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  • Presidente do IFB acredita na retomada do setor de food service em 2022

    Ely Mizrahi comenta que setor deverá passar por uma reinvenção para trabalhar de forma mais eficiente Apesar do grande baque que sofreu durante a pandemia de Covid-19, as entidades ligadas ao setor de food service estão otimistas para a recuperação do segmento. É o caso do Instituto Food Service Brasil (IFB), que foi representado na segunda parte da edição especial do podcast BóraVoar sobre o segmento por seu presidente, Ely Mizrahi. Mizrahi destacou na entrevista para o palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia, que o avanço do processo de vacinação contra a Covid-19 tende a acelerar o retorno do consumidor. Na conversa ele também falou sobre sua visão dos impactos da crise, além de como o aumento da inflação sobre os alimentos afeta os estabelecimentos e como será importante a reinvenção do setor. Confira. “O setor vai ter que se reinventar, vai ter que buscar ser mais eficiente.” Ely Mizrahi Diego Maia - A crise gerada a partir da pandemia transformou todo o setor, toda a cadeia de valor de todo, o ecossistema de fornecedores. São duas perguntas que eu quero te fazer: existe luz no fim do túnel e que análise você faz sobre esse momento? Ely Mizrahi - Contribuindo com a minha perspectiva, sem dúvida nenhuma o setor foi bastante impactado. Em função principalmente da questão dos protocolos que foram estabelecidos, as restrições de abertura e fechamento e capacidade de atendimento. Isso obviamente muda a dinâmica do setor, a dinâmica do modelo de negócio. Mais recentemente você tem um impacto adicional da inflação de alimentos, que vem sendo muito forte. Esse ônus começa a ser repassado ao setor. O setor vai ter que se reinventar, vai ter que buscar ser mais eficiente, trabalhar dentro de uma modelo talvez mais voltado para um atendimento com diferentes modelos de canais, onde o delivery foi uma solução no passado e vai continuar tendo uma importância relevante. Diego Maia - Ely, como é que você está enxergando a retomada do setor de food service? Quais são suas expectativas para o futuro próximo? Ely Mizrahi - Isso tudo, obviamente, com o avanço do processo de vacinação, tende a acelerar o retorno do consumo no setor. A gente acredita que esse patamar atual de 28% em relação a 2019 tende a diminuir gradativamente. Mas a partir de 2022 é que a gente acredita que a gente volte ao patamar de 2019. Com esse cenário de vacinação praticamente completa, um novo comportamento do consumidor, estando mais presente no dia a dia fora de casa, podendo voltar aos escritórios, enfim esses processos, essas variáveis todas tendem a contribuir para a retomada do setor. Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • Uber Eats aposta no delivery de produtos de mercado no pós-pandemia

    Para Thaís Azevedo, Head de Marketing da empresa, consumidores deixaram de ver apps apenas como serviço de entrega de refeições A pandemia de Covid-19 acelerou mudanças de comportamento das pessoas em vários campos. No setor de food service não foi diferente. A tecnologia, que já era muito presente, se tornou fundamental e os aplicativos de delivery ganharam destaque não só para o consumidor, mas também como uma grande ajuda para a sobrevivência dos estabelecimentos. Um desses apps é o Uber Eats, que ajudou muitas empresas como bares, restaurantes, mercados, entre outros, a sobreviverem na crise. Com mais de 80 mil restaurantes parceiros em 250 cidades no mundo afora, o aplicativo também tem forte presença no Brasil. A Head de Marketing da Uber Eats para o Brasil e América Latina, Thaís Azevedo, falou com exclusividade para o podcast BóraVoar, do palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia. "O brasileiro se acostumou a fazer compras de supermercado, por exemplo, através de um aplicativo." Thaís Azevedo Na conversa presente na segunda parte da edição especial sobre food service, Thaís conta quais foram as principais ações do Uber Eats no Brasil para ajudar o setor durante esses meses, adaptações que precisaram ser feitas e analisa o futuro. Confira. Diego Maia - Thaís, qual análise você faz sobre a crise e sobre essa retomada? Thaís Azevedo - Assim como em muitos setores da economia nós também passamos por grandes mudanças nesses últimos 18 meses. Tem sido uma época de muitos desafios. Mas também é um período para se reinventar e se adaptar. Então se por um lado os restaurantes tiveram que fechar os seus salões, por outro eles encontraram no delivery uma forma de não só manter os seus negócios vivos, mas também de crescer, se expandir e se reinventar. A pandemia exigiu uma digitalização dos negócios de food service muito acelerada e acabou antecipando um movimento que já estava destinado a acontecer. Diego Maia - E na Uber Eats, o que precisou ser adaptado? Thaís Azevedo - Para nós também foi preciso acelerar alguns planos, ajustar algumas prioridades para transformar rapidamente em realidade uma visão de plataforma que a gente já vem construindo aí nos últimos anos. A gente fez isso através da integração dos nossos serviços e do aumento do nosso portfólio de produtos com o lançamento de supermercados, farmácias, pet shops e lojas de conveniência dentro do nosso portfólio. Nosso objetivo foi agregar valor à experiência do nosso usuário, fortalecer a nossa marca e se tornar realmente esse sistema operacional na vida das pessoas. Por isso tem sido um momento bem importante para focar nessas novas frentes e consolidar o nosso lugar no mercado brasileiro. "A gente sabe que o sucesso da nossa plataforma está diretamente ligado ao sucesso dos parceiros." Thaís Azevedo Diego Maia - O que vocês fizeram de forma mais prática para ajudar a sobrevivência do setor de food service, para ajudar na manutenção dos empregos nos bares e restaurantes, nos parceiros da Uber? Thaís Azevedo - Desde o início da pandemia a Uber Eats lançou várias iniciativas para ajudar os restaurantes parceiros a atravessar essa crise, que é uma crise sem precedentes. As ações contemplaram a redução temporária de taxas para os novos restaurantes e os atuais, isenção de taxa em pedidos para a retirada ou que são feitas através do site, antecipação diária e gratuita dos pagamentos dos restaurantes. A gente também fez uma campanha com entrega grátis para pequenos e médios estabelecimentos. O intuito aqui era aumentar a demanda para esses restaurantes parceiros. Além disso, a gente fez um compromisso público de nos próximos meses investir cerca de R$ 70 milhões em ações de marketing e promoções para gerar demanda para os restaurantes cadastrados no Uber Eats e por fim a gente também lançou a campanha Parceria em Pratos Limpos, que tem o objetivo de dar uma visibilidade ao posicionamento comercial que a gente tem como empresa. Acho que o fundamento dessa ação é a transparência e integridade na relação que a gente tem com os nossos parceiros. A gente sabe que o sucesso da nossa plataforma está diretamente ligado ao sucesso dos parceiros, então é muito importante a gente apoiar essa comunidade de restaurantes e negócios locais que foi super afetada por essa crise no último ano. Diego Maia - Olhando para frente, fazendo exercício aqui de olhar para o