top of page

Resultados da busca

404 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Benie Saúde facilita acesso a medicamentos

    CEO da startup conta como a farmácia digital acaba com a peregrinação atrás de remédios e oferece o melhor preço. Todo mundo já teve que tomar um medicamento e se viu sem ele em casa. A história da Benie Saúde começou justamente assim. Um dos fundadores da startup acordou um dia e precisava de um remédio para tratamento crônico, mas percebeu que ele tinha acabado. Mas só depois de tentar em três farmácias e passar por 1 hora e meia de espera conseguiu. Essa experiência fez com que decidisse buscar uma solução não só para ele, mas também para outros brasileiros que passam pelo mesmo problema. Ao invés de ter que pegar imãs de geladeira, papéis em gavetas atrás dos telefones, a Benie Saúde criou uma farmácia digital que garante o melhor preço e entrega o remédio dentro de 45 minutos. O CEO e co-fundador da Benie, Evandro Campos, deu uma entrevista exclusiva para o podcast #BóraVoar, do palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia. Nela você confere mais sobre essa solução que facilita o acesso a remédios. Diego Maia - Evandro, conta mais detalhes sobre o funcionamento do Benie. Evandro Campos - O Benie é uma farmácia digital. É um serviço de extensão farmacêutico que tem como objetivo manter a farmacinha doméstica de pacientes crônicos e pessoas em geral abastecida. Fugindo dessa experiência caótica que é ir a farmácia comprar produtos de saúde. Sem nenhuma perda de tempo muito grande. Muitas vezes não encontra tudo o que precisa e o preço sempre é um mistério. Na cabeça de todo mundo você não sabe se está pagando barato ou caro por aquele produto. "Acho que a principal diferença competitiva do Benie no mercado é a nossa percepção de que a farmácia marca um ponto de venda de produto." Evandro Campos Diego Maia - Qual é a principal diferença da Benie para outros serviços desse tipo? Evandro Campos - Acho que a principal diferença competitiva do Benie no mercado é a nossa percepção de que a farmácia marca um ponto de venda de produto. Ela diverge desse modelo de presença maciça, de loja em cada esquina, que tem objetivo de te abraçar no seu passar e te dar essa percepção de acolhimento, de atendimento. Mas na verdade é uma experiência distante, impessoal, é uma chance muito grande de você entrar na farmácia e não encontrar toda a sua cesta de produtos, ter que ir em mais de uma. O processo na farmácia é desenhado para você ser atendido no balcão, e nada mais impessoal do que aquele CPF para aquela promoção “customizada” de produtos que você não precisa. Mas o principal foco é que aquela pessoa não tem condição de ver você como um paciente, a tua necessidade de fato, de entendimento e de produto para manter a sua cesta completa. "O preço. Isso é um problema sério, porque cada farmácia vai o preço diferente." Evandro Campos Diego Maia - Vocês também se diferenciam na questão financeira, certo? Evandro Campos - O preço. Isso é um problema sério, porque cada farmácia vai o preço diferente. Você está no balcão e não tem como fazer uma comparação de preço nos outros lugares. Tem vários preços diferentes nos pontos de venda: descontos do laboratório, descontos do Plano Saúde, desconto da farmácia, desconto da sua classe profissional. Enfim, é uma grande confusão. E, assim, o processo de pagamento, além de enfrentar fila, é moroso e muitas vezes você tem que repetir todo o processo de desconto que você cotou lá no atendente. Diego Maia - Explica como é toda a operação do Benie. Evandro Campos - Então, fazer uma operação que foca em três pilares: preço. Ninguém quer pagar mais caro por medicamentos. Então, a gente garante no ato da compra, que a gente compara a cesta de três ou mais itens, com os maiores concorrentes do mercado e a gente cobre a oferta. Segundo, a disponibilidade. A gente tem um mix completo, com estoque próprio e estoque de distribuidores, drogarias. Que a pessoa só vai receber esse produto na casa dela quando, na verdade, precisa. A gente também não acredita numa operação de marketplace por marketplace. Garantimos de que a pessoa vai receber esse produto da casa dela, na hora em que na verdade está precisando para poder repor e se manter saudável. E em terceiro, um serviço de atendimento ao paciente, que é o Bem Me Quer, que visa atender aquela pessoa na completude da sua saúde, entender um pouco do que ele é como paciente, quais as dores que ele tem, se tem algum problema em tomar o medicamente, avaliar num evento agudo se isso impacta ou não o que está tomando diariamente. Enfim, fazer uma orientação mais próxima na realidade dele. Então, esses são os principais pontos. E o principal na minha visão é a atenção à pessoa, essa atenção ao paciente, essa persona que depende continuamente de compras produtos farmácia. *** Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • Especialista aposta em retomada do turismo em 2022

    Bayard Boiteux ressalta importância dos cuidados com a pandemia para melhora no setor. O setor do turismo foi um dos mais atingidos pela crise causada pela pandemia de Covid-19 no Brasil e no mundo. Milhões de empregos foram perdidos, hotéis, bares, restaurantes e outras atividades econômicas ligadas a ele tiveram que fechar as portas ou se reinventar. O professor Bayard Boiteux, vice-presidente da Associação dos Embaixadores de Turismo do Rio de Janeiro, gerente de Turismo do Preservare e diretor geral do Instituto de Pesquisas e Estudos do Turismo, é um grande especialista no setor. Ele falou para o podcast #BóraVoar, apresentado pelo palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia, sobre as perspectivas. Para Boiteux, o segundo semestre de 2022 será o momento em que se conseguirá ver uma retomada no turismo. Enquanto isso, ele reforça a importância da tomada de medidas sanitárias para passar por essa crise. Confira a entrevista. "Acredito que só teremos algum retorno da pandemia efetivamente no segundo semestre de 2022." Bayard Boiteux Diego Maia - Quais são as suas expectativas, considerando a sua experiência, considerando as empresas que você atende com sua a consultoria? Quais são as suas expectativas para o retorno do mercado de turismo nessa reta final? Que assim seja nessa reta final de pandemia. Bayard Boiteux - Acredito que só teremos algum retorno da pandemia efetivamente no segundo semestre de 2022. Até lá, nós temos que torcer para que as pessoas sejam vacinadas e que nós tenhamos sobretudo a imunidade de rebanho. Uma das coisas mais importantes é que para que o retorno aconteça, é necessário que as pessoas se conscientizem de que elas têm que constantemente não esquecer os protocolos de segurança. Diego Maia - Quais tipos de protocolos você considera mais importantes? Bayard Boiteux - Refiro-me aqui basicamente ao uso da máscara, ao distanciamento social, a higienização das mãos deve ser feita o tempo inteiro, o que não tem acontecido. Muitas pessoas querem ignorar os protocolos de segurança, o que é muito ruim porque ela é sem dúvida alguma agravam a pandemia. Diego Maia - E quanto às medidas sanitárias, acredita que elas vão permanecer? Será que vai demorar para a empregabilidade desse setor voltar? Bayard Boiteux - Na atividade turística, nós começamos a ter algumas mudanças de comportamento. Por exemplo, no caso do Rio de Janeiro, moradores da própria cidade que se hospedam em hotéis urbanos para passar o fim de semana, já que normalmente hotelaria do Rio de Janeiro tem de alguma forma tentado reduzir os impactos colocando em prática protocolos de segurança. Isso dá uma certa segurança para as pessoas. Hoje eu vou lhe dizer que o que dá segurança para as pessoas é saber que o protocolos de segurança estão sendo levados a cabo dentro daqueles equipamentos. É assim que as pessoas escolhem sem dúvida alguma os locais para onde vão se destinar durante suas férias. Diego Maia - E com relação aos empregos, quais as perspectivas? Bayard Boiteux - A empregabilidade, na realidade, vai demorar um pouco para aumentar porque os equipamentos normalmente turísticos, hotéis, empresas organizadoras de eventos e agências estão na realidade trabalhando com o staff reduzido para poder sobreviver. Mas eu acredito que no primeiro trimestre de 2022 nós já teremos um aumento de 10% a 15% da empregabilidade que ficou estática durante esse tempo inteiro. *** Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO doCDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • “O turismo no Brasil será muito maior”, aposta Carlos Prado, da Tour House

