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  • Marketplace de crédito reduz distância entre financeiras e clientes

    Ricardo Kalichsztein, CEO da Bom Pra Crédito, fala sobre o futuro das fintechs no Brasil. Simplificar a forma como os brasileiros buscam crédito é a missão da fintech Bom Pra Crédito, fundada em 2014. Em entrevista exclusiva para o podcast BóraVoar, do palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia, o CEO e co-founder da financeira, Ricardo Kalichsztein, fala dos seus diferenciais e faz uma análise do setor. Ricardo e seus sócios perceberam que existiam muitas dificuldades para ter acesso ao crédito no Brasil e não achavam justo que as pessoas precisassem passar por uma peregrinação para isso. Eles então saíram de seus empregos e começaram a empresa em uma salinha na Vila Olímpia, em São Paulo. Dedicados a mostrar que conseguir crédito online poderia ser muito mais simples e legal, Ricardo e os sócios começaram a conquistar clientes para a Bom Pra Crédito. Confira mais sobre essa jornada na entrevista abaixo. Diego Maia - Ricardo, CEO da Bom Pra Crédito, me fala mais sobre o negócio de vocês, que já tá aqui selecionado como uma startup altamente promissora. Ricardo Kalichsztein - Oi Diego! Primeiro, super prazer em falar contigo. Obrigado aqui pelo convite. Vai ser um enorme prazer a gente bater um papo aqui sobre o ecossistema empreendedor. Diego Maia - Me conta mais detalhes sobre o Bom Pra Crédito... Ricardo Kalichsztein - Então, vou falar um pouquinho para você como é que funciona aqui o nosso modelo de negócio no Bom Pra Crédito. O Bom Pra Crédito foi o primeiro marketplace pra crédito do país. A gente nasceu em 2014 e ele é um marketplace que dá o poder de escolha de crédito dos tomadores. Então, os nossos clientes, eles aplicam em um único lugar, uma única solicitação de crédito e ele recebe diversas opções de crédito através dos nossos parceiros credores. Ele escolhe qual é o melhor para ele em termos de melhor taxa, melhor limite, melhor prazo. Ele que vai escolher se tem garantias, se não tem garantia, é o cliente que vai escolher a melhor opção para ele. Além disso, a gente tem um serviço, que também democratiza ser credor, dentro do nosso marketplace. Tem um serviço de credit as a service. Então, a gente tem uma estrutura proprietária onde a gente avalia o risco de crédito de cada um dos clientes e em cima disso os credores sugerem as condições financeiras a serem aprovados dentro do apetite de risco de crédito que eles querem. Diego Maia - E quais são as vantagens disso? Ricardo Kalichsztein - Isso faz com que o nosso consumidor ganhe mais oferta de crédito para ele escolher. Então, além dos bancos tradicionais, das fintechs que dão crédito, que são nossos parceiros, todos eles são nossos parceiros, a gente também tem ofertas exclusivas de credores que utilizam os nossos serviços para transformar o seu funding, o seu dinheiro, em oferta de crédito para nosso tomador ter mais uma opções de escolha. "Cada vez mais pretendemos ter produtos com diferentes ofertas para o nosso consumidor." Ricardo Kalichsztein Diego Maia - O que diferencia vocês no mercado, Ricardo? Ricardo Kalichsztein - Olha, tem muita coisa para fazer ainda como o Bom Pra Crédito. Então, continuar crescendo aqui, tanto em quantidade de ofertas para o nosso consumidor, a gente fala de empréstimos, financiamentos e entra a família de financiamentos, aqui a gente começa a entrar no ecossistema do nosso cliente. Estamos falando de financiamento de veículos, financiamentos de imóveis e eventualmente esse cliente ele precisa de uma emergência de novo, então nós estamos dentro do ecossistema da vida desse consumidor. Cada vez mais pretendemos ter produtos com diferentes ofertas para o nosso consumidor. Pensou em crédito, ele tem aqui no Bom Pra Crédito. Além disso, cada vez mais trazer retornos interessantes para quem quer investir em crédito, ou seja, tem bastante caminhos aqui no Bom Pra Crédito, e quem sabe não só no Brasil, fora do Brasil também. Diego Maia - O que você acha do crescimento das startups? Ricardo Kalichsztein - Eu acho que o cenário de startups no Brasil tem muito espaço ainda para crescer. Não só para crescer, também para inovar dentro do nosso mercado. Falando especificamente de startups do mundo financeiro, o mercado financeiro vem mudando bastante, o Banco Central vem fazendo diversas ações que apoiam o setor para a inovação. Como o Pix, como o Open Bank, que agora chama Open Finance, e tem muita novidade, muita inovação aqui dentro do nosso mercado. E certamente surgirão cada vez mais opções interessantes de fintechs no país, podendo ajudar os consumidores e também, claro, as próprias instituições financeiras. "Eu acho que tem muito espaço ainda para crescer e acho que temos que acompanhar as inovações que o mercado traz para a gente." Ricardo Kalichsztein Diego Maia - De que maneira isso pode acontecer? Ricardo Kalichsztein - Aqui eu vejo um ponto super interessante, não só a competição. Hoje você tem muitas fintechs que competem com o banco tradicional, com a financeira tradicional. Eu acho que a gente vai ver também muitas fintechs que cooperam com o sistema financeiro como um todo, seja ele um player tradicional ou seja ele um player novo. Ajudando ele especificamente em um determinado produto, em determinado processo, a distribuir seus produtos de uma forma bastante eficiente e eficaz. Eu acho que tem muito espaço ainda para crescer e acho que temos que acompanhar as inovações que o mercado traz para a gente. Então, tem muito espaço ainda pela frente. *** Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • Food tech Cozinhe.Me quer resgatar o hábito de cozinhar

    Cozinhe.me leva experiência culinária diferenciada direto para a cozinha do consumidor. Um dos setores que mais mudaram durante a pandemia de Covid-19 foi o de food service. Essas empresas precisaram se reinventar a partir da mudança na demanda, com o aumento dos pedidos de delivery através da internet. Segundo a instituição britânica The Food Tech Matters, que conecta empreendedores do setor com companhias aceleradoras e investidores, espera-se que o mercado atinja um valor global na casa dos R$ 980 bilhões em 2022. O número de investidores nesse setor também aumentou muito e triplicou nos últimos quatro anos. No Brasil uma das food techs de destaque é a Cozinhe.me, que tem como objetivo inspirar e resgatar nas pessoas o ato de cozinhar. Para isso eles criaram uma plataforma de experiências culinárias e acreditam que o ato de ir para a cozinha é saudável, sustentável e divertido. O palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia, entrevistou para o seu podcast BóraVoar o CEO e co-fundador da Cozinhe.me, Paulo Renato, que falou sobre o atual modelo de negócios e os planos para o futuro. Confira abaixo. Diego Maia - Estou recebendo aqui o Paulo Renato, CEO e co-fundador da Cozinhe.me. Paulo Renato - Primeiro quero te dizer que é um prazer imenso estar participando do teu podcast, do teu programa. Para nós é uma honra estarmos aqui listados nessa tua pesquisa, nessa tua lista de principais startups brasileiras. A gente acredita que sim, o nosso modelo de negócios é muito promissor. E para nós é um prazer estarmos participando contigo do programa. Diego Maia - Me conta mais detalhes desse negócio de vocês. Paulo Renato - Uma startup que nasceu para inspirar o mundo a cozinhar. Esse é o nosso propósito. A gente fundou a startup em 2017, mas a gente passou por uma grande mudança em 2019. Então, a Cozinhe.me tem bases teóricas muito sólidas, a gente está muito inspirado pelo antropólogo americano Michael Pollan, que é autor daquele documentário que tem no