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  • Para Lucia Helena Galvão precisamos viver mais do que apenas sobreviver

    Filósofa levanta diversas questões para explicar o sentimento de frustração de muitos brasileiros com seu trabalho Você gosta do que faz? Segundo uma pesquisa recente, a maioria dos brasileiros está infeliz com o trabalho. Mas esse sentimento de frustração com a profissão pode ser por motivos diversos. Na edição especial do podcast BóraVoar sobre Propósito de Vida, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia, recebeu a filósofa e professora Lucia Helena Galvão para dialogar sobre esse tema. Na entrevista Lucia Helena levanta uma série de questões que podem ajudar a explicar os motivos para esse sentimento. Será que você escolheu a profissão por gostar dela, ou por que ela era a que daria mais dinheiro? Você bota o seu coração em tudo que faz? Você vive ou apenas sobrevive? Confira esse bate-papo inspirador. Diego Maia - Lucia, uma pesquisa recente mostrou que a maior parte dos brasileiros está infeliz com o trabalho. Essa infelicidade virou padrão na nossa sociedade? Ser infeliz é normal? Lucia Helena Galvão - Eu costumo dizer que a, não apenas no Brasil, mas no mundo, uma espécie de alienação, de fantasia da vocação. Vocação vem do vox, que é uma voz interna, implica em vida interior, em diálogo consigo mesmo, em um nível de autoconhecimento e de identidade que normalmente não temos. E aí chamamos de vocação aquilo que desejamos fazer. Por quê? Porque está na moda, porque dá status ou porque dá um bom retorno financeiro. Quando não alcançamos então esse posto, já temos a predisposição para não gostar daquilo que vamos fazer, o que torna tudo mais difícil. E mesmo quando alcançamos, vemos que a nossa fantasia não corresponde à realidade. Em muito pouco tempo percebemos que esse emprego, esse ofício, essa ocupação é dual como outro qualquer da face da Terra. Tem seu ponto de brilho, tem seu ponto de sombra, tem suas facilidades e tem as suas dificuldades. Diego Maia - E como lidar com isso? Lucia Helena Galvão - Se nós nos aceitamos como seres humanos também duais, mas querendo polarizar a nossa consciência naquilo que temos de melhor para aperfeiçoar, fazemos isso com todas as coisas nas quais nos propomos atuar na vida. Quer no nosso emprego, quer nos nossos relacionamentos. Polarizamos a nossa consciência no luminoso, damos o nosso melhor para que esse aspecto positivo ganhe espaço e ganhe território. Colocamos o nosso coração em tudo o que fazemos. Vamos até o limite das nossas possibilidades, para que aquele nosso trabalho seja agregador de valor. Para nós, para as pessoas a nossa volta, para a humanidade como um todo, na medida das suas possibilidades. Diego Maia - É importante ter uma postura mais positiva? Lucia Helena Galvão - Quem tem essa postura acaba achando interessante e proveitoso qualquer coisa que faça. Se isso entrou na minha vida é porque tem algo a me ensinar. Deixa eu mergulhar profundamente ali aprendendo o que ele me oferece, o ensinamento. E ao mesmo tempo dar o meu melhor para que esse ponto, essa trajetória, essa ocupação fique um pouco beneficiada pela minha presença, uma vez que eu quero ser fator de soma para o mundo. Eu quero sair daqui melhor do que eu entrei. Significa que tudo aquilo que eu faço tem que estar melhor do que aquilo que eu encontrei quando cheguei. Os ambientes por onde eu passo tem que ficar um pouquinho melhores porque eu estive ali. “Quem quer crescer ao longo da vida tem que ter essa preocupação. Ser fator de soma para si próprio, para o outro e para o mundo.” Lucia Helena Galvão Diego Maia - Você consegue enxergar a diferença entre viver e sobreviver? Lucia Helena Galvão - Sobreviver consiste em exercer o instinto de sobrevivência e o instinto de perpetuação da espécie com o maior sucesso e o maior conforto possível. Ou seja, o instinto de sobrevivência, ter casa, ter comida, ter todas as minhas necessidades básicas atendidas. Instinto de preservação da espécie, deixar alguém que ocupará o meu lugar quando eu não estiver mais aqui. Isso é algo que é feito até mesmo por um ser muito primitivo, um ser unicelular. Um protozoário ou uma ameba também tem essa mesma preocupação. Diego Maia - Muitos escolhem apenas a sobrevivência? Lucia Helena Galvão - É evidente que entre o homem e essa ameba existe um abismo, porque para o ser humano foram dadas muitas possibilidades, muitas ferramentas. Ele tem muitas outras formas de interagir com o mundo. Apesar disso, grande parte da humanidade opta por continuar apenas buscando uma sobrevivência confortável e prazerosa na máxima possibilidade que ele possa realizar. Ou seja, viramos uma ameba VIP. É evidente que quando o homem se realiza através de valores humanos, ou seja de bondade, justiça, fraternidade, ética e muitos outros, ele está fazendo mais do que sobreviver. Ele está vivendo e é nesse momento que ele começa a ocupar o seu lugar no mundo. Diego Maia - Então viver é estar ativamente integrado ao mundo? Lucia Helena Galvão - A natureza nos fez aqui para sermos humanos, nos trouxe esse palco para realizarmos os valores da nossa humanidade. E com isso contribuímos para com o todo. Todo ser se realiza sendo aquilo que é. Quando fazemos mais do que sobreviver começamos a encenar a vida propriamente dita. E começamos a dizer ao mundo quem somos e começamos a ter a possibilidade de expandir a nossa consciência, expandir as nossas possibilidades de ser e de ajudar os demais a serem. Existe uma máxima filosófica que diz que todos os homens morrem, nem todos os homens vivem, alguns apenas sobrevivem. O universo de possibilidades que está ao alcance do homem com vontade, amor, inteligência, criatividade e tantas outras, é um desperdício apenas sobreviver. A natureza espera muito mais do que isso de um mero ser humano. Diego Maia - Na sua opinião como filósofa, como uma estudiosa, como uma pensadora contemporânea, uma pensadora moderna. Como é que a gente deve conjugar a corrida para pagar as contas como nosso sonho de vida? Lucia Helena Galvão - A maior parte das pessoas tem uma certa fantasia que é para pagar as contas da vida eu só vou poder entrar para três ou quatro profissões de sucesso. Aí, digamos, a profissão de sucesso X, todo mundo corre pra lá. É evidente que pouquíssimos têm realmente vocação para essa profissão. Só esses vão ter sucesso. Essa massa de pessoas não vocacionadas que só querem ganhar dinheiro, vão gerar uma massa de mediocridade que não vai fazer com que ganhem dinheiro nenhum. Eu ainda muito jovem me lembro que meu pai naquela época dizia que estava na moda profissão do Direito, já há muito tempo, de tal forma que quando você sacudir uma árvore caiam cinco advogados e logo corriam mais dez para defender aqueles cinco que tinham caído. Isso era uma brincadeira dele para a época, mas hoje continuamos tendo as nossas profissões de sucesso. Quando na verdade todos nós sofremos quando chegamos numa panificadora e as pessoas nem olham para a gente, nem ouvem quando a gente pede ‘quero o pão mais branquinho’. Ou quando chegamos numa loja e parece que o vendedor está fazendo um favor de nos atender. E assim tantos outros serviços na sociedade. “Diferencia-se aquele que em um negócio, muito simples que seja, realmente está preocupado em beneficiar o outro.” Lucia Helena Galvão Diego Maia - Como ser diferente disso, Lucia? Lucia Helena Galvão - Me recordo da história de um cidadão que começou com uma pequena panificadora. Ele mesmo atendia e ele começou a separar as fornadas do pão mais clarinho e mais moreninho. Ele