    Empresário destaca que andamento da vacinação será decisivo para recuperação do turismo e aposta em reinvenção. Reinvenção foi uma palavra que passou a fazer cada vez mais parte do vocabulário de diversos empresários com a chegada da pandemia. No setor de turismo ela será fundamental para retomar o ritmo e superar os efeitos da crise. O Grupo Tour House, uma das maiores agências de turismo corporativo do Brasil, passou por esse processo de reinvenção. Em entrevista para o podcast BóraVoar, do palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia, o CEO da companhia, Carlos Prado falou sobre as mudanças no mercado, sua companhia e perspectivas com o avanço da vacinação. Prado, que também é um dos criadores do movimento Supera Turismo e entusiasta do Unidos pela Vacina, e para ele só ela garantirá a retomada do emprego e das viagens. E mesmo com a situação difícil, o empresário acredita no futuro. “Quero reafirmar que o turismo no Brasil será muito maior e esse é um grande ecossistema que emprega milhões de pessoas e geram uma participação muito grande no PIB. O brasileiro assim vai aproveitar e conhecer mais o nosso querido Brasil”, disse. Confira a entrevista. Diego Maia - Prado, muita gente ficou desempregada por conta dessa crise nefasta. Em quanto tempo você acredita que o emprego volta a florescer no setor de turismo, no setor de eventos corporativos, que é onde você milita há muitos e muitos anos? Carlos Prado - Eu acredito que a retomada do emprego se dará de uma maneira gradual. Porque a gente vai ter que trabalhar e conviver com esse retorno, um pouco por causa da insegurança de quem quer viajar, e também porque a vacinação vai se estender pelo menos até o final do ano para que a gente imunize de fato os brasileiros. Até Setembro possivelmente, nós tenhamos os brasileiros pelo menos com uma dose. O público elegível acima dos 18 anos, mas com duas doses eu acredito que somente em dezembro. "Nós temos oportunidades do famoso bleisure, uma mistura de business com viagens a negócios, viagens a lazer e eu acredito sim que o Brasil estará em breve, recebendo o volume de turistas ou talvez até um pouco mais." Carlos Prado Diego Maia - Que mudanças você acredita que podem acontecer nos serviços de turismo? Surgiram, como alguns setores, alguns nichos do turismo, ele vai ser revisto. Talvez diminua a demanda por questões da vinda de novas tecnologias. Por outro lado, eu vejo sempre o copo meio cheio. Nós temos oportunidades do famoso bleisure, uma mistura de business com viagens a negócios, viagens a lazer e eu acredito sim que o Brasil estará em breve, recebendo o volume de turistas ou talvez até um pouco mais. Porque a vontade de viajar da população é muito grande. "O nosso suporte sem dúvida atende à demanda, porque atendemos 24 horas por 365 dias ao ano e estamos sempre à disposição." Carlos Prado Diego Maia - Como uma das maiores agências de turismo corporativo do Brasil, a Tour House, essa empresa que você lidera com maestria, o que vocês tiveram que fazer para se reinventar diante desse novo mundo? O que vocês estão preparando para a retomada? Carlos Prado - Nós temos, em termos de agenciamento, nós temos aquele público que quer fazer tudo taylor made (sob medida). Então, sem dúvida os nossos clientes podem esperar profissionais, porque nesse período de pandemia, pelo menos no nosso caso, a gente deu muito treinamento e acredito que muita gente tenha parado um pouco e aproveitado esse momento de baixa demanda para treinar a sua equipe. O nosso suporte sem dúvida atende à demanda, porque atendemos 24 horas por 365 dias ao ano e estamos sempre à disposição. E novos produtos, acredito também que após a retomada teremos novos produtos. Porque também foi feito um trabalho intenso para não parar de buscar novas oportunidades para os nossos clientes. Então, acho que inovar sempre, esse é o grande desafio de todos nós empresários e profissionais. *** Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO doCDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • Perspectiva de vacinação anima hoteleiro