Netflix, o Cooked. Acreditamos que o ato de cozinhar é a tecnologia exponencial que pode mudar o futuro da humanidade e a que as pessoas quando cozinham elas se relacionam melhor com o planeta, se tornam seres mais sustentáveis e se relacionam melhor com o alimento que as mantêm vivas e com as pessoas. "Descasque mais e desembrulhe menos. Acho que esse é um mantra nosso aqui." Paulo Renato Diego Maia - Vocês também têm uma grande preocupação com saúde, certo? Paulo Renato - Acreditamos que é muito poderoso o ato de cozinhar, tá muito envolvido com a nossa questão de saúde. Várias doenças, diabetes, problemas no coração, alguns tipos de câncer, estão originados nos nossos hábitos alimentares, no consumo de produtos ultra processados, no consumo de muito fast food. Então, tem esse componente de saúde no nosso propósito. Quando tu cozinha tu sabe exatamente quanto de sal entrou, qual a procedência do ingrediente, o que tu utilizou para fazer aquele bolo, o quanto de açúcar, etc. A gente tem um componente muito forte de educação, as crianças aprendem valores muito importantes e tem a questão toda da sustentabilidade no final. Descasque mais e desembrulhe menos. Acho que esse é um mantra nosso aqui. Diego Maia - Como foi a mudança no modelo de negócios que a Cozinhe.me passou recentemente? Paulo Renato - O nosso modelo de negócios, como eu disse antes, teve uma grande transformação em 2019 e 2020. Mapeamos toda a jornada de quem quer cozinhar hoje, para entender o porquê que a gente aos poucos foi se afastando da cozinha. Hoje para tu cozinhar numa vida super corrida, trabalho, etc, tu tem que achar receita ou num livro, ou no Google, tem que imprimir essa receita, ou escrever, ou jogar para o WhatsApp. Tem que ir até o supermercado, passar por vários corredores, por vezes não encontrar todos os ingredientes que precisa para preparar aquela receita. Vai chegar em casa, vai cozinhar sozinho lá na cozinha, enfim alguns ligam uma música, para alguns é uma distração, mas para alguns também pode parecer maçante e depois vai lavar louça. Hoje é a jornada comum de quem quer cozinhar. A gente redesenhou essa jornada em 2019 e a gente "pivotou", como a gente chama nesse mundo das startups. Diego Maia - E foi uma mudança radical, né Paulo? Paulo Renato - A gente "pivotou" o nosso modelo de negócio, mudou, alterou ele drasticamente e passamos a ter um produto. É uma caixa que chega na tua casa com todos os ingredientes para tu preparar uma receita com o passo a passo, com uma playlist para cozinhar ouvindo música, com dicas de vinho, dicas de cerveja, dicas de bebidas que harmonizam, drinques, com algumas surpresas. Por exemplo, a gente fez uma caixa no Dia dos Namorados que levou o pessoal até Aix-en-Provance, na França, em que a caixa levou um cheirinho de lavanda. Aix-en-Provance é a cidade da lavanda e a gente levou até a casa das pessoas essa experiência. O nosso produto é esse e o nosso modelo de negócio então se modifica muito a partir de 2019, 2020. Diego Maia - E agora vocês vão passar a oferecer um clube de assinaturas para as pessoas, certo? Paulo Renato - A gente passou pelo principal programa de aceleração do mundo de startups na área da gastronomia, que é o From Start-To-Table, realizado pelo Startup Lisboa, realizado em Portugal. Ali a gente modelou o nosso negócio, para um negócio de recorrência. Ou seja, até ao final desse ano a Cozinhe.me se transforma num clube. Então, você vai poder escolher uma experiência por mês, ou duas, ou três, para aprender as receitas, a cozinhar e essa experiência vai ser pensada junto com os restaurantes. Com alguns restaurantes que já trabalham nessa lógica de experiência, que já têm um menu diferente e que acreditam no propósito de inspirar as pessoas a cozinhar e num mundo melhor através do alimento, através da cozinha. "São produtos que hoje tu não encontra no supermercado e que tu tem a condição de com alguns cliques receber na tua casa toda essa curadoria, toda essa experiência e a ideia é que tu replique isso depois e cozinhe para outras pessoas." Paulo Renato Diego Maia - Agora, quais são as tuas perspectivas? O que vocês vão fazer para ampliar, para fazer essa startup crescer? Paulo Renato - Acho que vocês já devem ter percebido que pelo meu sotaque que eu sou do Sul. Sou do Rio Grande do Sul, de Porto Alegre, e avisar o pessoal do Rio, de São Paulo, que logo nós estaremos aí, com as experiências autorais. Hoje a gente tem mais de 12 experiências autorais, e também com a experiência dos restaurantes. Atualmente, temos por exemplo, um risoto de cogumelos que é incrível, um camarão tailandês incrível também. A entrada é um salmão curado com creme azedo e um pão de fermentação natural. São produtos que hoje tu não encontra no supermercado e que tu tem a condição de com alguns cliques receber na tua casa toda essa curadoria, toda essa experiência e a ideia é que tu replique isso depois e cozinhe para outras pessoas. Faça um hambúrguer como a maionese de laranja, queijo gouda, pão artesanal e broto de beterraba com o nosso ketchup de pimenta biquinho, por exemplo. Enfim, tem várias experiências e a gente está louco para ir para o Rio, tá louco para ir para São Paulo e temos ainda mais alguns passos aqui em Porto Alegre para a gente arredondar bem o modelo de negócios. Um deles é o desenvolvimento da plataforma. *** Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • Como contornar objeções de vendas

    Habilidades do profissional no trato com o cliente é fundamental para fechar negócios difíceis Contornar objeções de vendas nem sempre é fácil. Exige uma habilidade e tanto no trato com o cliente para que o contato feito não seja perdido e, como consequência, a negociação não seja concluída. Tenha um projeto bem definido Se antecipe a alguns obstáculos Seja claro no benefício oferecido A primeira objeção é natural Deixe tudo registrado Porém cabe lembrar que nem todas as objeções são necessariamente uma falha no seu produto ou no seu público alvo. Muitas vezes contornar essas objeções faz parte do trabalho do vendedor. Por isso nesse post trazemos algumas informações sobre como contornar objeções de vendas, de modo que você consiga concluí-las mesmo com uma negativa do cliente, de um modo mais simples e com bons indicadores. As dicas são do palestrante de vendas Diego Maia, um dos principais especialistas em treinamento de vendas do Brasil. Tenha um projeto bem definido Quando você tem um projeto muito bem definido, fica muito mais fácil convencer o cliente do que ele pode adquirir. Por isso também é fundamental saber o que fazer quando alguma objeção acontecer. Um projeto precisa levar em conta também algumas objeções e formas de como contornar esse tipo de situação, de maneira que você possa apresentar ao cliente um cenário de venda que seja do seu interesse. Porém, é preciso entender também de que maneira trabalhar com todo esse processo, de modo que seja possível ter segurança nas informações passadas e assim ter a venda realizada finalmente. Se antecipe a alguns obstáculos Existem alguns obstáculos que o cliente coloca que são previsíveis. Essas situações podem ser antecipadas, sendo uma estratégia de vendas muito interessante para contornar objeções. Algumas objeções como “não posso agora”, “não tenho interesse no momento”, por exemplo, são mais comuns e podem ser antecipadas por argumentações mais consistentes. Ter um roteiro para esse momento é também muito importante e por isso é preciso pensar em formas de como explorar estratégias de como vencer os mais comuns, que podem ser levantados a partir de cada situação específica. Seja claro no benefício oferecido Normalmente uma objeção pode paralisar um vendedor. Quando isso acontece