dizia que toda noite antes de dormir pensava como poderia ser um atendimento melhor ainda na sua panificadora no dia seguinte. E aí percebia que a dona Maria chegava no horário tal e o seu João no horário tal. Já separava a quantidade de pães quentinhos da coloração que eles preferiam, já deixava separado para eles. No dia seguinte começou a cadastrar o endereço da dona Maria e do seu João, contratou um motoboy e mandava entregar o pão do jeito que eles gostam, na quantidade que eles gostam na porta da casa deles. Resultado, depois de alguns anos tinha uma franquia no Brasil inteiro e estava extremamente bem sucedido. Simplesmente com uma coisa, colocando o seu coração naquilo que fazia, pensando no benefício do outro e não apenas em pagar as próprias contas e ter luxo e conforto. Diego Maia - E todos podem buscar esse objetivo? Lucia Helena Galvão - Qualquer um que faz isso encontra o seu lugar, diferencia-se numa sociedade onde o egoísmo é a tônica. Diferencia-se aquele que em um negócio, muito simples que seja, realmente está preocupado em beneficiar o outro. E assim já vi um professor de português que amava tanto que fazia, que tinha tanto carisma, que gerou também uma empresa que ensina português pelo Brasil afora. E muitas outras profissões que alguns diriam que não dá para pagar as contas. E para outros fez com que eles virassem empresários muito bem sucedidos. Ou seja, cuidado, porque o que melhor remunera é aquilo que é bem feito, não importa em que área seja. O que melhor remunera aquilo onde você reduz um pouco o seu egoísmo e pensa no bem estar do outro. Coloca ali o seu coração. *** Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • PretaHub impulsiona o empreendedorismo de pessoas negras

    Criada por Adriana Barbosa, plataforma oferece cursos e trocas de experiências em negócios de impacto social Empoderamento e empreendedorismo podem andar de mãos dadas em um propósito de vida. É o que mostra a iniciativa PretaHub, criada por Adriana Barbosa há cerca de 20 anos. O projeto é uma plataforma que tem o objetivo de impulsionar o empreendedorismo feito por negros através de cursos de formação e troca de experiências. A empresa é também uma incubadora e aceleradora de iniciativas. A empreendedora Adriana Barbosa fundou a PretaHub pela necessidade que tinha na época em que estava desempregada. A partir de sua experiência, viu a oportunidade de criar um empreendimento voltado para a população negra. Para falar mais sobre a plataforma ela conversou com o palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia, no podcast BóraVoar. Confira a entrevista. "O meu propósito de vida é atuar com impacto econômico, desenvolvimento econômico da população negra a partir do tema do empreendedorismo e das economias." Adriana Barbosa Diego Maia - Vou direto ao ponto aqui. Adriana, você criou esse empreendimento social, podemos chamar assim, para contribuir com o desenvolvimento de toda uma cadeia, de toda uma classe, de todo um grupo de pessoas empreendedoras. Qual é o seu propósito de vida? Adriana Barbosa - O meu propósito de vida é atuar com impacto econômico, desenvolvimento econômico da população negra a partir do tema do empreendedorismo e das economias. Economia circular, colaborativa e economia criativa. E o modelo do negócio que eu atuo é o modelo de impacto social. Os negócios de impacto social são aqueles que estão a serviço de impacto na sociedade, não só acúmulo de riqueza. A gente precisa gerar riqueza, mas não só isso. Diego Maia - Adriana, fala um pouco mais sobre a PretaHub. O que é isso? Como é que você criou essa história? Adriana Barbosa - Ela é uma plataforma e essa plataforma se chama PretaHub. A gente tem suportado por essa plataforma sete programas que passam pelos pilares da criação, produção, distribuição e consumo. Desde apoiar o empreendedor e criar um produto, a olhar para os aspectos de produção, a produção mais sustentável, até colocar esse produto no mercado para vender. A gente tem programas de formação, de aceleração empreendedores, tem dois espaços físicos que se chamam Casa PretaHub, que são espaços de inovação. E tem a própria Feira Preta, onde os empreendedores levam os produtos para comercialização e recentemente a gente lançou o marketplace, uma solução de venda online. Diego Maia - Adriana, me diz uma coisa, como é que concilia o propósito, que é uma causa, com a geração de lucro e com a geração de receita? Como é que faz isso? Adriana Barbosa - Eu comecei pela necessidade, eu estava desempregada e passei a vender roupas em feiras de rua. Montei um brechó que se chamava Brechó da Troca, e à medida que ia trocando as peças com as pessoas e obtendo um acervo maior de roupas, eu passei a vender essas roupas. Então começa primeiro pelo empreendedorismo por necessidade e ao frequentar, na década de 90 as baladas de black music da Vila Madalena, eu identifiquei uma oportunidade de criar algo vocacionado para a população negra. E o que a gente tem de conciliar propósito com impacto, lucro, é uma longa caminhada. Diego Maia - Quanto tempo você vem nessa caminhada? Adriana Barbosa - São 20 anos, esse ano a feira completa 20 anos, e não só de atuação, mas de muito estudo. Passei por muitos programas de formação, de aceleração, tive uma boa parte da minha trajetória dedicada à educação empreendedora. E eu acho que não seria possível se não tivesse isso como foco. Até para entender esse ecossistema. Existem muitos códigos, terminologias, tem muitas informações e se eu não me dedicar a estudar e planejar, eu não conseguiria estar dentro desse ecossistema. Eu acho que a forma de conciliar é muito estudo, dedicação, planejamento, controle, monitoramento e não desvirtuar do foco. *** Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • Empreendimento transforma materiais de difícil reciclagem em novos produtos

    Boomera trabalha com catadores para dar um novo destino para objetos de descarte mais complexo Cuidar do meio ambiente é cada dia mais importante e está na agenda de todos. Unir a busca pelo descarte correto e de menor impacto possível de produtos difíceis de serem reciclados com o empreendedorismo é um dos propósitos da Boomera, empresa criada pelo empreendedor Guilherme Brammer. Bitucas de cigarro, fraldas descartáveis, cápsulas de café expresso, entre outros, são alguns dos materiais que dão mais dor de cabeça para o descarte correto. É aí que entra a Boomera, especializada nesse tipo de material. Eles criaram um método chamado CircularPack para ganhar escala e impacto ao transformar o lixo em uma linha de produtos. Confira um pouco sobre a trajetória desse empreendimento na entrevista do fundador, Guilherme Brammer, para o podcast BóraVoar, do palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia. Diego Maia - Guilherme, você que criou uma solução de empreendedorismo com uma grande causa que é otimizar e melhorar o meio ambiente para as nossas futuras gerações. Qual é o seu propósito? Guilherme Brammer - Bom, como propósito de vida eu tenho muito claro que quero fazer inovação no Brasil, mas inovação de impacto. Inovação que tudo que sai da nossa empresa, sai muito melhor do que do que entrou. A gente chama de ciência com consciência. Eu acredito que usar a ciência para um planeta melhor e para pessoas melhores é o que faz sentido para minha vida. Então é isso que eu faço, eu trabalho com economia circular, a Boomera consegue impactar mais de 10 mil cooperados e catadores todos os meses. Me deixa muito feliz poder fazer isso num país que precisa de tanto apoio de tanta inovação social no planeta. Diego Maia - Conta mais sobre a Boomera. O que é isso, como é que você criou, o que é esse seu empreendimento? Guilherme Brammer - Eu trabalhei muitos anos na indústria de matéria prima, aço, papel, plástico, embalagens e eu me perguntava se era possível fazer algo com maior impacto na minha vida. Eu tive uma questão pessoal, meu sogro teve um câncer muito pesado e ele durante o tratamento nos trouxe para a família a questão da finitude. Ou seja, lembrar que a gente tem uma vida rápida e a gente precisa aproveitar ao máximo ela. E isso foi muito forte, uma lição que eu aprendi muito forte e eu comecei realmente tentar entender qual era o meu propósito aqui na vida. Eu sempre fui um cara de inovação. Sempre fui um cara de Engenharia de Materiais, que é a minha formação. E aí eu comecei a entender como é que eu poderia unir ciência com consciência. É o que eu chamo aqui. E foi aí que eu me descobri. Diego Maia - Interessante. E como funciona o trabalho da Boomera? Guilherme Brammer - Quando eu comecei a trabalhar com reciclagem e conheci as cooperativas de catadores no Brasil eu falei, será que não é possível fazer algo diferente para que essas pessoas, que são heróis da limpeza do nosso planeta, pudessem ter condições melhores de vida, tanto financeira, quanto de ambiente de trabalho, juntando o que eu gostava de fazer que era o desenvolvimento de novos materiais a partir de resíduos. E foi aí que eu me descobri. Aí que eu fundei a Boomera há quase dez anos. Diego Maia - Guilherme, ter uma boa ideia de empreendimento é algo muito nobre e é isso que vocês estão criando. Como é que se concilia esse propósito com dinheiro? Porque o empreendedorismo precisa ter resultado. Guilherme Brammer - Primeiro, o que eu falo muito aqui dentro da empresa é que a gente precisa ser apaixonado pelo problema que a gente está resolvendo e não pelas soluções e produtos que nós temos hoje. Quando você se apaixona pelo problema você vira um especialista naquele problema. E aí a forma de resolver, ela vai se adaptando conforme as novas tecnologias vão surgindo ou mesmo o conhecimento vai aumentando dentro da empresa. Isso ajuda muito a você criar melhores serviços, melhores produtos e consequentemente ser agraciado pelo mercado com uma receita importante que vai gerar o lucro. É muito importante o lucro. Ele não é o nosso objetivo, o fim, mas ele é o oxigênio que mantém a nossa empresa cada vez maior e com melhores produtos e melhores serviços que a gente consegue propor para o mercado. Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • Casal paulista torna sonho de viajar em realidade

    Conheça a grande aventura de Leonardo e Raquel Spencer, que largaram o mercado financeiro e viraram nômades digitais Quem nunca pensou em largar tudo e viajar pelo mundo. Mas o que para a maioria é apenas uma fantasia virou realidade para um casal de São Paulo. Em 2013 Leonardo e Raquel Spencer tinham uma vida muito confortável na capital paulista. Bons empregos no mercado financeiro, acesso a tudo o que queriam e perspectivas de crescimento na carreira. Mas sentiam falta de tempo para ver as pessoas que gostavam, a família e para viajar. Então decidiram largar tudo, pegar um carro e viver como nômades digitais. Começaram uma volta ao mundo e o site Viajo, Logo Existo. Leonardo conversou com exclusividade com o palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia, para o podcast BóraVoar, e contou essa incrível história. Leia mais na entrevista. Diego Maia - Qual o propósito de vida de vocês? Leonardo Spencer - Hoje nosso maior objetivo de vida, tanto meu quanto da minha esposa, que falamos em nome do Viajo, Logo Existo, é conseguirmos aproveitar a vida e ainda estar próximos das pessoas que a gente gosta. No passado, quando a gente trabalhou quase 10 anos no mercado financeiro, a gente tinha uma limitação muito grande de tempo. A gente fazia uma coisa que a gente gostava, a gente vivia em São Paulo, tinha acesso a tudo o que a gente queria, mas a gente não tinha controle do nosso tempo. Então a gente acabava vendo pouco as pessoas que a gente gostava, quando saía estava sempre cansado, então na verdade quando a gente resolveu mudar de vida lá em 2013 e lançar o projeto de dar a volta ao mundo, que depois viraram livros, palestras, programas de TV, foram subprodutos de uma mudança nossa de vida. Diego Maia - Era para poder aproveitar a vida além de trabalhar. Leonardo Spencer - A gente queria estar fora daquele meio mais para ter tempo, para estar com meus pais, com os amigos, para a gente poder ter um momento para aproveitar juntos, eu e minha esposa, agora com nossa filha também chegando, a gente vai poder gozar mais isso de poder estar ali aproveitando os lugares e as experiências de vida sem estar com aquela pressão, sem estar com aquela pressa, mas sem deixar de trabalhar também, tem que pagar as contas. Acho que nosso propósito de vida hoje está muito ligado a achar o equilíbrio no nosso dia a dia. Diego Maia - Me conta essa história, como é que foi isso? Como é que aconteceu, como é que começou essa história de viajar o mundo? Como é que vocês decidiram jogar a vida corporativa para o alto e se dedicar a viajar? Leonardo Spencer - Nossa maior mudança de vida aconteceu em 2013. Eu sou Administrador, estudei na PUC-SP. A Raquel é Economista, também da mesma faculdade, a gente tinha uma vida normal em São Paulo. Trabalhávamos no mercado financeiro, gostávamos do que fazíamos. Em 2012 eu me deparei com um casal que tinha viajado o mundo de carro. Eles tinham comprado uma Land Rover, adaptado ela e eles moraram no carro por três anos cruzando a América inteira, África, Europa e diversos países. E tanto eu quanto a Raquel, a gente sempre gostou do tema de viagem, sempre gostou de fotografar. Eu já escrevia para algumas revistas sobre as viagens que eu fazia, era como se fosse um hobby. E aí naquele momento a gente se deparou com a possibilidade de mudar de vida totalmente. Diego Maia - Vocês tinham ideia de quanto tempo ficariam na estrada? Leonardo Spencer - Nunca imaginávamos que isso seria um projeto que duraria tanto tempo. São quase oito anos hoje de Viajo, Logo Existo. Nesse processo a gente já visitou mais de 125 países. Então em 2013 a gente se casa, nós éramos namorados, saímos, pedimos demissão do banco que trabalhávamos em São Paulo e saímos para uma volta ao mundo de carro por quase quatro anos. Levamos um carro com a placa de São Paulo até o outro lado do mundo. A gente foi até a Malásia com o carro de São Paulo. De lá foi para a Coréia do Norte, visitamos Austrália, Nova Zelândia, Vietnã, China, Hong Kong, tudo de avião, sem o carro. E aquilo acabou virando um trabalho, a gente acabou escrevendo livro sobre essas viagens. Depois viraram palestras. Mas o que mais realmente pesou para a gente fazer aquela mudança de vida foi a oportunidade que nós tínhamos de poder viver uma vida diferente e juntos. Dentro de um carro, com todos os desafios que envolvem um projeto desse e estamos juntos até hoje. Acho que foi a decisão certa. Diego Maia - Mas como é que criaram coragem pra jogar tudo pro alto lá quando estavam como executivos como funcionários de bancos. Vocês imaginavam que seria possível de fato realizar esse propósito? Leonardo Spencer - É claro que no começo nós tínhamos muitas dúvidas. Primeiro, como é que a gente vai dar uma volta ao mundo? Por que vocês vão largar a carreira de vocês? A gente tinha uma projeção de carreira legal no mercado financeiro. Ganhávamos bem, tínhamos tudo o que queríamos naquele momento de nossas vidas. Por quê? Então muita gente questionava, será que vocês