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- Nada permanece, exceto a mudança
Confira as pílulas de otimismo diárias do palestrante de vendas Diego Maia Nada é, tudo está. É a versão moderna e atualizada do que diziam os grandes pensadores, os grandes filósofos, os grandes profetas da nossa história. Para Heráclito, um filósofo nascido por volta do ano 540 antes de Cristo, ele dizia assim: "Tudo o que existe está em transformação". É dele também aquela frase que a gente já ouviu por aí que diz assim: "Nada é permanente, exceto a mudança". E ele também disse "Ninguém entra em um mesmo rio uma segunda vez. Pois quando isso acontece já não se é mais o mesmo, assim como as águas já serão outras". A única coisa que não muda é o fato de que tudo muda. Ficar apegado ao passado só faz a gente perder tempo. Então vai por mim, relaxa e aproveita o melhor de cada mudança que a vida proporciona pra gente. Mas faça isso de peito, de alma, de coração bem abertos para encarar de frente esse mundo novo. Não esquece não, nada é, tudo está. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.
- O segredo para não desistir nas dificuldades
Confira as pílulas de otimismo diárias do palestrante de vendas Diego Maia É natural desistir de algo que queremos ou que precisamos fazer quando os obstáculos começam a surgir. Isto vale pra tudo: pra vida profissional, pra relação amorosa, pro projeto que temos em mente, pra nossa ideia de praticar um esporte. Aprendemos assim na escola, você deve lembrar: na hora da prova, se uma questão está difícil, pula e passa pra outra e depois você volta. Ao menos pra mim, a palavra obstáculo é quase que sinônimo da palavra “vida”. É certeza de que pra cada ação, pra cada ideia, pra cada proposta, obstáculos surgirão. O segredo não é negar o obstáculo ou fazer de conta que ele não existe. O segredo é estudar e aplicar formas de superar estes obstáculos. Não existe obstáculo que não possa ser superado. Abandonar seu plano por causa dos obstáculos não resolve nada, pelo contrário: quando você desiste de alguma coisa por conta dos obstáculos que encontra, você antecipa tua derrota. Conquista é consequência de esforço, de coragem, mas acima de tudo, de sua capacidade de superar os obstáculos e domesticar os inimigos. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO doCDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.
- O que ninguém te contou sobre felicidade
Confira as pílulas de otimismo diárias do palestrante de vendas Diego Maia Li esses dias um pensamento do Dalai Lama que chamou minha atenção: “O apego é a origem e a raiz do sofrimento; portanto é a causa do sofrimento” Custou um pouco, mas aprendi: para ser feliz é preciso exercitar o desapego. Seja na vida pessoal, seja no trabalho. A causa básica do sofrimento não são as coisas ruins que nos acontecem. A causa básica do sofrimento é apego as pessoas, espaços, coisas, salários, tickets que nos fazem tolerar aquilo que nos faz mal. Apego também pode ser chamado de zona de conforto, que é diferente da zona de aprendizado, zona de plantação. O sonho de João era ser confeiteiro e empreender, trabalhar por conta própria. Mas não conseguia largar o emprego de bancário, que tinha uma fictícia estabilidade, salário fixo, ticket refeição, férias. Ele sempre empurrava essa decisão com a barriga. E aí, quando se deu conta, passou 3 anos, 5 anos, 10 anos, 20 anos… uma vida! Até que ponto vale assassinar os sonhos por conta da zona de conforto? Até que ponto vale tolerar situações e ambientes que nos fazem mal, por conta de uma falsa estabilidade? Olha minha gente, trabalhar com o que não gosta, num lugar que nos faz mal e com pessoas que não somam, “somente” por conta das boletas que temos para pagar é a escravidão moderna. Talvez eu possa ser, hoje, o seu abolicionista. Com coragem, pratique o desapego e mude a sua história. Você pode mais, você pode voar. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.