é muito comum as pessoas não saberem como argumentar de modo que o cliente seja convencido, principalmente quando ele está irredutível. No entanto, uma das dicas é conhecer todo o seu produto e mostrar como ele pode sanar a necessidade do cliente. Em outras palavras, a resposta e a ação contra a objeção do cliente está no próprio produto. Conhecer todos os benefícios que ele pode oferecer é a melhor oportunidade para conseguir vencer a objeção do cliente, de modo que você consiga também trabalhar com todo o benefício possível. A primeira objeção é natural Muitas pessoas pensam que o primeiro não é o mais difícil. No entanto, geralmente o cliente já tem esse primeiro não. Essa é uma máxima que todos os vendedores já conhecem: “o primeiro não você já tem”. Isso significa que vencer a primeira objeção é fundamental para que você possa avançar. E ser objetivo será muito importante para que você tenha todos os resultados esperados e que você quer alcançar de fato. Dessa maneira, é importante pensar em como vencer esse primeiro obstáculo e ir em direção à formalização da venda, que é seu principal objetivo. Deixe tudo registrado Por fim, para saber como contornar objeções de vendas é preciso saber exatamente o que levou à desistência do cliente. Quais foram os argumentos e todas as outras informações que são importantes nesse contexto. Quando se faz esse registro, você tem um caminho que pode ser trilhado. E também é uma boa oportunidade para conseguir trabalhar com todo o movimento que é necessário nesse sentido. Isso será de grande ajuda em como contornar objeções futuras, já que as situações podem se repetir. Assim você tem a exata ideia de como lidar com aquele cenário e conseguir vencer essa primeira resistência. Pensar em como contornar objeções de vendas é algo essencial, que pode fazer toda a diferença no que você procura e nas possibilidades que terá para obter esse suporte. Algumas das objeções são muito simples de resolver e dependem apenas de como você entende o momento. Principalmente de que maneira pensar em estratégias que sejam de acordo com esse processo. Ter um planejamento, um projeto e saber tudo sobre o seu produto são algumas das formas como você pode vencer essa barreira que o cliente coloca inicialmente. Entender todo esse cenário e saber a melhor forma para explorá-lo desde o começo e oferecer algo que atenda as necessidades do cliente é fundamental. A partir de todo esse contexto, certamente você pode encontrar formas de estabelecer condições mínimas para conseguir dar conta de todo esse processo, que é complexo e que exige bastante de todas as pessoas. Conheça o CDPV CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) é uma Escola de Vendas disruptiva especializada em conteúdos, treinamentos e palestras de vendas, fundada em 2003 por Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Atuamos em todos os estados brasileiros e falamos a língua da sua equipe de vendas com soluções para cada tipo de negócio. Fale com nossos especialistas e saiba como podemos ajudar sua organização.

  • Food tech Liv Up aposta em comida saudável e prática

    Victor Santos conta como a Liv Up cresceu no mercado de alimentação natural. A necessidade de buscar uma alimentação prática e ao mesmo tempo saudável levou o empreendedor Victor Santos e um colega de faculdade a abrirem a startup Liv Up, em 2016. A food tech é dedicada a comida saudável que o consumidor faria em casa, se tivesse tempo. Victor Santos, CEO e co-fundador da empresa explicou o modelo de negócios e seus principais diferenciais em entrevista exclusiva para o podcast #BóraVoar, do palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia. Abaixo você confere a transcrição desse bate-papo. Diego Maia - Conta mais detalhes do negócio Liv Up, Victor. Victor Santos - A Liv Up existe para levar comida boa para cada vez mais gente. Trabalhamos com um mercado online, para quem quer comer bem e viver melhor. Tem um portfólio completo com comida gostosa, comida saudável e comida natural. Que tem desde pratos prontos, pratos congelados, frutas, legumes, verduras, açougue, laticínio, enfim, a gente quer realmente levar essa comida boa para cada vez mais gente. Até dando um pouquinho mais de contexto, por que é que a gente começou o negócio? A gente vê essa busca pelo comer bem muito forte na nossa geração e a gente entende que tem uma oportunidade incrível no Brasil para construir algo realmente conectado ao consumidor. Tanto no portfólio, quanto na experiência, levando muita conveniência, muita praticidade. Uma experiência realmente incrível para os consumidores. Diego Maia - O que mais você destaca no negócio da Liv Up? Victor Santos - É justamente esse mix com comida boa e da experiência digital que a gente faz com muita força para o negócio da Liv Up. E, é assim que a gente tem crescido a empresa nesses últimos cinco anos. Falando um pouquinho do negócio, a gente acabou de anunciar a captação de R$ 180 milhões justamente para financiar tanto a expansão do portfólio, quanto para reforçar o nosso time de tecnologia, nosso time de marketing, que puxam aí o crescimento da companhia. Muita gente não sabe, mas a Liv Up tem uma pegada muito forte de tecnologia em operações. Que é o que a gente fala, que não é a experiência que o consumidor vê, mas é a que ele sente. Então não é o app em si, mas é justamente a forma que a gente cuida de todos os processos para garantir que chegue comida muito boa, com uma experiência incrível para os nossos clientes. "A gente quer ter uma marca muito engajada, muito conectada com os consumidores." Victor Santos Diego Maia - Se você pudesse apontar uma diferenciação, um ponto de diferenciação, que faz com que vocês sejam identificados no mercado, Vitor? Victor Santos - Qual é o grande diferencial que a gente trabalha diariamente para construir, definitivamente é a marca. A gente quer ter uma marca muito engajada, muito conectada com os consumidores. Mas o que sustenta o engajamento da marca, diria que são três pilares. O primeiro, o cardápio proprietário. O segundo ponto, é o pilar de tecnologia e o terceiro ponto é o impacto realmente no sistema alimentar. Comprar é um ato político. O consumidor, ele escolhe se relacionar com marcas que defendam, que apoiam causas que ele acredita. A gente entende que esse é um ponto muito forte na Liv Up. "A ideia é realmente a gente participar da jornada alimentar dos nossos clientes durante a semana." Victor Santos Diego Maia - Além do consumidor, vocês também buscam um impacto social, correto? Victor Santos - Para quem não sabe, a gente trabalha com mais 40 famílias no modelo de plantio dedicado, com agricultura familiar. Um número que eu tenho um baita orgulho, a gente tá comprando já mais de 100 toneladas de ingredientes orgânicos todos os meses. Só para colocar em perspectiva, no ano de 2019 nós compramos 320 toneladas no ano inteiro. Então, mostra muito desse ciclo virtuoso de crescimento da companhia. Como que a Liv Up sendo 10, 50 vezes maior, como que a gente pode causar um impacto muito positivo, não só para os nossos clientes, com uma alimentação melhor, mas também para toda a cadeia. O que antes era aquele jantar do dia corrido né, nas refeições congeladas, hoje em dia já tem ingredientes para as pessoas cozinharem em casa, tem opção para o café da manhã. A ideia é realmente a gente participar da jornada alimentar dos nossos clientes durante a semana. *** Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • Startup Dootax oferece agilidade no gerenciamento fiscal