conseguiriam realizar esse propósito, essa volta ao mundo? E hoje eu olho e falo ‘Nossa, talvez a gente fosse um pouquinho maluco naquela época’. “Mas assim como todo o projeto na vida, você precisa acreditar.” Leonardo Spencer Diego Maia - É preciso enfrentar o que vem pela frente, certo? Leonardo Spencer - Você precisa saber que você vai ter dificuldade, saber que você vai ter desafios, mas não é por isso que você deve deixar de enfrentá-los ou de fazê-los. E foi com essa mentalidade que a gente saiu para a volta ao mundo. Foi com essa mentalidade que a gente subiu num palco depois com 500 pessoas para contar a história, quando a gente foi gravar um programa de TV, quando a gente se depara com um cliente que quer montar uma campanha e talvez a gente não sabe exatamente se tem todos os recursos. Então é olhando para esses desafios, nem sempre 100% preparado, mas sempre acreditando que a gente pode realizar e consegue entregar esses desafios. Foi uma coisa muito legal. A gente olha para trás com muito orgulho e muita felicidade por ter vivido tudo isso ao longo desses quase oito anos de Viajo, Logo Existo. *** Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • Brasil foi pioneiro em garantir amparo de seguros para vítimas da Covid

    Fenacor liderou movimento em 2020 para não deixar famílias sem apoio durante a pandemia No início do surto de Covid-19 pairava a dúvida no mercado de seguros sobre como seriam tratados os casos de vítimas dessa doença terrível. Isso porque é praxe no mundo todo os contratos não cobrirem pandemias. Então a Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados e de Resseguros, de Capitalização, de Previdência Privada, das Empresas Corretoras de Seguros e de Resseguros (Fenacor) liderou um movimento para que, mesmo sem previsão em contrato, as famílias das vítimas fossem amparadas. A adesão das empresas seguradoras do país foi grande e garantiu um pouco de tranquilidade para as pessoas em um momento tão difícil. “Os corretores de seguros são os verdadeiros anjos da guarda de quem faz um seguro.” Armando Vergílio Dos Santos Junior O modelo foi pioneiro no mundo e muitos países seguiram o exemplo brasileiro. O presidente da Fenacor, Armando Vergílio Dos Santos Junior, falou com exclusividade para o podcast BóraVoar, do palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia, e contou mais sobre como o setor de seguros se portou durante a pandemia. Confira a entrevista. Diego Maia - Eu imagino que sejam muitos os desafios do mercado segurador. Mas se você pudesse elencar um apenas, o maior, qual é o maior desafio desse seu mercado? Armando Vergílio Dos Santos Junior - Bem, hoje o maior desafio que nós temos é ampliar a penetração do seguro e oferecer as coberturas adequadas para as necessidades e para a capacidade econômica de cada cidadão. Principalmente as pessoas de baixa renda que nunca tiveram acesso ao seguro, mas que precisam, mais do que nunca, de muita proteção. Estamos vivendo esse quadro dramático onde mais uma vez é necessário o amparo e a proteção securitária e previdenciária. Para tanto os corretores de seguros, que são os verdadeiros anjos da guarda de quem faz um seguro, têm se esforçado e investido muito em treinamento, qualificação dos seus colaboradores e também em novas tecnologias. Para que possam atender a todos com muita rapidez e eficiência, oferecendo sempre soluções que sejam de fácil entendimento para cada demanda e para cada capacidade, para cada bolso. Diego Maia - O seguro está presente em tudo, não é Armando? Desde as famílias até os grandes setores da economia. Armando Vergílio Dos Santos Junior - Estamos prontos para cumprir nossa missão de proteger a vida e a saúde das pessoas. Amparar e garantir o futuro das famílias, essa é a nossa missão, é a missão do corretor de seguros. Também a continuidade dos negócios, a conclusão das grandes obras públicas e privadas que o Brasil tanto precisa. A produção de alimentos, enfim, as obras macro estruturantes e o desenvolvimento do agronegócio no campo. Enfim, tudo precisa da mão protetora do setor de seguros. Então temos proteções e garantias para todas as necessidades, sejam das pessoas, dos patrimônios ou dos negócios. O Brasil precisa de seguro para voltar a crescer em bases sólidas, com garantias, com segurança jurídica. Não há país desenvolvido, Diego, sem um mercado de seguros muito forte. “Não deixamos de cumprir o nosso papel, sobretudo o nosso papel humanitário.” Armando Vergílio Dos Santos Junior Diego Maia - Armando, quais foram os maiores desafios encontrados durante a pandemia e como é que o setor se superou? Como é que o setor de seguros, que você tão bem lidera na condição de presidente da Fenacor, se adaptou a isso? Armando Vergílio Dos Santos Junior - Foi muito difícil enfrentar esse momento em que nos defrontamos com a mais grave crise da saúde pública do país e do mundo nos últimos 100 anos. E aproveito para manifestar aqui a minha solidariedade para as famílias que foram diretamente atingidas por esta pandemia da Covid-19. Infelizmente temos hoje no nosso país a perda de mais de 530 mil pessoas. É algo realmente muito duro para todos nós. São 530 mil famílias enlutadas que perderam o seu provedor, que perderam o seu ente querido, sem contar tantos outros que foram atingidos e que guardam consequências graves, sequelas desta doença. No caso dos corretores de seguros e das seguradoras foi necessário ter muita habilidade logo no início da pandemia, lá em março e abril do ano passado. Diego Maia - Foi necessário fazer muitas adaptações no trabalho dos seguradores? Armando Vergílio Dos Santos Junior - Tivemos poucos dias para nos adaptar ao trabalho de home office, porque nós tínhamos que fazer toda a parte de distanciamento, de restrição, de mobilidade, de lockdown, enfim. E com isso tivemos que aprender também rapidamente, acelerar muito a utilização de novas tecnologias e as novas demandas em favor dos nossos clientes, dos nossos segurados. O atendimento precisou ser ainda muito mais qualificado neste momento tão difícil, mesmo feito à distância e em um cenário de, às vezes, total desespero das pessoas. E aí que elas mais precisam de uma orientação, de uma voz e de uma mão amiga. E é isso que o corretor de seguros fez dentro desse processo. Diego Maia - Armando, como é que você avalia a atuação do setor de seguros nesse período tão delicado da nossa história? Armando Vergílio Dos Santos Junior - Nós nos saímos muito bem. Rapidamente os corretores se adaptaram ao novo cenário, como eu já falei, e cumpriram muito bem essa missão, não deixando as pessoas desamparadas e atuando dia e noite. Para que todos fossem atendidos, e que fossem atendidos adequadamente, satisfatoriamente. No campo institucional eu quero ressaltar uma ação que a Fenacor liderou e obteve uma grande conquista, que foi um movimento iniciado por nós e que recebeu a adesão de praticamente todas as seguradoras, para que as indenizações do seguro de pessoas fossem pagas, mesmo quando estivesse estabelecida nos contratos a exclusão desta cobertura de pandemia. O que é muito comum nos seguros de pessoas. Ou seja, mesmo tendo a cláusula de exclusão a Fenacor liderou um processo para que as seguradoras aceitassem pagar seguros de vida advindos da perda das pessoas em função da Covid-19. Não deixamos de cumprir o nosso papel, sobretudo o nosso papel humanitário nesse aspecto. Diego Maia - Inclusive com pioneirismo no mundo, correto? Armando Vergílio Dos Santos Junior - Fomos um exemplo para o mundo. Em muitos países seguiram os passos que foram dados aqui no Brasil. Nesse sentido, a nossa atuação foi tão exemplar que hoje os brasileiros não apenas conhecem muito mais o seguro e têm até o desejo de contratar esse tipo de proteção. Ele aumentou exponencialmente, o que demonstra o crescimento progressivo do setor como um todo. As pessoas estão buscando mais proteção, nos últimos meses, mesmo diante de uma pandemia. *** Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • Busca por seguros de vida aumenta com a pandemia