horizonte. O que é que você enxerga quando olha para frente? Quais são as tuas expectativas para o seu negócio, para o negócio da Uber Eats no Brasil e para o setor de alimentação fora do lar? Thaís Azevedo - Agora que nós estamos vivendo essa retomada das atividades fora de casa, reabertura de bares e restaurantes, nós já estamos observando uma retomada nos hábitos mais tradicionais de delivery. Que é aquele pedido mais concentrado na sexta e no sábado à noite, onde a gente é campeão de pedidos. Mas ao mesmo tempo a gente também está observando uma consolidação desses novos hábitos. Os consumidores deixaram de pensar no delivery apenas para entrega de refeição. Ao longo dos últimos meses o brasileiro se acostumou a fazer compras de supermercado, por exemplo, através de um aplicativo. Porque ele já aprendeu agora nesse período que as compras vão chegar na porta da sua casa em pouco tempo. Nós acreditamos que é um hábito que chegou para ficar e deve cada vez mais contemplar novos produtos, novos serviços e novas categorias. Por isso a gente acredita que a gente vai continuar crescendo, embora em um ritmo um pouco menos acelerado do que foi o ano passado. Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • Rio Quality vê possibilidade de crescimento do food service no Rio

    Paulo Marinho, Gerente Comercial da empresa, acredita que setor pode avançar no dia a dia do carioca Quem viu de muito perto como foi o impacto da Covid-19 no setor de food service foram as empresas que fornecem insumos para bares, restaurantes, padarias, entre outros. É o caso da Rio Quality, que há 33 anos faz essa ponte entre a indústria alimentícia e o varejo no Rio de Janeiro. O Gestor Comercial da Rio Quality, Paulo Marinho, foi um dos entrevistados desse segmento de atividades para a edição dupla especial sobre food service do podcast BóraVoar, do palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia. Na conversa Marinho analisou a situação, explicou como a empresa buscou auxiliar seus clientes e fez projeções para o futuro. Confira. “A gente sabe que o food service em países mais maduros como no continente europeu e os Estados Unidos, já chegam a taxas aí de 50% do gasto das famílias. No Rio de Janeiro ainda navega em taxas de 35%, 40%.” Paulo Marinho Diego Maia - Qual análise você faz sobre o impacto do Covid-19, o impacto da crise no negócio de vocês? Paulo Marinho - Assim como em todos os players desse mercado de food service, realmente o Covid impactou significativamente nossas operações. O impacto direto no faturamento, no primeiro mês da pandemia chegando a fazer nosso faturamento cair mais do que 50%. No nosso fluxo de vendas, no número de pedidos, de clientes atendidos. Mas após o primeiro mês a gente conseguiu construir estratégias para gradativamente recuperar nossas vendas, recuperar nosso faturamento, principalmente cuidando das pessoas dentro da nossa organização, cuidando dos nossos clientes. Tentando dar todo o suporte em termos de facilidades de pagamento, otimizando as entregas, reduzindo o valor de pedido mínimo, engajando nossa equipe, tanto vendedores, entregadores, todo o departamento de back office que está na retaguarda para poder fazer a jornada do cliente acontecer e proporcionar a melhor experiência possível. E essa foi a forma como a gente conseguiu reagir a esse grande impacto que aqui para a gente nós já falamos que faz parte do passado. Diego Maia - Eu tenho perguntado para os meus convidados, Paulo, o que eles têm feito pra ajudar de maneira mais palpável, de maneira mais didática a sobrevivência do setor de food service. Lá na Rio Quality, quais foram os esforços de vocês, o que vocês têm feito para ajudar os clientes? Paulo Marinho - Além das últimas ações que citei anteriormente, como facilidades de pagamento, a redução do pedido mínimo, entregas emergenciais, minimizando a necessidade dos nossos clientes fazerem estoques, já que nenhum dos nossos clientes poderia ter o entendimento de como seria sua performance naquele momento de lockdown, onde a operação dos restaurantes estava restrita ao delivery e take away, eu destaco a iniciativa da gente conseguir colocar no ar o nosso e-commerce. Facilitou nesse distanciamento do vendedor com o cliente, para que o nosso cliente pudesse fazer seu autoatendimento a qualquer momento, a qualquer hora. Destaco a nossa disponibilidade de negociações das dívidas de forma parcelada em até seis vezes, podendo ser paga em cartão de crédito sem as taxas de juros. Assumimos aqui para o nosso custo as taxas de tarifas de cartão e juros. Diego Maia - E como isso impactou para os clientes? Paulo Marinho - Isso tudo eu acho que deu um grande fôlego para o nosso cliente. Sem falar na nossa gigantesca iniciativa na parte de comunicação, o tempo todo estando próximos do mercado através das nossas redes sociais informando sobre as notícias que tínhamos sobre o mercado, como outros países estavam superando aquela crise, acreditando que a qualquer momento esse momento de superação também chegaria ao Rio de Janeiro. E isso foi sem sombra de dúvidas uma parte importante dessas ações para estar próximo do nosso cliente, não deixar ele perdido e afogado em pessimismo. “A gente acredita que com a volta do emprego, aumentando a taxa de emprego no país e no Rio de Janeiro especificamente a gente aumenta o consumo.” Paulo Marinho Diego Maia - Quais são as expectativas de vocês para o mercado de food service? Paulo Marinho - As nossas expectativas com o mercado de alimentação são as melhores possíveis. Honestamente, a Rio Quality ela já no ano de 2021 se depara com o gigantesco crescimento ano após ano. Mesmo desconsiderando ali o momento de Covid. Claro que a gente vai comparar faturamento com o faturamento vai ter um crescimento grande durante este ano comparado ao ano passado, mas ainda assim a gente bate recorde de vendas se comparado com todo o histórico da Rio Quality. E isso considerando que a gente ainda tem um cenário de pandemia, os volumes de compra dos nossos clientes não estão normais, a gente acredita que com a volta do emprego, aumentando a taxa de emprego no país e no Rio de Janeiro especificamente a gente aumenta o consumo. E aí a gente tem uma retomada de volumes, o que pode ser muito significativo para o nosso negócio especificamente. Diego Maia - Que outras expectativas você tem para o setor? Paulo Marinho - A gente sabe que o food service, em países mais maduros como no continente europeu e os Estados Unidos, já chegam a taxas aí de 50% do gasto das famílias está em alimentação fora do lar. E quando se fala de gastos com alimentação, o Rio de Janeiro ainda navega em taxas de 35%, 40%. E a gente acredita que esse esse fortalecimento, esse amadurecimento é um comportamento natural das grandes cidades. Então as expectativas são as melhores possíveis, a gente vê a indústria cada vez mais olhando para o food service como um canal interessante para os seus negócios. Isso sem sombra de dúvidas faz ainda mais a gente apostar em estrutura para o nosso negócio para poder desfrutar esse crescimento que o food service terá no mercado. Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • Diretor da Novamix diz que consumidor busca por experiências