    Com avanço na imunização, Jorge Chaves, dos Hotéis Othon, acredita que Réveillon e Carnaval já serão melhores. Com o avanço da vacinação no Brasil a expectativa do setor hoteleiro é de uma melhora e retomada das atividades para 2022. Muito afetados pela pandemia de Covid-19, esses empreendimentos acreditam que os brasileiros que já foram imunizados vão começar a viajar mais e fazer turismo até dentro das próprias cidades. O diretor de Vendas, de Operação e Marketing da Rede de Hotéis Othon, Jorge Chaves, acredita que já no Réveillon e no Carnaval será possível observar uma melhora. Isso, perspectivas para o mercado de trabalho e os procedimentos de segurança que hotéis estão tomando para garantir o conforto dos clientes foram assuntos da conversa de Chaves com o palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia, no podcast BóraVoar. Confira. Diego Maia - Quais serão os protocolos que os hotéis vão utilizar no pós pandemia? Jorge Chaves - Durante todo esse período de pandemia, todos os setores eles precisaram implementar uma série de novas medidas e processos para garantir segurança aos seus clientes. Foram cuidados adicionais necessários e esses cuidados eles tendem a permanecer pelo menos nos próximos anos, onde estaremos enfrentando resquícios da pandemia. Muitos desses processos desenvolvidos visam garantir a segurança. Eles continuarão a ser uma necessidade dos nossos clientes. "Nossos clientes se tornaram mais exigentes com coisas que talvez no passado eles não dessem tanta importância." Jorge Chaves Diego Maia - Que tipo de processos? Jorge Chaves - Como por exemplo a utilização de produtos que garantam maior assepsia dos ambientes. Muitos hotéis, como é o meu caso, nós passamos a utilizar produtos semelhantes aos utilizados em hospitais para garantir uma assepsia apropriada. E principalmente a processos funcionais, processos que reflitam maior cuidado e garantam a segurança que esse novo cliente, vamos chamar assim, vai necessitar. Ele necessita já hoje. Afinal de contas, nós somos as gerações que foram impactadas por uma pandemia nunca antes enfrentada por ninguém de nossas gerações. Nossos clientes se tornaram mais exigentes com coisas que talvez no passado eles não dessem tanta importância. Nesse contexto, uma equipe comprometida com os processos é garantir essas novas necessidades, motivadas elas farão toda a diferença nesse contexto de garantir maior segurança e assim produzir maior atratividade para o nosso cliente. "O mercado de trabalho tende a melhorar muito agora nesse segundo semestre e atingindo provavelmente seu ápice já agora em 2022." Jorge Chaves Diego Maia - O mercado de trabalho de hotéis sofreu muito. Muitas pessoas desempregadas, os hotéis obviamente não conseguiram manter todo o time que estava contratado antes da pandemia. O mercado de trabalho no setor hoteleiro vai voltar a melhorar após esse momento difícil, Jorge? Jorge Chaves - Como diversos setores da nossa economia, o turismo e a hotelaria foram muito impactados pela pandemia. Muitos profissionais perderam seus empregos, muitas empresas e hotéis foram infelizmente fechados. Mas a perspectiva para o segundo semestre, até mesmo já a partir do final do segundo trimestre, tem sido muito positiva. Com o andar da vacinação, nós sentimos o reflexo no comportamento das pessoas que já se vacinaram, que voltaram a viajar e que voltaram a circular pela nossa Cidade Maravilhosa. O mercado de trabalho tende a melhorar muito agora nesse segundo semestre e atingindo provavelmente seu ápice já agora em 2022. "Quem está ansioso para retomar o seu trabalho, continue e a se aperfeiçoar, pois na retomada muitas novas demandas que surgiram com a pandemia se tornarão necessárias. Elas serão bases de diferencial para muitos profissionais." Jorge Chaves Diego Maia - Então, já dá para esperar boas notícias? Jorge Chaves - Eu tenho boas perspectivas para o Réveillon, tenho ótimas perspectivas para o Carnaval. As pessoas depois de todo esse tempo em quarentena de fato estão ansiosas para poder aglomerar novamente, estavam ansiosos para poder festejar, então a perspectiva para esses eventos, o período de alta ocupação que nós normalmente temos tende a ser um dos melhores já registrados. E com isso, obviamente o mercado de trabalho vai aumentar a sua necessidade. Entretanto, fala-se aqui a necessidade de contínuo aperfeiçoamento. Quem está ansioso para retomar o seu trabalho continue e a se aperfeiçoar pois na retomada muitas novas demandas surgiram com a pandemia e se tornaram necessárias, elas serão bases de diferencial para muitos profissionais. Temos boas perspectivas para o futuro e com certeza passaremos por essa pandemia com muito aprendizado e muito crescimento para frente. *** Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • Vale do Café é atração para turismo no Sul Fluminense

    Região já foi a maior produtora e exportadora de café do mundo e é alternativa para quem procura destinos históricos. Você sabia que o Sul do Estado do Rio de Janeiro já foi a maior região produtora de café do mundo? Pois é... conhecida como Vale do Café, no século 19 era responsável por 75% de todo o café consumido no planeta e, assim, fez do Brasil o líder na geração e exportação dos grãos. Hoje o Vale do Café é uma região turística muito interessante no Estado do Rio de Janeiro. É atrativa para os entusiastas da bebida, mas também para quem se interessa por história e natureza. Com a perspectiva de retomada do turismo com o avanço da vacinação contra a Covid-19, é uma boa pedida de viagem dentro do país. Para falar um pouco mais sobre as atrações do Vale do Café o podcast BóraVoar, comandado pelo palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia, recebeu a diretora executiva do Vale do Café Convention & Visitors Bureau, Luciana De Lamare. Confira. Diego Maia - O que vocês estão fazendo para voltar a receber turistas no Vale do Café? Luciana De Lamare - É uma região fascinante, o Vale do Café é a denominação turística para um conjunto de 15 municípios da região do Vale do Paraíba, no Sul do estado do Rio de Janeiro. Fica mais ou menos a duas horas do Rio, fica bem perto de São Paulo e mais ou menos a uma hora de Minas Gerais. O interessante sobre a região é que durante o século 19, ela foi responsável pela produção de 75% do café consumido no mundo e garantia ao Brasil a condição de líder na produção e exportação de café. "O que ficou pra gente hoje, é um legado material e imaterial que é desconhecido por grande parte dos brasileiros e é isso que a gente precisa mudar." Luciana De Lamare Diego Maia - Muito legal Luciana. Quais os outros atrativos da região? Luciana De Lamare - O que ficou pra gente hoje, é um legado material e imaterial que é desconhecido por grande parte dos brasileiros e é isso que a gente precisa mudar. Hoje é possível visitar jardins, fazendas históricas, ranchos, cafezais, orquidário, queijaria e destilarias, e muitos espaços de memória. Nós oferecemos aqui um verdadeiro bálsamo de conexão, o reencontro com a natureza e, nesses momentos de pandemia, espaços seguros para que os visitantes aproveitem o máximo do tempo que eles têm fora da cidade, fora de suas casas. Diego Maia - Tem muita história. Luciana De Lamare - A região do Vale do Café também é a maior bacia hidrográfica do sudeste brasileiro. Fica nas margens do rio Paraíba do Sul e é responsável pela vida nas principais metrópoles do país, Rio de Janeiro e São Paulo. Então, esse é o verdadeiro santuário cultural e natural do Brasil emoldurado pela Mata Atlântica e que precisa ser conhecido por todos. Diego Maia - O local, mesmo após todo esse momento de pandemia, vai passar a adotar algum tipo de medida mais rígida? Uma medida sanitária de controle mais rígida quando o retorno total do turismo acontecer? O que você acha? Luciana De Lamare - Nós estimamos que o pior da pandemia já passou e conforme a vacinação da população vai avançando, a flexibilização de medidas e decretos estão sendo adaptados a essa realidade de queda de contaminação. Então, de fato a procura pelo destino só tem aumentado conforme as pessoas se sentem mais seguras e entendem que o destino está preparado para recebê-los com toda segurança. Esperamos por vocês no Vale do Café. *** Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • Retomada do turismo de eventos é esperada no Rio

