ser realizado de forma exclusiva para sua empresa. Entre em contato com o time comercial do CDPV. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Atuamos em todos os estados brasileiros e falamos a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização.

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