    Pedro Botelho analisou o mercado de food service em conversa com Diego Maia para o podcast BóraVoar Delivery, novas experiências e mudanças de hábitos do consumidor. Esses são alguns dos pontos que Pedro Botelho, Diretor da Novamix Distribuidora aponta como tendências para o setor de food service pós-pandemia. Botelho foi um dos entrevistados do palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia, em seu podcast BóraVoar. Em duas edições especiais Diego recebeu uma série de especialistas em food service para tratar sobre os desafios e futuro do ramo. “Eu vejo o food service como um segmento cada vez mais que traz experiência. E as pessoas estão um pouco privadas de viajar, de sair, estão se contendo de alguma forma e elas estão buscando experiências.” Pedro Botelho Na conversa Diego Maia e Pedro Botelho abordaram assuntos como os problemas enfrentados pelos players do setor desde março de 2020, as mudanças que ocorreram nos hábitos de consumo e que impactaram diretamente os estabelecimentos, desafios e o futuro. Confira. Diego Maia - Pedro, como é que tem sido a crise para a Nova Mix, uma empresa que atua em todas as cidades do Rio de Janeiro atendendo centenas de milhares de restaurantes, bares e padarias. Como é que foi essa crise? Pedro Botelho - Realmente a Covid-19 foi como um meteoro para o segmento de food service. A gente, por estar numa distribuidora que atende todas as cidades do Rio de Janeiro em diversos segmentos, padarias, restaurantes, hamburguerias e pizzarias, a gente conseguiu ver como é que esse setor impactou cada cidade e cada segmento. E realmente foi uma revolução no ecossistema food service. Porque a gente viu que num primeiro momento houve aquele instinto de sobrevivência natural e necessário para se manter no momento de crise como esse. Em que as empresas ligaram o seu modo de sobrevivência, para preservar seu caixa, para se valer de algumas situações como a suspensão do contrato de trabalho, alguns fomentos que foram colocados pelo setor e também para se reinventar. Diego Maia - E como as empresas lidaram com isso? Pedro Botelho - O que a gente viu que prevaleceu muito foram as empresas que tinham uma robustez financeira e de uma gestão mais ativa e que conseguiram guinar o seu caminho, a sua fonte de receita, os seus custos, para se adaptar à nova realidade e passar pelas diferentes fases dessa pandemia. Foi uma fase muito forte (de crise) e depois uma fase de retomada, mas uma retomada diferente. Uma retomada com delivery, uma retomada com atendimento com produtos diferentes. Então o que a gente sentiu é que a gestão ativa dentro de cada negócio de food service fez a diferença. “A crise não passa, né. A gente que supera ela.” Pedro Botelho Diego Maia - A aposta no delivery se tornou uma saída para driblar essa crise, certo? Pedro Botelho - A gente viu restaurantes e padarias que não tinham delivery, de uma semana para outra, montar um formato improvisado de delivery. E isso veio tomando porte dentro do seu negócio e hoje na retomada já é uma coisa relevante, assim como a gente vê os negócios que ficaram parados esperando para ver o que ia acontecer. Só que a crise não passa, né. A gente que supera ela. Então eu senti muito que o food service teve muito disso, de quem estava dentro do negócio está se remodelando as novas oportunidades e está seguindo. No nosso negócio, como distribuidor de food service, a gente teve um papel muito grande de entender esse momento e conduzir de forma, vamos botar assim, de forma a orientar, de forma a mostrar para os diferentes operadores de food service quais eram as soluções que outros clientes nossos estavam avançando. Então como um todo foi muito duro no início, mas acho que o fato da gente estar junto com o operador, junto com o nosso cliente mostrando para ele qual seria o caminho, fez com que a gente conseguisse surfar bem essa retomada. Diego Maia - E olhando para frente, o setor se recupera dessa pandemia transformado. Muita coisa mudou e eu tenho a impressão de que muita coisa ainda vai mudar, não é? Pedro Botelho - O setor de alimentação fora do lar mudou muito com a pandemia. Tiveram várias tendências que se aceleraram, que foi a questão do delivery, e como as pessoas foram obrigadas a mudar seus hábitos. Isso gerou outras ocasiões de consumo e momentos diferentes de consumo. Vou dar um exemplo comum: as pessoas antigamente tinham aquele ato de acordar cedo, claro, mas tomar o café correndo para não pegar trânsito para poder chegar no trabalho. Ou elas comiam alguma coisa antes do trabalho ou comiam alguma coisa em casa. Hoje já a questão do café da manhã, pelas pessoas terem aderido ao home office nesse momento de pandemia, se tornou uma coisa mais relevante. As pessoas estão dando mais valor ao café da manhã e fazem um café da manhã mais elaborado. Estão dando mais tempo ao seu café da manhã, entenderam a rotina, esse ritual do café da manhã, o quão benéfico ele é para seu dia a dia. Diego Maia - E nas outras refeições, também houveram mudanças? Pedro Botelho - O almoço, que era um momento de uma pausa maior, digamos assim, que a pessoa tinha ali seu horário de uma hora e meia de almoço, agora que ela está em casa, ou por ela estar numa dinâmica diferente, ela acaba tendo um horário menor de almoço, para que ela consiga produzir mais. E os momentos que a gente tinha mais no final do dia, que era o happy hour ou algum momento de sair com a família ou de sair com os amigos, eles ficaram mais escassos, porque foram menos eventos e menos oportunidades. Mas eles continuam acontecendo de formas diferentes. Diego Maia - De que forma esses momentos mais descontraídos passaram a acontecer? Pedro Botelho - Muitos deles pedindo, fazendo delivery para você entregar em casa, então se tornou comum esses pequenos encontros em casa após a pandemia ou então saídas em pequenos grupos, não mais em grandes grupos. Então a gente vê muito essas expectativas assim. Uma tendência de aumento da relevância do café da manhã no dia das pessoas e no tempo que as pessoas gastam, um almoço um pouco mais acelerado do que o normal e os momentos de lazer, que geralmente são no final do dia, de happy hour ou de encontro de família ou de que você sai para comer e sai para fazer um evento, eles se tornaram menores. Então é uma das expectativas que a gente tem visto aí em alguns segmentos e é interessante reforçar isso. Diego Maia - Falando especificamente do profissional de vendas. Do homem de vendas, da mulher de vendas. Esse cara, essa mulher, esse guerreiro, essa guerreira que está no campo tentando vender, buscando bater metas, trabalhando para superar as expectativas do cliente. Para não deixar a desmotivação tomar conta, esse profissional de vendas também sai dessa crise altamente transformado. Se fizermos um panorama de dez anos pra cá, muita coisa mudou no segmento. Mas se tem alguém que mudou foi o profissional de vendas. Pedro Botelho - Diego, é muito bom nas conversas que a gente tem, que a gente sempre segue o tema de vendas e é um tema que eu sou apaixonado. No setor food service o profissional de vendas ficou cada vez mais requisitado. Porque não basta só a gente suprir os insumos que o restaurante, que a padaria, ou que o operador de food service, de delivery como um todo precisa. A gente passou a ser ali uma pessoa que leva solução, leva a tendência. Como a gente atende vários clientes diferentes e a operação de food service é uma operação que suga muito tempo e energia da pessoa que está nela, nessa dinâmica, o que acontece é que o vendedor passou a ser um veículo também de ideias. De chegar para um operador, um dono de restaurante, para uma padaria e começar a levar a ideia. ‘Pô, eu estive em tal e tal lugar e tem funcionado muito bem essa situação aqui. Que é que você acha de não inserir isso aqui também?’ Diego Maia - É mais do que só um vendedor, correto? Pedro Botelho - Uma outra coisa também que eu vejo, e vem acontecendo muito, é que a questão desse profissional de vendas ser um veículo de conexão de pessoas. De conectar o cliente, de conectar o consumidor, até o próprio restaurante, o operador logístico, a padaria, mas também de conectar soluções até esses estabelecimentos. De conectar soluções de entrega, de conectar soluções de delivery, de conectar soluções de receita, de conectar soluções de software, soluções que geram um ganho para o negócio para a cadeia como um todo. Então assim, mais do que venda de insumos, eu acho que ele é um profissional que tem que levar soluções. A gente tem que ser recebido por um estabelecimento como a pessoa que chega, o profissional da Nova Mix, ou o profissional de um distribuidor de food service, que vem trazer a ideia, vem trazer solução, vem mostrar caminhos diferentes. E a gente sente nisso que alguns clientes, quando tem alguma dificuldade, quando estão com algum projeto, eu acho interessante isso, eles trazem esse projeto para a gente dar ideia, para a gente apresentar outras pessoas de outras cidades que já implantaram um projeto e deram certo. Eu acho que o nosso papel é esse, é fomentar o food service para que ele possa florescer novamente. Agora diferente, mas tão intenso e tão glorioso como foi. Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • Diretor da GRF Distribuidora está otimista com o futuro do food service

    João Henrique Diogo salientou que boa velocidade da vacinação já mostra melhoria na movimentação de clientes “As minhas expectativas são totalmente otimistas.” Foi assim que o Diretor Comercial da GRF Distribuidora, João Henrique Diogo, respondeu sobre o que espera para o setor de food service quando a pandemia acabar. Diogo foi entrevistado pelo palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia, no podcast BóraVoar especial sobre o setor de alimentação fora do lar. “No Rio de Janeiro a gente tem um avanço muito grande da vacinação acontecendo e naturalmente a gente já percebe os restaurantes reabrindo, voltando às suas atividades.” João Henrique Diogo Para ele, a melhoria nos índices de vacinação, junto com a manutenção de cuidados nos estabelecimentos, já mudou o cenário do setor. No bate-papo Diogo também falou sobre as ações da GRF durante a pandemia para ajudar seus clientes a passarem pela crise, como adaptações no estilo de venda e flexibilização de pagamentos. Confira. Diego Maia - Que análise você faz no negócio GRF Distribuição a partir da pandemia, que atingiu como um meteoro o setor de food service? João Henrique Diogo - Exatamente isso Diego, a Covid-19 no nosso negócio foi um meteoro. Repentino, de grandes proporções e que nos forçou a repensar toda a maneira de como a gente conduz a nossa operação hoje. Basicamente a gente olhou muito pra dentro, tivemos muita cautela, buscamos inspiração em projetos que até então estavam sendo discutidos, ventilados e começamos a adiantar esses projetos e tentar ocupar toda a força do nosso negócio para buscar novos caminhos, o que é fundamental nesse momento. Nós buscarmos novos caminhos, buscarmos oportunidades e foi o que começamos a nos movimentar. Diego Maia - E como foi lidar com a equipe? João Henrique Diogo - Transmitimos internamente para toda a organização a importância, que a empresa conseguiria superar esse momento sem necessariamente fazermos demissões e assim foi feito. Buscamos entender que lacunas o mercado estava deixando ou gerando, porque o Covid, além de problema também deixou a oportunidade. E assim nós conseguimos nos reacomodar no mercado atacadista e de distribuição. Uma maneira diferente de ver o negócio, mas de fato acredito ter sido uma surpresa para todo mundo e uma dificuldade muito grande. Mas com planejamento e organização a gente conseguiu seguir em frente. Diego Maia - O que vocês buscaram fazer para dar força aos clientes, que nesse segmento muitos clientes fecharam, não conseguiram reabrir, ficaram inadimplentes. O que vocês fizeram para apoiá-los? João Henrique Diogo - De fato Diego, o food service foi o canal mais impactado durante todo esse processo da pandemia que a gente continua vivendo. A GRF Distribuição criou mecanismos e maneiras de viabilizar a subsistência desse canal e dos clientes que estiveram conosco ao longo dessa jornada até aqui. Então foi fundamental a gente trabalhar com pedidos mínimos, totalmente reduzidos ao mínimo possível de fato para a operação. Trabalhamos num nível de fracionamento dos nossos produtos como se tivéssemos funcionando como um supermercado, vendendo a menor quantidade possível para aquele SKU específico. “Nós entendemos o que eles (clientes) estão vivendo e buscamos ser uma solução e não um problema.” João Henrique Diogo Diego Maia - Que outros tipos de adaptações vocês fizeram? João Henrique Diogo - Viabilizamos condições financeiras, pensando que esses clientes precisavam de um pouco mais de prazo para poder pagar e que eventualmente esses clientes mais parceiros, que estavam conosco ao longo dessa jornada até aqui, acabariam atrasando uma duplicata um dia ou outros, mas isso não era um impeditivo para que a gente atendesse um pedido emergencial desses clientes. Buscamos uma logística que fosse o mais eficiente possível, na assertividade, na pontualidade e na qualidade da entrega para que a gente pudesse de fato falar para esse grupo de clientes específico que os nossos caminhões eram de fato o depósito e o estoque desses clientes. Então, de uma maneira geral, nós entendemos o que eles estão vivendo e buscamos ser uma solução e não um problema. É assim que a GRF Distribuição hoje pensa o canal food service. Diego Maia - E fazendo um exercício de olhar para frente, de olhar para o futuro. Como é que você enxerga o negócio de vocês e sobretudo o segmento de food service? João Henrique Diogo - As minhas expectativas são totalmente otimistas. Com o avançar da vacinação e a sociedade como um todo já um pouco saturada dessas limitações e restrições sociais que nos foram impostas, esse novo normal como dizem por aí, as pessoas vão voltando a suas atividades. Passaremos a ter motivos para celebrar, para poder festejar, para poder viver momentos e experiências fora do lar. O consumo, o food service como um todo, a alimentação fora do lar é mais do que um processo de alimentação. Ela é uma experiência, ela é um momento de satisfação, de indulgência. Então as minhas expectativas são de fato as melhores do mundo. Diego Maia - A retomada é questão de tempo então? João Henrique Diogo - No Rio de Janeiro a gente tem um avanço muito grande da vacinação acontecendo e naturalmente a gente já percebe os restaurantes reabrindo, voltando às suas atividades. Óbvio, preservando e tomando todo o cuidado possível que precisamos tomar, criando protocolos de combate a Covid. Então de acordo que as coisas foram acontecendo a retomada é natural. E a gente já tem provas disso nos últimos meses, de que teremos de fato uma retomada a todo vapor. Esperamos e torcemos muito para que isso seja consistente e que a gente jamais volte a viver o que fizemos neste último ano e meio de pandemia. Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • Reinvenção imediata foi solução do CDI Barra para enfrentar a crise