    Roberta Werner, da RCVB, diz que a cidade precisa buscar a volta de convenções com o avanço da vacinação. O Rio de Janeiro tem uma vocação turística muito forte e por isso mesmo foi altamente impactada pela pandemia de Coronavírus. O setor é muito importante para a economia da cidade e sofreu um baque muito forte desde março de 2020. Os eventos, por exemplo, praticamente pararam de ser realizados na cidade. No entanto, com o avanço da vacinação, o Rio Convention & Visitors Bureau (RCVB) prevê que já no segundo semestre de 2021 o mercado comece a reaquecer. Para falar mais sobre a situação atual do setor de turismo e perspectivas para o futuro a diretora comercial do RCVB, Roberta Werner, conversou com o Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil em seu podcast, o #BóraVoar. Confira abaixo a transcrição da entrevista. Diego Maia - Roberta, qual o trabalho da RCVB nesse momento de pandemia e qual o principal foco na retomada após pandemia? Roberta Werner - Então, o Rio Convention & Visitors Bureau está sempre buscando, com o apoio dos mantenedores, a promoção do Rio de Janeiro como o melhor destino turístico, de lazer e negócios do país. Eu acredito que com a chegada dessa pandemia a tarefa se tornou ainda mais relevante diante do forte impacto que a gente teve no setor do turismo. E muito em função dessa questão nós temos investido em uma série de iniciativas para fortalecer a indústria do turismo receptivo na cidade. Recentemente nós lançamos um mapa guia gratuito para visitantes, além de um material promocional, justamente para auxiliar na divulgação do Rio de Janeiro. Além disso, o Rio Convention acaba de assinar algumas parcerias buscando justamente trazer os viajantes de volta, sempre seguindo as normas de segurança e protocolos. E entre elas estão algumas das iniciativas com representantes de diversas religiões para incentivar o turismo religioso na cidade. Só para se ter uma ideia, enquanto o Cristo Redentor recebe 3 milhões de turistas/ano, o Santuário Nacional de Nossa Senhora de Aparecida atrai 13 milhões. Então, o nosso objetivo é aumentar esse fluxo nos próximos dez anos. Diego Maia - Qual o impacto que esse tipo de turismo pode ter na cidade? Roberta Werner - Se a gente conseguir atrair pelo menos 3% dos visitantes da Basílica de Aparecida, a economia do Rio pode ganhar pelo menos R$ 300 milhões por ano. "O Rio Convention acredita que a cidade tem um potencial enorme para o turismo de negócios, com grandes centros de convenções como por exemplo o RioCentro, o Sul América, além de dezenas de hotéis com capacidade para receber conferências de várias naturezas." Roberta Werner Diego Maia - Roberta, e o turismo de eventos, que sempre foi forte no Rio? Roberta Werner - Outro foco que a gente tenta reforçar é a captação de eventos na cidade. Então, em 2020 e 2021 nós tivemos mais da metade dos eventos programados para acontecer aqui foram cancelados ou revisados de forma híbrida ou somente virtual. E agora é hora da gente pensar na retomada. O Rio Convention acredita que a cidade tem um potencial enorme para o turismo de negócios, com grandes centros de convenções como por exemplo o RioCentro, o Sul América, além de dezenas de hotéis com capacidade para receber conferências de várias naturezas. Isso, sem falar em todo o atrativo turístico que pode ser aproveitado pelos participantes durante essas viagens de negócios. Diego Maia - O Rio realmente possui muitos equipamentos turísticos disponíveis. Roberta Werner - É importante também a gente lembrar que o Rio de Janeiro tem um legado olímpico importantíssimo, que hoje está sub aproveitado e que pode ser utilizado em eventos esportivos nacionais e internacionais. Então, nos últimos 15 anos, além das Olimpíadas de 2016, fomos palco para as principais competições esportivas do mundo. Isso inclui a Copa do Mundo, os Jogos Olímpicos, os Jogos Mundiais Militares, os Jogos Panamericanos de 2007. Então, pensando muito nesse sentido, em desenvolver muito essa área e que também é uma notícia muito importante, assinamos recentemente um termo de cooperação técnica tanto com o Comitê Olímpico Brasileiro quanto com o Comitê Paralímpico para fomentar a captação dessas competições relevantes para o Rio de Janeiro com a retomada dos eventos esportivos. A gente está muito feliz com essa parceria recente e eu tenho certeza que isso vai gerar excelentes frutos para nós. "Todos os associados do Rio Convention respeitam muito as medidas recomendadas pelas autoridades sanitárias para evitar a proliferação do Coronavírus." Roberta Werner Diego Maia - Quais são os primeiros passos nesse momento de vacina e também quando tudo amenizar, Roberta? Roberta Werner - Os primeiros passos já foram dados no sentido da gente trabalhar junto aos nossos mantenedores e parceiros a adoção de protocolos sanitários bem rígidos. Todos os associados do Rio Convention respeitam muito as medidas recomendadas pelas autoridades sanitárias para evitar a proliferação do coronavírus. Então, com cuidados extras, com a higienização, ventilação dos ambientes e aglomerações, além da obrigatoriedade do uso de máscaras e a utilização de álcool em gel. E com a ampliação das vacinas, a nossa expectativa é a melhor possível. Basta ver o processo que já está em andamento na Europa, nos Estados Unidos, onde a imunização já está mais avançada. "A nossa prioridade é reunir o setor turístico nacional para trazer os viajantes neste momento a fim de fazer com que todos saiam fortalecidos desse processo." Roberta Werner Diego Maia - E dá para ficar otimista? Roberta Werner - A gente tem uma visão muito otimista e espera que em breve isso possa ser replicado aqui no Brasil. E que como a gente consegue observar nesses países, as medidas restritivas já foram afrouxadas e a previsão é que a ocupação alcance os índices de antes da pandemia já em Agosto de 2021. Então, aqui a gente já começa a perceber que os visitantes estão mais confiantes para realizar as suas viagens. Tanto que as reservas de passagens do setor aéreo já mostram uma recuperação bastante expressiva, bastante relevante. Então, nesse sentido, os próximos meses serão cruciais para reaquecer o mercado. As principais cidades turísticas já estão trabalhando nesse sentido e o Rio de Janeiro certamente não ficará para trás. A nossa prioridade é reunir o setor turístico nacional para trazer os viajantes neste momento a fim de fazer com que todos saiam fortalecidos desse processo. É bom lembrar que a economia da cidade depende bastante desse setor. Então, quando falamos em retomada do turismo estamos falando também da recuperação da economia do Rio de Janeiro. Diego Maia - Boto fé. Muita fé! Boa sorte, Roberta! *** Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • União de entidades reforça setor turístico de São Paulo