- Não desista dos seus sonhos
Na pílula de otimismo diária, Diego Maia dá a visão para não abandonar o que é importante Se nada mudar, crie. E quando mudar, entenda. Se ficar difícil, enfrente. E quando ficar fácil, agradeça. Porque não ficou fácil de uma hora pra outra. Foi você que ficou melhor, mais preparado. Se a tristeza chegar perto, arrume uma forma de ficar alegre. E quando ficar alegre, tente contagiar as pessoas. Não tem problema algum ter que recomeçar, acredite. Para quem está definitivamente decidido a conquistar objetivos maiores e melhores, recomeçar não é um problema. Mas que seja um recomeço com mais inteligência, com mais preparo. Se eu pudesse te desejar uma coisa, eu desejaria o seguinte: nunca pare de imaginar, de inovar, de continuar buscando o que você deseja. Não se acomode não. Movimento atrai movimento. Se cansar, descanse. Mas não desista dos seus sonhos. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.
- O que fazer quando a saúde mental afeta o rendimento profissional?
Casos de atletas de alto rendimento como Simone Biles nas Olimpíadas chamaram atenção para a necessidade dos cuidados emocionais Às vezes, é preciso lembrar que os ídolos do esporte são seres humanos limitados. Talvez por isso tenha sido uma surpresa para muitos a notícia de que Simone Biles, uma das favoritas da ginástica profissional dos Estados Unidos, tenha desistido de disputar cinco finais nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Aos 24 anos, Biles tomou a decisão para proteger sua saúde mental, alegando que o seu cérebro não está acompanhando o que seu corpo sabe fazer, e que ela poderia se ferir gravemente. A atleta também compartilhou que não estava pronta para enfrentar a pressão destas Olimpíadas, e que teve a coragem de desistir por ela e por sua equipe, para não atrapalhar as colegas que também sonham com uma medalha. “Eu realmente sinto que às vezes tenho o peso do mundo sobre meus ombros. Eu sei que eu ignoro e faço parecer que a pressão não me afeta, mas às vezes é difícil”, publicou em uma de suas redes sociais. Após a decisão tomada em conjunto com a equipe médica, a ginasta americana se retirou das finais de equipes, individual geral, salto, barras assimétricas e solo. Quem também dividiu com o público sua dificuldade foi a tenista japonesa Naomi Osaka, ao comentar que desde 2018 sofre de depressão e ansiedade. Com o título de segunda maior tenista da história, Osaka foi eliminada da terceira rodada do torneio olímpico e reconheceu que não soube lidar com a pressão da ocasião. Na constante busca por vitórias, a pressão emocional enfrentada por essas duas estrelas do esporte não são casos isolados de problemas de saúde mental que acontecem com atletas. Com mais de 300 milhões de pessoas diagnosticadas só com depressão no mundo, segundo dados da Organização Mundial de Saúde, ainda hoje é tabu em muitos ambientes esportivos e corporativos falar sobre transtornos mentais. No esporte é ainda pior, pois existe o mito dos atletas super-heróis, como se fossem invencíveis. A grande questão é que, nas mais diferentes profissões e por vezes, na própria vida familiar das pessoas, a dedicação a uma rotina por vezes intensa pode envolver pressões expressas ou veladas por resultados, alto desempenho e cumprimento de metas. Estas pressões podem vir também na forma de autocobrança. E é preciso ter bastante saúde mental, controle emocional, consciência mesmo, para lidar com estas situações. A startup HSPW (Healthy & Safe Place to Work), voltada à área da saúde, aposta na prevenção em saúde integral - física, mental, financeira e organizacional -, por meio de exercícios diários que levam à mudança de hábitos. Especialmente no trabalho, é preciso oferecer uma ferramenta que traga este suporte à saúde integral. Já chega de corrermos atrás dos prejuízos trazidos por doenças e distúrbios que podem ser prevenidos ou tratados desde cedo. Está mais do que na hora de as empresas acordarem para as novas tecnologias, que muito longe de gerarem distração e perda de produtividade, trazem exatamente o contrário: menos absenteísmo, menos doenças, menos sinistralidade de planos de saúde e mais produtividade. Talvez não esteja aí, nos cuidados com prevenção e acompanhamento, a saída para proteger as pessoas e seu rendimento profissional dos prejuízos trazidos pelos problemas cada vez mais frequentes relacionados à saúde mental? * Glenda Kozlowski, Jornalista e Diretora de Comunicação da healthtech HSPW (Healthy and Safe Place to Work). Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Atuamos em todos os estados brasileiros e falamos a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização.