    Fábio Lessa, Diretor Comercial da Capemisa, acredita que as pessoas perceberam que a proteção é benéfica para elas e para quem amam Um setor que ganhou mais relevância ainda com a chegada da pandemia de Covid-19 foi o de seguros de vida. A procura por esse tipo de proteção na modalidade individual, por exemplo, aumentou mais de 30% só nos quatro primeiros meses de 2021. Uma das empresas especialistas nessa área, a Capemisa, tem mais de 60 anos de atuação e uma história diferente do que costuma acontecer no mundo corporativo. Ela nasceu originalmente para gerar recursos para as obras sociais do Instituto Capemisa de Ação Social, entre elas o Lar Fabiano de Cristo. “O desejo de estar protegido é um anseio que cresce em toda a população.” Fábio Lessa Para falar sobre os desafios, dificuldades e, também, das oportunidades surgidas com a pandemia, o Diretor Comercial da Capemisa, Fábio Lessa, falou com o palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia, no podcast BóraVoar. Confira a entrevista. Diego Maia - Fábio, me diz uma coisa: pandemia, dificuldade ou oportunidade para o mercado de seguros? Fábio Lessa - A pandemia funcionou para nós como gatilho emocional. Trouxe a dura realidade e provocou enormemente a reflexão das pessoas. Começamos a perceber os riscos e imprevistos que estamos expostos e principalmente como a vida é vulnerável. Dobramos os nossos cuidados não só com a gente mesmo, mas também com as pessoas que dependem da gente financeiramente. Para que eles tenham mais segurança e que possam até garantir uma subsistência e manter a sua renda se alguma coisa acontecer conosco. Claro que a pandemia, excetuando a grande tragédia humana e sanitária, ela se apresentou de certa forma como uma oportunidade para alguns mercados, e o mercado de seguros não foi diferente. Diego Maia - E como a pandemia foi uma oportunidade para o mercado? Fábio Lessa - Só para você ter uma ideia, Diego, seguro de vida individual, nos quatro primeiros meses de 2021 representou um aumento de 32% em relação ao mesmo período de 2020. Já os coletivos, que são os seguros empresariais, cresceram 7,8%. Estamos falando relativamente de um movimento financeiro de 7 bilhões de reais no ano. Ter o seguro se tornou um escudo contra essas adversidades. Falar de morte, acidentes pessoais, deixou até de ser um tabu. Facilitou a interlocução com os nossos clientes. Ter proteção tornou-se um interesse total da população mundial. Diego Maia - A população começou a entender melhor a importância desse serviço? Fábio Lessa - Esse tipo de produto dá suporte a planos que fizemos com os nossos familiares ao longo da nossa vida. É inegável, de acordo com o nosso ponto de avaliação, que estamos vivendo um cenário favorável para disseminar a cultura do seguro. O desejo de estar protegido é um anseio que cresce em toda a população e se amplia com os novos produtos e serviços ofertados pelas apólices de seguro de vida. Diego Maia - Na sua opinião, quais são os tipos de seguros que possuem potencial de crescimento aqui no Brasil? Fábio Lessa - Os seguros de vida resgatáveis podem ser encarados hoje como uma grande tendência de mercado. Uma grande vantagem desse produto é que os clientes pagam por ele, ao longo do contrato, o mesmo valor. Sem aqueles reajustes por idade. Esses produtos tendem a oferecer uma proteção bem completa, amparam as necessidades de recursos ao longo da jornada de vida do cliente e todos os riscos que essas pessoas estão expostas. Devem fazer parte até do programa de investimento dessas pessoas à medida que elas aumentam o seu patrimônio. Olhando os modelos coletivos, quando tratamos das pequenas e médias empresas, os milhões de empreendedores do país, cito os nossos seguros voltados para esse segmento. “Muitas pessoas tendem a procurar empresas que oferecem uma apólice de seguros de vida.” Fábio Lessa Diego Maia - E quais são as vantagens do seguro para as pequenas e médias empresas? Fábio Lessa - Eles trazem coberturas e assistências fundamentais para a rotina do negócio e para os riscos que o empreendedor toma todo dia. Os seguros de vida para essas empresas é um produto com múltiplas coberturas, além de várias delas resguardarem riscos como perdas de renda, doenças graves e incapacidade temporária, por exemplo. Não só do empreendedor como dos colaboradores. É um selo de qualidade para o funcionário, e de zelo e cuidado para o empregador. Ambos saem ganhando. E mais, uma apólice desse tipo hoje é uma forma de retenção de talentos. Diego Maia - É até um diferencial para a empresa. Fábio Lessa - Muitas pessoas tendem a procurar empresas que oferecem uma apólice de seguros de vida. Porque dão importância à continuidade do seu legado, da sua família e da manutenção da renda para essas pessoas que eles amam tanto. A gente pode ver que o mercado de seguros tem diversas opções e cada vez mais modernas para atender às necessidades das pessoas. Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • Setor de seguros deve ser beneficiado pela tecnologia

    Marcio Batistuti, da MAG Seguros, acredita que avanços em ferramentas digitais são fundamentais para melhorar o trabalho dos corretores Especializada em seguros de Vida e Previdência, a MAG Seguros é uma das empresas da área mais tradicionais do Brasil com mais de 186 anos de atuação. Desde 2009 ela se associou ao Grupo Mongeral Aegon, um dos 20 maiores do setor de seguradoras no mundo. Ou seja, eles entendem muito desse mercado, seus desafios e perspectivas para o futuro. Com a chegada da pandemia de Covid-19 o setor foi um dos que mais teve alta na demanda. Para falar sobre isso, sobre a importância de treinar os profissionais de seguros e como a tecnologia é uma ferramenta para ajudar os corretores o Diretor de Varejo da MAG Seguros, Marcio Batistuti, concedeu uma entrevista para o podcast BóraVoar, do palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia. Confira. Diego Maia - Considerando o mercado segurador como um todo Marcio, me responde uma coisa, pandemia, Covid-19, é dificuldade ou é oportunidades de crescimento? Marcio Batistuti - O Brasil é um país que não tem uma forte cultura de planejamento financeiro. Isso tem diversas razões econômicas e sociais. Há pouco mais de duas décadas atrás era impossível planejar alguns meses para frente. Quanto mais planejar o futuro seu e de sua família. O brasileiro não tinha cultura da importância (do seguro). Ele associava falar de seguro de vida com falar de morte, como uma coisa que pudesse trazer mau agouro, azar, então era um ambiente muito complicado. Mas isso tem evoluindo muito e a pandemia que a gente tem vivido no último um ano e meio trouxe realmente o assunto à tona. Trouxe esse risco para perto das pessoas. Diego Maia - A pandemia fez as pessoas enxergarem a importância do seguro de vida? Marcio Batistuti - O risco de uma internação, de uma invalidez, a morte, a pessoa cuidar mais da sua saúde, cuidar da sua família e de quem depende dele. Então isso consequentemente fez com que o brasileiro estivesse mais aberto para pensar no futuro seu e de sua família. E mais do que isso, que entendesse a real importância do