    Marcos Lucas, presidente da AVIESP, fala sobre perspectivas para retomada das viagens no Brasil São Paulo é um dos gigantes do turismo nacional, com o maior ticket médio em viagens e é um dos locais que mais recebem eventos do Brasil e internacionais. E recentemente o estado ganhou mais força no setor com a união de duas importantes instituições, a Associação Brasileira das Agências de Viagens de São Paulo (ABAVSP) e a Associação das Agências de Viagens do Interior do Estado de São Paulo (AVIESP), a ABAVSP/AVIESP. Em entrevista para o podcast BóraVoar, do palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia, o presidente da AVIESP, Marcos Lucas, falou sobre os desafios do setor de turismo na pandemia e perspectivas para a retomada. Confira abaixo. Diego Maia - Como é que os agentes de viagens estão se preparando para a retomada? Marcos Lucas - O turismo no Brasil vem de uma retração muito forte no ano passado em função da pandemia, o que é natural. Mas nós estamos observando uma grande demanda reprimida. "E na medida em que essa vacina vai avançando, e o nosso setor é muito otimista quanto a isso, nós vamos poder retomar as viagens e muita coisa boa está sendo preparada." Marcos Lucas Diego Maia - Como o setor se preparou durante essa pandemia? Marcos Lucas - Primeiro a gente veio capacitando os profissionais do setor desde o ano passado com eventos online, com a capacitação de todos os produtos novos que devem sair no mercado. E à medida em que especialmente os voos vão retomando, hoje mais de 50% da malha aérea brasileira voltou a voar, nós vamos ter grandes produtos e uma enxurrada, eu tenho certeza, de pessoas querendo passear. Afinal de contas, o sonho de viagem é uma expectativa muito natural e positiva de todas as famílias. Muita gente se habituou a ficar pelo menos uma semana anual viajando. Então, as agências de turismo legalizadas e estabelecidas no país, especialmente no Estado de São Paulo, que é um polo emissor, já estão preparando coisas para o verão de 2022. "Mesmo com algumas alterações de férias escolares, nós vamos ter um verão bastante movimentado no nosso setor, eu tenho certeza." Marcos Lucas Diego Maia - Marcos Lucas, você acredita que os protocolos de proteção sanitária continuarão sendo executados? O que muda no pós pandemia na sua opinião? Marcos Lucas - Quanto aos protocolos de segurança, nós estamos seguindo à risca. Independentemente de qual plano seja, de que estado é, o destino do cliente, muita gente já está retomando as suas viagens nesse momento e o turismo nacional está em evidência. Até porque alguns países estão com fronteiras fechadas e isso deve provocar um grande incremento com essa retomada dos roteiros nacionais. Diego Maia - Faz diferença o destino, para qual estado o cliente vai? Marcos Lucas - O agente está de olho, obviamente, em cada estado de destino do cliente para orientá-lo melhor quanto a documentação, a necessidade de estar comprovando a vacinação. O Governo (Federal) trabalha com a ideia de criar um passaporte de vacinação e estamos antenados com tudo isso. E os protocolos vão continuar: o uso da máscara e do álcool gel não vai parar, obviamente. E aqueles cuidados de não se aglomerar muito, é algo que a gente vem dia a dia orientando os nossos clientes nas agências de turismo. A grande vantagem desse público é que ao longo desse tempo, em função desses protocolos e da impossibilidade de viagens, os agentes de viagem remarcaram o bilhete, cancelaram ou pediram o reembolso dos clientes que desejaram. Diego Maia - Foram muitos cancelamentos ou o pessoal esperou para aproveitar a viagem depois? Marcos Lucas - Eu diria a você que quase 90% do mercado preferiu deixar o crédito de viagem para ser usufruído num prazo de 18 meses, que é o que a legislação que foi criada nesse período prevê. Então veja que ela foi feita para garantir os direitos do consumidor e sempre nesse viés de não frustrar o sonho de viagem dele, que é o mais importante. Todo mundo sonha em viajar, todo mundo planeja muito tempo e empreende bastante dinheiro para isso. Então nós temos mais é que cuidar para que essa viagem seja bacana. *** Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streamings preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • Projetos especiais podem ajudar na retomada do turismo no Rio

    Paulo Michel, presidente da ABIH-RJ ressalta que hotéis estão entre os ambientes mais seguros durante a pandemia A retomada do turismo é fundamental para a economia do Rio de Janeiro, que depende muito desse setor. E apesar de uma expectativa de retomada total lenta, a união da demanda reprimida por viagens de lazer e trabalho ao avanço da vacinação, dá esperanças de um futuro melhor para o ramo. Enquanto isso, as entidades do setor têm se preparado para atrair visitantes quando as viagens voltarem em um ritmo mais acelerado. O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis no Rio de Janeiro (ABIH-RJ), Paulo Michel, falou sobre diversas ações em entrevista para o podcast BóraVoar, do palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia. Confira o bate-papo. Diego Maia - Curto e grosso, preto no branco! Quando é que volta o turismo, Paulo? Paulo Michel - A retomada total do setor pode demorar até quatro anos e depende diretamente da retomada da economia. E esta depende da conclusão da vacinação para o controle do Coronavírus. Para se ter uma ideia, no primeiro trimestre havia uma expectativa da retomada do turismo corporativo, o que acabou não se configurando devido às novas medidas restritivas impostas em várias cidades do país. "O cenário ainda é bastante incerto, mas estamos esperançosos com os avanços da campanha de vacinação. O que precisamos sempre ressaltar é que os hotéis ainda continuam representando um dos ambientes mais seguros, por seguirem os mais exigentes padrões de protocolo e prevenção." Paulo Michel Diego Maia - O que os hotéis estão fazendo para se preparar para a retomada? Paulo Michel - Desde o início da pandemia temos mantido uma atuação de diálogos ativos junto aos órgãos competentes, no pioneirismo dos mais modernos protocolos de prevenção para manter nossa operação segura para os hóspedes e para os nossos colaboradores. Em paralelo, investimos em ações promocionais voltadas para os principais destinos emissores. Com a vacinação acelerada, temos buscado realizar campanhas de incentivo para atrair os turistas ao nosso estado. Recentemente retornamos na capital a campanha O Rio Não Para, com o objetivo de proporcionar aos turistas benefícios ou descontos exclusivos ao longo de todo o ano. Diego Maia - E como funciona essa ação? Paulo Michel - Cada mês contará com uma ação temática atrelada as datas especiais ou as propostas de valor no destino Rio para entregar aos seus visitantes. Em junho, por exemplo, uma das datas que focamos foi o Dia dos Namorados e conquistamos uma média geral de cerca de 70% de ocupação na rede hoteleira da cidade. E isso é muito bom. Diego Maia - Muitos hotéis se reinventaram, ofereceram suas dependências para espaço de trabalho, por exemplo. Existem ações nesse sentido previstas? Paulo Michel - Está para ser lançado também pela Riotur o Projeto Nômades Digitais. O nomadismo digital segue uma tendência mundial de mudança de comportamento e a pandemia da Covid-19 fez com que muitos se ausentassem dos escritórios e trabalhassem de suas casas. Parece ter acelerado este processo. Por conta disso, os hotéis da capital vão se adaptar a essa nova realidade, para oferecer toda a estrutura necessária para atender a esse tipo de visitante. Outro importante projeto que podemos destacar é o ProCap (programa de capacitação da ABIH-RJ), que promove a capacitação, atualização, promoção, venda no destino junto aos operadores de receptivo para que possam vender a região e os seus atrativos turísticos às agências de viagem. Diego Maia - Legal essa ideia. Conta mais sobre ela. Paulo Michel - A proposta do ProCap, desta iniciativa, é realizar uma aproximação entre as atrações locais e os principais representantes do segmento operador, alcançando consequentemente os visitantes potenciais. Já realizamos a primeira edição no interior da cidade de Petrópolis e foi um sucesso. Estamos em negociação agora para que aconteça no Vale do Café. Além disso, temos também planejado uma série de ações para fortalecer a retomada do turismo na cidade do Rio de Janeiro no pós pandemia, como o investimento no turismo de negócios, tendo em vista que as grandes feiras foram postergadas. Cerca de 400 eventos de todos os portes, entre convenções e feiras, canceladas ou adiadas, estão no radar representando a possibilidade de geração de fluxo para a capital após o fim da pandemia do Coronavírus. *** Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streamings preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • Demanda reprimida deve impulsionar o turismo pós pandemia