- O ódio corrói quem o sente e não fere o inimigo
Na sua pílula diária de otimismo o palestrante de vendas Diego Maia traz uma reflexão sobre injustiça Esta lenda dos índios cherokees, aqueles índios nativos dos Estados Unidos, traz um grande ensinamento, fica ligado. Certo dia, um jovem índio procurou o avô para pedir um conselho. O garoto estava possesso de raiva, tinha sofrido uma injustiça de seus amigos e só pensava em se vingar a qualquer custo. O velho índio disse: “Eu também, às vezes, sinto grande ódio daqueles que cometem injustiças. Mas o ódio corrói quem o sente, e nunca fere o inimigo. É como tomar veneno desejando que o inimigo morra.” “É como se existissem dois lobos dentro de mim, que vivem travando um combate eterno. Um deles é bonzinho e não faz mal a ninguém. Mas o outro lobo… é cheio de raiva. Ele briga com todos, o tempo todo, sem nenhum motivo." O garoto olhou para o avô e perguntou: “Já que estes dois lobos internos vivem em guerra dentro da gente, qual deles vence?” Ao que o avô sorriu e respondeu: “Aquele que eu alimentar.” Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.
- A importância do foco
Pílula diária de otimismo do palestrante de vendas Diego Maia fala sobre a necessidade de termos nos fixarmos em nossos objetivos "O guerreiro de sucesso é o homem comum, mas com muito foco." Quem disse isso foi o personagem de Bruce Lee, no filme “O Voo do Dragão”. O principal segredo pra gente ter êxito naquilo que fazemos, do gari ao CEO, do professor primário ao gerente de vendas, é ter foco. Quanto mais você foca no resultado, mais você se aproxima dele. Descubra aquilo que tira o seu foco do seu propósito. Em uma visão micro, o tempo perdido nas redes sociais pode ser um um grande vilão do seu foco. Numa visão mais macro, aquilo que você precisa fazer, mas não contribui com o seu resultado direto, também te tira do foco. Será que não é hora de regular o foco no que de fato importa pra você, pros teus planos, para a tua meta? Como dizem a boca miúda por ai: vencer um leão por dia é até fácil, o difícil mesmo é desviar das antas. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.
- Ajude os outros e cresça na vida
Pílula diária de otimismo do palestrante de vendas Diego Maia traz reflexão sobre a importância de ser solidário Da vida a única coisa que se leva é a gratidão das pessoas que você ajudou aqui na terra. Um dos meus mentores, já não está mais vivo, o grande mestre Zig Ziglar, dizia: "o seu sucesso é diretamente proporcional à quantidade de pessoas que você ajuda". Quer crescer na carreira? Ajude as pessoas. Você é um gestor, um empresário, um líder? Ajude as pessoas. Você trabalha com vendas? Ajude seus clientes. “É dando que se recebe” é um ditado popular com inspiração bíblica, mas que pra mim é a mais profunda regra de vida. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.