    Considerada uma das mais promissoras do país, a Dootax cresceu mesmo com as adversidades da pandemia. Uma das startups que mais cresce no Brasil foi a Dootax, que criou uma plataforma de gerenciamento fiscal que promete revolucionar a maneira como as empresas lidam com as obrigações tributárias no país. Fundada em 2018 em São Bernardo do Campo, São Paulo, foi considerada promissora pela revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios, em 2020 e 2021. Através de seu software a Dootax garante agilidade e segurança no compliance fiscal. Em entrevista exclusiva para o podcast #BóraVoar, do palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia, o co-fundador e Diretor Comercial, Yvon Gaillard explicou como a empresa enfrentou a pandemia e cresceu mesmo na adversidade. Confira. Diego Maia - Yvon, me conta mais desse negócio que vocês criaram. Yvon Gaillard - O negócio da Dootax, Diego, é simplificar as rotinas fiscais com tecnologia. Estamos no pior país do mundo em relação à burocracia tributária e isso é sentido no dia a dia por todos os agentes econômicos aqui no país. Então, a Dootax tem um grande propósito: através de soluções tecnológicas proporcionar um melhor ambiente econômico para as empresas focarem no que realmente importa, no que realmente traz valor para a companhia. Diego Maia - E como isso é feito? Yvon Gaillard - Vou dar um exemplo aqui da nossa principal solução, que automatiza todo o ciclo de geração e pagamento de impostos para todos os entes aqui no Brasil, seja União, Estados ou Municípios. Para você ter uma ideia, hoje, nas empresas esse é um processo ali extremamente manual. O analista fiscal entra no site, você precisa digitar as informações, pegar aquele boleto com código de barras e depois inserir na RP, e depois ir no banco, e depois imprimir, armazenar. Isso sem falar aqueles tributos que estão diretamente relacionados para a venda, que são o ICMS, o grande vilão da história no país, que impacta diretamente o e-commerce, que tá sendo uma das grandes saídas nesse momento de pandemia. Então, é um processo muito manual, que impacta diversas áreas da companhia. Diego Maia - Toda a empresa, não é? Yvon Gaillard - Acham que isso só impacta a contabilidade, a área fiscal, mas não. Impacta as contas a pagar, impacta tesouraria, que precisa alocar esse recurso. Muitas vezes impacta logística porque são os tributos ligados à operação e eu só posso sair com a mercadoria quando o imposto tá pago. Enfim, é uma loucura, é um processo muito burocrático, que traz uma série de custos ocultos para a companhia. Então, por exemplo, a gente observa três custos ocultos aqui nos clientes no qual a gente fez uma análise muito minuciosa e encontrou uma série de problemas. Diego Maia - E quais seriam eles? Yvon Gaillard - Pagamento em duplicidade, então, pagar o mesmo imposto duas vezes. Fora isso, tem a questão de multas e juros, porque se eu perder o prazo - e os prazos do governo são apertados - eu tenho que pagar aquele tributo com multas e juros. E caminhões parados na fronteira do estado, por conta dessa falha no pagamento, o que leva, além do prejuízo financeiro de ter o caminhão, de ter a diária adicional, de ter a mercadoria parada, o impacto na experiência do cliente, que hoje é fundamental para manter o seu negócio funcionando. Então pensando nisso, uma das soluções da Dootax foi criada exatamente para solucionar esse problema. "Hoje a Dootax é homologada para fazer essa conexão direta com todos os bancos com operação no Brasil." Yvon Gaillard Diego Maia - Como ela funciona? Yvon Gaillard - De maneira automatizada a gente conecta com sistemas da empresa, seja RP, seja o sistema de comércio eletrônico deles ou o sistema fiscal, captura as informações necessárias para gerar os documentos de arrecadação, as guias de impostos, comunica, faz essa integração ali com o governo através dos nossos robôs, da nossa tecnologia baseada em micro serviços para otimizar todo o processo de geração desses tributos. E a partir daí a gente também tem a possibilidade de conectar com os bancos de forma totalmente automatizada. Hoje a Dootax é homologada para fazer essa conexão direta com todos os bancos com operação no Brasil. "Foi um ano (2020) incrível, mesmo com a pandemia. Conseguimos um crescimento super robusto, a gente dobrou novamente em relação ao ano anterior." Yvon Gaillard Diego Maia - Como é que foi superar os desafios da pandemia? Vocês conseguiram crescer? A startup conseguiu aumentar os negócios, melhorar o resultado da startup mesmo na pandemia? Yvon Gaillard - Diego, tenho que confessar para você que quando a pandemia começou no início do ano passado, foi em meados de março que a pandemia chegou no Brasil, assustou. Confesso que tomamos algumas decisões mais conservadoras, a gente cortou investimentos ali de cara. A gente tinha um plano de investimento no ano passado robusto, demos uma segurada para preservar o caixa e também para preservar os colaboradores que já estavam conosco no projeto e observamos ali o primeiro mês, o segundo mês. Tenho que confessar que foram meses ruins, a gente teve uma queda significativa no número de novos clientes e também uma estabilização, uma pequena queda na curva de faturamento. Mas acho que o mercado se adapta. Não só nós, Dootax, nos adaptamos, mas como o mercado em geral se adaptou e o e-commerce, o varejo eletrônico acabou sendo uma saída para todo mundo para conseguir sobreviver. Diego Maia - E vocês têm um trabalho forte com o e-commerce, certo? Yvon Gaillard - Era a única coisa que funcionava, era o delivery. Então, a nossa solução tem uma aderência muito grande para o varejo. É um dos setores no qual se paga mais tributos no Brasil e que tem a maior complexidade tributária. E a nossa solução cai como uma luva para esse processo de implementação e de escala que o e-commerce precisava naquele momento. Em meados de maio a gente começa a perceber um aumento na demanda, casou muito bem com a nossa estratégia no início do ano de investir no SMB, Small and Medium Business. Nós tínhamos uma estratégia que em 2019 estava muito focado para a Enterprise, para as grandes contas. No início de 2020, tínhamos criado uma célula de inside sales, uma estrutura junto com o marketing, com um produto para ter uma oferta para o SMB mais robusta. A gente conseguiu, depois da pandemia, entre meados de maio e junho, começar a escalar a nossa solução para o mercado e aí crescer de forma exponencial. Foi um ano (2020) incrível, mesmo com a pandemia. Conseguimos um crescimento super robusto, a gente dobrou novamente em relação ao ano anterior. *** Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • Benie Saúde facilita acesso a medicamentos

    CEO da startup conta como a farmácia digital acaba com a peregrinação atrás de remédios e oferece o melhor preço. Todo mundo já teve que tomar um medicamento e se viu sem ele em casa. A história da Benie Saúde começou justamente assim. Um dos fundadores da startup acordou um dia e precisava de um remédio para tratamento crônico, mas percebeu que ele tinha acabado. Mas só depois de tentar em três farmácias e passar por 1 hora e meia de espera conseguiu. Essa experiência fez com que decidisse buscar uma solução não só para ele, mas também para outros brasileiros que passam pelo mesmo problema. Ao invés de ter que pegar imãs de geladeira, papéis em gavetas atrás dos telefones, a Benie Saúde criou uma farmácia digital que garante o melhor preço e entrega o remédio dentro de 45 minutos. O CEO e co-fundador da Benie, Evandro Campos, deu uma entrevista exclusiva para o podcast #BóraVoar, do palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia. Nela você confere mais sobre essa solução que facilita o acesso a remédios. Diego Maia - Evandro, conta mais detalhes sobre o funcionamento do Benie. Evandro Campos - O Benie é uma farmácia digital. É um serviço