    Peterson Prado, da AVIPAM, aposta em adequações no mercado e na retomada gradativa dos postos de trabalho A retomada do setor de turismo com o avanço da vacinação e o fim da pandemia é aguardada com ansiedade pelos players do mercado. A AVIPAM, uma das mais tradicionais agências de viagem do país, aposta em mudanças que ficarão após esse período, pela mudança de hábitos. O vice-presidente de Operações da companhia, Peterson Prado, acredita que apesar de muitos terem percebido que há coisas que podem ser feitas de forma digital, o ser humano tem a necessidade de estar frente a frente e isso influenciará na retomada. Ele conversou com o palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia, em seu podcast BóraVoar sobre suas expectativas, mudanças e novidades no setor. Confira. Diego Maia - O retorno 100% será marcado por mudanças ou você acredita na retomada do "antigo normal"? Peterson Prado - Diego, eu vejo um mercado 100%, conforme a sua pergunta, com muitas mudanças. Principalmente por essa fusão que a gente teve do digital ser incluindo de uma forma totalmente prioritária durante a pandemia, uma vez que nós ficamos aí impossibilitados dos encontros presenciais. Então, eu vejo que as pessoas jurídicas ou físicas, elas encontraram um denominador comum no que é necessário, o que pode ser feito de forma digital, o que pode ser feito de forma híbrida e o que só pode ser feito de forma presencial. Então, vejo o mercado lá na frente muito com essas variáveis. Nós vamos assim, encontrar processos diferentes. "Mas de uma coisa eu tenho certeza, com o avanço da vacinação a gente tem um gap grande, uma demanda reprimida. E o ser humano tem sim essa necessidade do face to face e cada vez mais a gente vai ter o retorno com muito mais força do mercado, vendo até como está acontecendo, por exemplo, em alguns países com aceleração na vacinação." Peterson Prado Diego Maia - O setor de turismo precisou desligar muitas pessoas e tem muita gente boa desempregada nesse segmento. Você acredita que essa retomada será gradual? Vamos retomar todas essas posições que foram desativadas, desligadas por conta da pandemia? Peterson Prado - Sim, a gente crê no aumento do mercado de trabalho, uma vez que nós chegamos a níveis bem agressivos de reduções por conta da pandemia. Talvez o mercado do turismo tenha sido um dos que mais sofreu na questão de níveis de desemprego. Então a gente crê numa aceleração da empregabilidade nessa retomada, uma vez que esse mercado tem um impacto direto e indireto grande no PIB brasileiro. "O turismo é forte, continuará sendo forte e a gente sabe que viagem faz parte das nossas vidas. Faz parte das empresas, faz parte dos negócios e faz parte da nossa vida pessoal." Peterson Prado Com certeza a gente crê no retorno da empregabilidade e com uma aceleração, inclusive. Eu acho que a partir de agora a gente vai conseguir ver, à medida que o turismo vai crescendo nos seus números, também de forma ponderada o crescimento da empregabilidade no Brasil e também no mundo, falando de uma maneira geral. Diego Maia - Peterson, qual é o seu palpite, qual a sua aposta, destinos nacionais ou destinos internacionais estarão no foco do Brasileiro? Peterson Prado - Acho que é muito cedo para falar de como vai ser a procura de destinos nacionais e internacionais. Mas dá para afirmar, sim, que nesse primeiro momento nós brasileiros vamos buscar mais os destinos nacionais. Até porque a gente não sabe como vai funcionar lá na frente o controle dessa questão de passaporte de saúde, se realmente isso vai existir, se isso vai ser implementado. Existem vários estudos, alguns grupos de trabalho em países e regiões que estão trabalhando nessa frente para a implantação de passaporte de saúde. O que a gente sabe é que a abertura do turismo com certeza estará atrelada à questão da vacinação. Diego Maia - O turismo local inclusive já mostrou um pouco de avanço, né? Peterson Prado - Então, o turismo local vai continuar sendo forte como foi no ano passado durante a pandemia. Quando a gente teve a flexibilização em relação aos protocolos de segurança, etc, a gente viu que o turismo nacional foi muito forte. Porque não dava para sair, uma vez que a gente estava com muitas restrições de fronteiras. Então, eu vejo sim uma procura, nesse primeiro momento, maior dos destinos nacionais. Por outro lado, da mesma forma, vamos continuar com uma demanda reprimida de destinos internacionais, que sempre foi uma grande procura do brasileiro. O brasileiro sempre gostou de viajar para fora e isso não vai mudar. Só vai depender das condições que a gente vai ter lá na frente. Diego Maia - E tem alguma tendência que deve surgir no setor? Peterson Prado - Uma outra coisa que a gente está trabalhando bastante é a fusão desses dois, do turismo de negócios com o turismo de lazer, que cada vez mais as empresas estão voltadas para isso como benefício para os colaboradores. Então, acho até como tendência, deixando aqui um spoiler, que isso vai crescer. *** Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • ForFunTours se reinventa no período da pandemia