planejamento financeiro por meio do seguro de vida. E também posso apresentar que a consultoria americana Bain & Company destacou que a indústria de seguros de vida seria uma daquelas que apresentaria alta de demanda durante e após a pandemia. “Cuidar das pessoas está no nosso DNA e isso a gente também faz dentro de casa.” Marcio Batistuti Diego Maia - A MAG é reconhecida como uma empresa formadora de talentos, seja no grupo de colaboradores internos, seja com corretores de seguros. Vocês formaram muitas pessoas durante a trajetória de vocês. Vocês pretendem continuar com esse investimento em gente? Marcio Batistuti - Com certeza. Cuidar das pessoas está no nosso DNA e isso a gente também faz dentro de casa. Com os nossos mais de 1300 colaboradores, com os nossos corretores parceiros, nós somos reconhecidos como uma das melhores empresas para se trabalhar segundo a Great Place To Work, e como seguradora parceira dos corretores. Então durante a pandemia, por exemplo, lançamos um programa de cuidado chamado Tamo Junto, que oferece gratuitamente auxílio psicológico, social, jurídico aos nossos colaboradores, extensível aos corretores e seus familiares 24 horas por dia. Também investimos fortemente em treinamento e desenvolvimento. Contamos com um programa de formação de corretores com mais de 600 novos participantes por ano. Apenas no ano passado na nossa universidade realizou mais de 70 mil horas de treinamento. Então posso dizer que essa questão de ter o foco nas pessoas e ajudar no desenvolvimento das pessoas realmente é uma coisa que nos orgulha muito e certamente vai continuar acelerando nisso. Diego Maia - A distribuição tradicional do produto de seguro é feita de forma offline, face to face, homem a homem. Ou seja, corretor com o cliente. A digitalização, a inteligência artificial, o robô, vai substituir os humanos no mercado de seguros? Marcio Batistuti - Não, eu não acredito que a digitalização substituirá os humanos no mercado. É o contrário disso, pra mim é ferramenta. Todos os serviços digitais, todas as ferramentas tecnológicas vão ajudar os profissionais da área a executar ainda melhor o seu trabalho. Como eu disse, o brasileiro até pouco tempo atrás não olhava muito para isso, hoje está mais aberto para falar disso. Portanto ferramentas tecnológicas, soluções vão ajudar o corretor nesse trabalho. Mas é um trabalho ainda muito de conscientização e de apoio na tomada de decisão, no desenho de planos, então tenho certeza que isso só vai dar suporte. “Somos uma companhia que investe muito em tecnologia e inovação.” Marcio Batistuti Diego Maia - Então vocês acreditam muito no uso de tecnologia? Marcio Batistuti - É uma questão recorrente para nós da MAG. A gente sempre pensa nisso, olha para isso, discute o assunto e a gente pode falar com propriedade. Somos uma companhia que investe muito em tecnologia e inovação, e ela sem dúvida vai ajudar muito os nossos parceiros, nossos colaboradores. A digitalização e automação dos processos deve estar sempre acompanhada de uma melhor experiência para os clientes e parceiros. Um exemplo disso é nossa ferramenta de venda digital que permite a comercialização de todo o nosso portfólio de produtos. Na verdade, bota todo o portfólio de produtos na mão dos nossos corretores para poder melhor atender os clientes. Além de oferecer diversas facilidades para o corretor na hora do preenchimento da proposta, na identificação de pendências no momento ajustadas ao melhor plano. Diego Maia - Na pandemia, com o distanciamento social, isso foi muito importante, então? Marcio Batistuti - Essa aplicação foi fundamental para a manutenção dos negócios durante a pandemia, já que ela pode ser utilizada de forma totalmente remota com a máxima segurança. Com isso a venda digital também possibilitou um aumento da produtividade do corretor. Ele podendo usar a venda digital e usar de maneira remota ajudou muito o corretor a estar presente na frente de seus prospects, na frente do cliente, sem nenhum tipo de barreira de distância. Então acho que isso foi muito importante e continuará sendo. Eu tenho certeza que tudo que a gente desenvolver nesse nosso processo contínuo de inovação é para ajudar cada vez mais os nossos parceiros. Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • Maior desafio para seguradoras é se adaptar ao novo normal

    Maior empresa independente do setor no Brasil, SulAmérica se reinventa com treinamentos e união do digital com o pessoal Com mais de 120 anos de fundação, a SulAmérica Seguros tem uma longa história no setor brasileiros. É considerado o maior grupo segurador independente do Brasil e conta atualmente com mais de 35 mil corretores parceiros da marca. Fundada em 5 de dezembro de 1895 no Rio de Janeiro, acompanhou a evolução e a história do Brasil. Hoje a companhia segue olhando para frente e para a evolução para o futuro do setor. “É no equilíbrio entre o digital e o humano que a SulAmérica acredita.” Solange Zaquem Para falar disso, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia, recebeu a Diretora Comercial da SulAmérica, Solange Zaquem, no podcast BóraVoar. Confira a entrevista. Diego Maia - Solange, a SulAmérica tem mais de 35 mil corretores de seguros que são parceiros da marca, parceiros da companhia. Se você pudesse apontar o principal desafio para o corretor de seguros no Brasil daqui para frente, o que você apontaria? Solange Zaquem - O principal desafio para o setor de seguros foi se adaptar nesse novo momento. Ele sabe que eles não podem ficar para trás. A pandemia acelerou bastante essa transformação digital. A gente viu corretores que trabalhavam de forma totalmente analógica avançarem muito. O corretor se capacitou bastante, nós percebemos muito isso e, o mais importante, ele conseguiu manter uma excelência no atendimento aos clientes de forma virtual. Coisa que até bem pouco tempo era inconcebível. Diego Maia - E foi fundamental trabalhar dessa maneira na pandemia, não é Solange? Solange Zaquem - É exatamente nesse equilíbrio entre o digital e o humano que a SulAmérica acredita. O corretor pode contar conosco sempre para o sucesso de seus negócios. Hoje a gente oferece por exemplo a PraSaber, que é a nossa escola de negócios. É uma plataforma de cursos e treinamento online que tem sido um sucesso. "Nós vamos continuar inovando para os nossos clientes terem a melhor experiência de cuidado.” Solange Zaquem Diego Maia - Agora me diz uma coisa, o que os clientes, os corretores, os parceiros, a sociedade de uma maneira geral, podem esperar da SulAmérica para os próximos anos? Solange Zaquem - Em todo esse tempo de SulAmérica, ao longo dos seus 125 anos, a companhia nunca parou de se reinventar. O propósito sempre foi para melhorar a vida das pessoas e nós vamos continuar inovando para os nossos clientes terem a melhor experiência de cuidado. A gente acredita muito no conceito de saúde integral quando a gente fala para saúde física, saúde emocional e financeira, elas têm que estar em equilíbrio. E o nosso corretor de seguros tem um papel primordial nessa entrega. Na verdade, é ele que conhece as necessidades do cliente e pode continuar atuando como consultor de proteção e oferecer a melhor oferta, a que for mais adequada e a mais completa o seu segurado. Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • Seguradora centenária tem o olhar no futuro