    Mirson Simões, Gestor Comercial da distribuidora, aponta que estratégias de olho no delivery e cestas básicas foram fundamentais Agir com rapidez foi fundamental para muitos negócios se manterem em meio a pandemia de Covid-19. Foi o que fez o CDI Barra, empresa focada na distribuição de alimentos para o mercado de food service. Em entrevista exclusiva para o podcast BóraVoar, do palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia, o Gestor Comercial do CDI Barra, Mirson Simões, contou sobre as ações tomadas na pandemia. Na conversa Simões destacou que foi necessário uma reinvenção imediata para seguir com o ritmo de vendas e não deixar o mercado desabastecido. Confira. “O impacto da pandemia fez com que nós nos reinventássemos imediatamente.” Mirson Simões Diego Maia - Queria saber o seguinte Mirson, a pandemia foi decretada, o que vocês fizeram para não sucumbir? Porque os teus clientes foram alguns dos mais afetados, todos eles, os bares, restaurantes e cantinas simplesmente fecharam as portas. Mirson Simões - Diego, o impacto da pandemia fez com que nós nos reinventássemos imediatamente, para que não deixasse as vendas caírem e manter o mercado abastecido. Montamos imediatamente uma estratégia junto à equipe de vendas, pois observamos que a tendência do delivery seria em alta constante e as vendas de cesta básica iriam crescer. Passamos também a fazer um trabalho de crescimento na área de tecnologia e planejamento, e com isso estamos conseguindo manter o crescimento e todos os nossos colaboradores. Diego Maia - E o futuro, fazendo um olhar de análise do que pode acontecer. Como é que você enxerga o seu segmento? Mirson Simões - Diego, o mercado de food service, em específico bares, lanchonetes e restaurantes vêm passando por um grande desafio para sobreviver. Procuramos incentivar com visitas técnicas para melhor aproveitamento dos produtos. Também aumentamos as bonificações e descontos mais significativos e facilitando os pagamentos com prazos maiores. Assim entendemos que iremos ajudar na recuperação deste grupo de clientes. Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • Diretor da Patrimóvel acredita que papel dos corretores é realizar sonhos

    Marcelo Vasconcelos salientou que não há como profissionais do setor imobiliário fugirem do uso da tecnologia A Patrimóvel, imobiliária carioca especialista em lançamentos, é uma das principais da cidade e conta com 300 corretores atualmente. No podcast BóraVoar especial e estendido dedicado ao mercado imobiliário, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia, recebeu o Diretor Geral de Patrimônio da empresa, Marcelo Vasconcelos. No programa, dedicado ao Dia do Corretor de Imóveis, comemorado em 27 de agosto, Vasconcelos analisou os desafios da profissão, em especial a pandemia de Covid-19, o futuro dos corretores e destaca que o grande papel dos corretores é realizar sonhos. “A maioria da população trabalhou a vida inteira para chegar e comprar o seu apartamento. E fazer parte da história de alguém é muito legal.” Marcelo Vasconcelos Confira o bate-papo. Diego Maia - Hoje a Patrimóvel tem quantos corretores, Marcelo? Marcelo Vasconcelos - Diego, a Patrimóvel tem 300 corretores. A gente já está finalizando esse processo de reestruturação, que eu comentei com você no nosso último encontro, e hoje a gente está apostando num modelo diferente de fazer a nossa corretagem. Diego Maia - A gente imagina o que vem pela frente, mas a gente obviamente não pode precisar o que vem por aí. Mas muito se fala em tecnologia, muito se fala em novidades na intermediação imobiliária, ou mesmo na desintermediação imobiliária. Esse é o maior desafio para o corretor de imóveis? Marcelo Vasconcelos - Então Diego, infelizmente o nosso maior desafio ainda hoje é a pandemia. Óbvio que essa pandemia nos fez mudar muito a nossa forma de trabalhar. A gente aprendeu muito a se virar nesse momento de isolamento, embora as coisas, graças a Deus, espero que em breve todo mundo já esteja vacinado, todo mundo bem, que a gente já possa olhar para as pessoas sem máscara e abraçar em breve, a gente ainda tem esse desafio todos os dias. Como atender um cliente, como motivar, como encantar um cliente, como trazer uma emoção em muitos encontros virtuais. Eu acho que isso é o nosso grande desafio hoje ainda. “Não existe hoje um corretor de imóveis que não tenha a tecnologia ao seu lado.” Marcelo Vasconcelos Diego Maia - Que futuro podemos esperar? Marcelo Vasconcelos - Então Diego, eu vou falar uma coisa agora que vai aparecer engraçada, mas eu vou explicar. O futuro do corretor de imóveis já é presente. O que vai mudar amanhã é a tecnologia que ele vai estar usando no seu dia a dia. Não existe hoje um corretor de imóveis que não tenha a tecnologia ao seu lado. Esquece. Vou te dar um exemplo muito simples para tentar explicar o que estou tentando te dizer aqui: abre um jornal de domingo e tenta achar, sabe aqueles quadradinhos, aqueles que a gente chamava PA, aquelas anunciozinhos? 4 QTS, 2 BH, essa era a forma que o corretor apresentava o imóvel lá atrás. Olha a internet hoje. Como esse cara está se especializando em como apresentar um imóvel. Por isso estou falando do futuro. O futuro vai ser a tecnologia que vai estar disponível naquela hora. E se ele não se atualizar pensa que daqui a 20 anos o que era 4 QTS é o que a gente está vendo hoje. Então o corretor ele nunca mais, mas nunca mais mesmo, vai poder parar de se atualizar. Diego Maia - E claro, Marcelo, deixa aqui teu alô, teus parabéns para o corretor de imóveis que está ouvindo a gente, para o atuante no mercado imobiliário que está ouvindo a gente, em especial por conta da comemoração do 27 de agosto que é o Dia do Corretor de Imóveis. Marcelo Vasconcelos - Então, o que eu falo que é o mais bonito na nossa profissão é realizar sonhos. Claro que a gente trabalha e atende vários perfis de clientes. Tem o investidor, tem algumas pessoas que conseguem ir melhorando e comprando um, depois melhora e compra outro, um apartamento maior e assim ele vai crescendo profissionalmente, vai crescendo na sua vida e ele vai aumentando seu apartamento, seu investimento. Mas a maioria da população não. É tão bacana quando você assina uma escritura e o cliente chora sabe, você realizou o sonho da vida dele. A maioria da população trabalhou a vida inteira para chegar e comprar o seu apartamento. E fazer parte da história de alguém é muito legal. Então o que eu posso desejar a todos é: continuem realizando sonhos. Um bom dia para todos, feliz dia dos corretores e a luta é diária, mas vale a pena. Um abraço a todos. Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • Presidente da ADEMI RJ, corretores são fundamentais nas negociações de imóveis