- Trabalho remoto: pesquisa mostra que 60% querem retornar ao escritório
Psicólogas falam sobre o desafio de acolher os funcionários após longo período em home office, já que o isolamento social fez com que a saúde mental deixasse de ser tabu Retornar ao trabalho depois de um longo período de home office é um desafio para as empresas, já que é necessário criar um ambiente seguro contra a Covid-19 e a favor da saúde física e mental de seus funcionários. Embora haja receio quanto à transmissão da Covid-19, uma pesquisa realizada pela consultoria Adecco mostrou que mais de 60% da população que está trabalhando de casa quer retornar ao escritório. Os que preferem permanecer em home office por medo de pegar o coronavírus são apenas 7%. Além disso, de acordo com um levantamento do NZN Intelligence, em parceria com o Estadão Summit Mobilidade Urbana, dos 2,2 mil respondentes, 83,5% deles afirmaram receio quanto à segurança contra o Coronavírus no transporte público durante a pandemia. Mas os desafios vão além do ambiente empresarial e do transporte. “Hoje, sair das quatro paredes que nos protegem contra o mundo lá fora ficou mais difícil porque nos acostumamos ao isolamento”, explica a psicóloga Patrícia Lenine, da Zero Barreiras - Psicologia Online. “Muitas pessoas desenvolveram a chamada Síndrome da Gaiola, que é medo da interação social e não saber como lidar com o novo mundo”, Patrícia Lenine. Pandemia traz saúde mental para a pauta A saúde mental entrou em pauta, mais do que nunca, por ter se agravado durante este período de pandemia. Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), mostrou que 47,9% das pessoas tiveram aumento de seus atendimentos desde o início do isolamento social. Além disso, 67,8% dos psiquiatras informaram ter pacientes que nunca tiveram acompanhamento antes, já 69,3% dos profissionais atenderam pacientes reincidentes, ou seja, os que já tinham recebido alta mas tiveram recaída de seus sintomas. “A saúde mental sempre precisou de atenção, mas ocupava o cargo de tabu. Entretanto, atualmente ela está entrando em foco, já que tantas pessoas estão sofrendo com doenças mentais decorrentes do isolamento social”, explica a psicóloga Christiane Valle, da Zero Barreiras. Patrícia Lenine completa dizendo que “por isso, mais do que nunca, é necessário cuidar dessas pessoas. Quando falamos do retorno ao trabalho, por exemplo, as empresas precisam ter como estratégia o cuidado com a saúde mental de seus funcionários, é benéfico para ambos os lados, já que trabalhadores saudáveis física e mentalmente são mais lucrativos”. Christiane Valle também dá algumas dicas de como acolher os funcionários em tempos tão difíceis. “A empresa é o local em que as pessoas passam a maior parte do tempo, por isso é necessário cuidar para que se sintam à vontade. Por isso, crie palestras e apresentações para falar sobre a importância da saúde mental; ouça-os e garanta que se sintam à vontade para falar sobre a saúde mental; incentive-os a fazer acompanhamento psicológico e crie um plano para sua empresa ter psicólogos especializados no ambiente coorporativo”, completa. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Atuamos em todos os estados brasileiros e falamos a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização.
- A importância do comportamento para o sucesso das equipes comerciais
Análise dos perfis dos colaboradores ajuda a definir posições onde eles rendem mais Por mais que o Departamento Comercial seja essencial para a manutenção das empresas, nem sempre ele pode contar com os melhores vendedores à disposição. Isso porque, diferentemente do que se imagina, a formação e a experiência não garantem que esses profissionais consigam realizar as negociações nem as vendas em si. Para fazer isso bem, é necessário estar atento a outro fator muito importante e que, por vezes, passa despercebido: o comportamento. Muitos profissionais desta área não possuem as competências comportamentais necessárias para realizar negociações efetivas e fechar os acordos, o que torna esse um dos principais motivos para a existência de bons e maus vendedores nas equipes. E isso acontece por conta de uma lógica simples: para cativar o cliente e torná-lo fiel, é preciso dispor de uma série de características sociais e emocionais capazes de convencer, persuadir e impulsionar a venda, certo? Atenção aos perfis comportamentais A questão é que cada um de nós possui um dos 36 perfis comportamentais existentes, que são bem diferentes em suas naturezas, o que significa que nem todos dispõem do jogo de cintura necessário para essa função. E, quando não há preocupação em relação ao aspecto comportamental por parte da empresa e do próprio profissional, é fácil encontrar indivíduos com características opostas tentando exercer o papel de vendedor. Nesse caso, mesmo que essa pessoa consiga atingir os objetivos e superar as metas – por ser muito