    PREVISUL atravessou a pandemia com aposta em digitalização, mas reforça a importância do corretor Uma empresa de origem familiar, centenária, mas com o suporte de um grande grupo internacional e o pensamento no futuro do negócio de seguros. Essa é a PREVISUL, seguradora gaúcha especializada em seguros multirriscos. Fundada em 1906 em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, desde 2013 passou a integrar o grupo Caixa Seguradora, que é controlada pela holding francesa CNP Assurances. Essa história toda não é sinônimo de uma empresa que fica presa ao passado. A PREVISUL conseguiu enfrentar as dificuldades da pandemia de Covid-19 e a necessidade de isolamento graças ao processo de digitalização pelo qual já passava há quatro anos. O CEO da seguradora, Renato Pedroso, conversou com o palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia, e falou sobre esse processo e inovação no mercado. Confira a entrevista concedida para o podcast BóraVoar. Diego Maia - A PREVISUL é uma empresa centenária, com origem familiar, mas hoje faz parte de um grupo nacional que por sua vez tem como um dos controladores um grupo internacional líder na operação de seguros de vida na França. Como inovar e crescer liderando um negócio tão tradicional como o seu, Renato? Renato Pedroso - Com relação à tua pergunta, a PREVISUL realmente é uma seguradora centenária, de 115 anos de existência, que vão se completar agora em agosto (2021) e acredito eu que o nosso desafio maior sempre foi se adaptar ao novo modelo de negócio, que de tempos em tempos naturalmente muda. A gente tem, desde a fundação da PREVISUL, vários acontecimentos históricos que provam a resiliência da companhia em conseguir se adaptar a esses novos ciclos do mercado. Nesse momento que nós estamos vivendo, muito acelerado pela pandemia acredito eu, estamos vivendo aí uma digitalização da relação de consumo. Com os consumidores e os próprios corretores de seguro demandando uma facilidade na ponta, através de mecanismos, ferramentas que possibilitem o que a gente chama de autosserviço na ponta. "O corretor de seguros é o profissional que consegue orientar melhor o consumidor." Renato Pedroso Diego Maia - E como a seguradora tem se preparado para isso? Renato Pedroso - (A PREVISUL) já vem se adaptando a essa nova dinâmica de mercado há cerca de quatro anos, quando começou a digitalização de todas as suas interfaces em relação ao consumidor e ao corretor. E isso nos ajudou muito nesse último período da pandemia, já que de certa forma a gente colheu o que a gente apostou, que foi realmente desenvolver essas novas frentes de contato com o consumidor. E com isso conseguimos, acredito eu, antecipar uma movimentação dessa digitalização que com a pandemia se encurtou nessa. Essa dinâmica acelerou muito esse contato com o consumidor. Acredito que a gente está preparado e já está colhendo os frutos dessa nova dinâmica comercial. Diego Maia - A distribuição dos produtos PREVISUL é é ancorada no corretor de seguros tradicional. Como é que você enxerga a transformação digital que a gente está atravessando, em especial no que diz respeito à distribuição dos teus produtos? Renato Pedroso - Com relação a distribuição, a gente tem uma visão muito clara que é o produto de seguro e o produto financeiro complexo, a exemplo dos outros produtos financeiros que demandam maior conhecimento do consumidor e que acabam na verdade gerando uma demanda por consultoria. A gente vê isso muito nas linhas de investimento. O consumidor vem buscando profissionais qualificados que permitam o maior ou melhor entendimento desses produtos. E é por isso que a gente acredita muito no corretor de seguros. "A digitalização é um dos pontos necessários para as empresas continuarem vivas e atuais." Renato Pedroso Diego Maia - O papel do corretor ainda é fundamental então. Renato Pedroso - A gente tem, como eu falei, a digitalização dessa relação de consumo, que eu acho que é um dos pontos necessários para as empresas continuarem vivas e atuais dentro dessa dinâmica de mercado. Mas de outro lado, como o produto de seguro é um produto financeiro complexo, com terminologias diferenciadas, a gente chama até de ‘segurês’, o seguro demanda um atendimento mais consultivo. E isso a gente encontra através do profissional de seguros, de corretor de seguros, que é um profissional habilitado que passa por uma certificação perante o órgão regulador, que é a Susep, e com isso a gente consegue ter um direcionamento do consumidor para o produto que melhor atende às suas demandas, às suas necessidades. A gente está antenado nisso e a gente vê no profissional o corretor de seguros esse profissional que consegue orientar melhor o consumidor e é por isso que a gente acredita que essa distribuição vai continuar se dando através de profissionais habilitados e conhecedores do produto. Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • Prudential registrou crescimento mesmo na crise

    Seguradora que atende mais de 2 milhões de pessoas investe em inovação no mercado A Prudential do Brasil, seguradora subsidiária no país da Prudential Financial, uma das maiores instituições de serviços financeiros do mundo, registrou crescimento de 14% só em 2020, mesmo com os desafios da pandemia. E mais, bateu recorde de faturamento em meio ao cenário nebuloso. A importância da companhia no mercado brasileiro de seguros é muito grande, tendo a maior franquia de proteção. A Prudential protege mais de 2,6 milhões de vidas e já retornou para a sociedade mais de R$ 1,8 bilhão em benefícios pagos. O Vice-Presidente e CMO da empresa, Carlos Lamego, falou sobre o futuro da seguradora com exclusividade para o podcast BóraVoar, do palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia. Confira. Diego Maia - Carlos, a Prudential no Brasil possui dois canais de vendas, ao menos. A figura do Life Planner, que é uma espécie de franqueado da marca Prudential no Brasil, um empreendedor da marca Prudential no Brasil, e o canal corretor, que é o canal tradicional da distribuição de produtos de seguros no Brasil. Quais são os próximos passos e como você avalia essa trajetória de vocês? Carlos Lamego - O mercado de seguros de vida vem crescendo ao longo dos anos e ainda tem muita oportunidade de expansão. Estamos falando de um país que só 15% da população tem seguro de vida. Para chegar a cada vez mais brasileiros, a Prudential do Brasil vem intensificando ainda mais sua presença no mercado e conta com canais de vendas diversificados para isso. Temos, inclusive, a maior franquia de proteção, com mais de 1500 corretores franqueados. Mesmo diante de tantos desafios, somente em 2020 a companhia obteve um crescimento de 14%, com faturamento recorde de R$ 3,3 bilhões. “Olhamos para o futuro com uma visão otimista de longo prazo.” Carlos Lamego Diego Maia - A Prudential também aposta em inovação, certo? Carlos Lamego - Acreditamos em todo o potencial do mercado de seguros de vida e estamos sempre inovando. Acabamos de lançar, por exemplo, o programa Prudential Vitality, que tem como propósito incentivar nossos clientes a uma vida mais saudável, com foco na longevidade. Além disso, com o plano de expansão da rede de franquias ampliamos a nossa presença geográfica. Inauguramos dois novos pontos de apoio aos franqueados em Recife. Nosso planejamento ainda prevê lançamentos de produtos e serviços que atendam às necessidades dos clientes e franqueados. Diego Maia - Como é que a digitalização interfere na distribuição dos produtos de seguro e como é que a Prudential está caminhando para o futuro? Carlos Lamego - Enxergamos um grande movimento de transformação digital nas seguradoras e foi ainda mais estimulado e acelerado por conta da pandemia. Aqui na Prudential do Brasil, por exemplo, implementamos o aceite digital para as propostas de seguro de vida, trazendo ainda mais conforto e comodidade aos segurados no momento da contratação do seguro. Também incrementamos a plataforma de ensino à distância, possível para os corretores franqueados, que nós chamamos de PruEAD. Lançamos o aplicativo da plataforma que passou a permitir streaming de vídeos complementares ao material de treinamento, também disponível como ebook e áudio book. O que tornou o aprendizado mais dinâmico e confortável para toda a rede de franquias no período da pandemia. O resultado foi muito expressivo. Tivemos mais de 60 mil acessos à nova plataforma em meio ao cenário de pandemia. Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • Youse leva experiência 100% digital para o mercado de seguros