    Claudio Hermolin destacou a necessidade de profissionais estarem capacitados para dar suporte nos momentos mais complexos do processo Na última edição semanal estendida do podcast BóraVoar, o palestrante de vendas Diego Maia recebeu diversos profissionais do mercado imobiliário para discutir e debater os desafios do setor. Além de diretores, gerentes e CEOs de imobiliárias, as entidades de classe não poderiam faltar no programa, dedicado ao Dia do Corretor de Imóveis, celebrado em 27 de agosto. Uma das mais importantes é a ADEMI RJ, Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro, que foi representada pelo seu Presidente, Claudio Hermolin. Na conversa com o palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia, Hermolin destacou que não acredita que o setor poderá abrir mão dos corretores de imóveis. Para Hermolin o cliente tende a chegar para a negociação já muito mais preparado, com muito mais informação, porém o papel do corretor, que precisará estar capacitado para levar adiante as etapas mais complexas. Confira a entrevista. Diego Maia - A gente poderia falar aqui do mercado imobiliário, de lançamentos imobiliários, de revenda de imóveis, mas o recorte especial é para o corretor de imóveis. Que futuro ele pode esperar? Qual o futuro para o corretor de imóveis, Hermolin? Claudio Hermolin - Bom, quando a gente fala do futuro do corretor, eu gosto sempre de lembrar que todas essas ferramentas que vêm sendo desenvolvidas e criadas, na minha visão elas têm um papel fundamental para melhorar a jornada do consumidor do mercado imobiliário. Seja ele um comprador ou um vendedor, um proprietário de um imóvel para alugar, um inquilino, ou aquele cliente que está obtendo um crédito imobiliário. Essas ferramentas também vêm para ajudar o corretor. E aí a gente chega, na minha visão, em relação ao futuro do setor e ao futuro do corretor, onde eu vejo nitidamente uma jornada muito mais simples, muito mais transparente, muito mais fluída, onde o corretor, sim, será peça fundamental indispensável. “Esse corretor precisa estar melhor qualificado, melhor preparado e com capacidade de atender esse cliente numa etapa mais adiantada do funil.” Claudio Hermolin Diego Maia - E pera isso é preciso estar preparado, certo? Claudio Hermolin - Esse corretor precisa estar melhor qualificado, melhor preparado e com capacidade de atender esse cliente numa etapa mais adiantada do funil. Ou seja, o cliente já vai chegar na mão do corretor mais quente, mais pronto para fazer a transação. E aí cabe ao corretor estar melhor qualificado, melhor informado, melhor preparado para atender esse cliente e converter essa venda, converter essa compra de produto ou serviço do mercado imobiliário. Então na prática, para mim, o mercado imobiliário nunca irá existir sem a presença do corretor. Até porque a gente está falando da maior aquisição da pessoa em toda sua vida. E essa aquisição é uma aquisição complexa, portanto sem a presença de um corretor qualificado, eu não acredito no futuro desse mercado. Diego Maia - Aproveita e deixa uma mensagem para o corretor, especialmente por conta do dia 27 de agosto, afinal estou fazendo essa edição especial do BóraVoar aqui dedicada ao corretor de imóveis, dedicado a quem se alimenta, a quem investe no mercado imobiliário. Claudio Hermolin - Bom Diego, aproveito a oportunidade também para dar os parabéns a todo corretor e corretora do mercado pelo Dia do Corretor. Dizer que vocês todos têm uma função muito importante na vida das pessoas, porque vocês estão envolvidos numa transação que certamente tem o maior cunho financeiro da vida das pessoas, mas também tem sempre uma questão social, uma questão familiar envolvida nessa decisão. Eu costumo dizer que no momento em que você está comprando um imóvel, vendendo um imóvel, alugando um imóvel, você está fazendo isso porque sua família está crescendo, ou ela está diminuindo, os filhos estão saindo de casa. Ou você está aumentando a família, está tendo mais filhos, você está casando, você está se separando. Você melhorou de emprego ou ficou desempregado. Então isso significa dizer que há uma atmosfera emocional fortemente envolvida durante esse processo. E você corretor é a peça chave para ajudar esse cliente a tomar a melhor decisão. Não só financeiramente falando, mas também emocionalmente falando. Essa é uma das profissões mais importantes que eu vejo, dado que a gente está envolvido com a pessoa no momento da escolha da casa própria. E nada mais importante na vida de todos nós do que essa escolha. Parabéns ao corretor. Parabéns a corretora. E continuem fazendo parte dessa linda história do mercado imobiliário. Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • CEO da HomeHub destaca a importância da digitalização no setor imobiliário

    Rodolfo Judice Araujo ressaltou que os corretores devem usar a tecnologia em seu favor para seguirem fortes no mercado O mercado imobiliário está em constante mudança e atualmente as operações têm se tornado cada vez mais digitais. Isso faz com que os profissionais precisem estar ligados nos avanços tecnológicos que ajudam corretores e clientes na busca e negociações de casas, apartamentos ou salas e comerciais. A HomeHub é uma das empresas que nasceram nesse novo mundo, apesar de fazerem parte de um grupo muito tradicional do setor, o Judice&Araujo. Ela é uma plataforma de franquias imobiliárias baseada no modelo figital, ou seja, uma combinação do físico com o digital. O CEO da HomeHub, Rodolfo Judice Araujo, foi um dos convidados da edição especial e estendida do podcast BóraVoar, do palestrante de vendas Diego Maia, dedicado ao mercado imobiliário na semana do Dia do Corretor, comemorado em 27 de agosto. Confira a entrevista. “Quando você muda a mentalidade, você passa a dar mais valor, por exemplo, para os recursos tecnológicos. Você começa a virar amigo da tecnologia e aí você muda de patamar como profissional de mercado imobiliário.” Rodolfo Judice Araujo Diego Maia - Sei que você lidera duas empresas, mas falamos de HomeHub, que é a sua bola da vez, vamos chamar assim, como estão os números, quais são os resultados que você tem hoje no que diz respeito à venda, agências, franqueados... Rodolfo Judice Araujo - Diego, falando um pouquinho dos nossos números, a HomeHub está com um ano e meio de operação, já são 21 operações na capital aqui do Rio de Janeiro e no interior, alguns mercados como Angra, Petrópolis, Itaipava, Búzios a gente tem alguma chance de assinar um contrato de franquia esse mês (agosto) ainda. E a nossa expectativa é que a rede chegue em dezembro (2021) com algo em torno de 100 corretores associados, que estarão prestando serviços, estarão plugados na nossa plataforma prestando serviço para as franquias. Diego Maia - A gente tem falado aqui do processo de transformação do mercado imobiliário, em especial, claro, a transformação do corretor de imóveis. O que muda na atividade de corretagem daqui para frente, fazendo esse exercício de olhar para o horizonte, de olhar para a frente? Rodolfo Judice Araujo - O maior desafio dos corretores de imóveis no momento, eu acho que assim, e aí vale uma pergunta: será que o que eu fiz nos últimos cinco, dez, 15 anos de carreira, vai ser suficiente para o performar nos