determinada, por exemplo –, em longo prazo esse tipo de atitude pode ser extremamente nociva para sua própria saúde mental. É uma questão de tempo até que o desempenho se deteriore. Para ilustrar o ponto, basta imaginar um indivíduo introvertido, tímido, que tenha vergonha de se expressar em público e que se sinta desconfortável em torno de desconhecidos, tendo que lidar com os afazeres de um vendedor. Estar em contato com pessoas o tempo inteiro, negociar com elas, tentar convencê-las, provocar encantamento com a oratória e trazer a fidelização do cliente para a empresa seriam algumas de suas atribuições. Considerando esses fatos, é seguro afirmar que esse profissional teria que fazer um esforço enorme para exercer a função, o que logo se tornaria cansativo e frustrante, visto que este não é o seu comportamento natural. Ao realizar um mapeamento do perfil de comportamento desse colaborador com base na Metodologia DISC, uma das ciências comportamentais mais utilizadas do mundo, nota-se que a pessoa pode ser muito boa e se sentir bem, por exemplo, com contabilidade e planilhas, atividades que podem ser feitas sem ter que interagir com os demais. Neste caso, os esforços para tentar se adaptar à função são inexistentes, uma vez que esse tipo de tarefa é adequado a um perfil introspectivo. Quando um colaborador trabalha utilizando suas potencialidades, os resultados positivos logo aparecem. É um cenário oposto ao anterior, onde o profissional tinha que fazer um grande esforço para se adaptar às demandas da sua função. Soft skills melhoram resultados para vendedores Para um vendedor, é importante dispor de uma série de competências comportamentais que colaborem na hora de fechar as negociações. Possuir uma grande capacidade comunicativa, por exemplo, é uma das principais – e não apenas para falar, como também para ouvir. Profissionais que aprimoram suas soft skills conseguem entregar resultados mais significativos e, nessa função, é imprescindível ser persuasivo, inteligente emocionalmente e ter domínio em relação aos produtos e serviços oferecidos. Se destacam ainda mais os que conseguem fazer isso com carisma e envolvendo os prospects com as propostas. Isso porque o processo de vendas não fica restrito apenas ao acordo em si. É importante investir, também, em etapas diferentes, tanto as posteriores quanto as prévias, como a abertura do relacionamento com o cliente. Nessa fase, o foco deve estar no entendimento da situação: quem é o cliente, o que ele precisa, qual é o contexto em que está inserido. A partir desse levantamento, é feita a sondagem, para descobrir mais informações sobre o prospect, como faturamento anual, número de funcionários da empresa, produtos e serviços oferecidos. Depois, chega o momento de envolver e encantar o cliente, o que é primordial para a concretização da venda. É nesse momento que todas as habilidades comunicativas devem ser usadas com maestria. Relacionamento no pós-venda deve seguir A negociação em si vem logo em seguida. Para essa fase, é muito importante estar preparado para superar as objeções e manter o prospect interessado. Ser assertivo, objetivo e convincente ajuda muito no processo. Feito isso, chega a hora de apertar as mãos, fechar o acordo e concretizar a venda. Isso, no entanto, não significa que o processo acaba por aí. Ainda há o pós-venda, pois é preciso manter o relacionamento ativo e fidelizar os clientes. Neste cenário, a utilização de um bom software de gestão de pessoas proporciona resultados ainda mais significativos. Isso porque, através da ferramenta, é possível realizar a seleção apenas de pessoas com perfis adequados para atuar como vendedores e, também, conhecer de antemão o estilo negocial do profissional. Ter essas informações em mãos permite adaptar a experiência e torná-la otimizada visto que, assim como os vendedores, os prospects também possuem perfis comportamentais distintos, o que faz com que a abordagem ideal para cada um deles seja diferente. Enquanto um deles pode preferir um contato mais aberto e descontraído, o outro tende a ser convencido por negociações de maneira mais objetiva, por exemplo. A preocupação com o comportamento é, muitas vezes, subestimada. Principalmente quando a própria organização dá um enfoque maior nas habilidades técnicas dos colaboradores. No entanto, vale ressaltar que mesmo que sejam capacitados e experientes, profissionais atuantes em áreas que não são adequadas ao seu perfil normalmente o fazem a partir de um grande esforço, o que, em longo prazo, gera incômodo, frustração e queda de produtividade. Por isso utilizar o comportamento como aliado é essencial. Essa é a melhor maneira de conseguir os melhores resultados de forma saudável, prazerosa e otimizada! Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Atuamos em todos os estados brasileiros e falamos a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização.