de extensão farmacêutico que tem como objetivo manter a farmacinha doméstica de pacientes crônicos e pessoas em geral abastecida. Fugindo dessa experiência caótica que é ir a farmácia comprar produtos de saúde. Sem nenhuma perda de tempo muito grande. Muitas vezes não encontra tudo o que precisa e o preço sempre é um mistério. Na cabeça de todo mundo você não sabe se está pagando barato ou caro por aquele produto. "Acho que a principal diferença competitiva do Benie no mercado é a nossa percepção de que a farmácia marca um ponto de venda de produto." Evandro Campos Diego Maia - Qual é a principal diferença da Benie para outros serviços desse tipo? Evandro Campos - Acho que a principal diferença competitiva do Benie no mercado é a nossa percepção de que a farmácia marca um ponto de venda de produto. Ela diverge desse modelo de presença maciça, de loja em cada esquina, que tem objetivo de te abraçar no seu passar e te dar essa percepção de acolhimento, de atendimento. Mas na verdade é uma experiência distante, impessoal, é uma chance muito grande de você entrar na farmácia e não encontrar toda a sua cesta de produtos, ter que ir em mais de uma. O processo na farmácia é desenhado para você ser atendido no balcão, e nada mais impessoal do que aquele CPF para aquela promoção “customizada” de produtos que você não precisa. Mas o principal foco é que aquela pessoa não tem condição de ver você como um paciente, a tua necessidade de fato, de entendimento e de produto para manter a sua cesta completa. "O preço. Isso é um problema sério, porque cada farmácia vai o preço diferente." Evandro Campos Diego Maia - Vocês também se diferenciam na questão financeira, certo? Evandro Campos - O preço. Isso é um problema sério, porque cada farmácia vai o preço diferente. Você está no balcão e não tem como fazer uma comparação de preço nos outros lugares. Tem vários preços diferentes nos pontos de venda: descontos do laboratório, descontos do Plano Saúde, desconto da farmácia, desconto da sua classe profissional. Enfim, é uma grande confusão. E, assim, o processo de pagamento, além de enfrentar fila, é moroso e muitas vezes você tem que repetir todo o processo de desconto que você cotou lá no atendente. Diego Maia - Explica como é toda a operação do Benie. Evandro Campos - Então, fazer uma operação que foca em três pilares: preço. Ninguém quer pagar mais caro por medicamentos. Então, a gente garante no ato da compra, que a gente compara a cesta de três ou mais itens, com os maiores concorrentes do mercado e a gente cobre a oferta. Segundo, a disponibilidade. A gente tem um mix completo, com estoque próprio e estoque de distribuidores, drogarias. Que a pessoa só vai receber esse produto na casa dela quando, na verdade, precisa. A gente também não acredita numa operação de marketplace por marketplace. Garantimos de que a pessoa vai receber esse produto da casa dela, na hora em que na verdade está precisando para poder repor e se manter saudável. E em terceiro, um serviço de atendimento ao paciente, que é o Bem Me Quer, que visa atender aquela pessoa na completude da sua saúde, entender um pouco do que ele é como paciente, quais as dores que ele tem, se tem algum problema em tomar o medicamente, avaliar num evento agudo se isso impacta ou não o que está tomando diariamente. Enfim, fazer uma orientação mais próxima na realidade dele. Então, esses são os principais pontos. E o principal na minha visão é a atenção à pessoa, essa atenção ao paciente, essa persona que depende continuamente de compras produtos farmácia. *** Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • Especialista aposta em retomada do turismo em 2022

    Bayard Boiteux ressalta importância dos cuidados com a pandemia para melhora no setor. O setor do turismo foi um dos mais atingidos pela crise causada pela pandemia de Covid-19 no Brasil e no mundo. Milhões de empregos foram perdidos, hotéis, bares, restaurantes e outras atividades econômicas ligadas a ele tiveram que fechar as portas ou se reinventar. O professor Bayard Boiteux, vice-presidente da Associação dos Embaixadores de Turismo do Rio de Janeiro, gerente de Turismo do Preservare e diretor geral do Instituto de Pesquisas e Estudos do Turismo, é um grande especialista no setor. Ele falou para o podcast #BóraVoar, apresentado pelo palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia, sobre as perspectivas. Para Boiteux, o segundo semestre de 2022 será o momento em que se conseguirá ver uma retomada no turismo. Enquanto isso, ele reforça a importância da tomada de medidas sanitárias para passar por essa crise. Confira a entrevista. "Acredito que só teremos algum retorno da pandemia efetivamente no segundo semestre de 2022." Bayard Boiteux Diego Maia - Quais são as suas expectativas, considerando a sua experiência, considerando as empresas que você atende com sua a consultoria? Quais são as suas expectativas para o retorno do mercado de turismo nessa reta final? Que assim seja nessa reta final de pandemia. Bayard Boiteux - Acredito que só teremos algum retorno da pandemia efetivamente no segundo semestre de 2022. Até lá, nós temos que torcer para que as pessoas sejam vacinadas e que nós tenhamos sobretudo a imunidade de rebanho. Uma das coisas mais importantes é que para que o retorno aconteça, é necessário que as pessoas se conscientizem de que elas têm que constantemente não esquecer os protocolos de segurança. Diego Maia - Quais tipos de protocolos você considera mais importantes? Bayard Boiteux - Refiro-me aqui basicamente ao uso da máscara, ao distanciamento social, a higienização das mãos deve ser feita o tempo inteiro, o que não tem acontecido. Muitas pessoas querem ignorar os protocolos de segurança, o que é muito ruim porque ela é sem dúvida alguma agravam a pandemia. Diego Maia - E quanto às medidas sanitárias, acredita que elas vão permanecer? Será que vai demorar para a empregabilidade desse setor voltar? Bayard Boiteux - Na atividade turística, nós começamos a ter algumas mudanças de comportamento. Por exemplo, no caso do Rio de Janeiro, moradores da própria cidade que se hospedam em hotéis urbanos para passar o fim de semana, já que normalmente hotelaria do Rio de Janeiro tem de alguma forma tentado reduzir os impactos colocando em prática protocolos de segurança. Isso dá uma certa segurança para as pessoas. Hoje eu vou lhe dizer que o que dá segurança para as pessoas é saber que o protocolos de segurança estão sendo levados a cabo dentro daqueles equipamentos. É assim que as pessoas escolhem sem dúvida alguma os locais para onde vão se destinar durante suas férias. Diego Maia - E com relação aos empregos, quais as perspectivas? Bayard Boiteux - A empregabilidade, na realidade, vai demorar um pouco para aumentar porque os equipamentos normalmente turísticos, hotéis, empresas organizadoras de eventos e agências estão na realidade trabalhando com o staff reduzido para poder sobreviver. Mas eu acredito que no primeiro trimestre de 2022 nós já teremos um aumento de 10% a 15% da empregabilidade que ficou estática durante esse tempo inteiro. *** Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO doCDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • “O turismo no Brasil será muito maior”, aposta Carlos Prado, da Tour House