    Empresa focada em viagens para Disney já enxerga boas possibilidades para a retomada A pandemia de Coronavírus obrigou muita gente e negócios a se reinventarem de uma hora para outra. No setor de turismo, um dos mais afetados nesses meses, o baque foi grande. Imaginem para uma empresa com foco em viagens internacionais, com as fronteiras fechadas durante longos períodos. Foi o que aconteceu com a ForFunTours, especializada em viagens para adolescentes e jovens, em especial para parques temáticos como a Disney. Apesar das dificuldades enfrentadas desde o início da pandemia, a empresa já visualiza uma luz no fim do túnel. O Diretor Comercial da companhia, Eduardo Ribeiro, falou sobre como a empresa se prepara para a retomada das viagens para o podcast BóraVoar, do palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia. Confira. Diego Maia - Eduardo, quais as tuas expectativas para o seu mercado de turismo? Eduardo Ribeiro - A nossa expectativa em relação ao turismo é bastante otimista. Dado a fatores mundiais que a gente observa, a começar pelo o que o turismo representa no PIB dessas nações, a relevância que esse segmento tem na economia é algo a ser bastante considerado. Segundo, a evolução da vacinação, a exemplo mesmo dos Estados Unidos. A gente vai observando que à medida que a vacinação cresce, os níveis de mortes e contaminação vão diminuindo, o que é um fator preponderante para a abertura de fronteiras no futuro próximo. E terceiro, a gente lida com uma fase muito marcante na vida de jovens e adolescentes, nessa fase da adolescência entre seus 13 e 16 anos. Há 12 anos somos especializados nisso. Então a gente traz essa ideia de que os sonhos são possíveis, de que é possível realizar sonhos. "Percebemos que a maioria dos nossos clientes optou por adiar esse sonho. A taxa de cancelamento foi ínfima. Então sim, a gente acredita que muito em breve isso aí vai voltar." Eduardo Ribeiro Diego Maia - E como é que vocês estão se preparando para a retomada? Eduardo Ribeiro - Para nós da For Fun Tour, a segurança é um valor inegociável. Tanto que nós adiamos as temporadas de 2021 para 2022, que já estão planejadas e provavelmente a gente vai ter a imensa maioria da população já vacinada. Inclusive os mais jovens também. E como os procedimentos alfandegários e protocolos sanitários vão estar menos rígidos, isso vai possibilitar uma experiência do viajante mais confortável. E mais segura para todos os membros da nossa equipe. Diego Maia - Eduardo, vocês são nichados e dedicados em turismo para adolescentes e jovens, em especial para parques. Quais são os destinos que os seus clientes estão desejando e que estão buscando, e que vocês acham que vão bombar no pós pandemia? Eduardo Ribeiro - Sobre os destinos com a maior procura pelos adolescentes, sem dúvida são aqueles com parques temáticos. Que é o ponto alto dos nossos roteiros. Alia muita diversão, muita adrenalina e o contato que eles têm com os amigos. Em seguida, vem a experiência que a gente tem na cidade de Nova York, que é uma cidade belíssima, a maioria dos adolescentes e dos jovens tem vontade de fazer esse roteiro, e é uma cidade surpreendente. E em terceiro lugar tem a parte da Califórnia, da Costa Oeste dos Estados Unidos, que a gente faz uma visita ao Vale do Silício. Diego Maia - Legal. E como é esse pacote? Eduardo Ribeiro - A gente tem contato com algumas startups, com jovens empreendedores. Então a gente desperta esse sentimento mais criativo, mais encorajador dos jovens a conquistarem seus sonhos, que sonhos não tem fronteiras e isso faz parte do nosso DNA. *** Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • Franquias devem ser avaliadas antes de empreender

    Modelo de negócios é alternativa para empreender, mas exige pesquisa para encontrar a melhor opção para seu perfil Abrir um negócio próprio, ser seu próprio chefe e empreender é o sonho de muitos brasileiros. E uma forma de realizá-lo é com a abertura de uma franquia, ou seja, uma loja ou estabelecimento comercial em que você adquire o direito de usar a marca e toda a estrutura de uma empresa já estabelecida. Mas nem sempre é fácil saber qual franquia é a melhor para cada pessoa. Para ajudar nessa escolha, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia, conversou com a diretora da Associação Brasileira de Franchising Seccional Rio (ABF-Rio), Maria Beatriz Schwartz, no seu podcast, o BóraVoar. Ela sabe tudo sobre esse estilo de negócios e deu dicas valiosas. Confira a entrevista. Diego Maia - Beatriz, como é que a gente consegue identificar uma boa franquia para investir? Maria Beatriz Schwartz - Para começar digo que é sempre importante, antes de tudo, pesquisar sobre o assunto. Por mais que franquia seja um termo já muito disseminado, ainda existem muitas dúvidas. Então, antes de tudo, eu sugiro pesquisar. Uma boa dica que eu tenho são os portais especializados, os cursos, os eventos e os livros sobre o sistema de franchising. Entendendo bem como o sistema de franchising funciona, é importante pesquisar sobre um ou dois setores de interesse aos quais a pessoa se identifique mais. Buscar os números, dados e algumas estatísticas. É importante a troca de feedback com atuais franqueados, para saber o suporte que a marca oferece. "Por isso eu digo que não existe franquia boa ou ruim. Existem critérios a serem avaliados, tais como a capacidade de investimento e o nível de dedicação à operação." Maria Beatriz Schwartz Diego Maia - Quantas marcas de franquias existem hoje na ABF? Maria Beatriz Schwartz - Hoje no Brasil temos mais de 1200 marcas filiadas à Associação Brasileira de Franchising, em 11 segmentos. Dois critérios que eu posso deixar como dica são: saber se a rede é filiada à ABF e ter acesso ao estudo a circular de franquia da marca. Diego Maia - Me conta uma coisa, quais são os desafios do mercado de franquias nesse pós pandemia? Na torcida que a gente já possa chamar de pós-pandemia. Maria Beatriz Schwartz - A pandemia impactou diversos setores do mercado. Com o franchising brasileiro não poderia ser diferente. Diante disso, muitas franqueadoras e seus franqueados perceberam a necessidade de se reinventar e de se adaptar aos novos hábitos de consumo e rotinas de seus clientes. A pandemia trouxe muitas incertezas, que certamente dificultaram o gerenciamento do fluxo de caixa. Nesse primeiro momento pós-pandemia, o objetivo das redes de franquia foi realmente a sobrevivência. Foi a hora de rever a saúde financeira de muitas redes de franquia e estudar alternativas que pudessem aliviar os impactos da crise. Diego Maia - E houve uma necessidade de adaptação, correto? Maria Beatriz Schwartz - Diego, a pandemia mudou a regra do jogo do mercado. Então muitas operações precisaram se adaptar a este novo cenário. O setor de alimentação, por exemplo, precisou investir fortemente no sistema de delivery e take away. As franquias de comércio começaram a atuar junto aos marketplaces ou investir em site próprio para sua empresa. Destaco aqui o crescimento de franquias ligadas a setores da casa e construção, e o mercado pet. As franquias home based, também ganharam mais espaço. Não só pela facilidade da operação, como pelo baixo custo. Diego Maia - Agora falando sobre a ótica do franqueador. O que um candidato a uma franquia, alguém está interessado em franquear uma marca deve identificar antes de fechar o negócio? Assim, passo a passo. Maria Beatriz Schwartz - É muito importante que o candidato de uma franquia avalie bem a lucratividade e a saúde financeira da franquia escolhida. Não esqueça de verificar se a rede é filiada ABF. Garanto a vocês que este fator é de extrema importância. Analise se o contrato de franquia é equilibrado, sendo o mais justo possível. Por isso considero importância da contratação de um consultor isento para auxiliar esse tipo de análise. Por fim, é preciso ter calma. Para muitos a franquia é um sonho de ter um negócio próprio e detém grande parte das economias de uma família. Por isso as emoções precisam ser controladas. Esteja certo de que se bem escolhida a franquia é uma excelente oportunidade de negócio. *** Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • Franqueado e empresa devem ter propósitos alinhados