- Quando a liderança tem conhecimento digital, o retorno para o negócio é certo
No cenário digital em que estamos, a inovação e a transformação de um negócio com foco na tecnologia podem ser essenciais O mundo em que vivemos nos coloca, diariamente, alguns desafios. Do lado corporativo, como já defendi em outros artigos que escrevi, vejo que o principal deles é a transformação digital. Porém, ela não vem sozinha. Uma empresa que, nesse caminho, não tenha ou não incorpore liderança digital entre seus colaboradores, de nada terá efeitos em todo o restante que venha a ser realizado. A transformação digital é um processo que, de forma consciente ou inconsciente, a sociedade vem vivendo, ao apresentar, por exemplo, novas formas de interação e consumo entre si. E justamente esse novo comportamento é o que, na minha visão, está dando a oportunidade para que as empresas se adequem a essas novas demandas de consumo de forma digital. Isso posto, vejo que ser líder em uma empresa também passou a ser um novo desafio, pois chegou o momento em que é necessário adotar novas formas de pensar, orientar e se relacionar com cada equipe e/ou departamento da empresa. Além disso, também entender e se relacionar com cada consumidor, já que é fato que o hábito do consumo mudou radicalmente nos últimos anos, e grande parte permanecerá sendo digital. Encontrar um equilíbrio entre essas habilidades é o que permitirá ao líder e à empresa trilhar seu caminho rumo à transformação e liderança digital. Paralelo a isso, também existe um termo no mercado que pode corroborar o que estou falando. Trata-se da Liderança 4.0. Criado por Klaus Schwab, fundador do Fórum Econômico Mundial (FEM), e apresentado no livro A Quarta Revolução Industrial, o economista defende que o termo é fruto da forte transformação digital que estamos vivendo e que, se líderes e gestores não se adaptarem a esta nova demanda da sociedade e do mundo, a empresa em que trabalham, certamente, ficará para trás. Chega, então, o momento em que os líderes precisam entender qual o impacto que a não liderança digital terá para a empresa, entender todo o contexto – interno e externo – em que uma empresa se encontra, dos resultados aos possíveis prejuízos financeiros, do estagiário ao CEO. Um artigo publicado pela MIT Sloan Management Review, em 2021, chamado “Does your C-Suite have enough digital smarts?” (na tradução livre, Seu C-Suite tem inteligência digital suficiente?) apresenta alguns dados sobre este assunto que aqui estamos abordando e que acho muito interessante. O artigo apresenta um gráfico mostrando os principais impactos econômicos sob as empresas quando os líderes executam suas estratégias no segmento digital e, dentro disso, destaco o aumento em 85% na criação de uma cultura digital interna e no incentivo à inovação. E é justamente esse resultado que nos prova a força que o digital tem sobre nós. Então, tudo precisa estar em equilíbrio. Uma tarefa difícil? Sim. Mas não é impossível. De um lado, está a demanda pela adaptação tecnológica e processual da organização. Do outro, todos os recursos e ferramentas que podemos encontrar a nosso favor. Além disso, a publicação apresenta, ainda, mais alguns dados que acho importante ressaltar. Primeiro, o efeito que existe quando membros de alto nível de uma empresa possuem conhecimento digital. Um CEO com experiência digital está associado a um aumento de 0,8pp no crescimento da receita. Já as empresas que trabalham para unir as experiências de trabalho de um CEO, CMO com CFO, com foco no digital, chegam a alcançar o índice de 6,7pp na receita financeira da empresa. A MIT também divulgou os resultados de uma pesquisa realizada para a matéria, indicando o quanto cada posição de liderança em uma empresa ocupa no cenário digital. Em primeiro lugar, está o cargo de CTO (Chief Technical Officer – Diretor Técnico, em tradução livre), com 47%, seguido por CIO (Chief Information Officer – Diretor de Tecnologia da Informação, em tradução livre), com 45%. A posição de CEO fica 5º lugar e a de CMO em 6º. Isso mostra que, quando um líder entende o potencial e os benefícios que “ser digital” pode trazer, é muito importante que ele multiplique isso internamente, pois é nítido o impacto financeiro totalmente positivo que tal atitude pode trazer. Acredito que a combinação entre uma visão estratégica e habilidades