próximos anos, com esse mercado em transformação, acelerando muito no aspecto tecnológico? E aí a nossa visão aqui do grupo Judice&Araujo é que precisa haver uma mudança de mentalidade. Entender que o mundo está se transformando muito rápido, que nós precisamos nos adequar a essa mudança e isso começa na mentalidade. Diego Maia - Como deve ser a nova mentalidade dos corretores? Rodolfo Judice Araujo - É ter uma mentalidade de eterno aprendiz, de estar estudando todo dia um pouco, se desenvolvendo todo dia um pouco, entendendo que você precisa se adequar à nova realidade, entendendo que você não pode assumir o risco de não mudar, acreditando que o que você fez no passado é o suficiente para você performar eternamente. E aí quando você muda a mentalidade, você passa a dar mais valor, por exemplo, para os recursos tecnológicos. Você começa a virar amigo da tecnologia e aí você muda de patamar como profissional de mercado imobiliário. Então acho que o maior desafio é essa transição de mudança de mentalidade, que a gente já percebe no mercado muitos corretores já migrando, já virando corretores digitais. E alguns corretores ainda muito presos ainda numa receita que foi muito bem sucedida para trás mas que pode não vir a ser o suficiente para garantir bons resultados no futuro. Diego Maia - Deixa seu recado para o corretor de imóveis que está ouvindo a gente, em especial por conta desse Dia do Corretor de imóveis, 27 de agosto. Rodolfo Judice Araujo - Diego, agora eu gostaria de dar parabéns para todos os corretores imobiliários. Parabéns pelo seu dia. Aproveitem muito, comemorem muito, vocês merecem. Nós aqui do grupo Judice Araújo temos enorme respeito pela categoria, são profissionais com a capacidade de execução fantástica, com uma resiliência sem igual e merecem muito ter um papel de destaque na sociedade. Até pela grande contribuição que eles trazem para que as famílias e as pessoas realizem seus sonhos de moradia. Então fica aqui o nosso parabéns, o nosso agradecimento para todos os corretores que operam com a gente no grupo Judice&Araujo e na HomeHub e aproveitem muito o seu dia. Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • Presidente da RE/MAX acredita que corretores de imóveis devem apostar em atualização

    Peixoto Accyoli destaca papel da educação continuada no trabalho do setor imobiliário e reforça importância de ter preocupação com o cliente A RE/MAX Brasil é uma das maiores empresas de compra, venda e aluguel de imóveis no país. O braço nacional da gigante do setor imobiliário internacional, com presença em mais de 100 países, conta com 400 agências e mais de 7300 agentes associados. O responsável por administrar tudo isso, o Presidente da companhia, Peixoto Accyoli, foi um dos convidados do palestrante de vendas mais contratado do Brasil, Diego Maia, na edição especial e estendida do podcast BóraVoar dedicado ao mercado imobiliário. No bate-papo, Accyoli comentou sobre os desafios do setor e a importância da capacitação dos profissionais da área. “Eu não tenho dúvida que o corretor de imóveis será substituído. Mas ele vai ser substituído não pela tecnologia, ele vai ser substituído pelo corretor e pela corretora que usa a tecnologia, que trabalha fortemente em atender os anseios e os desejos do cliente sem olhar para a carteira dele.” Peixoto Accyoli Entre seus insights, o executivo aponta que os corretores de imóveis que ficarem parados no tempo, que não usarem a tecnologia ao seu favor, ficarão para trás. Confira a entrevista. Diego Maia - Quantos profissionais, quantos agentes, quantos corretores a RE/MAX tem na estrutura hoje? Peixoto Accyoli - Nós temos aproximadamente 8 mil corretores associados, entre corretores que já com CRECI (registro de corretor de imóveis) e corretores em treinamento preparando a parte do CRECI, enfim, fazendo o TTI (curso Técnico em Transações Imobiliárias) para muito em breve estar atendendo a nossa família brasileira. Diego Maia - O mercado imobiliário tem muitos desafios pela frente, mas se a gente puder fazer um recorte dedicado ao corretor, a corretora de imóveis, se você pudesse apontar o principal desafio para esse guerreiro, para essa guerreira, qual seria Peixoto? Peixoto Accyoli - Sem dúvida nenhuma o maior desafio para o corretor de imóveis é ter a visão clara do que vai acontecer no futuro. E para isso é fundamental investimento em educação executiva. É fundamental a corretora e o corretor trabalhar duro, mas também estudar muito, estudar duro. Eu duvido encontrar um médico que consiga ganhar mais do que um corretor que estudou tanto quanto ele. Então a oportunidade que a gente tem Diego é muito bacana, é muito grande. Se você pegar um médico, que para começar a ganhar dinheiro ele estuda dez anos entre a faculdade e a especialização. Se um corretor estudar a metade disso, com a mesma intensidade, ele vai ganhar infinitamente mais do que um médico. Então esse desafio de olhar para a educação, olhar para treinamento como fator preponderante de sucesso talvez seja o maior deste momento. Diego Maia - Fazendo esse exercício de futurologia, qual o futuro do corretor de imóveis? Ele será substituído pela tecnologia? Peixoto Accyoli - Eu não tenho dúvida que o corretor de imóveis será substituído. Mas ele vai ser substituído não pela tecnologia, ele vai ser substituído pelo corretor e pela corretora que usa a tecnologia, que trabalha fortemente em atender os anseios e os desejos do cliente sem olhar para a carteira dele. O corretor que treinar bastante, que ler bastante, que estudar bastante, mas sobretudo o que aplicar aquilo que aprendeu. Esse corretor terá vida longa e vai ter muito resultado financeiro, muitas alegrias profissionais. Agora o corretor tradicional, aquele que não lê, quem não estuda, que não usa tecnologia, que não olha para os desejos do cliente. Que fica olhando para a carteira, para a comissão, para os honorários deles, esses certamente irão desaparecer. Aliás, na minha visão já deveriam ter desaparecido há muito tempo. Diego Maia - Peixoto, a gente está comemorando essa semana mais um dia do corretor de imóveis. Todo dia 27 de agosto o Brasil e alguns países do mundo comemoram o Dia do Corretor de Imóveis. Deixa um recado aqui especial para aqueles mais de 7 mil e 300 agentes que você lidera na RE/MAX, e também para os que você não é líder. Para os outros guerreiros e guerreiras pertencentes a outras empresas, ligados e associados a outras imobiliárias e também aqueles que trabalham por conta própria. Deixa o seu recado, deixa seu bizú para eles. Peixoto Accyoli - Hoje é um dia muito especial. Especial porque o corretor e a corretora raiz, e quando eu falo o corretor e a corretora raiz é aquele que tem um propósito de ajudar os seus clientes a conquistar os seus objetivos, esses corretores dão muito orgulho. Muito orgulho para a gente que é da RE/MAX, muito orgulho para o mercado, muito orgulho para a sociedade brasileira. Então posicione-se, como um médico de família, um advogado de família. Olhe a transação não apenas como uma transação, mas uma primeira de várias transações ao longo da vida daquele cliente e eu desejo de coração que você tenha muito sucesso e que você tenha obstinação. Não apenas pelo sucesso, mas por realizar o sonho das outras pessoas. E claro, por consequência e efeito colateral, você realizará o seu próprio sonho. Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • Especialista dá dicas de como fazer uma startup decolar