    Sérgio Bocayuva, CEO da Usaflex, conta quais são os desafios do setor de franchising Você sabe qual é o seu propósito ao procurar abrir um negócio? Esse é um fator muito importante ao decidir investir em uma franquia, de acordo com o CEO da Usaflex, Sérgio Bocayuva. O empresário, à frente de uma das mais reconhecidas marcas brasileiras e pioneira na fabricação de calçados de conforto e moda para homens e mulheres, falou com exclusividade para o podcast BóraVoar, apresentado pelo palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia. Na pauta, o universo do franchising, aposta da empresa para expandir suas lojas pelo Brasil e no exterior. Atualmente com mais de 240 unidades em 20 estados, a companhia prevê chegar em 340 pontos em 2022. Confira. Diego Maia - Bocayuva, às vezes do franqueado se acha um funcionário da franquia, porque muitas vezes é alguém oriundo do mercado corporativo, que foi desligado, recebeu uma indenização e resolveu abrir uma franquia. Em outros momentos ele se acha o chefe da franqueadora, o seu chefe. Como é que você lida com essa situação? Sérgio Bocayuva - Com relação à questão do franqueado, o posicionamento dele se sentir dono da operação da franqueadora, esse é um padrão internacional, é muito comum. Eu sempre digo que o franqueado quando procura uma marca, no primeiro momento ele está apaixonado, está até meio cego, como toda paixão. Ele diz que ele aceita tudo, vai fazer parte do processo, vai ser engajado, vai ser participativo, vai estar à frente da operação. E muitas vezes isso não acontece de imediato. Demanda basicamente uns seis meses até que ele de fato tome conta da situação. E é muito comum também ele se sentir explorado no primeiro momento. Sentir sendo abusado, porque ele estava trabalhando, não tá sendo reconhecido. Diego Maia - E quando ele acha que deve ser o chefe, mandar na franqueadora? Sérgio Bocayuva - Enfim, logo depois também ele começa a entender que ele sabe tudo, que ele pode estar à frente da operação, fazer da sua forma. Esse processo geralmente demanda de dois ou três anos, para ser muito sincero. Até o momento que ele percebe que ele é muito mais fortalecido e a operação dele muito mais sólida, de fato, se ele segue todos os padrões da franqueadora. Aí sim, após dois ou três anos, ele torna-se um ótimo franqueado. Aí ele passa a ter uma vida de sucesso e crescimento contínuo. Diego Maia - Sérgio Bocayuva, me diz uma coisa. O que você faz para escolher um bom franqueado? Não é todo mundo que tem capital para investir, que tem aí as competências, as características para ser um bom franqueado da Usaflex. "Eu acho que em tudo na vida é a gente buscar um propósito." Sérgio Bocayuva Sérgio Bocayuva - O que eu coloco com relação à escolha de um franqueado, como escolher um bom franqueado. É importante que ele tenha aderência à operação, pois um dos segredos do sucesso de franquias é que o franqueado realmente tenha alinhamento com o propósito da marca. Eu acho que em tudo na vida é a gente buscar um propósito. Ele tem que ter alinhamento. Por exemplo, se ele não é um fumante, ele nunca poderia trabalhar numa tabacaria. Porque ele não teria aderência ao negócio. Da mesma forma, se a pessoa abre uma loja de produtos naturais, ele de fato tem que ter alinhamento ou com nutrição ou com a vida de hábitos saudáveis, de tal forma que ele de fato tenha um alinhamento com a operação. Diego Maia - E o que precisa para ser franqueado da Usaflex? Sérgio Bocayuva - O caso da Usaflex a pessoa tem que gostar de varejo, tem que gostar de moda, tem que gostar de pessoas. Então a gente tem toda uma análise criteriosa, a gente avalia quais são os gaps e desenvolve esse franqueado já no treinamento, antes da abertura da loja. E depois da abertura da loja efetivamente com todo suporte que é dado pela franqueadora através dos seus consultores de campo. Agora, sem dúvida nenhuma, um dos grandes segredos é fazer com que o candidato visite a franqueadora, venha respirar os ares da franqueadora e passe por processo seletivo de no mínimo um dia. Onde ele possa não somente conhecer todas as áreas com as quais terá contato, como também todas as pessoas que fizeram as apresentações para ele, possam no decorrer do final do dia descrever o que sentiram daquele candidato. Se ele realmente tem alinhamento com a cultura da companhia ou não. *** Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

Faça parte de nossa lista vip e receba conteúdo em primeira mão.

Tudo ok, confira seu e-mail!

  • icone whatsapp branco
  • Branca Ícone LinkedIn
  • Branca Ícone Instagram
  • Branca Ícone Spotify
  • Ícone do Facebook Branco

CDPV Palestras e Treinamentos

© 2024, desde 2003. CDPV Ltda. CNPJ 05.877.927/0001-28.

Avenida Nilo Peçanha, 50, Grupos 1205 / 1206 -  Edifício Rodolpho de Paoli - Centro - Rio de Janeiro - RJ - CEP 20020-906.

bottom of page