    Empresário destaca que andamento da vacinação será decisivo para recuperação do turismo e aposta em reinvenção. Reinvenção foi uma palavra que passou a fazer cada vez mais parte do vocabulário de diversos empresários com a chegada da pandemia. No setor de turismo ela será fundamental para retomar o ritmo e superar os efeitos da crise. O Grupo Tour House, uma das maiores agências de turismo corporativo do Brasil, passou por esse processo de reinvenção. Em entrevista para o podcast BóraVoar, do palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia, o CEO da companhia, Carlos Prado falou sobre as mudanças no mercado, sua companhia e perspectivas com o avanço da vacinação. Prado, que também é um dos criadores do movimento Supera Turismo e entusiasta do Unidos pela Vacina, e para ele só ela garantirá a retomada do emprego e das viagens. E mesmo com a situação difícil, o empresário acredita no futuro. “Quero reafirmar que o turismo no Brasil será muito maior e esse é um grande ecossistema que emprega milhões de pessoas e geram uma participação muito grande no PIB. O brasileiro assim vai aproveitar e conhecer mais o nosso querido Brasil”, disse. Confira a entrevista. Diego Maia - Prado, muita gente ficou desempregada por conta dessa crise nefasta. Em quanto tempo você acredita que o emprego volta a florescer no setor de turismo, no setor de eventos corporativos, que é onde você milita há muitos e muitos anos? Carlos Prado - Eu acredito que a retomada do emprego se dará de uma maneira gradual. Porque a gente vai ter que trabalhar e conviver com esse retorno, um pouco por causa da insegurança de quem quer viajar, e também porque a vacinação vai se estender pelo menos até o final do ano para que a gente imunize de fato os brasileiros. Até Setembro possivelmente, nós tenhamos os brasileiros pelo menos com uma dose. O público elegível acima dos 18 anos, mas com duas doses eu acredito que somente em dezembro. "Nós temos oportunidades do famoso bleisure, uma mistura de business com viagens a negócios, viagens a lazer e eu acredito sim que o Brasil estará em breve, recebendo o volume de turistas ou talvez até um pouco mais." Carlos Prado Diego Maia - Que mudanças você acredita que podem acontecer nos serviços de turismo? Surgiram, como alguns setores, alguns nichos do turismo, ele vai ser revisto. Talvez diminua a demanda por questões da vinda de novas tecnologias. Por outro lado, eu vejo sempre o copo meio cheio. Nós temos oportunidades do famoso bleisure, uma mistura de business com viagens a negócios, viagens a lazer e eu acredito sim que o Brasil estará em breve, recebendo o volume de turistas ou talvez até um pouco mais. Porque a vontade de viajar da população é muito grande. "O nosso suporte sem dúvida atende à demanda, porque atendemos 24 horas por 365 dias ao ano e estamos sempre à disposição." Carlos Prado Diego Maia - Como uma das maiores agências de turismo corporativo do Brasil, a Tour House, essa empresa que você lidera com maestria, o que vocês tiveram que fazer para se reinventar diante desse novo mundo? O que vocês estão preparando para a retomada? Carlos Prado - Nós temos, em termos de agenciamento, nós temos aquele público que quer fazer tudo taylor made (sob medida). Então, sem dúvida os nossos clientes podem esperar profissionais, porque nesse período de pandemia, pelo menos no nosso caso, a gente deu muito treinamento e acredito que muita gente tenha parado um pouco e aproveitado esse momento de baixa demanda para treinar a sua equipe. O nosso suporte sem dúvida atende à demanda, porque atendemos 24 horas por 365 dias ao ano e estamos sempre à disposição. E novos produtos, acredito também que após a retomada teremos novos produtos. Porque também foi feito um trabalho intenso para não parar de buscar novas oportunidades para os nossos clientes. Então, acho que inovar sempre, esse é o grande desafio de todos nós empresários e profissionais. *** Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO doCDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • Perspectiva de vacinação anima hoteleiro

    Com avanço na imunização, Jorge Chaves, dos Hotéis Othon, acredita que Réveillon e Carnaval já serão melhores. Com o avanço da vacinação no Brasil a expectativa do setor hoteleiro é de uma melhora e retomada das atividades para 2022. Muito afetados pela pandemia de Covid-19, esses empreendimentos acreditam que os brasileiros que já foram imunizados vão começar a viajar mais e fazer turismo até dentro das próprias cidades. O diretor de Vendas, de Operação e Marketing da Rede de Hotéis Othon, Jorge Chaves, acredita que já no Réveillon e no Carnaval será possível observar uma melhora. Isso, perspectivas para o mercado de trabalho e os procedimentos de segurança que hotéis estão tomando para garantir o conforto dos clientes foram assuntos da conversa de Chaves com o palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia, no podcast BóraVoar. Confira. Diego Maia - Quais serão os protocolos que os hotéis vão utilizar no pós pandemia? Jorge Chaves - Durante todo esse período de pandemia, todos os setores eles precisaram implementar uma série de novas medidas e processos para garantir segurança aos seus clientes. Foram cuidados adicionais necessários e esses cuidados eles tendem a permanecer pelo menos nos próximos anos, onde estaremos enfrentando resquícios da pandemia. Muitos desses processos desenvolvidos visam garantir a segurança. Eles continuarão a ser uma necessidade dos nossos clientes. "Nossos clientes se tornaram mais exigentes com coisas que talvez no passado eles não dessem tanta importância." Jorge Chaves Diego Maia - Que tipo de processos? Jorge Chaves - Como por exemplo a utilização de produtos que garantam maior assepsia dos ambientes. Muitos hotéis, como é o meu caso, nós passamos a utilizar produtos semelhantes aos utilizados em hospitais para garantir uma assepsia apropriada. E principalmente a processos funcionais, processos que reflitam maior cuidado e garantam a segurança que esse novo cliente, vamos chamar assim, vai necessitar. Ele necessita já hoje. Afinal de contas, nós somos as gerações que foram impactadas por uma pandemia nunca antes enfrentada por ninguém de nossas gerações. Nossos clientes se tornaram mais exigentes com coisas que talvez no passado eles não dessem tanta importância. Nesse contexto, uma equipe comprometida com os processos é garantir essas novas necessidades, motivadas elas farão toda a diferença nesse contexto de garantir maior segurança e assim produzir maior atratividade para o nosso cliente. "O mercado de trabalho tende a melhorar muito agora nesse segundo semestre e atingindo provavelmente seu ápice já agora em 2022." Jorge Chaves Diego Maia - O mercado de trabalho de hotéis sofreu muito. Muitas pessoas desempregadas, os hotéis obviamente não conseguiram manter todo o time que estava contratado antes da pandemia. O mercado de trabalho no setor hoteleiro vai voltar a melhorar após esse momento difícil, Jorge? Jorge Chaves - Como diversos setores da nossa economia, o turismo e a hotelaria foram muito impactados pela pandemia. Muitos profissionais perderam seus empregos, muitas empresas e hotéis foram infelizmente fechados. Mas a perspectiva para o segundo semestre, até mesmo já a partir do final do segundo trimestre, tem sido muito positiva. Com o andar da vacinação, nós sentimos o reflexo no comportamento das pessoas que já se vacinaram, que voltaram a viajar e que voltaram a circular pela nossa Cidade Maravilhosa. O mercado de trabalho tende a melhorar muito agora nesse segundo semestre e atingindo provavelmente seu ápice já agora em 2022. "Quem está ansioso para retomar o seu trabalho, continue e a se aperfeiçoar, pois na retomada muitas novas demandas que surgiram com a pandemia se tornarão necessárias. Elas serão bases de diferencial para muitos profissionais." Jorge Chaves Diego Maia - Então, já dá para esperar boas notícias? Jorge Chaves - Eu tenho boas perspectivas para o Réveillon, tenho ótimas perspectivas para o Carnaval. As pessoas depois de todo esse tempo em quarentena de fato estão ansiosas para poder aglomerar novamente, estavam ansiosos para poder festejar, então a perspectiva para esses eventos, o período de alta ocupação que nós normalmente temos tende a ser um dos melhores já registrados. E com isso, obviamente o mercado de trabalho vai aumentar a sua necessidade. Entretanto, fala-se aqui a necessidade de contínuo aperfeiçoamento. Quem está ansioso para retomar o seu trabalho continue e a se aperfeiçoar pois na retomada muitas novas demandas surgiram com a pandemia e se tornaram necessárias, elas serão bases de diferencial para muitos profissionais. Temos boas perspectivas para o futuro e com certeza passaremos por essa pandemia com muito aprendizado e muito crescimento para frente. *** Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • Vale do Café é atração para turismo no Sul Fluminense