financeiras bem desenvolvidas possam ser a peça-chave para o desempenho e posicionamento de uma empresa. No cenário digital em que estamos, a inovação e a transformação de um negócio com foco na tecnologia podem ser essenciais, principalmente no processo de atendimento ao cliente, alcançando, assim, um melhor desempenho no mercado. Fiz questão de nomear este artigo com uma frase que considero uma premissa durante minha trajetória profissional: “quando a liderança é digital, o retorno para o negócio é certo”. Parece clichê, mas é fundamental que as empresas entendam o porquê e como podem fazer para se adequarem a estas demandas de mercado, tão tecnológicas. Acreditar quais os frutos a curto, médio e longo prazo poderão “receber” se fizerem parte deste nicho que, futuramente, se tornará uma obrigatoriedade para quem quiser manter uma posição no mercado, é essencial. Então, para finalizar, quero deixar alguns pensamentos que, na minha visão, podem ser importantes para quem quiser permanecer inserido no mercado: Identifique e estabeleça o potencial digital entre os cargos mais altos: no aspecto liderança, acredito que as pessoas que ocupem cargos como CEO, CFO, CMO, CIO, por exemplo, devem ser consideradas como as principais a estarem capacitadas, o máximo possível, digitalmente. São elas, principalmente o CEO, quem conduzem a empresa externamente, portanto, precisam apresentar o alinhamento necessário para alcançar grandes resultados. Identifique e estabeleça o potencial digital entre sua equipe: além dos altos cargos, é muito importante que todos os colaboradores sejam capazes e, se necessário, capacitados digitalmente. Isso pode ser um diferencial ao final do mês, pois são essas habilidades que podem trazer resultados ainda melhores em comparação às empresas que não estejam assim capacitadas; Multiplique este esforço: à medida que, verticalmente, as equipes de alto escalão estejam devidamente transformadas digitalmente, busque multiplicar a ideia. Uma empresa totalmente alinhada pode trazer resultados sempre melhores. Por mais que, infelizmente, estejamos atravessando um difícil momento como a pandemia da Covid-19, acredito que novos tempos virão. Novos desafios, novas demandas, novos comportamentos. Então, a empresa que souber identificar, positivamente, uma oportunidade em um momento de crise como o atual, com certeza se destacará entre seus concorrentes. E isso é primordial. *Sobre Marcelo Trevisani - É o atual CMO da IBM. Com mais de 20 anos de experiência como profissional nas áreas de Digital Marketing, Transformação Digital, Inovação, Chief Marketing Officer, é considerado um dos nomes mais relevantes da área. Participou de grandes cases de Marketing Digital do Brasil para empresas como Tecnisa, BRF, Itaú, Coca-Cola, Nestlé e Vivo. Também é palestrante em eventos relacionados à Nova Economia, Transformação Digital, Marketing Digital e Growth Hacking. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Atuamos em todos os estados brasileiros e falamos a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização.
- Não há mais espaço para líderes que não gostam de gente
Confira as pílulas de otimismo diárias do palestrante de vendas Diego Maia Olha, na boa, eu faço palestras há quase 18 anos. Muitas empresas me chamam para falar para os seus times sobre vendas, sobre transformação digital, sobre mudanças. E eu já vi muitos tipos. Mas o mais nefasto dos tipos que existem numa empresa é aquele líder que não gosta de gente. Que não gosta de se relacionar, que não está nem aí para os sentimentos dos seus liderados. Outro dia eu disse assim, meio que a “brinca”, meio que a sério, que líder que não gosta de gente, ele não precisa de treinamento, ele precisa de tratamento. Não existe mais essa de liderar penalizando as pessoas, oprimindo, ofendendo, com discurso de terror psicológico. Com aquele discurso de que “se não fizer o trabalho direito, cabeças vão rolar”. Quer dizer, esse tipo existe sim. Mas felizmente esse tipo não vai resistir por muito tempo não. Fica tranquilo. Se você trabalha com um chefe assim, que é opressor, que é tóxico, que é problemático, que não cumpre o que diz, lembre sempre de uma coisa, presta bastante atenção nisso: Olha, profissional bom não trabalha com chefe ruim. Ao menos não por muito tempo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.