    Marília Sant’Anna, do Sebrae Rio, aponta caminhos para empreendedores impulsionarem suas empresas Tem alguma entidade no Brasil que entenda mais de micro e pequenas empresas do que o Sebrae? Criado justamente para dar apoio, capacitar e promover o desenvolvimento dos pequenos negócios, o Sebrae RJ (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) pode ajudar muito o empreendedor que investe ou quer investir em startups. Então, ninguém melhor do que uma pessoa de dentro da entidade, que conhece profundamente a realidade das micro e pequenas empresas, para dar boas dicas para esse setor. Em conversa com Diego Maia, palestrante de vendas mais contratado do Brasil em seu podcast, o BóraVoar, Marília Sant’Anna, do Sebrae Rio de Janeiro, falou um pouco sobre como startups podem se destacar. Como decolar com uma startup Em um mercado super competitivo, se destacar e alçar grandes voos não é uma tarefa fácil. A primeira dica de Marília para isso é o empresário fazer um bom planejamento. Ela também destaca que é necessário apostar em uma boa equipe, com profissionais que possuam conhecimentos complementares. “Tudo é feito por meio das pessoas”, lembra. Foco no cliente Não existe empresário que não conheça a frase “o cliente tem sempre razão”, certo? Para startups, saber as dores e necessidades dos clientes também é fundamental. Marília ressalta que é necessário sempre ouvir o seu consumidor. “Então outro ponto é ouvir o cliente, conhecer bem o mercado e estar sempre muito atento para aprender com os erros”, diz. Fazer a diferença Buscar oferecer às pessoas algo que fará diferença em suas vidas é outra dica que Marília dá para os empresários de startups. “Apresentar soluções que realmente possam fazer a diferença na vida das pessoas. Assim como as empresas que um dia já foram startups que nós conhecemos, o Uber, o Instagram, o Facebook”, exemplifica. Inovar sempre Marília ressalta também a necessidade de estar sempre pronto para inovar. Ela chama atenção para o fato de que empreendedores de sucesso estão sempre em contato com o ecossistema de inovação. “Eles estão sempre muito atentos aos seus negócios, ao mercado e também participando de programas de capacitação”. Participar de programas de capacitação Para startups que estão em estágio de operação e tração, Marília destaca a necessidade dos empresários se capacitarem. Ela cita programas do Sebrae Rio, que regularmente dispõe de editais específicos para essas empresas, além de subsídio. “O empresário vai participar de oficinas, de consultorias, em quatro áreas estratégicas do negócio”. Entre elas estão liderança, time e equipes; finanças e recursos financeiros; marketing, venda, prospecção de clientes e novos mercados; e investimento. “Venha participar com a gente e fazer o seu negócio crescer”, convida. *** Você pode conferir mais entrevistas exclusivas no Portal CDPV e ouvi-las no podcast BóraVoar no seu navegador ou na sua plataforma de streaming preferida, como o Spotify, por exemplo. Sobre o Diego Maia Diego Maia é o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. Com 6 livros publicados, atua no mercado de palestras e treinamentos de vendas desde 2003. Apresenta o BóraVoar, programa que está no ar em diversas emissoras de rádio como Antena 1 (103,7 FM Rio de Janeiro) e Mais Brasil News (101,7 FM Brasília). O programa também é publicado diariamente em todos os aplicativos de podcasts. Diego Maia é CEO do CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas), escola de vendas pioneira no Brasil, especializada em treinamentos de vendas presenciais e online.

  • Comunicação centralizada em um só canal é mais eficiente e evita desgaste

    Artigo aborda os motivos de fadiga dos colaboradores em um ambiente de trabalho cada vez mais digitalizado O trabalho remoto atravessa muitas empresas há mais de um ano e, mesmo com toda a sua flexibilidade, são perceptíveis os primeiros sinais de fadiga dos colaboradores nesse modelo. Prova disso é que, segundo estudo da Gartner, 93% dos líderes de RH relataram estar cada vez mais preocupados com o esgotamento dos funcionários. A boa notícia é a possibilidade de estabelecer um ambiente mais positivo com a ajuda de uma boa estratégia de comunicação interna e o uso de ferramentas adequadas. “Ao explorar as diferenças entre ambientes de trabalho presenciais e híbridos, nossa pesquisa descobriu que uma série de recursos nativos do modelo híbrido estão causando fadiga, e isso está colocando o bem-estar do funcionário em risco. Além disso, muitas das estratégias que as organizações estão empregando para garantir a produtividade estão, na verdade, exacerbando esses fatores de fadiga”, afirma Alexia Cambon, diretora da Gartner. O que tem afetado a concentração dos colaboradores? Três fatores-chave são apontados pela consultoria como causas de desgaste: distrações digitais, sobrecarga virtual e dificuldade de desconexão. Distrações no trabalho: E-mails; Ligações e videoconferências de trabalho não planejadas; Notificações de mensagens no chat corporativo; Atualizações ou requisição de reuniões. Distrações digitais: E-mails pessoais; Mensagens de texto; Notificações de redes sociais; Manchetes de notícias; Ligações e videoconferências pessoais não planejadas. Distrações pessoais: Responsabilidades domésticas; Responsabilidades de cuidado (aos familiares etc); Entregas/correio. E-mail: mocinho ou vilão da Comunicação Interna? A Gartner afirma que “altos níveis de virtualização são cognitivamente desgastantes para o funcionário, com 75% dos líderes de RH concordando que o aumento no número de pontos de contato virtuais coloca os colaboradores em risco de esgotamento”. Portanto, o e-mail, que antes era um dos únicos pontos de contato virtual entre empresa e colaborador se tornou um de muitos. E o uso excessivo dessa ferramenta contribui diretamente para a fadiga. Um estudo realizado pela Universidade Católica da Lovaina (Bélgica) relata que o excesso de e-mails está diretamente relacionado ao aumento de estresse dos colaboradores e a perda de produtividade. Para Caroline Sauvajol-Rialland, professora responsável pela pesquisa, essa “sobrecarga de informação” causa interrupções na concentração do funcionário e em seu ritmo de trabalho. Ela também explica que 30% do tempo do profissional é usado para atender ligações ou responder e-mails. É importante salientar que abusar do envio de e-mails gera prejuízos para a comunicação interna (e, consequentemente, para o resultados e finanças do negócio). Então, a solução não é abandonar a comunicação online (longe disso!), mas sim adotar uma estratégia de Comunicação Interna digital de forma que não sobrecarregue o colaborador, oferecendo as informações de forma objetiva. Preferencialmente, em um mesmo canal para concentrar a atenção e o tempo do colaborador. *Gabriel Kessler é CGO do Dialog.ci, startup responsável por desenvolver uma plataforma online de comunicação interna e RH, que funciona como um hub para o colaborador e melhorar o engajamento dentro das empresas.

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