    Região já foi a maior produtora e exportadora de café do mundo e é alternativa para quem procura destinos históricos. Você sabia que o Sul do Estado do Rio de Janeiro já foi a maior região produtora de café do mundo? Pois é... conhecida como Vale do Café, no século 19 era responsável por 75% de todo o café consumido no planeta e, assim, fez do Brasil o líder na geração e exportação dos grãos. Hoje o Vale do Café é uma região turística muito interessante no Estado do Rio de Janeiro. É atrativa para os entusiastas da bebida, mas também para quem se interessa por história e natureza. Com a perspectiva de retomada do turismo com o avanço da vacinação contra a Covid-19, é uma boa pedida de viagem dentro do país. Para falar um pouco mais sobre as atrações do Vale do Café o podcast BóraVoar, comandado pelo palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia, recebeu a diretora executiva do Vale do Café Convention & Visitors Bureau, Luciana De Lamare. Confira. Diego Maia - O que vocês estão fazendo para voltar a receber turistas no Vale do Café? Luciana De Lamare - É uma região fascinante, o Vale do Café é a denominação turística para um conjunto de 15 municípios da região do Vale do Paraíba, no Sul do estado do Rio de Janeiro. Fica mais ou menos a duas horas do Rio, fica bem perto de São Paulo e mais ou menos a uma hora de Minas Gerais. O interessante sobre a região é que durante o século 19, ela foi responsável pela produção de 75% do café consumido no mundo e garantia ao Brasil a condição de líder na produção e exportação de café. "O que ficou pra gente hoje, é um legado material e imaterial que é desconhecido por grande parte dos brasileiros e é isso que a gente precisa mudar." Luciana De Lamare Diego Maia - Muito legal Luciana. Quais os outros atrativos da região? Luciana De Lamare - O que ficou pra gente hoje, é um legado material e imaterial que é desconhecido por grande parte dos brasileiros e é isso que a gente precisa mudar. Hoje é possível visitar jardins, fazendas históricas, ranchos, cafezais, orquidário, queijaria e destilarias, e muitos espaços de memória. Nós oferecemos aqui um verdadeiro bálsamo de conexão, o reencontro com a natureza e, nesses momentos de pandemia, espaços seguros para que os visitantes aproveitem o máximo do tempo que eles têm fora da cidade, fora de suas casas. Diego Maia - Tem muita história. Luciana De Lamare - A região do Vale do Café também é a maior bacia hidrográfica do sudeste brasileiro. Fica nas margens do rio Paraíba do Sul e é responsável pela vida nas principais metrópoles do país, Rio de Janeiro e São Paulo. Então, esse é o verdadeiro santuário cultural e natural do Brasil emoldurado pela Mata Atlântica e que precisa ser conhecido por todos. Diego Maia - O local, mesmo após todo esse momento de pandemia, vai passar a adotar algum tipo de medida mais rígida? Uma medida sanitária de controle mais rígida quando o retorno total do turismo acontecer? O que você acha? Luciana De Lamare - Nós estimamos que o pior da pandemia já passou e conforme a vacinação da população vai avançando, a flexibilização de medidas e decretos estão sendo adaptados a essa realidade de queda de contaminação. Então, de fato a procura pelo destino só tem aumentado conforme as pessoas se sentem mais seguras e entendem que o destino está preparado para recebê-los com toda segurança. Esperamos por vocês no Vale do Café. *** Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • Retomada do turismo de eventos é esperada no Rio

    Roberta Werner, da RCVB, diz que a cidade precisa buscar a volta de convenções com o avanço da vacinação. O Rio de Janeiro tem uma vocação turística muito forte e por isso mesmo foi altamente impactada pela pandemia de Coronavírus. O setor é muito importante para a economia da cidade e sofreu um baque muito forte desde março de 2020. Os eventos, por exemplo, praticamente pararam de ser realizados na cidade. No entanto, com o avanço da vacinação, o Rio Convention & Visitors Bureau (RCVB) prevê que já no segundo semestre de 2021 o mercado comece a reaquecer. Para falar mais sobre a situação atual do setor de turismo e perspectivas para o futuro a diretora comercial do RCVB, Roberta Werner, conversou com o Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil em seu podcast, o #BóraVoar. Confira abaixo a transcrição da entrevista. Diego Maia - Roberta, qual o trabalho da RCVB nesse momento de pandemia e qual o principal foco na retomada após pandemia? Roberta Werner - Então, o Rio Convention & Visitors Bureau está sempre buscando, com o apoio dos mantenedores, a promoção do Rio de Janeiro como o melhor destino turístico, de lazer e negócios do país. Eu acredito que com a chegada dessa pandemia a tarefa se tornou ainda mais relevante diante do forte impacto que a gente teve no setor do turismo. E muito em função dessa questão nós temos investido em uma série de iniciativas para fortalecer a indústria do turismo receptivo na cidade. Recentemente nós lançamos um mapa guia gratuito para visitantes, além de um material promocional, justamente para auxiliar na divulgação do Rio de Janeiro. Além disso, o Rio Convention acaba de assinar algumas parcerias buscando justamente trazer os viajantes de volta, sempre seguindo as normas de segurança e protocolos. E entre elas estão algumas das iniciativas com representantes de diversas religiões para incentivar o turismo religioso na cidade. Só para se ter uma ideia, enquanto o Cristo Redentor recebe 3 milhões de turistas/ano, o Santuário Nacional de Nossa Senhora de Aparecida atrai 13 milhões. Então, o nosso objetivo é aumentar esse fluxo nos próximos dez anos. Diego Maia - Qual o impacto que esse tipo de turismo pode ter na cidade? Roberta Werner - Se a gente conseguir atrair pelo menos 3% dos visitantes da Basílica de Aparecida, a economia do Rio pode ganhar pelo menos R$ 300 milhões por ano. "O Rio Convention acredita que a cidade tem um potencial enorme para o turismo de negócios, com grandes centros de convenções como por exemplo o RioCentro, o Sul América, além de dezenas de hotéis com capacidade para receber conferências de várias naturezas." Roberta Werner Diego Maia - Roberta, e o turismo de eventos, que sempre foi forte no Rio? Roberta Werner - Outro foco que a gente tenta reforçar é a captação de eventos na cidade. Então, em 2020 e 2021 nós tivemos mais da metade dos eventos programados para acontecer aqui foram cancelados ou revisados de forma híbrida ou somente virtual. E agora é hora da gente pensar na retomada. O Rio Convention acredita que a cidade tem um potencial enorme para o turismo de negócios, com grandes centros de convenções como por exemplo o RioCentro, o Sul América, além de dezenas de hotéis com capacidade para receber conferências de várias naturezas. Isso, sem falar em todo o atrativo turístico que pode ser aproveitado pelos participantes durante essas viagens de negócios. Diego Maia - O Rio realmente possui muitos equipamentos turísticos disponíveis. Roberta Werner - É importante também a gente lembrar que o Rio de Janeiro tem um legado olímpico importantíssimo, que hoje está sub aproveitado e que pode ser utilizado em eventos esportivos nacionais e internacionais. Então, nos últimos 15 anos, além das Olimpíadas de 2016, fomos palco para as principais competições esportivas do mundo. Isso inclui a Copa do Mundo, os Jogos Olímpicos, os Jogos Mundiais Militares, os Jogos Panamericanos de 2007. Então, pensando muito nesse sentido, em desenvolver muito essa área e que também é uma notícia muito importante, assinamos recentemente um termo de cooperação técnica tanto com o Comitê Olímpico Brasileiro quanto com o Comitê Paralímpico para fomentar a captação dessas competições relevantes para o Rio de Janeiro com a retomada dos eventos esportivos. A gente está muito feliz com essa parceria recente e eu tenho certeza que isso vai gerar excelentes frutos para nós. "Todos os associados do Rio Convention respeitam muito as medidas recomendadas pelas autoridades sanitárias para evitar a proliferação do Coronavírus." Roberta Werner Diego Maia - Quais são os primeiros passos nesse momento de vacina e também quando tudo amenizar, Roberta? Roberta Werner - Os primeiros passos já foram dados no sentido da gente trabalhar junto aos nossos mantenedores e parceiros a adoção de protocolos sanitários bem rígidos. Todos os associados do Rio Convention respeitam muito as medidas recomendadas pelas autoridades sanitárias para evitar a proliferação do coronavírus. Então, com cuidados extras, com a higienização, ventilação dos ambientes e aglomerações, além da obrigatoriedade do uso de máscaras e a utilização de álcool em gel. E com a ampliação das vacinas, a nossa expectativa é a melhor possível. Basta ver o processo que já está em andamento na Europa, nos Estados Unidos, onde a imunização já está mais avançada. "A nossa prioridade é reunir o setor turístico nacional para trazer os viajantes neste momento a fim de fazer com que todos saiam fortalecidos desse processo." Roberta Werner Diego Maia - E dá para ficar otimista? Roberta Werner - A gente tem uma visão muito otimista e espera que em breve isso possa ser replicado aqui no Brasil. E que como a gente consegue observar nesses países, as medidas restritivas já foram afrouxadas e a previsão é que a ocupação alcance os índices de antes da pandemia já em Agosto de 2021. Então, aqui a gente já começa a perceber que os visitantes estão mais confiantes para realizar as suas viagens. Tanto que as reservas de passagens do setor aéreo já mostram uma recuperação bastante expressiva, bastante relevante. Então, nesse sentido, os próximos meses serão cruciais para reaquecer o mercado. As principais cidades turísticas já estão trabalhando nesse sentido e o Rio de Janeiro certamente não ficará para trás. A nossa prioridade é reunir o setor turístico nacional para trazer os viajantes neste momento a fim de fazer com que todos saiam fortalecidos desse processo. É bom lembrar que a economia da cidade depende bastante desse setor. Então, quando falamos em retomada do turismo estamos falando também da recuperação da economia do Rio de Janeiro. Diego Maia - Boto fé. Muita fé! Boa sorte, Roberta! *** Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • União de entidades reforça setor turístico de São Paulo

    Marcos Lucas, presidente da AVIESP, fala sobre perspectivas para retomada das viagens no Brasil São Paulo é um dos gigantes do turismo nacional, com o maior ticket médio em viagens e é um dos locais que mais recebem eventos do Brasil e internacionais. E recentemente o estado ganhou mais força no setor com a união de duas importantes instituições, a Associação Brasileira das Agências de Viagens de São Paulo (ABAVSP) e a Associação das Agências de Viagens do Interior do Estado de São Paulo (AVIESP), a ABAVSP/AVIESP. Em entrevista para o podcast BóraVoar, do palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia, o presidente da AVIESP, Marcos Lucas, falou sobre os desafios do setor de turismo na pandemia e perspectivas para a retomada. Confira abaixo. Diego Maia - Como é que os agentes de viagens estão se preparando para a retomada? Marcos Lucas - O turismo no Brasil vem de uma retração muito forte no ano passado em função da pandemia, o que é natural. Mas nós estamos observando uma grande demanda reprimida. "E na medida em que essa vacina vai avançando, e o nosso setor é muito otimista quanto a isso, nós vamos poder retomar as viagens e muita coisa boa está sendo preparada." Marcos Lucas Diego Maia - Como o setor se preparou durante essa pandemia? Marcos Lucas - Primeiro a gente veio capacitando os profissionais do setor desde o ano passado com eventos online, com a capacitação de todos os produtos novos que devem sair no mercado. E à medida em que especialmente os voos vão retomando, hoje mais de 50% da malha aérea brasileira voltou a voar, nós vamos ter grandes produtos e uma enxurrada, eu tenho certeza, de pessoas querendo passear. Afinal de contas, o sonho de viagem é uma expectativa muito natural e positiva de todas as famílias. Muita gente se habituou a ficar pelo menos uma semana anual viajando. Então, as agências de turismo legalizadas e estabelecidas no país, especialmente no Estado de São Paulo, que é um polo emissor, já estão preparando coisas para o verão de 2022. "Mesmo com algumas alterações de férias escolares, nós vamos ter um verão bastante movimentado no nosso setor, eu tenho certeza." Marcos Lucas Diego Maia - Marcos Lucas, você acredita que os protocolos de proteção sanitária continuarão sendo executados? O que muda no pós pandemia na sua opinião? Marcos Lucas - Quanto aos protocolos de segurança, nós estamos seguindo à risca. Independentemente de qual plano seja, de que estado é, o destino do cliente, muita gente já está retomando as suas viagens nesse momento e o turismo nacional está em evidência. Até porque alguns países estão com fronteiras fechadas e isso deve provocar um grande incremento com essa retomada dos roteiros nacionais. Diego Maia - Faz diferença o destino, para qual estado o cliente vai? Marcos Lucas - O agente está de olho, obviamente, em cada estado de destino do cliente para orientá-lo melhor quanto a documentação, a necessidade de estar comprovando a vacinação. O Governo (Federal) trabalha com a ideia de criar um passaporte de vacinação e estamos antenados com tudo isso. E os protocolos vão continuar: o uso da máscara e do álcool gel não vai parar, obviamente. E aqueles cuidados de não se aglomerar muito, é algo que a gente vem dia a dia orientando os nossos clientes nas agências de turismo. A grande vantagem desse público é que ao longo desse tempo, em função desses protocolos e da impossibilidade de viagens, os agentes de viagem remarcaram o bilhete, cancelaram ou pediram o reembolso dos clientes que desejaram. Diego Maia - Foram muitos cancelamentos ou o pessoal esperou para aproveitar a viagem depois? Marcos Lucas - Eu diria a você que quase 90% do mercado preferiu deixar o crédito de viagem para ser usufruído num prazo de 18 meses, que é o que a legislação que foi criada nesse período prevê. Então veja que ela foi feita para garantir os direitos do consumidor e sempre nesse viés de não frustrar o sonho de viagem dele, que é o mais importante. Todo mundo sonha em viajar, todo mundo planeja muito tempo e empreende bastante dinheiro para isso. Então nós temos mais é que cuidar para que essa viagem seja bacana. *** Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streamings preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

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