    Insurtech usa tecnologia para democratizar serviços e acabar com burocracia do setor Você sabe o que é uma insurtech? São empresas com operação digital escalável, que usa a tecnologia para acabar com toda a burocracia do setor de seguros. Através delas o cliente pode fazer todo o processo de compra dos produtos, seja de vida, automotivo, residencial, com poucos cliques. É uma proposta revolucionária em um setor onde o contato face a face com o corretor sempre foi regra. No Brasil a pioneira desse mercado é a Youse, que é operacionalizada pela Caixa Seguradora. Com DNA 100% digital, a empresa tem como principal objetivo a democratização do acesso das pessoas ao mercado de seguros, segundo seu CEO, Marcos Centin Dornelles. E ele falou com exclusividade sobre os serviços da Youse para o podcast BóraVoar, do palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia. Confira a entrevista. Diego Maia - Marcos, uma pergunta meio que bola de cristal. Você enxerga a sobreposição do online sobre o offline no mercado de seguros? Você espera que isso aconteça em quanto tempo? Marcos Centin Dornelles - Não resta dúvida que a oferta de produtos e a disponibilização de serviços online tem crescido de forma muito significativa ao longo desses últimos anos. Então quando falamos não só de um processo de compra, mas também de um processo de gestão ativa da sua apólice, e ainda da solicitação e acompanhamento do serviço de sinistros e de assistência, que no caso da Youze já são uma realidade 100% digitais. De forma muito acelerada também vem sendo construída por outras empresas. Sejam insurtechs, seguradoras tradicionais e ainda propriamente corretores de seguros. Com isso eu posso afirmar que a sobreposição do online sobre o offline deve ocorrer num prazo de até cinco anos. “Hoje eu não consigo enxergar empresas iniciando novos negócios de forma offline.” Marcos Centin Dornelles Diego Maia - Marcos, a distribuição online e offline, esse offline face to face, caminharam juntas ou uma irá substituir a outra? Como é que você enxerga isso? Marcos Centin Dornelles - O caminho trilhado e já devidamente consolidado em alguns segmentos de negócios, e aqui eu poderia trazer alguns exemplos de maneira muito rápida: streaming de filmes, de músicas, compra de passagens aéreas, reserva de hotéis e até mesmo, por que não dizer a compra de livros, que eram processos tradicionalmente offline, face to face, hoje basicamente são 100% digitais. Restando poucas iniciativas tradicionais. Eu diria que esse caminho é inexorável para o mercado segurador brasileiro. Diego Maia - Na pandemia isso foi uma tendência, não é? Marcos Centin Dornelles - Diria inclusive que a pandemia acelerou todo e qualquer processo que eventualmente as empresas estivessem construindo de transformação digital, fazendo com que projetos que estivessem na prancheta viessem literalmente para a prática. E com isso, definitivamente a distribuição online ganha passos largos, fica na dianteira, deixando para trás o processo de distribuição offline. Hoje eu não consigo enxergar empresas iniciando novos negócios de forma offline. Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • Transformações do mercado exigem inovação do RH

    Ana Luisa Winckler, Diretora de RH da Amanco Wavin, acredita que área precisa usar novos métodos para lidar com mudanças O setor de Recursos Humanos das empresas foi um dos mais desafiados durante a pandemia de Covid-19. Os profissionais da área tiveram que lidar diretamente com as novas formas de trabalho e com os cuidados necessários com a saúde dos trabalhadores. Para lidar com os tempos difíceis foi necessário muita criatividade. É o que pensa a Diretora de RH da Amanco Wavin, Ana Luisa Winckler. A especialista conta como uma boa estratégia de comunicação e alinhamento com os colaboradores ajudaram a tirar o melhor de todos. “Em tempos difíceis eu acho que o ser humano pode mostrar o que tem de melhor.” Ana Luiza Winckler Em entrevista exclusiva para o podcast BóraVoar, do palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia, Ana Luisa fala também sobre as transformações que o setor passará e como será o futuro dos Recursos Humanos. Confira. Diego Maia - Ana, você que dirige o RH da Amanco, me diz uma coisa, como é que tem sido esses tempos difíceis para sua empresa e para os seus colaboradores? Ana Luisa Winckler - Bom, em tempos difíceis a gente exige muita criatividade e muita vontade e muito alinhamento entre a organização e os colaboradores. Nós conseguimos passar para esse momento com uma boa estratégia de comunicação. Em tempos difíceis eu acho que o ser humano pode mostrar o que tem de melhor e nós conseguimos fazer isso com o nosso time. Através de um propósito muito bem claro, de diretrizes bem estabelecidas e principalmente investindo em ações de bem estar, preocupados com a saúde mental de todo mundo. Diego Maia - Que outras ações vocês tomaram junto aos colaboradores? Ana Luisa Winckler - Também investimos em benefícios, em treinamentos, em desenvolvimento e dando oportunidades para as pessoas sentirem que estamos juntos nessa jornada e que tempos difíceis precisam ser vividos no coletivo para terem mais sucesso. Acredito que nós saímos disso mais fortes, realmente acreditando no potencial de cada um, nas diferenças, na diversidade. Acho que é isso que faz nosso sucesso em tempos difíceis. “O que a gente conhecia até hoje provavelmente não vai prevalecer lá no futuro. Se nós continuarmos fazendo as mesmas coisas, com os mesmos métodos, a gente não vai acompanhar as transformações do mundo.” Ana Luisa Winckler Diego Maia - Qual a sua expectativa para o futuro do RH no dia a dia das empresas? Ana Luisa Winckler - O RH tem sido desafiado todos esses anos por uma questão de transformação. Transformação de mente, transformação de mercado, transformação do mundo e eu acredito que a gente tem que continuar olhando para frente. Porque a gente tem desafios, a era digital, a diferença de gerações e principalmente o nosso grande desafio é transformar as relações de trabalho. O que a gente conhecia até hoje provavelmente não vai prevalecer lá no futuro. Se nós continuarmos fazendo as mesmas coisas, com os mesmos métodos, a gente não vai acompanhar as transformações do mundo. Diego Maia - E como o RH acompanhará essas transformações? Ana Luisa Winckler - O RH sai de uma postura de desenvolvimento, de comportamento e passa a ser de transformação, onde a gente olha o futuro e traz inovação, traz novas possibilidades de aprender e reaprender. Pensar quais são as profissões do futuro que a gente ainda não mapeou e como preparar as pessoas para estes desafios e para as profissões que talvez não fiquem mais por aqui. Eu acho que esse vai ser o grande papel do RH de transformação. Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

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